sábado, outubro 15, 2011

Linfoma - Cachorros.




            

Linfoma - Cachorros: O linfoma ou linfosarcoma é uma doença de caráter maligno que acomete os linfonodos (gânglios), e se dissemina para outros órgãos como baço, fígado, pulmões e rins. E cachorros a partir de 7 anos de idade são os mais afetados, e a forma mais comum da manifestação do linfoma se inicia por um aumento dos gânglios, principalmente aqueles localizados abaixo da mandíbula. E sintomas como perda de peso e diminuição do apetite também podem ser notados, e com a progressão da doença, em consequencia todos os outros gânglios, internos ou periféricos, são afetados e ficam bastante aumentados, o que geralmente causa dor e bastante incômodo para o cachorro.







Outras formas da doença, porem menos comuns, aparecem manifestando tambem sintomas em outras partes do organismo cachorro, como problemas respirátorios, digestivos, vômitos e diarréia, isto quando há metástase alcançou o sistema pulmonar, cutâneo ou digestivo. E apesar de o linfoma ser um tumor maligno, ainda assim ele pode ser tratado, possibilitando então o prolongamento da vida do cachorro, porem não há a possibilidade de cura definitiva. E o diagnóstico é feito através do exame clínico, análises dos gânglios, com biópsia ou citologia por aspiração, ultra-sonografia, raio-X e exames laboratoriais. E o tratamento utilizado atualmente para se minimizar e se controlar a evolução desta doênça, é a quimioterapia e a radioterapia.





Entretanto a radioterapia ainda não está disponível no Brasil para uso em cachorros e outros animais. E atraves da quimioterapia, que é a associação de várias drogas, com o intuito de provocar e promover, na grande maioria dos casos, a diminuição dos gânglios e a melhora no estado geral da saude do cachorro. Porém, a junção de todos estas drogas medicamentosas, além de matar tambem as células do tumor, atingem igualmente outras células sadias do organismo, como as células sanguíneas e as celulas de defesa, que são os glóbulos brancos. Com isto, o cachorro consequentemente terá uma forte tendência e possibilidade  há desenvolver uma anemia profunda, como tambem uma baixíssima resistência imunologica durante o tratamento com a quimioterapia.




Por esse motivo, o cachorro que está em processo de quimioterapia deve ser monitorado com exames de sangue frequentes, o que consequentemente acaba tornando o tratamento bastante dispendioso. E as drogas quimioterápicas também podem causar efeitos colaterais como diarréias e vômitos cronicos, e alem de tudo isto, a sobrevivência e a expectativa de vida de um cachorro com linfoma é incerto e muito variável. Entretanto se não tiver tratamento, o cachorro não resistirá mais do que 6 ou 8 semanas, já fazendo uzo da quimioterapia, o cachorro poderá ter uma sobrevida bem mais longa, variando de 2 meses a até 2 anos. E apesar da aplicação de todo o processo de tratamento , com o passar do tempo o tumor irá se tornar resistente às drogas.




E consequentemente o cachorro voltará a manifestar novamente os mesmos sintomas e em consequencia irá a óbito em decorrência da doença, até porque inclusive, não há uma forma de se prevenir sequer o processo de manifestação inicial do linfoma. Deve-se portanto, tratar o cachorro até o momento em que a doença ou o próprio tratamento, não cause danos ao organismo incompatíveis com uma qualidade minima de vida e que em consequência levem o cachorro a um grande sofrimento, e então somente neste momento o sacrifício é indicado, inclusive como a alternativa "menos pior", para se evitar um sofrimento maior para todos.




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