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quarta-feira, novembro 30, 2011

Parvovirose - Cachorros.



Parvovirose - Cachorros: A Virose Parvovirose é uma doença infecto-contagiosa que tem uma grande incidência, e é responsável por um alto percentual de mortalidade em  cachorros filhotes quando infectados, pois aproximadamente 80% dos filhotes acometidos por esta virose não conseguem sobreviver. Entretanto ela pode infectar cachorros em qualquer faixa etária, e o seu período de desenvolvimento no organismo do cachorro infectado leva em media de 9 a 13 dias. E é uma doença que se apresenta de forma aguda, aparecendo de maneira instantânea e intensa, entretanto o cachorro que consegue sobreviver a Parvovirose não apresenta sequelas, e volta a ter um desenvolvimento normal alem de ficar temporariamente imune a virose. 

Devido a alta incidência e da gravidade apresentada pela Parvovirose, é de fundamental importância a vacinação anual dos cachorros contra esta virose. 
Sendo que os sintomas apresentados pela Virose Parvovirose, e que se manifestam nos cachorros acometidos são febre, vomitos e diarreias intensas e crônicas, com fezes aquosas, contendo sangue e com odor fétido. Causando consequentemente grande desidratação, perda de peso e prostração. Sendo necessário tratamento imediato no cachorro acometido, e dependendo da intensidade da infecção faz-se necessário inclusive a sua internação. E o diagnóstico da Virose Parvovirose é feito através de exames laboratoriais das fezes, vómitos ou tecidos retirados de cachorros vitimados fatalmente (post-mortem). 

Os exames são praticados com auxilio de microscópios eletrônicos para a detecção e confirmação da presença do vírus da Parvovirose no organismo do cachorro com suspeitas de infecção. Inclusive também para se evitar a confusão no diagnóstico, pois comumente se confunde a Virose Parvirose com alguns tipos de verminoses, viroses e intoxicações que apresentam sintomas semelhantes aos da Parvovirose. Existem também outros tipos de exames que são utilizados para a confirmação da presença do vírus, sendo que o mais utilizado é o exame de ensaios imunoenzimaticos (ELISA), por ser este o exame mais acessível, rápido e de alta eficiência. Os outros tipos de exame são o de imunomicroscopia eletronica (IME), o exame de hemaglutinaçao, exames de reações de imunoflurescencia (IF) e também o exame de polimerase (PCR). 

E o tratamento da Virose Parvovirose, é feito a base de medicamentos que agem sobre os sintomas manifestados pelo cachorro infectado, pois devido a Parvovirose ser causada por um vírus torna-se difícil a utilização de um medicamento especifico e que tenha efeito diretamente sobre a virose. Os medicamentos utilizados que controlam e minimizam os sintomas da Parvovirose são anti-diarreicos, anti-vomitos, complexo vitaminicos, antibióticos para se evitar infecções secundarias oportunistas no organismo do cachorro debilitado, soro glicosado com aplicação endovenosa devido a intensa desitratação, e dependendo do grau de infecção da virose pode ser necessário até uma transfusão de sangue, devido a grande perda de sangue causada pela diarreia. 

E o cachorro acometido pela virose deve ser separado e mantido aquecido, hidratado, medicado, e alimentado para que seu organismo através de seu sistema imunológico possa superar a doença e se recuperar. Entretanto mesmo com todo tratamento e cuidados necessarios sendo aplicados aos cachorros contaminados, não há garantias e são poucas as chances de recuperação, havendo inclusive uma grande possibilidade de o mesmo não conseguir sobreviver. Devido ao grau de fatalidade e ao quadro de incertezas e instabilidades apresentados pela doença em relação a sua recuperação, o melhor tratamento e o melhor remédio  contra a Parvovirose é certamente a prevenção, ou seja, não deixar de se fazer a vacinação anual dos cachorros. 



Cinimose - Cachorros.




Cinomose - Cachorros: A virose Cinomose é uma doença infecto-contagiosa com alto potencial de transmissão, e acomete preferencialmente cachorros na faixa etária pós-lactantes e jovens, mas também pode infectar mesmo que numa proporção menor cachorros adultos e idosos. E a ocorrência de sua manifestação acontece por motivos de deficiência no sistema imunológico dos cachorros, ou inclusive pelos mesmos não terem sido vacinados. E a virose Cinomose não é uma zoonose, ou seja não acomete os seres humanos, e mesmo que as pessoas sejam contaminado ela não se manifesta, ou seja as pessoas são assintomaticas a Cinomose, porem mesmo que não manifestem os seus sintomas, as pessoas tambem podem transmiti-la. 

E a contaminação pelo vírus da Cinomose, alem de ser de facil tranmissão, tambem pode ocorrer de diversas maneiras, como o contato com as secreções do nariz ou da boca, por via aérea através de espirros ou por contato direto com o cachorro infectado. Entretanto, o vírus da Cinomose tem pouca resistência ao meio ambiente quando fora de seu hospedeiro, principalmente a ambientes que apresentem uma alta temperatura. E tambem a virose Cinomose, alem de inclusive poder provocar o óbito no cachorro, tem também uma sintomálogia diversificada, podendo causar paralisia muscular e também afetar o sistema nervoso do cachorro acometido por esta doença infecto-contagiosa. 

E os sintomas apresentados pela virose Cinomose, e que se manifestam no cachorro acometido por esta doença infecto-contagiosa são febre, diarreia e vomito intensos e cronicos com consequente desidratação, anemia e prostação, forte secreção nasal e ocular, despigmentação do focinho (hiperceratose), diminuição da quantidade de leucócitos no sangue causando deficiência no sistema imunológico (leucopenia), constantes contrações musculares (mioclonia), paralisia muscular e degeneração do sistema nervoso com fragmentação dos neurónios (bainha de mielina). No entanto o diagnóstico preciso e concreto da virose Cinomose, é de difícil conclusão, devido principalmente as características especificas e complexas do vírus. 

Então os resultados dos exames não podem ser considerados absolutos, para poder garantir com certeza a presença da Cinomose no organismo do cachorro com suspeita de infecção. O diagnóstico então alem de se basear nos exames laboratoriais como histológicos, sorológicos e de leucopenia, é também feito por analise sintomática. E mesmo utilizando-se de todos estes expedientes, ainda assim não se pode dar um diagnóstico definitivo com 100% de confiabilidade. Pois assim como a virose Parvovirose a Cinomose é uma doença infecto-contagiosa de difícil diagnóstico. Sendo tambem a virose Cinomose uma doença infecto-contagiosa de difícil tratamento, inclusive a Cinomose é também incurável, pois o cachorro uma vez infectado sempre será portador do vírus. 

E o tratamento consiste a principio em manter o cachorro acometido pela doença, em um ambiente limpo e aquecido, e com uma higienização constante do local e no cachorro, principalmente das secreções provenientes do nariz e dos olhos. E também na utilização de medicamentos que combatam os sintomas das doenças secundarias e as suas manifestações, como anti-vómitos, anti-diarreicos, anti-náuseas, anticonvulsivos, soro glicosado fisiológico e antibióticos para proteger o organismo do cachorro infectado contra contaminação por outros tipos de infecções oportunistas. 

E assim como ocorre com outras viroses que acometem os cachorros, não existe um medicamento especifico que atue diretamente no vírus da Cinomose, E o cachorro conseguindo sobreviver a dificil e complexa fase critica da doença, através de uma alimentação rica em proteinas e vitaminas, e com um tratamento medicamentoso com antibioticos que auxiliem o seu sistema imunológico, terá grandes possibilidades de ter a sua saúde quase que integralmente recuperada. 

Coccidiose Canina - Cachorros.




           

Coccidiose Canina - Cachorros: A doença infecçiosa Coccidiose Canina, é transmitida por uma bacteria intestinal denominada Isopora Canis, e está bacteria provoca nos cachorros acometidos principalmente raquitismo e atraso no crescimento. Pois a doença Coccidiose manifesta seus sintomas somente em cachorros lactantes ou em fase de desmame, e os cachorros adultos caso sejam contaminados nao apresentam sintomas, ou seja sao assintomaticos. E tambem a Coccidiose, é uma doença infecciosa com grande potencial de contaminaçao, pois a bacteria Isopora Canis é muito resistente aos desinfetentes, o que torna muito dificil a sua total eliminaçao do ambiente. 

Sendo necessario então se tomar precauçoes higienicas, como a limpeza de comedouros e bebedouros e a remoçao constante das fezes do cachorro do ambiente. E os sintomas apresentados pela doença infecciosa Coccidiose Canina, se manifestam nos cachorros acometidos de vários formas diferenciadas, como diarreia crônica com presença ocasional de sangue, desidratação e anemia com consequente perda de peso. Sintomas estes que consequentemente acarretam atraso no desenvolvimento e raquitismo no cachorro acometido. 

E o diagnostico da doença infecciosa Coccidiose Canina, é feito atraves da analise dos exames laboratoriais das fezes do cachorro com suspeita de contaminação, para que seja feita a detecção e a confirmação da presença de ovos da bactéria intestinal Isopora Canis. E o tratamento da doença infecciosa Coccidiose Canina, é feito com medicamentos específicos a base de anti-bactericidas e anti-diarreicos como sulfas e antibióticos. E também com soro isotónico hidratante, e o seu uso é devido a grande desidratação causada nos cachorros pela diarreia cronica. Entretanto somente forneça medicamentos ao cachorro, com prescrição e acompanhamento veterinário.

segunda-feira, novembro 28, 2011

Zoonose Dermatofitose.



Zoonose Dermatofitose - Cachorros: A contaminação pela Zoonose Dermatofitose atraves do fungo Microsporum Canim, em seres humanos geralmente ocorre quando há o contato direto das pessoas com os cachorros infectados. E as áreas do corpo em que há uma maior incidência desta Zoonose são consequentementes as áreas em que há um maior contato com os cachorros como os braços, as pernas, os ombros, a face e também o couro cabeludo. E entre as pessoas que entram em contato direto com os cachorros portadores da Zoonose Dermatofitose cerca de 50% deste total acabam se contaminado, esta alta percentagem acontece devido ao alto poder infectante desta Zoonose. E esta Zoonose a Dermatofitose pode contaminar pessoas de qualquer idade, porem as áreas do corpo afetadas pela Zoonose predominante-mente ocorrem nas crianças no couro cabeludo, e nos adultos nas pernas, nos braços e nos ombros. 

Os sintomas apresentados pela Zoonose Dermatofitose, e que se manifestam nos seres humanos são lesões superficiais. Pois o fungo alimenta-se somente com células mortas da queratina da pele, entretanto causam lesões superficiais com escamação, queda de pelos (alopecia) incluindo cabelos e barba, descoloração, quebra e queda nas unhas, ocorrendo em todos os casos uma forte irritação (prurido) nas áreas atingidas pela Zoonose. E em determinados casos de Dermatofitose no couro cabeludo, há uma queda total dos pelos caso não seja feito um tratamento rápido e adequado para a eliminação do fungo parasita. Ocorre  também nas lesões a presença de inflamações pustulentas e uma coloração avermelhada da pele dos locais afetados. E dependendo do grau de infestação dos fungos pode ocorrer também grande descamação cutânea, dando origem a  infecções oportunistas causada por bactérias. 

O diagnóstico da Zoonose Dermatofitose, igualmente ao processo realizado na Dermatofitose Canina, consiste na coleta de material presente nas lesões cutâneas, ou nos folicus dos pelos do couro cabeludo. Para uma  posterior analise laboratorial, feita através de microscópio eletronico, pois este é um tipo de diagnóstico que não somente apresenta resultados confiáveis e precisos a respeito da ocorrência definitiva da Zoonose Dermatofitose, como também evita  que haja a possibilidade de confusão no diagnóstico com outras enfermidades que apresentem sintomas semelhantes. Existem também testes feitos com a lâmpada de Wood, semelhantes aos feitos no caso da Dermatofitose Canina, entretanto sua eficácia com relação a apuração de um diagnóstico com resultado definitivo é falha, tendo uma variação percentual de ate 50% de possibilidade de erro na certificação de um resultado concreto. Ou seja, o exame do material colhido através de uma raspagem superficial diretamente nas lesões, e analisado e cultivado em laboratório, por meio de microscópios eletronicos é a forma mais segura sobre a ocorrência de um diagnóstico exato da Zoonose Dermatofitose. 

O tratamento correto e eficaz aplicado a Zoonose Dermatofitose, passa inicialmente por uma orientação e um diagnóstico medico. Pois há uma grande diversidade de casos específicos de pacientes que podem apresentar reações alérgicas aos medicamentos. E sua administração dependendo da debilidade do organismo do paciente tratado principalmente crianças, idosos, alérgicos ou pessoas com baixa imunidade, obriga  que o mesmo seja fracionado, ou seja administrada em micro-doses para que se amenizem os efeitos colaterais, e também a sua toxicidade. O que consequentemente ocasiona um prolongamento no tempo de tratamento, e os medicamentos empregados no tratamento da Zoonose Dermatofitose são os antimicoticos. E que tem como principio ativo, varias substancias como miconazol, clotrimazol, fulvinazol e que possuem um certo grau de toxicidade. Devido a estas caracteristicas toxicológicas e alérgicas dos medicamentos os mesmos somente podem ser utilizados com prescrição e um rigoroso acompanhamento medico. 
                                                                                  




domingo, novembro 27, 2011

Dermatofitose - Cachorros.




           

Dermatofitose - Cachorros: Os fungos transmissores de doenças infecciosas como as dermatoses são os fungos da espécie Microsporum Canis, e que transmitem estas doenças infecciosas através do contato direto entre os cachorros, e o Microsporum Gypsem Fulvum que transmite a infecção através do contato do cachorro com a terra. Sendo que o fungo da espécie Microsporum Canis é o agente responsável pelo maior incidência de casos de dermatose infecciosa, e a sua pior variante que é a Zoonose Dermatofitose, e que por ser uma zoonose, acomete tanto os cachorros quanto os seres humanos. E a Dermatofitose é uma Zoonose altamente infectuosa, então deve-se assim que for diagnosticada por um veterinário através dos exames laboratoriais caracteristicos, tomar-se imediatamente todos os cuidados e providências para a sua total eliminação e consequente cura. A dermatofitose é também conhecida vulgarmente como tinha, e apresenta diversos sintomas e sinais clínicos. 

E a Zoonose Dermatofitose, apresenta sintomas que se manifestam nos cachorros como perda de pelos (alopecia), e com aparência das falhas em forma de círculos, lesões com inflamações e postulas, vermelhidão na pele (eritema) devido a inflamações nos folículos dos pelos, e também com descamações e irritações cutâneas (prurido) intensas. E as lesões cutâneas causadas pelo fungo Microsporum Canis, concentram-se geralmente no cachorro em locais como as patas, face, e em volta da boca, orelhas e cauda. E estas lesões com inflamações e postulas são consequências de uma reação alérgica do cachorro aos fungos. Entretanto nem todos os cachorros infectados pelo fungo Microsporum Canis apresentam evolução da doença infecciosa Dermatofitose ou manifestam seus sintomas, sendo portanto estes cachorros portadores assintomatico da doença. 

E para se ter um diagnóstico confiável e preciso da presença da Zoonose Dermatofitose no cachorro com suspeita de infecção, faz-se necessário por parte do veterinário um exame microscopico do material recolhido das lesões decorrentes, para analise e confirmação da ocorrência da Dermatofitose e de seu respectivo tipo de fungo. Existem também outros tipos de exames, que são utilizados para diagnosticar a presença da Dermatofitose, como o teste feito por uma lâmpada especifica denominada lâmpada de Wood. Que entretanto, não permite a obtenção de resultados precisos pois há uma variação percentual de ate 50% na possibilidade de detecção ou não da presença da Dermatofitose. E um resultado que não indique a presença desta Zoonose, feito pela lâmpada de Wood não pode ser determinado como definitivo, pois é possível haver a ocorrência da Dermatofitose, mesmo que o teste com a lâmpada indique um resultado negativo sobre a presença da doença. Sendo então o exame microscopico o mais completo e preciso, para obtenção e confirmação do diagnóstico da Dermatofitose. Como também elimina a possibilidade de confusão no diagnóstico com outras enfermidades dermatologicas que possuam  sintomas semelhantes no resultado do diagnóstico.

E os procedimentos aplicados no tratamento da Dermatofitose, consistem na utilização de medicamentos para uso externo como xampus, sabonetes e loções medicinais e antifungicidas em forma de comprimidos. E existem diversas marcas de remédios com diferentes tipos de princípios ativos, e que tem um desempenho satisfatorio na eliminação e na cura da Dermatofitose. Entretanto deve-se consultar o veterinário para um diagnóstico preciso sobre a presença da enfermidade, e uma prescrição segura dos medicamentos utilizados. Pois existe a possibilidade de efeitos colaterais graves no organismo do cachorro, devido ao uso inadequado de medicamentos. Atualmente existem estudos para o desenvolvimento de vacinas especificas para a prevenção da Dermatofitose, e tambem de medicamentos para substituição de alguns princípios ativos utilizados no momento, e que possuem um alto grau de toxidade. Entretanto estes medicamentos ainda estão em fase de estudos nos laboratórios, e não foram liberados para uso no mercado. 

E a prevenção e os cuidados necessários para se evitar a contaminação pelo fungo parasita Microsporum Canis, e consequentemente se adquirir a Zoonose Dermatofitose. Passam por evitar-se locais ou regiões em que haja possibilidades de ocorrência de esporos dos fungos, ai incluindo-se também o fungo do tipo Microsporum Gypsem Fulvum, que apesar de menor ocorrência, predominam em locais com muita terra ou areia. Deve-se também evitar-se principalmente locais públicos urbanos, onde habitualmente ocorram grandes concentrações de cachorros, como parques, praças, locais com gramados extensos e similares. Pois é grande a possibilidade de existirem esporos dos fungos Microsporum Canis/Microsporum Gypsem Fulvum nestes ambientes. Inclusive durante caminhadas com o cachorro é recomendável não se parar nestes locais, pois são um foco não só dos fungos causadores da Zoonose Dermatofitose, como também de diversos outros tipos de parasitas que tambem acometem os cachorros.                             

E para uma total eliminação da infestação dos fungos parasitas Microsporum Canis, e também para evitar-se uma provável re-infecção da Zoonose Dermatofitose. Deve-se simultâneamente ao tratamento feito no cachorro para a cura da  Dermatofitose, fazer-se uma higienização constante do ambiente onde o cachorro vive e também dos objetos utilizados por ele como casa, toalhas, escovas, brinquedos etc... Acompanhado também por uma desinfecção semanal do ambiente, e de todos os objetos com a utilização de desinfetantes específicos ou uma solução caseira de agua sanitária diluída em agua com uma proporção de 5 partes de agua para 1 de agua sanitária. E é de fundamental importância a eliminação dos focos dos fungos parasitas no ambiente em que o cachorro vive, pois mesmo que o tratamento feito diretamente no cachorro tenha sido feito de forma eficaz e eliminado e doença, se persistirem os focos dos fungos parasitas e praticamente certa a ocorrência de uma re-infecção.  



sábado, novembro 26, 2011

Fungos - Cachorros.




            

Fungos - Cachorros: Os fungos são parasitas com potencial de transmitir graves infecções cutâneas (Dermatoses) que são altamente contagiosas, e podem ser transmitidas tanto pelo contato direto entre o cachorro infectado e o cachorro sadio, ou o contato do cachorro sadio com objetos ou com o ambiente do cachorro infectado. E dependendo do tipo de dermatose (Dermatofitose) também podem ser transmitidas para os seres humanos, ou seja tambem é uma zoonose com alto poder de infecção. E os fungos podem se alastrar por todo corpo do cachorro como pelos, unhas e todo o seu tecido cutâneo (pele) podendo causar uma infestação. Infestando consequentemente também o ambiente em que o cachorro vive, inclusive seus objetos como casa, toalhas, cobertores, e ate brinquedos. 

Pois todo e qualquer objeto que tenha contato constante com o cachorro infectado, principalmente se forem objetos porosos e absorventes como madeira e tecido, adquirem um grande poder de contaminação. Entretanto, os fungos tem uma maior facilidade de infectar e provocar uma infestação em cachorros alojados em ambientes com uma grande quantidade de animais. Como abrigos para cachorros abandonados, e tambem cachorros desnutridos, ou cachorros com o sistema imunológico debilitado por motivo de doenças, ou em decorrência de alguma medicação. Pois os cachorros bem nutridos e saudáveis, mesmo que sejam contaminados por fungos e ocasionalmente vemham a adquirir dermatoses, possuem uma grande capacidade orgânica defensiva, e através de seu próprio sistema imunológica conseguem eliminar a enfermidade infecciosa. 

Entretanto, tendo-se os cuidados devidos como procurar o auxilio veterinário, e fazendo-se o tratamento adequado, elimina-se mais rapidamente a dermatose e consequentemente o seu grande potêncial infeccioso. Pois o cachorro saudável e bem nutrido mesmo tendo a auto-capacidade de eliminar a dermatose, leva bem mais tempo para se curar atraves do seu proprio processo imunologico natural, do que quando há o auxilio veterinário, e um consequente tratamento rapido e adequado, evitando-se ou minimizando com isto o risco de contaminação em outros cachorros ou ate pessoas como no caso da zoonose dermatofitose. 

sexta-feira, novembro 25, 2011

Piolhos Mastigadores - Cachorros.




Piolhos Mastigadores - Cachorros: A infestação produzida pelos piolhos mastigadores que são da espécie (Trichodectes canis) igualmente como ocorre aos piolhos sugadores, também denomina-se pediculose. Entretanto a ação nociva parasitaria do piolho mastigador no tecido cutâneo e na saúde do cachorro parasitado é mais intensa, extensa e com maior gravidade. Pois alem de causar uma intensa irritação (Plurido) ao  se alimentarem de resíduos celulares da pele e dos pelos do cachorro acometido pela infestação, os piolhos mastigadores (Trichodectes Canis) assim como os piolhos sugadores transmitem igualmente a dermatite alérgica. E alem disto os piolhos mastigadores também  podem contaminar os cachorros com uma verminose intestinal transmitida pelo parasita Dipillidium caninum. Entretanto alguns cachorros são assintomaticos, não manifestando os sintomas provocados pelo acão parasitaria dos piolhos mastigadores, como uma intensa irritação, e uma grande descamação com lesões no tecido cutâneo.    

O tratamento feito para eliminação da infestação (Pediculose) provocada pelos piolhos do tipo mastigador, tem um procedimento semelhante ao aplicado para eliminação da pediculose provocada pelos piolhos do tipo sugadores. Deve-se primeiramente procurar orientação de um veterinário para um diagnóstico completo e preciso, devido a possíveis contaminações provocadas pelo parasita Dipillidium Caninum. No resto, todo o processo de tratamento é muito parecido. E consiste em aplicar medicamentos de uso externo como loções, xampus e sabonetes específicos, evitando-se igualmente como foi dito anteriormente o uso de ivermectina, devido aos seus graves efeitos colaterais, principalmente em determinadas raças que possuem alta sensibilidade a este medicamento. Deve-se também higienizar e desinfetar os objetos e os locais frequentados pelo cachorro, para que se possa eliminar também os ovos e larvas dos piolhos.                            

quinta-feira, novembro 24, 2011

Piolhos - Cachorros.



Piolhos - Cachorros: Os piolhos são parasitas hematofogos que tambem tem entre as suas vitimas os cachorros, causando-lhes grande desconforto e tambem graves enfermidades, como dermatites alérgicas e verminoses. E a transmissão se da pelo contato direto entre os cachorros ou por objetos utilizados ou  locais  habitados pelos cachorros parasitados. Inclusive os tipos de piolhos que parasitam os cachorros não afligem aos seres humanos, que são parasitados por piolhos de outra espécie, e a transmissão e o parasitismo destes tipos de piolhos ( Anoplura/Malophaga) ocorre somente entre os cachorros. E são estes os dois tipos de piolhos que parasitam preferencialmente os cachorros, o tipo conhecido vulgarmente como sugador(Anoplura), e o mastigador(Malophaga). 

E o parasitismo destes tipos de piolhos se não for devidamente tratado pode se transformar rapidamente em uma infestação (Pediculose), entretanto os piolhos não conseguem viver mais que alguns dias sem poder parasitar seu hospedeiro. E os piolhos sugadores podem causar nos cachorros parasitados uma intensa irritação, ocasionando-lhes uma grande agitação e desconforto, e tendo como consequencias também a queda de pelos e a dermatite alergica. Que quando não tratadas, podem evoluir para lesões cutâneas produzidas pelo próprio cachorro, devido ao ato constante de se coçar. E os cachorros vitima-dos por uma grande infestação de piolhos (Pediculose), geralmente apresentam um odor forte, que inclusive é caracteristico dos cachorros acometidos pela pediculose. 

Cachorros vitimados por infestação de piolhos (Pediculose) normalmente habitam ou frequentam locais com péssimas condições de higiene, ou abrigos caninos com excesso de população, ou são cachorros abandonados que vivem (existem/habitam)  nas ruas. Condição estas  que os torna suscetiveis de serem acometidos e por consequencia transmissores de diversos outros parasitas e enfermidades. Então deve-se tomar todos as preucações e cuidados até durante um simples passeio com seu cachorro nas ruas. E a pediculose, que é uma forte infestação de piolhos, mesmo sendo uma condição parasitaria de grande intensidade, e que causa diversos efeitos nocivos aos cachorro e também a sua saúde. É entretanto uma infestação parasitaria com um tratamento relativamente facil, e com uma simples e rápida solução. 

Mesmo assim deve-se consultar um veterinário antes de proceder o tratamento, e só utilize medicamentos prescritos pelo mesmo. Inclusive há atualmente no mercado diversos medicamentos de uso externo como xampus, loções e sabonetes específicos de fácil utilização e com resultados otimos, rápidos e eficazes. No entanto, deve-se evitar o uso de Ivermectina devido aos fortes efeitos colaterais provocados, principalmente em determinadas raças mais sensíveis aos afeitos deste medicamento. E juntamente com a utilização dos medicamentos tópicos, faz-se necessário também a desinfecção e higienização dos objetos utilizados pelo cachorro ( Casa,Toalhas,Camas,tapetes, brinquedos, etc..) e também do seu ambiente, para que se possa eliminar todos as fases de vida do piolho, do ovo. da fase larval ate o piolho adulto.                             

quarta-feira, novembro 23, 2011

Zoonose Dirofilariose - Cachorros.



Zoonose Dirofilariose - Cachorros: A doença Dirofilariose Canina em sua variável Zoonose Dirofilariose nao apresenta a mesma gravidade ou sintomas manifestados pela mesma. Inclusive na grande maioria dos casos a Zoonose Dirofilariose e assintomatica e a pessoa somente descobre os resquícios da doença em forma de nódulos benignos residuais, ocasionalmente ao fazer exames para detecção de outras enfermidades. E mesmo as pessoas que desenvolvem a doença e manifestam os sintomas, em ambos os casos tanto a doença quanto os sintomas são sem gravidade e de fácil tratamento e cura, e dificilmente apresentando gravidade ou complicações mais serias. Nos seres humanos o parasita Dirofilaria Immitis não consegue dar sequência e completar totalmente seu ciclo de vida.  E também sua ação invasiva no organismo das pessoas não tem a gravidade e nem o grau de disseminaçao devastadora por vários orgões como ocorre com a Dirofilariose Canina que acomete os cachorros.  

E a zoonose dirofilariose alem apresentar uma alta taxa percentual de assintomacidade, que chega a ultrapassar mais de 50%, e mesmo assim, quando os sintomas se manifestam são amenos, principalmente quando comparados aos sintomas apresentados pela dirofilariose canina. E geralmente nao passam de febres, dores de cabeça e tosses crônicas, decorrentes da presença de larvas do parasita dirofilaeia immitis no organismo da pessoa contaminada, pois as larvas ao avançarem e se alojarem nos pulmões, posteriormente morrem, porque nao conseguem se transformar no parasitas em sua forma adulta. E a presença nos pulmões de larvas mortas do parasita Dirofilaria Immitis causa Infecções brandas que ocasionam febres cronicas e tosses, e tambem criam nódulos benignos falsos. Que são muitas vezes confundidos equivocadamente, atraves de exames radiográficos ou ultrasonograficos com doenças graves e serias como o câncer, o que acarreta em diagnósticos precipitados com intervenções cirúrgicas invasivas e desnecessárias para se fazer a biopsia, a análise e a avaliação histológica dos tecidos. E o que muitas vezes se confirma em um erro no diagnóstico, sendo que raramente há uma necessidade de intervenção cirúrgica para estirpaçao e eliminação dos nódulos benignos. Pois somente em casos raros em que estes apresentam um maior grau de complicação da doença, juntamente com seus sintomas respectivos.  


terça-feira, novembro 22, 2011

Mosquito Culex Pipiens - Cachorros.



Mosquito Culex Pipiens - Cachorros: Os mosquitos Culex Pipiens, transmitem a Dirofilariose Canina ao picarem um cachorro sadio e inocularem no seu organismo larvas microscopicas que são denominadas filarias. E estas larvas evoluem na corrente sanguínea do cachorro, deslocando-se para as suas artérias pulmonares e para o coração, onde fixam-se e se desenvolvem levando em media uns 6 meses para tornarem-se adultas. Podendo alcançar depois um comprimento de até 40 centímetros, transformando-se posteriormente no parasita Dirofilaria immitis, conhecido vulgarmente como verme do coração. Sendo este parasita Dirofilaria immitis o causador da gravíssima doença denominada Dirofilariose Canina. Porem o cachorro, pode ficar por vários anos com o parasita em seu organismo sem manifestar qualquer sintoma, entretanto quando os sintomas se apresentem subitamente geralmente levam o cachorro ao óbito. 

E os cachorros contaminados pela doença Dirofilariose Canina, na maioria das vezes não manifestam os sintomas da doença até que a mesma atinga uma etapa avançada de desenvolvimento. Propiciando com isto, condições para disseminaçao involuntária da doença para outros cachorros, através das picadas simultâneas do mosquito Culex Pipiens nos cachorros infectados sem sintomas, e portanto sem a ciência de seus donos sobre a ocorrência da doença em seus cachorros. E a posterior picada em cachorros sadios das áreas próximas e também nos próprios seres humanos, pois o mosquito Culex Pipiens também pode transmitir a Zoonose Dirofilariose. Porem nos seres humanos esta Zoonose não e fatal, porque o parasita não consegue completar o seu ciclo de vida no organismo humano. Entretanto este parasita, o Dirofilaria  Immitis, fixa-se em determinados orgões, como os pulmões criando varias complicações e afetando seriamente a saúde da pessoa acometida.

E os sintomas apresentados pelo cachorro acometido pela Dirofilariose Canina, são decorrentes principalmente das diversas lesões e complicações causadas nos orgões, como o coração e pulmões e suas respectivas veias e vasos sanguineos, pela invasão e presença do parasita Dirofilaria Immitis nestes mesmos orgãos. E estes sintomas complexos e diversos, podem se manifestar de varias maneiras durante o período de evolução da doença Dirofilariose Canina. E que se apresentam como dificuldades respiratorias, perda de peso e de apetite com consequente anemia e prostação, com febre e tosse cronicas e sangue presente na urina (hematuria), com abdomem dilatado por edemas no fígado (hipertrofia hepatica), no baço (esplenomegalia) e pela própria presença de líquidos na região abdominal (ascite), e lesões cutâneas em forma de nódulos com irritação (prurido) podendo ocorrer também até paralisias nos membros posteriores e convulsões. 

E a presença invasiva do parasita Dirofilaria Immitis, em determinados orgãos dos cachorros acometidos pela doença Dirofilariose Canina, alem de causar diversos danos e lesões a estes mesmos orgãos. Originados como cansequencia da infestação do parasita, que podem chegar a uma quantidade media de ate 55 parasitas Dirofilaria Immitis, e que podem medir neste estagio entre 20 a 38 centímetros. E são conhecidos vulgarmente como Verme do Coração, e dependendo da evolução da doença e do grau da infestação, esta quantidade pode chegar a mais de uma centena. Estas infestações do verme do coração, ocorrem principalmente nas grandes veias, artérias e cavidades do coração e  também nas artérias pulmonares. Causando uma grande resistência e  uma obstrução significativa a circulação sanguinea, e forçando o coração a um ritmo de trabalho muito mais intenso. Causando consequentemente sua dilatação, e também de suas principais veias e artérias periféricas,  ocasionando graves lesões cardiovasculares, hepáticas e renais cronicas. Com possibilidades de ocorrências frequentes de tromboses e embolias e levando fatal e rapidamente o cachorro ao obito. 

E os graves sintomas, apresentados pelos cachorros acometidos pela Dirofilariose Canina ocorrem tardiamente, juntamente com a manifestação súbita da doença. E que na maioria das vezes mesmo recorrendo-se a um veterinário, e tentando-se fazer o tratamento com a respectiva medicação, acaba sendo tarde para se curar a doença,e evitar o obito do cachorro. Devido a gravidade do quadro clínico causado pela Dirofilariose Canina, em consequencia principalmente de sua difícil prevenção e detecção inicial  e também do tardio aparecimento dos sintomas. Cria-se uma situação critica e que acaba geralmente ocasionando a morte do cachorro. Pois o grave, cronico e irreversível comprometimento de orgões importantes e fundamentais como o coração, os pulmões, e os rins e de suas grandes veias e artérias periféricas, torna a Dirofilariose Canina dependendo do estagio em que e detectada uma doença fatal. Há estudos estatísticos estimativo de que no Brasil aproximadamente 11% da população canina esteja contaminada, mas que porem somente 10% deste total manifestaram a doença. Em países da Europa e nos Estados Unidos, devido a existência de programas preventivos sérios, bem elaborados e aplicados esta incidência e em media de !.5% do total da população canina. 

Devido a gravidade, diversidade e complexidade dos complicações, lesões e sintomas causadas pela Dirofilariose Canina, o tratamento para ter resultados positivos deve necessariamente ser feito na fase inicial da enfermidade. Pois depois que os sintomas tiverem se manifestado, a doença já terá  alcançado um grau de devastação irreversível, principalmente no sistema cardiovascular do cachorro. O que a torna em quase que 100% dos casos em que não há um tratamento preventivo, ou em sua fase já invasiva, uma doença fatal para os cachorros infectados. E mesmo quando a Dirofilariose Canina é detectada antes do aparecimento dos sintomas, o tratamento é complexo e o cachorro ainda e passível de um alto risco de óbito. O mais indicado é se fazer tratamentos preventivos periódicos anti-verminoses especificadamente contra o parasita Dirofilaria Immitis, principalmente se o cachorro habitar em regiões litorâneas. 

E o tratamento da doença Dirofilariose Canina, é extenso e exige uma atenção constante e assídua dos veterinários, sobre o quadro evolutivo das condições de saúde do cachorro. E os remédios prescritos normalmente são combinações de injeções e medicamentos orais em forma de comprimidos. E o tratamento está sujeito a fortes efeitos colaterais, devido ao grau de toxidade dos medicamentos e também a efeitos provenientes da ação dos medicamentos na própria erradicação dos parasitas. Pois quando da sua eliminação e consequente morte, os parasitas acabam obstruindo o coração e/ou suas veias e vasos periféricos, levando o cachorro a ter varias complicações cardio-vasculares e formação de tromboses. Em ambos os casos, quanto mais intensa for a infestação do parasita Dirofilaeia Immitis, maiores também serão os seus efeitos colaterais.

E o processo de tratamento da doença Dirofilariose Canina é dividido em três etapas, que se inicia com o tratamento preventivo, que é feito com injeções ou com comprimidos, e que são administrados mensalmente com a devida prescrição e orientação de um veterinário. Este tratamento tem como propósito a eliminação das larvas do parasita Dirofilaeia immitis, impedindo que estas mesmas larvas se desenvolvam e atinjam o estagio na forma adulta do Dirofilaeia Immitis no organismo do cachorro.  Ou seja, estes medicamentos não impedem que o cachorro seja parasitado (picado) pelo mosquito, entretanto sua ação preventiva e sua eficaçia se manifestam numa eventual contaminação através do mosquito pela larva do parasita Dirofilaeia Immitis. Pois eliminando as larvas em seu estagio inicial, a doença Dirofilariose Canina não completa o seu ciclo, e consequentemente não se manifesta no organismo do cachorro.

O tratamento preventivo feito para eliminação das larvas do parasita Dirofilaeia Immitis no seu ciclo inicial, é imprencindivel e surte grande efeito. Mas somente quando as larvas estão em seu ciclo inicial, e ainda não se desenvolveram e se deslocaram para órgãos como coração, rins e pulmões. Porem quando o parasita evolui, e consegue atingir este estagio de desenvolvimento, faz-se necessário a utilização da terapia adulticida, em que se utilizam remédios com maior grau de toxidade e que necessitam de prescrição e um constante acompanhamento veterinário, devido aos seus graves e até fatais efeitos colaterais. Os principais medicamentos que são utilizados no tratamento da doença Dirofilariose Canina na fase pós-larval do parasita Dirofilaeia Immitis sao o Merlasomina, a Vermectina, a Milbemicina Oxima, a Moxidectina e a Selamectina. Porem estes medicamentos, só devem ser utilizados com a prescrição e com acompanhamento de um veterinário. E dependendo do estagio atingido e do grau de infestação dos parasitas adultos no organismo do cachorro, a própria utilização dos medicamentos pode causar o seu óbito, pois ao morrerem pelo efeito dos medicamentos aplicados para o tratamento da doença, os parasitas obstruem as principais veias e artérias do coração, causando o óbito quase que imediato do cachorro por trombose ou insuficiência cardíaca.

A melhor forma de se evitar a Dirofilariose Canina, e suas respectivas e gravíssimas consequencias e sintomas na saúde do cachorro, sem duvida é atraves da prevenção. Que de certa forma é até algo simples, quando comparado com as complexidades decorrentes da doença e os seus sintomas, e tambem ao terrivel sofrimento a que são submetidos os cachorros acometidos pela doença Dirofilariose Canina. E existem atualmente, vários medicamentos eficazes que são usados de forma preventiva e que evitam que os cachorros desenvolvam a doença. Pois eliminam o parasita Dirofilaria Immitis em sua fase e forma larval. Impedindo que o parasita se desenvolva, e invada vários orgões vitais do cachorro como coração, pulmões e rins, causando uma grande devastação, e consequentemente trazendo grande sofrimento e posteriormente o óbito ao cachorro vitimado por esta grave doença. Estes remédios podem ser administrados mensalmente por via oral em forma de comprimidos, e eliminam eficazmente todos os tipos de larvas (L3/L4/L5). Existem também medicamentos injetáveis com proteção  para vários meses, porem devido a seus graves efeitos colaterais que podem ate causar a morte do cachorro, não são recomendados. Consulte um veterinário para maiores esclarecimentos, e somente utilize qualquer medicamento com a prescrição e acompanhamento do mesmo.





                                                               

segunda-feira, novembro 21, 2011

Zoonose Leishamaniose Visceral Canina - Cachorros.



Zoonose Leishamaniose Visceral Canina - Cachorros:  A Zoonose Leishamaniose Visceral, é uma doença seria e de desenvolvimento demorado, é que tem uma grande facilidade de transmissão, e tambem tem um difícil diagnóstico. Sendo que estas caracteristicas, ocorrem tanto nos seres humanos quanto nos cachorros, e nos seres humanos os sintomas se apresentam com febre constante, anêmia, perda de peso, edemas pronunciados no fígado (hepatomegalia) e no baço (esplenomegalia), pois o Protozoário Leishmania, avança e infecta orgões como o Baço. o Fígado e até a medula óssea. E os sintomas da Leishamaniose Visceral dependendo da região, são muitas vezes confundidos com os sintomas da Malária. E esta confusão no diagnóstico, e no consequente tratamento errado pode ser fatal, pois a Leishamaniose Visceral quando diagnosticada rápida e corretamente é perfeitamente tratável e curável. Entretanto sem o tratamento ou com o tratamento errado a taxa de mortalidade atinge níveis percentuais altíssimos.                                

A Zoonose Leishamaniose Visceral que acomete os cachorros, tem a sua variável que é denominada LVC ou Leishamaniose Visceral Canina. E os sintomas apresentados são diversos como anêmia, perda de peso, atrofia muscular, lesões na pele acompanhada de escamações, lesões oculares, e edemas com lesões no fígado, baço e rins e que geralmente ocasionam rapidamente o óbito do cachorro. Entretanto, há um grande percentual de cachorros infectados pela doença, que não apresentam ou manifestam os seus sintomas, ou seja são assintomaticos. Mas mesmo sendo assintomaticos são potenciais disseminadores da doença, e caso seja feita a observação em um cachorro com suspeitas de sintomas iniciais e caracteristicos da Leishamaniose Visceral Canina, deve-se procurar imediatamente o auxilio de um veterinário. Por ser uma doença grave, altamente contagiosa e de difícil diagnóstico, somente um veterinário esta habilitado a fazer um diagnóstico preciso para a  confirmação da Leishamaniose Visceral Canina.                                                                    

A Zoonose Leishamaniose Visceral ser uma doença grave e com sintomas complexos, quando diagnosticada rapidamente, e fazendo-se o tratamento correto e com o imprencindivel acompanhamento medico e medico veterinário, a doença e perfeita é totalmente curável. Atraves da administração de antibióticos específicos como o Glucantime, a Pentamidina e a Anfotericina C, que sao os fármacos padrões utilizados no tratamento da Leishamaniose Visceral. Porem por apresentarem um alto grau de toxidade, devem ser obrigatoriamente prescritos e terem o seu uso controlados por um medico especialista. Inclusive já existem remédios em fase de pesquisa, que são mais eficientes e apresentam um menor grau de toxidade que os fármacos utilizados atualmente. 

Entretanto faz-se necessário todo um processo com varias etapas de testes clínicos de toxidade e contra - indicações, e posterior liberaçao pelas autoridades competentes para poderem entrar no mercado. Apesar de ser possível o tratamento e a cura da Leishaamaniose Visceral nos seres humanos, o mesmo já não ocorre no caso do cachorros, pois o Ministério da Saúde através da Anvisa, administra um programa de controle da Leishamaniose Visceral Canina que visa detectar e sacrificar todos os cachorros que estejam infectados. E também mesmo existindo algumas pesquisas com remédios para tratamento e cura da Leishmaniose Visceral Canina, as mesmas ainda são incipientes. E para inviabilizar o tratamento ainda há uma portaria interministerial editada em Julho de 2008 proibindo o uso de medicamentos humanos para o tratamento de Leishamaniose Visceral Canina nos cachorros. 


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domingo, novembro 20, 2011

Zoonose Leishamaniose - Cachorros.



Zoonose Leishamaniose - Cachorros: A Leishamaniose é uma Zoonose transmitida aos seres humanos a partir da picada dos mosquitos Flebotomineos das espécies Lutzomya longipalpis e Lutzomya cruzi. Que se transformam em vetores da doença ao picarem cachorros, ou seres humanos contaminados, e ao parasitarem e sugarem o sangue dos hospedeiros infectados, assimilam simultanêamente os protozoários do genero Leishamia. E estes protozoários depois de se fixarem dentro do intestino do mosquito Flebotomineo, se desenvolverão e completarão esta fase do seu ciclo de vida. E depois estarão aptos e prontos, para contaminarem e desenvolverem a doença Leishamaniose nos seus potencias hospedeiros, ao serem estes picados pelos mosquito Flebotomineos, que são os vetores da doença. Inclusive a zoonose Leishamaniose só perde para a Malária como a patologia que mais vitimas fatais faz em todo mundo.

E existe uma variedade muito grande de tipos de Leishamaniose, e entre as principais estão a Leishamaniose Cutânea, Leishamaniose Monocutânea e a Leishamaniose Visceral. E que apresentam uma grande diversidade de sintomas, e são transmitidos por uma extensa gama de espécies de parasitas do Genero Leishmania. No Brasil, a área de maior incidência ocorre nas regiões Norte e Nordeste, principalmente devido as precárias condições, ocasionadas pela ausência de um sistema de esgoto sanitário. Entretanto há um evolução de sua ocorrência em todos os estados brasileiros, há estudos estimativos indicando que de 1985 a 2010 ocorreram aproximadamente 740.000 casos de contaminação. E devido, ao quadro evolutivo de incidência da zoonose Leishamoniose apresentado no Brasil, e por ser está uma doença grave e de tratamento e cura complexos. E principalmente  por causa de todos estas graves questões, a Zoonose Leishamaniose deveria ser tratada com toda atenção e seriedade pelas autoridades publicas.

sábado, novembro 19, 2011

Mosca Varejeira - Cachorros.



Mosca Varejeira - Cachorros: A mosca que provoca a Miase, conhecida vulgarmente como bicheira e da espécie Cochliomyia hominivorax e inicia todo o processo de parasitismo através de suas larvas colocando seus ovos  nas lesões sem tratamento na pele e nos tecidos de suas vitimas, que no caso especifico são os cachorros. Mas esta espécie de mosca (Cochliomyia hominivorax) pode infectar com seus ovos e larvas qualquer animal que esteja a seu alcançe desde pássaros ate repteis  incluindo obviamente os mamíferos. Bastando para isto que estes animais apresentem as condições propicias como terem lesões no corpo e estarem vulneráveis a sua ação oportunista. A Mosca Cochliomyia hominivorax tem como cor caracteristica o verde metálico, e atinge uma dimensão media que varia entre  1,4 a 1,8cm de comprimento. A mosca Cochliomyia hominivorax tem como habitat tanto as regiões rurais quanto os grandes centros urbanos. Não possuindo predileção especial por nenhuma região tanto rural como urbana, e sendo portanto abundante em ambas.

E após a colocação dos ovos, nas lesões cutâneas de suas vitimas, que ira servir de hospedeira e ser parasitada por suas larvas após a eclosão dos ovos. As larvas da mosca Cochliomyia hominivorax se alimentarão continua e vorazmente dos tecidos expostos pelas lesões sob a pele (Miiase Cutanea). Aumentando e aprofundando em grandes proporções estas  lesões, atingindo os  vasos sanguineos e linfáticos provocando diversas e gravíssimas infecções bacterianas, com as lesões exalando um intenso odor fétido. E que se não forem rápida e devidamente diagnosticadas, tratadas e medicadas por um  veterinário, provocaram rapidamente a morte do cachorro. E as larvas da mosca Cochliomyia hominivorax devido a sua voracidade podem alcançar inclusive os orgões vitais do hospedeiro parasitado (Miiase Cavitaria), causando também quase que imediatamente o óbito do cachorro acometido.                                                                      

E o tratamento e a medicação, do cachorro acometido por este tipo de miiase, conhecida vulgarmente como bicheira, e que é causada pela larva da mosca varejeira. Deve ser feito com o diagnóstico e acompanhamento de um veterinário, e consiste a principio em manter sempre as lesões limpas e higienizadas com soluções antissepitcas. Eliminando-se também a presença da mosca Cochiliomyia hominivorax, e higienizando o ambiente do cachorro para se evitar uma nova infecção. A dois tipos de repelentes sistémicos, um tipo e para ser utilizado também no ambiente juntamente com o material desinfetante para higienização. e o outro tipo e para ser aplicado diretamente no cachorro, em ambos os casos deve-se ter a prescrição e o acompanhamento de um veterinário. Faz-se também necessário a utilização de antibióticos e antiflamatorios também devidamente prescritos e supervisionados por um veterinário, caso as lesões tenham se estendido e se aprofundado no tecido causando infecção bacteriana e inflamação pustulenta no local da lesão. Sendo necessário em certas ocasiões em que a infestação de larvas for muito grande, e a região atingida muito extensa e profunda, fazer-se a extraçao das larvas cicurgicamente, principalmente se as larvas da mosca Cochilioyia hominivorax tiverem alcançado algum órgão.                                                                                                                          
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sexta-feira, novembro 18, 2011

Mosca do Berne - Cachorros.




Mosca do Berne - Cachorros: Berne e como se denomina a larva da mosca da espécie Dermotobia Homanis que parasita o cachorro fixando-se e fazendo inicialmente um pequeno orifício em sua pele na qual depois penetra ate 2 cm, causando edemas localizados com postula e também muita dor e irritação ao cachorro, principalmente quando se movimentam no orifício pois possuem micro espinhos em volta do corpo. E este orifício no qual se abrigam-se  e  se nutrem no tecido subcutâneo,  permanece aberto durante todo o ciclo de vida da larva, permitindo assim a sua respiração através do mesmo, enquanto a esta larva se desenvolve alimentando-se do tecido subcutâneo do cachorro.  A mosca da espécie Dermatobia Homanis que e responsável por esta enfermidade o Berne geralmente habita regiões rurais, sendo raramente encontrada nos grandes centros urbanos. 

A mosca  Dermotobia Homanis causadora do berne tem entre 120 a 160 mm de comprimento, e seu  abdome tem  cor caracteristica de azul metálico. Outra caracteristica própria da mosca Dermotobia Homanis que a difere de outras espécies, e que ela não deposita seus ovos diretamente sobre a pele dos potenciais hospedeiros de suas larvas, que no caso especifico são os cachorros, e sem predileção por qualquer tipo de raça, com suas larvas vitimando igualmente a todas. A mosca Dermotobia Homanis caça primeiramente outras espécies de moscas, mosquitos e ate alguns tipos de bezouros hematofagos,  e ao captura-los deposita seus próprios ovos nos seus abdomens. E serão estas moscas ou besouros hamatofagos, que após esta captura e operação efetuadas pela mosca Dermotobia Homanis que irão disseminar esses mesmos ovos em seus hospedeiros definitivos, ao parasita-los sugando-lhes o sangue.  E no caso especifico as vitimas e os hospedeiros definitivos são os cachorros.  

Após fixarem-se sobre a pele do cachorro, as larvas fazem um pequeno orifício e penetram no tecido subcutâneo, onde se abrigam, se alimentam e se desenvolvem, período este  que leva em media de 37 a 52 dias. E a medida que se desenvolvem e crescem, vão alargando e aprofundando este orifício que toma a forma de uma cápsula, mas sempre mantendo uma abertura para que possam respirar, podendo atingir este orifício capsular uma profundidade de ate 2 cm. e com 0.7 a 1,1 cm. de largura. E durante este processo de desenvolvimento continuo da larva da mosca Dermotobia Hominis e seu consequente crescimento, o cachorro e acometido por  fortes dores e uma grande inflamação pustulenta no local do orifício. E após a conclusão deste estagio larval ( 37 a 52 dias), a larva sai da cápsula e vai para o ambiente, transformando-se em pupa e abriga-se criando um casulo protetor. O estagio de pupa leva em torno de 31 a 44 dias para finalizar-se, quando então a pupa deixa o casulo protetor e transforma-se na mosca  berneira Dermatobia Hominis.  E neste estagio o ciclo de vida da mosca da espécie Dermotobia Hominis e de somente 24 horas. 

A melhor forma de prevenção do parasitismo da larva da mosca Dermotobia Hominis, com seus respectivos sintomas e enfermidades, e evitar o contato do cachorro com as moscas e mosquitos  hematofagos e os respectivos ambientes propícios aos mesmos. Assim que identificados os sintomas caracteristicos do berne deve-se imediatamente procurar auxilio e orientação de um veterinário, para um diagnóstico, tratamento e medicação adequadas,  inclusive evitando  riscos a saúde e também maiores sofrimentos ao cachorro. A extração da larva deve ser feito por um veterinário, pois caso seja feita de maneira inadequada pode-se deixar resíduos da larva no orifício, que depois calcificam  formando nódulos, podendo causar infecções e ate tumores. E quanto aos medicamentos o veterinário deve também prescrever e acompanhar a sua administração, pois certos medicamentos como ivermectina que se usa na forma injetavel, podem causar  lesões neurológicas, convulsões, inflamação nas meninges e inclusive com o risco de levar o cachorro ao óbito. E também os medicamentos como os repelentes sistémicos a base de fention, piretroides sinteticos ou diclorvos devem ser administrados somente com orientação e supervisão de um veterinário.


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quinta-feira, novembro 17, 2011

Sarna Cheyletiella - Cachorros.



Sarna Cheyletiella - Cachorros: A Sarna cheyletiella e uma dermatose causada pelo acaro Cheyletiella spp. Os sintomas são semelhantes aos de outros tipos de sarna (Sarna Sarcoptica/Sarna Demotica) como irritação intensa(prurido), queda de pelos(alopecia), descamações e lesões com postulas e com grandes possibilidades de adquirir infecções por fungos e bactérias. O acaro Cheyletiella spp não e microscopico como os que causam outros tipos de sarna (Demodex Cani/Sarcoptes Scabiel Canis) e pode ser visto com o auxilio de uma simples lupa, sem necessidade de microscópios como ocorre com outros tipos de acaros causadores de sarnas caninas ou zoonozes. A Sarna Cheyletiella assim como a Sarna Sarcoptica e uma Zoonose altamente contagiosa, e o contagio ocorre por contato físico frequente e direto da pessoa com o cachorro infectado.

Os sintomas desta Zoonose nas pessoas se caracterizam por descamações, lesões com postulas e grande irritação (prurido) nas regiões dos braços, abdomem e tórax. E o tratamento e feito com sabonetes, xampus e remédios orais, que deve ser feito somente após o diagnóstico, com prescrição e acompanhamento medico. Deve-se também trocar diariamente e lavar separadamente as roupas pessoais e de cama. O acaro Cheyletiella spp fica na superfície da pele, e apesar de não a escavarem como o fazem os acaros causadores de outros tipos de sarna (Demodex Cani/Sarcoptes Canis). O acaro Cheyletiella spp constroi corredores em forma de túneis no qual habitam, se protegem e também usam para facilitar a perfuração da da propria pele, para se nutrirem do fluido dos tecidos(linfa) do qual se alimentam.

E mesmo não fazendo escavações na pele, a possibilidade de infecção por bactérias e fungos oportunistas é alta, e são decorrentes das lesões e escamações produzidas pelo acaro Cheyletiella spp na superfície da pele da pessoa infectada e acometida por esta Zoonose. O ciclo de vida do acaro Cheyletiella spp assim como os demais acaros causadores de outros tipos de sarna (Demodex Canis/Sarcoptes Canis), passa por 04 estágios ovo,Larva,Ninfa e Estagio Adulto (Macho/Fêmea). E todos os estágios acontecem no próprio hospedeiro levando em media de 12 a 15 dias para se completar todo o ciclo. O acaro Cheyletiella spp consegue se movimentar com relativa velocidade na epiderme do hospedeiro infectado quando comparado com outros tipos de acaros (Demodex Canis/Sarcoptes Canis) que possuem muito pouca mobilidade. O acaro Cheytiella spp se utiliza principalmente dos caminhos em formas de túneis construído por eles para facilitar e agilizar sua movimentação.

O Tratamento da Sarna Cheytiella que acomete os cachorros e feito com remédios em forma de loções, de pó para diluir na agua ou orais. Em qualquer dos casos deve-se administrar os remédios somente após o diagnóstico e com prescrição a acompanhamento de um veterinário. Pois há certas remédios de uso oral utilizadas no tratamento que possuem fortes efeitos colaterais, principalmente a Ivermectina, uma droga fortíssima que possui graves efeitos colaterais, e que se for usada inadequadamente sem a orientação e o acompanhamento de um veterinário, pode provocar o óbito do cachorro. E para complementar o tratamento com medicamentos deve-se também higienizar os locais em que o cachorro fica, principalmente onde ele dorme. E proporcionar ao cachorro uma alimentação balanceada e com todos os nutrientes necessários para o fortalecimento do seu sistema imunológico.

quarta-feira, novembro 16, 2011

Sarna Demodecica - Cachorros.



Sarna Demodecica - Cachorros:  É vulgarmente conhecida também como Sarna Negra dos Cachorros ou Sarna Vermelha e e transmitida pelo ácaro Demodex canis, e ao contrario da Sarna Sarcoptica (Escabiose) não e uma Zoonoze, ou seja não e transmissivel dos cachorros para os seres humanos. O ciclo de vida do acaro Demodex canis possui vários estágios, semelhantes ao acaro Sarcoptes Scabiel canis(Sarna Sarcoptica - Escabiose) que começa na fase ovular (ovo) passa pelas fases de larva e ninfa e fecha o ciclo na fase adulta ( Macho/Fêmea). A conclusão Total destes ciclos leva em media de 18 a 25 dias. O Demodex canis em todas as suas fases vive nos folículos pilosos dos cachorros parasitados (hospedeiros). Onde inclusive as fêmeas põem seus ovos e onde também todos os ácaros(larvas/ninfas/adultos) se alimentam das secreções sebaceas e das células epteliais do folículo piloso.

E devido as lesões causadas no hospedeiro pela ação parasitaria do Demodex canis ao se alimentar das células epteliais dos folículos pilosos pode haver a possibilidade de infecções por fungos ou bactérias. Estas lesões podem ser locais como no dorso, nas partes internas das patas, entre os dedos e em volta da boca do cachorro. Ou generalizadas que acometem geralmente cachorros idosos, anémicos ou com baixa imunidade. A Sarna Demotica ou demodicose, pode produzir dois tipos de lesões que são a Carcinoma, que provoca queda de pelos (alopecia) e espessamento da pele e a Pustulosa que é o pior tipo e o mais grave,e que causa infecções de vários tipos (fungos/vírus/bactérias), e produz lesões com secreções pústulosas na pele.

A Sarna Demodecica e uma doença cronica, ou seja pode ser tratada mas não curada, e através do tratamento consegue-se controla-la, e com o cachorro após o tratamento podendo ter uma vida plena. Existem também teorias de que Sarna Demodecida seja hereditária, entretanto não há qualquer tipo de prova concreta que confirme que a Sarna Demodecica seja transmitida pelo sangue ou pelo leite da fêmea genitora para seu filhote, nem de que a Sarna Demodecica seja uma doença hereditária. Como a transmissão ocorre principalmente pelo contato direto entre os cachorros.

A proximidade constante e intensa da fêmea genitora infectada com seu filhote propicia condições para que o filhote logo após o nascimento seja contagiado pela doença. Principalmente durante a amamentação, passando a impressão e criando a teoria de que o filhote herdou geneticamente a doença, teoria esta que carece de comprovação  cientifica e consequente credibilidade. Evite a auto-medicação e tratamento sem acompanhamento veterinário, pois isto poderá agravar a doença e retardar o tratamento adequado. O diagnóstico, o tratamento e a medicação devem ser feitos com a prescrição e o acompanhamento de um veterinário.

terça-feira, novembro 15, 2011

Zoonose Escabiose - Cachorros.




Zoonose Escabiose - Cachorros:  É uma Patologia Cutanea causada pelo ácaro Sarcoptes scabiel hominis que e uma variante do acaro Sarcoptes scabiel canis. E altamente irritante e contagiosa e e transmitida entre o contato de cachorros ou pessoas infectados, com pessoas sadias.  A Zoonose Escabiose não tem predileção por sexo ou idade e contamina indistintamente de crianças a idosos, inclusive passando direta e facilmente de mães para seus bebes lactentes. O contagio e possível também por compartilhamento de ambientes, roupas ou dormitórios. Sendo decorrente também a contaminação em ambientes como de academias,escolas,hospitais e similares. Nos homens a parte mais atingida comumente e a área genital, nas mulheres são os seios, em idosos e crianças são o couro cabeludo, e as palmas das mãos. 

Os sintomas são principalmente um intenso prurido (irritação) causada pelos ácaros Sarcoptes scabiel hominis ao perfurar a pele, o que faz em poucos minutos após sua fixação, para atingirem a epiderme e assim se alimentarem e também para as fêmeas fazerem a postura de seus ovos. Assim como ocorre nos cachorros todo o processo e idêntico. Os acaros Sarcoptes scabiel hominis que causam a Zoonose Escabiose cavam tunes na epiderme onde se alimentam,eliminam suas fezes, e onde as fêmeas põem seus ovos. Acarretando na pessoa infectada uma irritação intensa, ocasionando extensas e profundas lesões e escoriações na pele causadas pela própria pessoa contaminada ao se coçar. Podendo inclusive ocorrer  infecções oportunistas por vírus, fungos e bactérias devido as lesões na pele.

O diagnóstico médico na maioria das vezes é feito visualmente, pelas próprias observações e analises das escoriações e irritações (prurido) causados na pessoa infectada. O medico conclui então que devido aos sintomas apresentados a pessoa esta infectada por esta patologia cutânea (Zoonose Escabiose). Entretanto o medico pode em caso de duvida, e para efeito de confirmação fazer uma raspagem nas lesões e observar a amostra no microscópio, para conclusão e diagnóstico finais. Caso haja mais de uma pessoa contaminada na família, na turma da escola ou no local de trabalho, estas pessoas devem ser diagnosticadas e medicadas simultânea e individualmente.

Pois os remédios tem restrições e apresentam efeitos adversos dependendo da idade, do sexo e das condições de saúde das pessoas infectadas pela Zoonose Escabiose, como crianças, gestantes, ou pessoas com alergias ou problemas neurológicos. Tanto os remédios administrados, quanto os pacientes diagnosticados devem ser avaliados individualmente e somente por um medico especialista. Deve-se também ter cuidado com roupas pessoas e roupa de cama, devendo troca-las todos os dias e lava-las com agua quente e depois passa-las com ferro bem quente. Todas as pessoas ou cachorros que tenham tido contato entre si. devem ser diagnosticados e avaliados, mesmo que não apresentem sintomas, e se necessário medicados por um medico especialista e no caso dos cachorros um veterinário.  

segunda-feira, novembro 14, 2011

Sarna Sarcoptica - Cachorros.



Sarna Sarcoptica - Cachorros: (Sarcoptes scabiel):  A Sarna sarcoptica ( Sarcoptes scabiel) que acomete os cachorros e causada pelo ácaro (artrópode) da espécie Sarcoptes scabiei canis.  E a sua variante Sarcoptes scabiei hominis e causadora nos seres humanos da Zoonose escabiose.  

E um acaro cujo a fêmea tem um tamanho maior que o macho, quando adultos possuem 08 patas e no estagio larval possuem 06 patas, e sua respiração e feita pela pele. E e um parasita que sobrevive muito pouco tempo na ausência de um hospedeiro, conseguindo sobreviver no máximo de 5 a 7 dias sem parasita-lo. 

A postura de ovos da fêmea que e ovípara e feita parcialmente, a medida que a fêmea vai avançando e escavando túneis na epiderme do seu hospedeiro, ela vai depositando seus ovos. E a postura de ovos desta forma localizada, parcial e em tempos diferentes, acarreta diferentes períodos de incubação dos ovos e ocasiona uma infestação de larvas geradas por uma mesma fêmea por um prazo de ate 02 meses.

Após esta fase ocorre a eclosão dos ovos e o aparecimento das larvas, e depois de se desenvolverem as larvas passam ao estagio de ninfa, a transformação das larvas em ninfas tanto pode ocorrer nas galerias escavadas na epiderme em que os ovos foram depositados ou sob a pele do hospedeiro. 

A passagem do estagio de larva para adulto imaturo ocorre sob a pele do hospedeiro, e somente após a fertilização são considerados completamente adultos, este ciclo se completa entre 15 e 17 dias. Todos os estágios de vida do acaro Sarcoptes scabiei canis do ovo ao estagio adulto (ovo-larva-ninfa-adulto) ocorrem no próprio hospedeiro parasitado. E após se transformar em acaro adulto e fixar-se na pele do hospedeiro, o parasita Sarcoptes scabiei recomeça todo ciclo.


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Finalmente! Você poderá adestrar e educar o seu cachorro, com apenas alguns treinamentos básicos, fáceis e de simples execução. 
E o seu cachorro irá lhe obedecer fielmente de uma forma facil e natural.

Você mesmo poderá ensiná-lo a deixar de destruir suas coisas, a latir só quando necessário, ou o melhor a fazer suas necessidades no lugar correto e ainda irão passear sem arrastar você junto...


domingo, novembro 13, 2011

Sarna - Cachorros.



Sarna - Cachorros: A sarna e uma doença causada por ácaros (Sarcoptes Scabiel), que são parasitas microscopicos que habitam  a pele dos cachorros. Alguns tipos de sarnas acometem exclusivamente os cachorros, outras são Zoonozes que acometem tanto os cachorros, como os seres humanos, como a Escabiose (Sarna Sarcóptica), e a sarna sarcóptica se dissemina e tem predominância em regiões quentes, sendo também muito contagiosa. Outro tipo de sarna e a Sarna Demodécica, que  possui as mesmas caracteristicas da sarna sarcoptica, entretanto não e uma zoonoze, ou seja não é contagiosa aos seres humanos.

Tanto a Sarna Demodecica quanto a Sarna sarcoptica são causadas por ácaros que se abrigam nos pelos (folículos pilosos) e nas glândulas sebáceas da pele dos cachorros. E caso não sejam rápida e devidamente diagnosticadas e tratadas, além de provocarem uma intensa queda de pêlos, ocasionam também feridas extensas e profundas que podem inclusive levar o cachorro a morte,  causada pelas infecções  oportunistas que ocorrem  em sua pele produzida por germes patogénicos encontrados  no ambiente ou inclusive  na sua própria pelagem.  Tendo como agravante  ainda o prurido e a intensa irritação provocada no cachorro, aumentando o seu grau de infecção e piorando o seu ferimento pelo próprio ato de se coçar.

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