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segunda-feira, agosto 11, 2014

Cristais na Urina - Cachorros.



Cristais na Urina - Cachorros: Os cálculos urinários ou urólitos, que tambem podemos chamar de pedras, ocorrem com bastante frequência em cachorros e se formam, normalmente, na bexiga e na uretra. Já os cálculos localizados dentro dos rins, que são mais conhecidos como pedras nos rins, são bem mais raros. E a formação do cálculo se dá a partir do aparecimento de cristais na urina, e estes cristais podem ter diversas composições, tais como uratos, oxalato de cálcio, fosfato triplo, sílica e cistina). E por fatores ainda não totalmente estabelecidos, os cristais começam a se agrupar , dando inicio a formação dos cálculos. E além de uma predisposição ("tendência") que alguns cachorros têm em formar os urólitos, existem tambem fatores que contribuem para o aparecimento deles. 



E entre eles estão as infecções urinárias, a deficiência de vitamina A, a dieta alimentar e a retenção de urina. Neste último caso, cachorros que não urinam dentro de casa devem ser levados para a rua pelo menos 3 vezes ao dia para que não retenham a urina por muitas horas. E a idade em que os cálculos aparecem com maior frequência está entre 1 e 6 anos, e tambem os cálculos são mais frequente de ocorrerem nos cachorros machos. E uma vez formado o cálculo, o cachorro pode apresentar um ou mais sinais clínicos, e os mais comuns são sangue na urina, dificuldade de urinar ou o gotejamento de urina), ou não conseguir urinar, que é a obstrução das vias urinárias, dores abdominais, apatia e falta de apetite. 



E o diagnóstico dos cálculos urinários pode ser feito pela simples palpação da bexiga no caso do diagnóstico de cálculos grandes e tambem pelo histórico do cachorro, mas para um diagnóstico correto e preciso, é necessário e interessante proceder os exames complementares, que são a ultrasonografia, raio X e exame de urina. E geralmente o tratamento é cirúrgico pois geral e normalmente, os cálculos são muito grandes, principalmente quando há uma obstrução completa das vias urinárias, caso em que o cachorro não consegue urinar, ou há uma grande quantidade de cálculos. Entretanto há casos raros em que o cachorro consegue expelir o calculo ou 'pedra', mas isso pode geralmente demandar muito tempo e consequentemente ocasionar muito sofrimento ao cachorro. 



E após a sua retirada, o cálculo deve ser analisado para se poder conhecer a sua composição, quando a partir daí, vai se instituir uma terapia para prevenção do aparecimento de novas "pedras". E a partir dai, o ph urinário deve ser ajustado, dependendo da composição do urólito, a dieta controlada e a ingestão de água deve ser estimulada para que sempre haja um grande fluxo de urina, evitando-se assim a chance dos cristais se unirem novamente, e antibióticos também são utilizados. Inclusive os cachorros que já tiveram cálculos ou são predispostos ao seu aparecimento, por apresenta-rem cristais na urina, devem fazer o tratamento preventivo e serem monitorados através de exames de urina frequentemente.











Cachorros - Zoonose Assintomatica.



Cachorros - Zoonose Assintomatica: A doença Dirofilariose Canina em sua variável Zoonose Dirofilariose não apresenta a mesma gravidade ou sintomas manifestados pela mesma. Inclusive na grande maioria dos casos a Zoonose Dirofilariose e assintomatica e a pessoa somente descobre os resquícios da doença em forma de nódulos benignos residuais, ocasionalmente ao fazer exames para detecção de outras enfermidades. E mesmo as pessoas que desenvolvem a doença e manifestam os sintomas, em ambos os casos tanto a doença quanto os sintomas são sem gravidade e de fácil tratamento e cura, e dificilmente apresentando gravidade ou complicações mais serias. Nos seres humanos o parasita Dirofilaria Immitis não consegue dar sequência e completar totalmente seu ciclo de vida.  E também sua ação invasiva no organismo das pessoas não tem a gravidade e nem o grau de disseminaçao devastadora por vários orgões como ocorre com a Dirofilariose Canina que acomete os cachorros.  

E a zoonose dirofilariose alem apresentar uma alta taxa percentual de assintomacidade, que chega a ultrapassar mais de 50%, e mesmo assim, quando os sintomas se manifestam são amenos, principalmente quando comparados aos sintomas apresentados pela dirofilariose canina. E geralmente nao passam de febres, dores de cabeça e tosses crônicas, decorrentes da presença de larvas do parasita dirofilaeia immitis no organismo da pessoa contaminada, pois as larvas ao avançarem e se alojarem nos pulmões, posteriormente morrem, porque nao conseguem se transformar no parasitas em sua forma adulta. E a presença nos pulmões de larvas mortas do parasita Dirofilaria Immitis causa Infecções brandas que ocasionam febres cronicas e tosses, e tambem criam nódulos benignos falsos. Que são muitas vezes confundidos equivocadamente, atraves de exames radiográficos ou ultrasonograficos com doenças graves e serias como o câncer, o que acarreta em diagnósticos precipitados com intervenções cirúrgicas invasivas e desnecessárias para se fazer a biopsia, a análise e a avaliação histológica dos tecidos. E o que muitas vezes se confirma em um erro no diagnóstico, sendo que raramente há uma necessidade de intervenção cirúrgica para estirpaçao e eliminação dos nódulos benignos. Pois somente em casos raros em que estes apresentam um maior grau de complicação da doença, juntamente com seus sintomas respectivos.  



Cachorros - Imunização Preventiva.



Cachorros - Imunização Preventiva: A vacinação preventiva aplicada aos cachorros, é a melhor maneira de proteger e evitar a contaminação dos mesmos por diversas doenças infecto-contagiosas. Entretanto a vacina não é uma garantia de proteção absoluta contra as doenças infecto-contagiosas, mesmo as vacinas tendo um alto percentual de eficiência, ou seja proporcionando quase que 100% de proteção. Ocorre porem, em situações extraordinárias e em percentagens minimas, que alguns cachorros mesmo sendo vacinados, por diversos motivos não conseguem ficar imunizados, e isto acontece geralmente por estarem com alguma doença, ou tomando alguma medicação que debilitem o seu sistema imunológico. Pois os cachorros logo ao nascerem recebem uma proteção através de anti-corpos de suas genitoras vindos do colostro do leite, e estes anti-corpos os mantem protegidos geralmente contra as doenças infecto-contagiosas mais decorrentes por um prazo médio de 70 a 90 dias. 

E após este prazo, os cachorros filhotes na fase pos-lactaçao ficam vulneráveis e suscetiveis de serem infectados, então precisam ser vacinados para adiquiri-rem e desenvolve-rem imunidade contra as doenças infecto-contagiosas por um determinado período, sendo que geralmente aplica-se a primeira dose de vacina aproximadamente aos 45 dias de vida. Os cachorros devem ser vacinados contra as seguintes doenças infecto-contagiosas Parvovirose, Coronavirose, Cinomose, Hepatite Infecciosa Canina, Iparainfluenza, Leptospirose e Raiva. Utiliza-se geralmente ao menos três doses de vacinas polivalentes, pois são vacinas que conseguem proporcionar proteção contra vários tipos de doenças infecto-contagiosas simultaneamente. Segue abaixo cronograma de vacinação.

6 semanas: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite e Parainfluenza Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza e Leptospirose 

9 semanas: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza e Leptospirose 

12 semanas: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza e Leptospirose 

16 semanas: 
Opcional Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza e Leptospirose
e Raiva 

Revacinação anual: 
(1 dose) Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Hepatite, Parainfluenza e Leptospirose e Raiva
ou
Cinomose, Parvovirose, Adenovirose, Hepatite, Leptospirose associada com Raiva






    

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