quarta-feira, setembro 17, 2014

Cachorros - Brigas e Atropelamentos.




Cachorros - Brigas e Atropelamentos: Manter sempre o cachorro dentro do espaço residencial da casa ( Quintal e Comodos), e usar sempre guia e coleira ao passear com o mesmo na rua, são atitudes importantes para evitar ferimentos no mesmo, advindos de atropelamentos e brigas. Pois estes acidentes estão entre as principais causas que levam os cachorros às clínicas e hospitais veterinários, principalmente os cachorros criados presos no espaço residencial, e que e não estejam acostumados com o ambiente de rua.




E apesar de muito inteligentes, não é recomendável, e não se deve deixa-los ficar soltos na calçada de ruas com grande tráfego de automóveis sem guia e muito menos atravessar ruas desacompanhados. Pois mesmo para cachorros que estão habituados ao ambiente das ruas, há um grande risco de acidentes, então para cachorros criados presos os perigos do transito e os riscos de atropelamentos são ainda muito maiores. E entre as causas mais frequentes de atropelamentos, estão a ausência ou falha no uso de coleiras e guias, além das fugas, relacionadas com portões eletrônicos, portas sem trancas ou pessoas da casa entrando e saindo a toda hora. 




E para piorar, hoje em dia são raros os locais em que se pode soltar o cachorro com tranquilidade e sem que ele venha a correr riscos. E mesmo cachorros tranquilos e bem treinados devem usar coleira e guia quando estiverem na rua, e ainda quem estiver passeando com o cachorro deve ser capaz de contê-lo em qualquer situação. Pois eles podem se assustar por diversos motivos, desde outros cachorros até o barulho de carros e saírem correndo desnorteado pelas ruas. Deve-se repreender e educar o cachorro para que venha a ter um comportamento equilibrado, não somente quando estiver acompanhado na rua, como tambem para que não saia furtivamente quando o eventualmente o portão for aberto, pelas pessoas ao entrarem ou saírem.




É preciso tambem estar atento e repreender se necessário às reações e o temperamento agressivo do cachorro principalmente na rua, mas tambem em casa, caso conviva com outros cachorros. Pois os cachorros brigam por vários motivos, dentro de casa os conflitos geralmente acontecem por disputa de poder, território, alimento, brinquedos ou pela atenção do dono, e são mas comuns as brigas entre cachorros do mesmo sexo e as fêmeas costumam ser mais intolerantes. De maneira geral, os cachorros não gostam de dividir seu espaço, muito menos seu ‘status’ dentro do grupo, e sentem-se ameaçados quando outro ameaçam seu domínio ou invadem seu espaço. E na rua, se um cachorro estranho ultrapassar o limite de espaço tolerável, e se o cachorro dominante se sentir-se ameaçado, ele com certeza vai reagir, latindo ou mesmo avançando sobre o ‘inimigo’”, e cachorros pouco socializados e que não estejam sob controle do dono são os que mais causam problemas em lugares públicos.



Pois brigas e ataques inesperados são comuns, geralmente causados por negligência das pessoas que os conduzem, e há casos mais graves onde o cachorro assume uma atitude de ‘caça’ e persegue o outro mesmo sem ter sido diretamente provocado. Estes cachorros precisam de atenção especial e ações preventivas,.a educação, a disciplina, a sociabilização e a preparação do cachorro para conviver com outros é o caminho recomendado pelos treinadores e especialistas em comportamento canino. para se evitar brigas. Pois o cachorro se adapta ao ambiente onde vive e desenvolve estratégias para se comunicar e defender seus interesses, se o ambiente não diz claramente quais são as regras a serem seguidas, ele agirá apenas de acordo com seu instinto e temperamento.



Gastar as energias, ter lazer, fazer passeios e principalmente, dar espaço suficiente para todos os cachorros, são atitudes e atividades que podem proporcionar a tranquilidade e a paz entre o grupo. E recomenda-se que as atitudes agressivas sejam reprimidas, e sempre incentivando o contato com outros cachorros, pois os cachorros não sentem culpa e não agem por vingança, mas podem e devem aprender a controlar seus instintos e sua agressividade, e cabe ao seu responsável ajudá-los, orientando e educando-os..Entretanto durante uma briga não é recomendável e não se deve tocar os cachorros, a não ser que a pessoa tenha muita confiança e consiga puxar o cachorro pela guia de forma segura, o que tambem não deixa de ser arriscado, pois o cachorro no momento de fúria pode redirecionar o ataque e morder até mesmo o próprio dono. Deve-se salientar, então que é grande o perigo de se intervir no conflito, pois é extremamente arriscado envolver-se diretamente, usando as mãos ou as pernas, principalmente se forem cachorros de grande porte.




E para apartar o conflito, o melhor e o mais recomendável, é o uso de aparelhos sonoros tipo buzinas em spray, ou extintores de incêndio, e tambem jatos de água. E vassouras e outros objetos semelhantes não devem ser utilizados, pois podem piorar a agressividade dos cachorros e também machucá-los gravemente, pois existem muitos casos em que o proprietário acidentalmente fraturou a coluna do cachorro com a vassoura na tentativa da acabar com a briga. E após a briga ter cessado, caso seja necessário deve-se levar o cachorro ao veterinário, para uma avaliação geral, mesmo que o mesmo apresente pequenas lesões, pois mesmo que aparentemente inofensivas, essas feridas têm grandes possibilidades de infeccionar.



Nos casos de atropelamentos, deve-se primeiramente impedir outros acidentes, sinalizando o local para desviar o trânsito. E como o cachorro neste momento está em uma situação de extremo stress físico e psicológico, e provavelmente sentindo muita dor, o cachorro pode ocasionalmente não reconhecer o próprio dono e mesmo ate por medo tentar feri-lo. Mas isto pode ser evitado atando um pano ou um cadarço em sua boca, fazendo a função de uma focinheira, mas essa medida não deve ser mantida por muito tempo, para não atrapalhar a respiração do cachorro. Fraturas. Em caso de hemorragia intensa em alguma parte visível do corpo, é preciso pressionar um pano seco e limpo sobre a área até a chegada ao médico veterinário. 


O atendimento imediato por um veterinário é fundamental para aumentar as chances de sobrevivência do cachorro, que pode não demonstrar ferimentos externos, mas estar gravemente ferido por dentro. Além das clínicas e hospitais, existem os resgates, que vão buscar as vítimas no local do acidente, mantenha o telefone dos profissionais de sua confiança na porta de sua geladeira, e lembre-se sempre de usar a guia e coleira. E se o cachorro sair correndo assustado após o acidente, é importante não perdê-lo de vista e esperar que se acalmem, pode-se usar algum tipo agrado, até que se possa levá-los ao médico veterinário para saber se apresente algum tipo de ferimentos ou fratura.




Cachorros Sacrificados.



Cachorros Sacrificados: Todas as Entidades Defensoras dos Animais, Ongs e simpatizantes da causa animal, defendem fortemente que todos os esforços possíveis devam ser feitos para se evitar a eutanásia de cachorros e outros animais sadios. Entretanto o que ocorre, no Brasil e em praticamente todo o mundo, é uma luta incessante para promover principalmente a posse responsável e a criação de locais adequados para abrigar os cachorros já existentes.


Porem infelizmente, além disto ainda estar longe de ser uma realidade, há tambem muita omissão, negligência e irresponsabilidade tanto por parte dos responsáveis que não se preocupam com a procriação excessiva e descontrolada o que vem a gerar posteriormente muitos abandonos de cachorros e o próprio poder publico que nada faz de concreto para solucionar o problema, que tambem é uma questão de saúde publica, e nem sequer para ao menos amenizar o sofrimento dos cachorros abandonados, resumindo-se a recolher através das clássicas "carrocinhas" os pobres e infelizes cachorros que foram covarde e cruelmente abandonados nas ruas, para posteriormente sacrifica-los, sob alegação que não há outra solução, ou seja, é a "solução final" que foi muito utilizada por Hitler nos campos de concentração.


Pois somente em São Paulo, todos os anos chegam ao Centro de Controle de Zoonoses, cerca de 30 mil cachorros recolhidos das ruas, deste total, aproximadamente 20 mil serão sacrificados. E mesmo nos EUA, onde a proteção e o cuidado com os animais é algo culturalmente já inserido na sociedade, e é uma atividade estruturada e respaldada pela própria sociedade, o numero de cachorros e outros animais sacrificados tambem é muito grande, porem estes são somente os dados oficiais.


Sabe-se que, quando a quantidade de cachorros confinados a um mesmo espaço é grande (o que, infelizmente, é a mais pura realidade da maioria dos abrigos públicos), muitos cachorros morrem devido a disseminação de doenças infecciosas ou até mesmo por fome por causa da carência e da falta de alimentos, o que gera uma competição por comida.  Sendo assim, e diante deste quadro cruel e dramático, a sociedade deve se concientizar que a solução para o gravíssimo e abominável problema dos cachorros e outros animais abandonados deve começar imediatamente com medidas, ações e atitudes como o controle de natalidade (para impedir a procriação indesejada) e a uma educação, concientização, cobrança e penalização dos proprietários irresponsáveis e inconsequentes e principalmente dos que abandonam impunemente cachorros e outros animais nas ruas..


Medidas estas que a médio e longo prazo certamente surtirem efeitos muito positivos, e poderiam vir a modificar profundamente e pra melhor a realidade do quiadro atual. Entretanto por enquanto, e a curto prazo, é praticamente impossível impedir o sacrifício de grande maioria dos cachorros e outros animais recolhidos das ruas. Pois como não existe uma cultura de adoção efetiva, a opção ao sacrifício ou ao abandono nas ruas é eles ficariam acumulados em abrigos superlotados, convivendo com doenças, com a falta de comida e sem a menor qualidade de vida.



Cachorros - Reabilitação Fisica.



Cachorros - Reabilitação Fisica: Cachorros que perderam os movimentos ou estão obesos, são beneficiados por esta especialidade veterinária que é a fisioterapia. E os responsáveis pelos cachorros, ficam satisfeitos e felizes, é com o resultado do processo fisioterapico. Que devolve os movimentos aos cachorros que não podiam mais andar, de uma forma natural, indolor e sem necessidade de cirurgias. Pois para os responsáveis, não tem nada melhor do que ver um cachorro, que estava praticamente condenado a condição de deficiente físico, conseguir recobrar os movimentos depois do trabalho de reabilitação. E só tem aumenta, a cada dia a quantidade de responsáveis por cachorros, que reconhecem a importância e os benefícios fundamentais deste tipo de tratamento na recuperação e na melhoria da qualidade de vida dos cachorros.


As ocorrências mais comuns, e que levam os cachorros a recorrerem ao processo fisioterapico, são as lesões de joelho e rompimento dos ligamentos. A perda de peso em cachorros com quilos a mais, também é obtida com exercícios coordenados por fisioterapeutas.Nos cachorros mais idosos, lesões na coluna vertebral e algumas alterações neurológicas são os problemas mais frequentes. Pois os cachorros mais idosos não suportam muito bem o uso de medicamentos alopáticos, e como a fisioterapia não é invasiva, consegue-se melhorar a dor do cachorro, de uma forma mais agradável para ele. A empatia com os pacientes, ou seja entre o fisiterapeuta e o cachorro, também acontece aos poucos.


E na primeira consulta, devido a ansiedade dos pacientes, o processo é feito com muita tranquilidade e carinho, para se ganhar a confiança do cachorro. A partir da segunda consulta, inicia o tratamento de forma efetiva, e o cachorro já se sente mais à vontade. E a partir da terceira sessão, o paciente já superou a desconfiança, e já passa a se habituar, e a gostar de todo processo fisioterapeutico. Entretanto é recomendável, que se conheça, e se tenha referencias sobre o trabalho do fisioterapeuta. Então peça informações, a outros responsáveis e tambem para o seu veterinário. Pois, se o veterinário fisioterapeuta, não for bem preparado, pode trazer mais problemas que benefícios, para a saúde do seu cachorro.

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