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quinta-feira, agosto 28, 2014

Superação - Cachorros.




Superação - Cachorros: Está é uma historia de um cachorro chamado chamado FAITH "Fé". Este cachorro nasceu na Véspera de Natal no ano de 2002, porem nasceu apenas com as duas patas traseiras. E por consequencia, obviamente não conseguia andar, e até a sua própria mãe o rejeitou. E as pessoas que o inicialmente foram obrigados a lhes dedicar atenção integral, devido ao abandono de sua mãe, consideraram que ele jamais conseguiria andar, e resolveram "pô-lo a dormir. E foi nesta ocasião, que a sua atual responsável Jude Stringfellow, conheceu-o se comoveu com a sua dramatica situação, e pediu para ficar com ele. Determinada, foi ela quem ensinou e treinou este pequeno cachorrinho a andar por si só, e chamou-lhe 'Faith', ou Fé. 

De princípio, ela colocou-o numa prancha de skate, para que sentisse o movimento, usou depois manteiga de amendoim para atrai-lo, e como recompensa para que ele se levantasse e saltasse, apenas nas duas pernas. Ao fim de apenas 6 meses, o "Fé" começou a aprender a equilibrar-se nas pernas traseiras, e a saltar para a frente, movendo-se assim. Depois de mais treinos na neve, ele pode "caminhar" como um ser humano. Faith adora movimentar-se por todo o lado agora, e onde quer que ele vá, atrai sobre si todas as atenções. Tornou-se famoso na cena Internacional, e já apareceu em programas de Televisão e em Jornais. Está para ser publicado um livro sobre ele entitulado "Com um pouco de Fé". E sua responsável Jude Stringfellew , inclusive deixou o seu trabalho como Professora, e planeja levá-lo numa volta ao mundo, pora mostrar que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita.

De: Raquel Souza





Cachorros - Comportamento.



Cachorros - Comportamento: É muito importante que os responsáveis pelos cachorros saibam entender e tenham a percepção de saber diferenciar as diversas fases emocionais por que passam os cachorros, desde filhotes até adultos. O que com certeza vai poder ajudar e melhorar muito o seu relacionamento e a compreensão das várias fases emocionais vividas pelos cachorros durante o seu desenvolvimento. Que se iniciam no período neo-natal e vão até o período da maturidade.


Período neo-natal:  Esta fase vai do nascimento até aproximadamente os 12 dias de vida, e é uma fase em que o cachorrinho depende e necessita exclusivamente de sua mãe. pois com esta idade ele não consegue controlar sozinho a temperatura de seu corpo, precisa de estimulação física para poder urinar e sujar, e não não vê e nem ouve, mas já consegue sentir e diferenciar o cheiro da mãe.


Período de Transição: Vai de 13 a 20 dias de vida, e nesta fase o filhote passa por diversas mudanças físicas, os seus olhos abrem, ele já começa a "engatinhar", e tambem já pode ouvir, e, por volta do vigésimo dia já começam a aparece os primeiros dentes.


Período de Reconhecimento:  Vai do 21 até os 28 dias de vida, o filhote agora já consegue usar os efetivamente os seus sentidos de audição e de visão, inclusive consegue reconhecer movimentos, e objetos. Entretanto ainda precisa muito de sua mãe e de seus irmãos para se sentir seguro e tambem porque estas percepções sensoriais ocorrem de forma muito rápida e repentina, é muito importante então que o ambiente em que ele vive seja tranquilo e estável.


Período de Socialização Canina: Vai do 21 até os  49 dias de vida,  é quando o filhote aprende os comportamentos específicos que fazem dele um cachorro. Por isso é de fundamental importância não retirar o filhote da ninhada antes de 7 semanas de vida. pois é durante este período que ele aprende noções de higiene, respeito à hierarquia, e a ser disciplinado, e é com a sua mãe e os seus irmãos, que ele começa a aprender as primeiras noções e lições sobre liderança e domínio. 


Período de Socialização com Humanos:  Vai de 7 a 12 semanas de vida, este é o melhor período para que um filhote venha se juntar à sua nova família. Esta também é a melhor época para introduzi-lo às orientações, normas e situações que farão parte da sua vida. Como por exemplo, automóveis, outros animais, crianças, idosos, sons, etc. Inclusive, tudo que é assimilado e aprendido nesta fase fica na sua mente de forma permanente.


Primeiro Período do Medo: Vai de 8 a 11 semanas de vida, e este é um período bastante sensível, complexo e delicado, pois nesta fase qualquer experiência traumática, dolorosa ou assustadora vai ter um impacto mais significativo e duradouro do que em qualquer outra fase da vida do cachorro.


Período da rebeldia:  Vai de 13 a 16 semanas de vida, este é o período em que o filhote vai exigir muita paciência e dedicação do seu responsável, pois é quando ele vai tentar morder, e medir forças simulando uma brincadeira, para  testar o limite de sua dominância, para ver quem é o verdadeiro líder da "matilha". inclusive este é o melhor período para se iniciar o treinamento de Obediência Básica para Filhotes.


Período das "Dissimulações": Vai de 4 a 8 meses de vida, e se o filhote ainda não foi ensinado a vir quando chamado, este é o momento, pois nesta idade o filhote desenvolve o se pode chamar de "surdez seletiva", que pode durar de poucos dias a várias semanas. E é muito importante que os responsáveis saibam como reagir nesta fase, principalmente para evitar que o filhote se habitue a certos comportamentos inadequados. 


Segundo Período do Medo: Vai de de 6 a 14 meses, é quando o cachorro começa a ficar relutante em se aproximar de coisas ou pessoas novas ou até mesmo já conhecidas. O mais importante é que os seus responsáveis não forcem o cachorro nestas situações, e nem tentem consolá-los. E o melhor é deixar que ele resolva e descubra sozinho que não há motivo para ter medo. O treinamento de obediência nesta época ajuda a construir a auto-confiança do cachorro.


Periodo da Maturidade: Vai de de 1 a 4 anos de vida, e varia de raça para raça, sendo que para a maioria das raças a maturidade, inclusive a sexual ocorre entre 1,5 e 3 anos de idade, sendo que raças pequenas tendem a amadurecer mais cedo do que os cachorros de raça  gigante. Este período é normalmente marcado com um aumento na agressividade e um novo teste da autoridade do líder. O aumento da agressividade não é necessariamente uma coisa negativa, pois muitos cachorros que eram excessivamente amistosos com estranhos, passam a ser ótimos cachorros de guarda. E tambem, sem dúvida nenhuma, esta é uma ótima oportunidade para reforçar a liderança dos responsáveis através de uma reciclagem no treinamento de obediência básica, entretanto agora para cachorros adultos.







Cachorro ou Cadela.



Cachorro ou Cadela: Para se poder escolher com tranquilidade e segurança qual o melhor sexo para a escolha do cachorro, é necessario se analisar as diferenças, e as vantagens e desvantagens apresentadas tanto pelo cachorro quanto pela cadela. E se observar cuidadosamente as características de cada gênero, e, principalmente tambem, tomar conhececimento de que tipo de mudanças poderá haver em seus comportamentos e hábitos, em decorrência do desenvolvimento hormonal em ambos os sexos. E a primeira coisa a se fazer é acabar com certos mitos, pois era comum há algum tempo se achar que a fêmea só dava trabalho, pois tinha o problema do cio, podia ficar prenha, que não era tão boa para guarda por não ser tão agressiva, etc. 


E outra crença tambem muito comum era a de que as alterações hormonais na época do cio faziam com que a fêmea ficasse “histérica” e hipersensível. Ou seja, em outras palavras, a fêmea era considerada um problema, porem só de uns tempos para cá é que tais mitos foram caindo, a verdade foi aparecendo, e começou-se a se perceber que nem o macho é tão fácil assim, nem a fêmea é um tamanho transtorno. pois os dois sexos apresentam vantagens e desvantagens, e a questão é qual o perfil que mais se adapta a situção requisitada.Sem duvida, de fato as fêmeas entram no cio duas vezes por ano, e isto pode ser complicado se a mesma for criada em apartamento, ou ainda se morar num local onde a fêmea não tenha como ficar separada e livre dos “pretendentes” que podem aparecer à porta, e de uma forma bastante insistente. 


E cientes desta situação, os petshops estão cheias de opções interessantes para resolver tais problemas bastante incômodos. E já existem disponiveis inclusive calcinhas higiênicas especialmente feitas para as cadelinhas que moram em apartamentos usarem “naqueles dias”, e estas calcinhas são super absorventes, e impedem que os móveis e tapetes fiquem sujos de sangue. Outra boa opção é usar um spray anticheiro (“Anti Mating” da Four Paws) na cadelinha, este spray costuma disfarçar o cheiro do cio, fazendo com que cachorros de outras casas próximas não percebam que há uma cadela no cio por perto. Tudo isso, é claro, não dispensa que juntamente com estas providencias, que já ajudam bastante, tenha-se todos os cuidados para que a cadela no cio fique longe dos cachorros, que nestas situações são bastante inconvenientes, insistentes e oportunistas. 


Sendo que o ideal realmente seria ter um quintal fechado, ou pelo menos um canil, para evitar certos acidentes, que geralmente se transformão em surpresas bastante desagradáveis, e que infelizmente depois acabam aumentando as estatisticas de cachorros abandonados. E tambem esta dita “histeria” que acometeria a fêmea sempre que estivesse no cio também é lenda, de fato certas fêmeas podem ter seu comportamento alterado em função das alterações hormonais. Porém, tais fêmeas fazem parte de uma minoria, e mesmo estas nem sempre sofrem de histeria, e algumas ficam até mais quietas, outras mais irritadiças, outras ainda mais melancólicas, e, sem dúvida algumas ficam muito alteradas, porém isto é uma exceção à regra. 


A chamada “Gravidez Psicológica” também pode acometer algumas fêmeas, mas também estamos falando de uma minoria, pois a grande maioria passa por este período sem maiores problemas. Já os machos não têm a ocorrência do cio, porém é comum que eles fujam de casa atrás das fêmeas quando estas entram nesta fase de reprodução. Atraídos pelo cheiro do cio, eles escapam de suas casas, e quando se dão conta já estão em regiões absolutamente desconhecidas. Muitos deles, inclusive, não conseguem voltar para casa depois. Portanto, se a decidisão for ter um macho, nunca se esqueça de colocar uma placa nele com a identificação e o telefone. 


Desta forma dá-se a oportunidade para que alguém possa entrar em contato, para informar onde possa estar o cachorro, aumentando em muito a possibilidade de resgate. Outro problema comum, também, na época de acasalamento é a disputa entre os machos pela fêmea, se há vários machos e só uma fêmea, estes machos vão brigar entre si para estabelecer quem é o líder, e, por conseqüência, quem tem direito a copular com a fêmea em primeiro lugar. E estas disputas são terrivelmente desgastantes para os machos, pois costumam durar vários dias. Além disso, neste período o macho nem mesmo se alimenta, conclusão, quando este cachorro volta pra casa, tem-se de volta um macho todo machucado, fraco, e, invariavelmente precisando de uma visita urgente ao veterinário. 


E tambem a questão da demarcação de território é outra situação delicada relativa aos machos, e apesar de não ser com todos cachorros ou raças, tal comportamento é perfeitamente normal e esperado em um cachorro macho adulto. E é principalmente uma questão hormonal, e não de educação, pois no mundo canino, os machos líderes costumam demarcar seu território (com uma secreção de cheiro bastante forte) para mostrar que tal território já tem dono. Este comportamento, porém, não é uma regra, pois muitos cachorros não apresentam tal comportamento seja por não serem líderes natos, ou por não compartilhar territórios com outros cães, ou ainda por não serem socializados. 


Além disso, na maioria dos casos este comportamento pode ser controlado e possivelmente eliminado, desde que seja trabalhado assim que começa a se manifestar. Outro mito bastante difundido é o de que o macho é melhor para a função de guarda que a fêmea, entretanto tal mito deve estar ligado à idéia de que um bom cachorro de guarda deve ser necessariamente muito agressivo, e por uma questão hormonal, os machos são sabidamente mais agressivos que as fêmeas. Porem em primeiro lugar, o bom cachorro de guarda não precisa ser agressivo, ele precisa ser valente, além disto, é certo que muitas fêmeas podem ser muito mais valentes que muitos machos. 


Pois não é o sexo do cachorro que vai determinar a sua valentia, mas sim o seu temperamento. E há aqui uma diferença bastante interessante, pois as fêmeas costumam guardar melhor as pessoas, enquanto os machos guardam melhor o território. Tal diferença provavelmente se dá devido à sua vida selvagem, onde os machos cuidam do território, e as fêmeas dos filhotes e membros mais fracos da matilha. Outra questão a se abordar na questão da guarda, é que os cachorros machos podem ser facilmente distraídos se for jogada uma fêmea no cio, ou mesmo simplesmente jogando-se um pano com cheiro de cadelas no cio no terreno que ele guarda. 


Pois por o instinto de reprodução ser muito forte, ele se sobrepõe sobre a todos os outros, e tal macho abandonará seu posto sem pestanejar, indo atrás da fêmea. Já as fêmeas dificilmente podem ser ludibriadas tão facilmente, inclusive por serem mais desconfiadas.

Entretanto em favor dos machos deve-se falar de seu inegável porte e beleza, pois na grande maioria das espécies animais, o macho é infinitamente mais bonito que a fêmea. Como em muitos casos temos muitos machos para poucas fêmeas receptivas, a competição entre eles é muito mais acirrada, fazendo com que em muitas espécies tenhamos machos muito maiores e mais vistosos que as fêmeas. 


E no mundo canino, isto não é diferente, pois o macho é muito mais forte, mais robusto, tem um porte mais bonito e elegante. Outra diferença Importante a ser considerada, é muito mais fácil termos um macho agressivo e brigão do que uma fêmea com estas mesmas caracteristicas. Pois as fêmeas costumam estabelecer a liderança entre elas de forma mais rápida, clara e muito mais duradoura. Ao contrário dos machos, as fêmeas não costumam desafiar a fêmea-líder para tomar-lhe a liderança, e uma vez estabelecida a hierarquia, esta durará muitos anos, ou até que esta fêmea-líder não tenha mais condições físicas para manter este posto, só então ela será destronada. 


Isto acaba por determinar um comportamento social muito mais tranqüilo e menos competitivo entre as fêmeas, e como é muito improvável que um macho a ataque, se ela for bem socializada, e souber respeitar as regras do mundo canino, não terá muitos problemas nas ruas e praças na companhia de outros cachorros. Já no caso de um macho, este relacionamento social pode mudar radicalmente quando ele entrar na puberdade. E uma questão muito importante a ser considerada é que muito dos comportamentos, e características descritas aqui são devidos ao desenvolvimento hormonal dos cachorros. 


Por isso mesmo, muitos deles podem ser evitados, ou ainda controlados, através da castração do mesmo. Inclusive uma escolha bem feita é aquela que é decidida sobre dados reais, e não sobre mitos, e para se descobrir qual é a escolha ideal, precisa-se analisar racionalmente tais características, e ver quais delas serão mais adequadas para você. Pense bem e escolha sem pressa, pois este é um relacionamento que deve durar no mínimo por uns 10 anos, portanto, é necessário todo cuidado nesta escolha.








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