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quinta-feira, julho 31, 2014

Cachorros - Problemas Hormonais.


        

Cachorros - Problemas Hormonais: Assim como nos humanos, como no caso recente envolvendo o ex-jogador Ronaldo Fenómeno, em que o ele mesmo afirmou que tambem sofre de problemas de alteração na grandula tiroide. Os hormônios também são essenciais para a saúde, e a harmonia no funcionamento do organismo dos cachorros e outros animais. E dentre todos os desequilíbrios hormonais, os localizados na glândula tiróide são os que mais acometem os cachorros. Os hormônios tiroxina (T4) e triidotironina (T3), são produzidos pela glândula tiróide, que estão localizada no pescoço do cachorro, em ambos os lados da traquéia.


E os hormônios tiroidianos influenciam o metabolismo de importantes funções do corpo como a frequência cardíaca, o controle da temperatura corporal e até as funções relativas a mente. E a deficiência desses hormônios, leva a uma diminuição da taxa metabólica, o que significa uma redução no ritmo e na velocidade que a células trabalham. E a redução dos níveis dos hormônios tiroidianos, podem ocorrer por uma série de fatores, e levam a um quadro conhecido como hipotiroidismo. E inflamações na glândula, ou uma falha crônica com a atrofia, e em casos raros, tumores na tiroide, podem ser os responsáveis pela diminuição da secreção desses hormônios.


É comum os responsáveis pelos cachorros, esquecerem que várias funções do organismo mesmo, são suscetiveis a sofrerem alterações. Por isso muitas vezes, o cachorro manifesta sintomas de problemas hormonais, e o responsável não tem a mínima ideia do possa estar que está causando as alterações. E muitas vezes tambem, releva e negligência o problema, e quando vai procurar auxilio veterinário, a enfermidade já evolui bastante, podendo estar até em uma fase critica. E os sintomas mais comuns do hipotireoidismo, e que se manifestam nos cachorros acometidos, segundo os veterinários são, o ganho ou perda de peso rápidos e acentuados, intolerância ao frio, sonolência ou apatia e uma variedade de alterações na pele ou nos pelos.


As alterações cutâneas mais comuns são perda de pelos, mudanças na cor e qualidade do pelo, e predisposição a infecções cutâneas. Já os sinais menos comuns incluem alterações reprodutivas e neurológicas. O diagnóstico de hipotireoidismo é feito dosando-se a concentração dos hormônios tiroidianos (T3, T4 e T4 livre) no sangue. Se as concentrações desses hormônios estiverem baixas, outros testes podem ser realizados para determinar se a diminuição é por problema na tiróide ou por outras doenças ou medicamentos. É preciso estar atento aos cachorros que apresentam alterações de peso mesmo quando se alimentam com uma dieta balanceada. É tambem é muito importante sempre buscar atendimento veterinário em clínicas ou hospitais veterinários que possuam estrutura adequada para solicitar ou oferecer os exames laboratoriais necessários para diagnosticar quadros como o de hipotiroidismo. O hipotiroidismo acomete com maior frequência cachorros de médio e grande porte.


E as raças mais propensas a desenvolverem a doença são, o Labrador, o Golden Retriever, o Dobermann, o Boxer, o Cocker e o Sheepdog. Pois todas as patologias apresentam raças mais ou menos propensas a manifestarem as mesmas, e ainda não há uma explicação cientifica ou genética para esse fator. Entretanto alguns estudiosos especulam que o hipertiroidismo incidente sobre estas raças, é uma consequência dos cruzamentos e da seleção natural que aconteceu ao longo dos anos. No entanto, apesar dos gravidade da hipertiroidismo, e dos sintomas e da abrangência das alterações provocadas no organismo dos cachorros provocados pela doença, o hipertiroidismo pode ser facilmente tratada com medicação oral e geralmente os sintomas e as alterações provocadas no organismo do cachorro por ela começam a melhorar após as duas primeiras semanas de tratamento. E geralmente, na maioria dos casos, o tratamento e acompanhamento do cachorro que apresenta o hipotiroidismo tem que ser administrados de forma vitalícia, ou seja, durante toda a vida do cachorro.



Cachorros Dentro de Casa.



-Cachorros Dentro de Casa: Os cachorros são criaturas adoráveis, leais e capazes de grandes desmonstrações de emoção e sentimentos. Porem, apesar de toda está lealdade, cumplicidade e interatividade para com as pessoas com quem ele convive, especialmente os seus responsaveis. Não é recomendavel se compartilhar camas ou sofas com eles, principalmente dormir na mesma cama Entretanto está pratica tem se tornando bastante comum e habitual atualmente, pois mais de 50% dos responsaveis compartilham a cama de dormir com os seus cachorros. Porem, segundo pesquisas feitas por especialistas em zoonoses, os cachorros e tambem os gatos podem transmitir mais de 100 tipos diferentes de doenças para os seres humanos.



Pois muitas pessoas estão tratando os seus cachorros com todo mimo e carinho como se fossem verdadeiros filhos, dividindo o mesmo espaço e tendo uma contato fisico muito proximo e de forma constante. Não que não se deva tratar os cachorros e outros animais de estimação com todo amor e carinho, e tambem não se ter contato fisico com os mesmos, muito pelo contrario. Porem é recomendavel, se tomar certas precauções higienicas, e se evitar compartilhar certos espaços como sofas e camas com os mesmos. Não que seja por culpa deles, porem ha um risco real de transmissão de doênças graves e serias classificadas como zoonoses por parte dos cachorros para as pessoas. E mesmo que estas contaminações não ocorram com grande frequência, não vale a pena arriscar, pois com saude não se brinca. Entretanto estas doenças podem ser facilmente evitadas, se forem tomadas certas precauções e cuidados.



Por exemplo, alem de não ser recomendavel, não se deve deixar que os cachorros não só não compartilhem sofas e camas. Como não frequentarem tambem certos cômodos da casa, como os quartos, e principalmente se forem quartos de bebês. Pois entre as doenças que podem ser transmitidas, principalmente, pelos cachorros que dividem a cama com seus responsaveis, estão graves enfermidades infecçiosas e verminoses. E geralmente os cachorros, que compartilham a mesma cama com seus responsaveis e familiares, são cachorros de raça. E a grande maioria são os de raças pequenas, como yorkshire, poodle e shi tzu. Mas tambem é comum entre os responsaveis de alguns cachorros de raça de grande porte principalmente de labradores, de habituarem os seus cachorros a este comportamento.



No entanto, não ha necessidade de alarde ou aprenssão, porem amar e cuidar dos cachorros com carinho e atenção, não significa necessariamente mimalos em excesso, e um pouco de disciplina e limites faz muito bem a personalidade do cachorro. Basta apenas se tomar certos cuidados e precauções basicos, e ter um pouco de bom senso, e principalmente manter sempre atualizadas as vacinas e a vermifugação dos cachorros. E as vantagens e benefícios de se ter um cachorro ou qualquer outro animal de estimação são muito maiores do que os riscos. Pois esta comprovado clinica e estatisticamente que quem os possui, têm a pressão arterial mais baixa, um menor indice de depressão. Ou seja desfrutam de uma otima saude fisica e mental, em grande parte decorrentes de sua relação afetiva e emocional com os cachorros ou outros animais de estimação.



Cachorros - Vacinado é Imunizado?




Cachorros - Vacinado é Imunizado? Vacinar o cachorro, ou aplicar-lhe somente a vacina, não é uma garantia, nem significa que o cachorro esteja realmente imunizado, para que o seu organismo possa desenvolver defesas através dos anti-corpos contra determinadas doenças. Pois Se o cachorro não estiver em condições orgânicas e até pisco-emotivas ideais, para que seu organismo possa assimilar e interagir com a vacina, o cachorro será vacinado, porem não será imunizado, e seu organismo não conseguira desenvolver a proteção e as defesas necessárias, contra as doenças especificas e relativas a vacina.




E isso pode acontecer devido a varias situações, que vão desde as condições de saúde do cachorro, devido ao mesmo estar com alguma doença, ou fazendo algum tratamento que tenha que consumir algum medicamento anti-alérgico à base de cortisona, tanto de forma oral, topica ou em gotas, pois existem inúmeras pomadas e remédios de ouvido que utilizam cortisona em sua formulação. e até mesmo se o cachorro estiver passando por uma situação de depressão (tristeza/melancolia), tensão e stress intensos o seu próprio organismo produz a cortisona, e não desenvolvera uma boa resposta à vacina, pois o corticóide é imuno-supressor e diminui as defesas do organismo.



O cachorro pode estar doente, porem ainda sem manifestação ou sintomas visíveis da doença. Pois Quando se vacina um cachorro que esteja doente, alem de ele não criar e desenvolver as defesas orgânicas induzidas pela vacina, pode tambem dependendo do estagio e da gravidade da doença ter sérias complicações com a própria vacinação. Pois vacinar o cachorro, pura e simplesmente, sem se tomar os cuidados e as precauções necessárias com relação a sua saúde física e mental (psico-emotiva) e fazer uma verificação através de um medico veterinário de seu estado geral, avaliando a sua temperatura corporal, os seus gânglios, os seus olhos, ouvidos, a sua boca, o seu estado de animo e o seu apetite, e é recomendável tambem se fazer um exame de fezes e urina.


E caso seja constatado alguma doença ou algum problema com o cachorro, deve-se tratar o cachorro e aguardar a sua cura ou melhora do seu estado geral, e simultâneamente preparar o organismo do cachorro para receber a vacina, e somente depois que o cachorro estiver apto a receber a vacina e desenvolver a consequente imunização proprcionada por ela, é que se deve vacina-lo. Para se evitar o risco de o cachorro reagir desfavoravelmente a vacina, devido a estar com uma doença latente e consequentemente ainda não manifestada. Hávendo ainda a possibilidade de uma falsa impressão e a ilusão de que o cachorro esteja realmente imunizado contra uma determinada doença do qual foi vacinado, deixando o mesmo vulnerável e suscetivel a se infectar e desenvolver está mesma doença, devido ao seu organismo ter sido incapaz de produzir e desenvolver os anti-corpos ativos e induzidos pela vacina.

Cachorros - Acidentes em Casa.




Cachorros - Acidentes em Casa: Dentro da ambiente residencial em que vive o cachorro, é necessario que se tenha bastante cuidado para se evitar a possíbilidade eventual da ocorrencia de varios acidentes, que podem vitimar seriamente o cachorro. Como no exemplo, a historia de um cachorro que encontrou uma embalagem de anti-pulgas enquanto passeava pela casa, e como o cachorro é um animal naturalmente curioso, começou a mordiscá-la, até que a furou e derrubou seu conteúdo no chão. E sem-querer, acabou sujando as patas com a substância e ao usar a língua para se limpar, foi vítima de grave intoxicação. O remédio, que foi feito para ser aplicado na pele, não poderia ser ingerido, pois devido a sua toxicidade, havia grandes chances de ser fatal.


O cachorro infelizmente, não conseguiu resistir, apesar do todo o esforço de seus proprietários, em terem corrido com ele para o veterinário. Não há como vigiar os cachorros em tempo integral, para proteje-los de acidentes domésticos, como o ocorrido. No entanto, histórias tristes podem ser evitadas com medidas simples que podem ser tomadas por parte dos proprietários, como ter um maior cuidado com produtos quimicos, com venenos parasiticidas, fios de alta tensão e alimentos como chocolates. Inclusive contaminação por produtos para matar parasitas e venenos contra ratos, como o famoso chumbinho, estão entre os principais acidentes que envolvem cachorros no dia-a-dia. Além dos envenenamentos, os perigos dentro de casa incluem os fios elétricos, que causam choques ao serem roídos.


Até o chocolate, que contém substâncias tóxicas para os cachorros e é letal se ingerido em grande quantidade. São também comuns os atendimentos a cachorros que sofrem quedas de janelas de apartamento ou ainda que são atropelados ao escaparem de suas residências. Evite também o acumulo de entulhos e madeira, pois podem atrair escorpiões, lacraias e outros animais peçonhentos. Inclusive é preciso atenção especial para com os filhotes, pois é freqüente a ingestão de pequenos objetos, como brinquedos, pontas de chupetas, entre outros, cuja retirada muitas vezes só é possível por cirurgia. E para se evitar esses acidentes, que muitas vezes são fruto do descaso e não do acaso, é recomendavel que se tenha certos cuidados e precauções, como por exemplo.


Animais peçonhentos: Não junte entulho no ambiente em que o animal vive ou próximo a ele, deixar ralos tampados e fechar buracos no muro também podem evitar visitas perigosas e indesejadas.


Automedicação: Não se deve dar medicamentos ao cachorro sem orientação de um veterinário, pois substâncias aparentemente inofensivas e que curam seres humanos podem ser fatais para os cachorros.


Botijão de gás: Não se deve deixar o cachorro ter acesso à mangueira do botijão de gás, se ela for perfurada, pode colocar a vida de todos ao redor em perigo. Uma saída pode ser cobrir o botijão e a mangueira com um pano para que fiquem invisíveis e difíceis de alcançar.


Brigas: Deve-se manter separados os cachorros que demonstram antipatia entre si. pois Uma briga seria pode acontecer quando você não estiver por perto e eles podem se machucarem gravemente.


Crianças: Nunca se deve deixar cachorros sozinhos na companhia de crianças menores de 9 anos, ou de crianças mesmo com mais idade, mas que não sejam confiaveis, ou mesmo com relação àquelas que já tenham demonstrado atitudes suspeitas ou invasiva para com os cachorros.


Chocolates: Nunca dê chocolate ao seu cachorro e fique de olhos bem abertos na páscoa, pois basta um pouco desse alimento para fazer com que o cachorro passe muito mal, deve-se fiicar atento e ter cuidado especial com as crianças, que têm mania de dividir o que estão comendo com o cachorro.


Doenças: Dependendo de como conservamos o ambiente, podemos atrair transmissores de doenças como pulgas (DAPP), carrapatos (Babesia) e mosquitos (Leishmaniose). Recomenda-se o uso de imunização e repelentes, além de higienização do local onde o cachorro vive.


Eletricidade: Nada de fios de alta tensão em locais freqüentados pelos cachorros.


Escadas: Janelas e lages, o acesso a essas áreas deve ser restringido, e Um pequeno portão ou grade nas escadas pode evitar as temíveis quedas.


Fuga (muros e portões): Nunca deixe o seu cachorro ir à rua sozinho, poios ele corre o risco de ser atropelado, de se envolver em brigas, de sofrer maus-tratos e ainda pode ser envenenado.


Garagem: Se você cria o seu cachorro no mesmo espaço em que guarda o automóvel, lembre-se sempre de prende-lo, quando for entrar ou sair com o carro. Isto previne fugas, atropelamentos ou que ele encoste no escapamento quente. Mas não vá se esquecer de desamarrá-lo depois, pois é uma tortura para o cachorro ficar preso por mais de cinco minutos.


Lixo: Acondicionar o lixo adequadamente, tornando-o inacessível ao cachorro, bandejas da seção de carnes de supermercados são especialmente tentadoras e muito perigosas quando ingeridas pelos cachorros.


Passeios: São fundamentais para os cachorros, mas somente com guia, coleira e conduzidos por quem possa conte-los.


Portas: Portas que batem com o vento podem causar sérios acidentes, mantenha as mais perigosas sempre fechadas, utilize peso de portas ou instale uma dobradiça especial.


Plantas: Nunca se deve deixar os cachorros se aproximarem de plantas estranhas, que podem ser tóxicas, e que se ingeridas podem ser fatais. As mais comuns e que devem ser evitadas são a comigo-ninguém-pode e a Lantana.


Pratos, objetos decorativos e vidros: não deixe nada quebrável onde o cachorro possa alcançar ou ter acesso, Você pode perder sua porcelana favorita e seu cachorro ainda sair machucado.


Remédios e produtos químicos: como shampoos, perfumes e pastas de dente nunca devem ser deixados em locais onde os cachorros tenham acesso, pois na imaginação deles tudo vira brinquedo, e eles podem perfurar as embalagens e consumir seu conteúdo.


Para higienizar os locais de convivência do cachorro, devem ser usados produtos específicos não ofensivos, lembre-se que o olfato do cachorro é oito vezes mais apurado que o do homem.


Objetos pequenos como pregadores, escovas de dente, bolinhas e até a piaçava da vassoura, ou qualquer objeto que possa ser engolido pelo cachorro, principalmente se forem filhotes, não devem ser deixados nos locais onde eles têm acesso. Pois estes objetos podem causar sufocamento ou terem que ser extraídos por via cirúrgica.


Venenos, nunca deixe ratoeira ou veneno nos locais onde seu cachorro possa ter acesso (mesmo que seja raro ele estar por ali), pois meio segundo de descuido pode ser suficiente para o cachorro ingerir o veneno e sofrer sérias conseqüências. Acondicione corretamente o lixo. Cuidado também com descupinizadores, formicidas e dedetizações em geral.


E em relação aos primeiros socorros, na maioria dos casos em que há uma emergência, a melhor saída é a ida imediata ao médico veterinário, mesmo no caso das mordeduras com pequenos ferimentos (durante brigas, por exemplo). Pois as bactérias podem se espalhar rapidamente, podendo causar infecções graves e colocar a vida do cachorro em risco. Se houver convulsões, é preciso colocá-lo sobre uma superfície rigida e manter sua cabeça elevada durante o transporte.


Se o cachorro estiver sentindo muitas dores, talvez seja necessário uma mordaça de pano para que ele não morda o próprio dono durante o desespero. E mantenha sempre o telefone do veterinário de sua confiança, num local de facil acesso (imã de geladeira) ou na agenda do celular. Em alguns casos o socorro deve ser imediato e o profissional poderá orientá-lo à distância. Calma e prontidão são fundamentais para que a situação seja resolvida da melhor forma possível.

quarta-feira, julho 30, 2014

Cachorros - Venenos.



Cachorros - Venenos: As intoxicações por produtos químicos, que podem ser parasiticidas,chumbinho ou desinfetantes e produtos de limpeza e os envenenamentos por plantas estão entre os acidentes mais frequentes e de maior ocorrência que acontecem com os cachorros. e para se evitar ou mesmo minimizar a ocorrência destes acidentes deve-se tomar algumas medidas preventivas básicas como evitar que o cachorro cheire e principalmente coma qualquer substancia ou coisa estranha durante os passeios. E principalmente Os cachorros jovens têm uma tendência natural, até por curiosidade a cheirar e até ingerir qualquer substancia que lhes pareça interessante.



Se possível, retire todas as plantas venenosas da casa e do jardim ou então coloque-as fora do alcance do cachorro. E tambem retire e não deixe no ambiente do cachorro e guarde os produtos químicos e de limpeza, os inseticidas e os medicamentos fora do alcance do cachorro, de preferência em um armário ou local trancado. E ao fazer uma desparasitação, dando banho no cachorro ou pulverizando o ambiente, somente utilize produtos recomendados por veterinários e tambem fique atento à quantidade de inseticida utilizada. Os Sintomas apresentados pelos cachorros variam conforme o tipo e da toxidade de veneno ingerido.




E entre os principais sintomas manifestados pelos cachorros estão um forte salivamento, vómitos constantes e tambem diarreia com possibilidades da presença de sangue nos vómitos, nas fezes e na urina do cachorro. com o cachorro apresentando dificuldades para respirar, e ficando com a pulsação bastante aumentada, e as mucosas pálidas ou azuladas. podendo ter tonturas, convulsões ou desmaios. No caso da evidencia ou até suspeita de uma intoxicação ou envenenamento.




Deve-se levar o cachorro imediatamente ao veterinário, se souber o produto ou a substancia ingerida pelo cachorro, anote o nome da mesmo e inclusive a quantidade ingerida e se possível preferencialmente leve a embalagem do produto. E neste meio tempo, enquanto o veterinário não chega a casa, ou então se está preparando o cachorro para leva-lo ao mesmo. Não de nada ao cachorro e nem force o vomito do mesmo, somente ofereça-lhe bastante agua, que tem um efeito diluente sobre o veneno ou a substancia tóxica. Pois todo o tratamento e medicação deve ser feito pelo medico veterinário, sob o risco de agravar ainda mais as condições de saúde do cachorro. 



Insulina - Cachorros.




Insulina - Cachorros: O diabetes é uma  doença grave e esta entre as que mais causam óbito nos seus portadores no mundo, e alem de acometer os seres humanos, esta grave enfermidade também se manifesta entre os cachorros.  Neles assim como nas pessoas, o diabetes tem dois tipos comuns que são o diabetes mellitus e o diabetes insipidus.  

O diabetes Mellitus e um tipo de diabetes que é caracterizado pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue, e o nível normal de glicose presente no sangue dos cachorros é de até 110 mg/dl (miligramas de açúcar por decilitros de sangue), e quando a taxa é superior a esta, o cachorro é diagnosticado como portador da diabetes. 

E o Mellitus é o tipo mais comum de diabetes, a doença é caracterizada pela baixa produção do hormônio insulina pelo pâncreas, o pâncreas é um órgão que também é responsável pela produção de enzimas digestivas,  e a insulina é a responsável pela regulação dos níveis de glicose no sangue. 

Por isto, o diabetes mellitus também pode ser definido como uma doença na qual o pâncreas é incapaz de regular a quantidade de açúcar no sangue devido a alterações na produção do hormônio. O problema pode ter origem genética, o que ocorre na grande maioria dos casos, ou ser adquirido ou aparecer como resultado de alguma outra enfermidade no pâncreas. 

Entre os cachorros, os representantes da raça poodle são os que têm maior pré-disposição genética a desenvolver a doença.   Já o diabetes do tipo insipidus não está relacionado com os níveis de açúcar no sangue, mas sim a uma deficiência do hormônio anti-diurético, que controla a absorção de água nos rins. 

Quando ocorre esta deficiência, a água deixa de ser absorvida e faz com que o cachorro não somente passe a urinar mais, como também a ter mais sede, fazendo com que os sintomas sejam semelhantes ao do diabetes mellitus. O problema pode levar à deficiência de eletrólitos no organismo e também a alterações de pêlo. 

Sendo caracterizado como uma doença da hipófise (glândula que fica na base do cérebro e é responsável pela produção do hormônio antidiurético). O diabetes do tipo insipidus também pode ser genético ou adquirido, resultando de problemas no rim. O tratamento é feito com base em suplementação hormonal. 

No organismo do cachorro todo alimento consumido, é eventualmente convertido em açúcar (glicose), que é a fonte de energia para todos  os órgãos. Se muito alimento for consumido, as calorias extras podem ser armazenadas pelo organismo para serem transformadas em açúcar posteriormente, quando necessário. 

E o açúcar é transportado através do sangue para todas as áreas do corpo, e todas as célula que estejam necessitando  de açúcar se utilizam deste açúcar presente no sangue. Mas para que as células metabolizem o açúcar  presente no sangue, uma substância chamada insulina é necessária. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, e é essencial para a vida.

A diabetes ocorre quando a insulina não é produzida, ou quando o organismo o produz em baixas quantidades ou tem alguma condição que interfere na ação da insulina. E existem duas formas de diabetes melitus:Diabetes Melitus tipo I ou insulino-dependenteDiabetes Melitus tipo 2 ou não insulino-dependente.  

Praticamente a grande maioria dos cachorros ou quase 100% e portador da diabetes tipo I.  E o cachorro que é portador do diabetes, sem ter a insulina para poder absorver e metabolizar o açúcar do seu sangue, ela começa a se acumular, até que ao atingir um certo nível no sistema sanguíneo, começa então a ser extravasado pela urina através do rim. 

Gerando dessa forma uma grande quantidade de urina. Como eles  produzem uma grande quantidade de urina, e acabam perdendo muito volume de água, torna-se necessário repor este volume perdido, e por isso começam beber muita água. Já as células que precisam do açúcar como fonte de energia, ficam  sem acesso a esta fonte, e começam a sofrer de uma severa restrição energética. 

Com isso enviam mensagens de alerta de que está faltando energia, e o cachorro  diabético começa a comer cada vez mais e mais. E mesmo o cachorro comendo muito, as células continuam não tendo acesso a energia e mandam novas mensagens de alerta ao organismo, que começa degradar gorduras e músculos para obter energia para as células. 

Porém, mesmo com todo este esforço o organismo ainda não pode utilizar o açúcar proveniente deste processo.Os sinais clínicos dos diabéticos portanto refletem todo este esforço do organismo, e os cachorros acometidos bebem água em excesso, urinam grandes quantidades, aumentam consumo de alimento e emagrecem muito.






Saúde Bucal - Cachorros.



Saúde Bucal - Cachorros: Uma higiene dentária deficiente nos cachorros pode ocasionar sérios problemas a sua saúde bucal. E entre as doenças bucais, a mais comum é a gengivite, e é uma doença que se caracteriza principalmente pela inflamação das gengivas.  E os sintomas apresentados pela gengivite são, mal halito, sangramentos, retração gengival, vermelhidão da gengiva, dentes fracos, desconforto, e consequentemente dor.


Alem da perda de apetite, e tambem a dificuldade de prender e mastigar os alimentos, e todos estes fatores são indicativos da presença de gengivite na boca do cachorro. E a gengivite se não for devidamente tratada, pode evoluir rapidamente para  uma doença mais seria que é a periodontite, que é uma infecção que pode se espalhar pelos tecidos, e pelos ossos em que as raízes dos dentes se prendem.


E o comprometimento destes ossos, pode levar a perda definitiva e irreverssivel dos dentes. E a melhor maneira de se evitar as doenças bucais, é atraves da prevenção, fazendo-se uma higienização constante nos dentes e na boca do cachorro. E tambem evitando fornecer aos mesmos uma alimentação que tende a se acumular nos dentes, pois a alimentação recomendada e mais indicada, é a utilização de uma boa ração do tipo seca, que alem de nutrir o cachorro tambem auxilia na limpeza de seus dentes.                                                                               

Portas - Cachorros.





Portas - Cachorros: As portas para cachorros são muito comum nos Estados Unidos, sendo inclusive muito observadas em filmes, entretanto já existem disponiveis no mercado alguns modelos importados. Sendo que este tipo de porta, permite aos cachorros uma maior mobilidade, com uma maior liberdade e independência para poder entrar ou sair do interior das casas, sempre que quiser para fazer suas necessidades fisiológicas ou se alimentar e beber agua. 

Sem precisar do auxilio ou  intervenção das pessoas. Sendo ideal para cachorros de pequeno e médio porte, e a sua instalação não é complicada, porem se faz necessario a utilização de algumas ferramentas profissionais e especificas como serra tico-tico e furadeira. E uma boa alternativa, é a contratação de um profissional especialista como um marceneiro, inclusive depois de instalada, por ser uma porta simples e resistente, não é necessário nenhuma manutenção especial.

Barracas - Cachorros.



Barracas - Cachorros: As tendas para cachorros estão disponiveis no mercado em varios modelos e são a substituição provisoria ideal para as casas do cachorro, pois permite que se possa leva-la para passeios ou viagens e proporcionam bastante conforto para os cachorros, permitindo que mesmo fora do seu ambiente ele tenha o seu cantinho aconchegante para poder descansar ou dormir. E são super praticas e compactas, e cabem facilmente no porta-malas ou numa sacola de mão por ser facilmente desmontável e tambem transportavel. São impermeáveis, leves, fáceis de lavar, sendo disponíveis em diversas cores. E são geralmente confeccionadas em nylon, e possuem uma estrutura em perfil plástico resinado com alta resistência mecânica.






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