segunda-feira, novembro 17, 2014

Cachorros - Alergia Cutânea.



Cachorros - Alergia Cutânea:  O eczema é um tipo de reação cutânea inflamatória que acomete os cachorros e que geralmente é pruriginosa, ou seja provoca uma intensa coceira e que dependendo do tipo e origem tambem pode ser purulenta ou conter pus. E vários fatores podem contribuir para desencadear o aparecimento destas reações cutâneas nos cachorros, que tanto pode ser de forma isolada como agrupadamente. E estes fatores podem ser provocados tanto por ectoparasitas como pulgas, piolhos e acaros, ou por determinados tipos de alimentação, principalmente com excessos constantes de açúcar ou hidratos de carbono processados como pão, massas, biscoitos e doces e tambem por alergias a determinadas plantas, condições ambientais ou a desinfetantes e inseticidas. E estas reações podem ser desde uma dermatite seborreica que provoca uma descamação com prurido na pele até a sarna provocado por acaros, que podem produzir a perda e saída de material das camadas da pele como líquidos e células mortas para o exterior, e que podem causar grandes feridas e desencadear gravíssimas infecções secundárias provocadas por vírus e bactérias.

Homeopatia para Cachorros.



Homeopatia para Cachorros: O uso da homeopatia para o tratamento de cachorros e outros animais vem tendo um bom desenvolvimento, e tem demonstrado de uma forma clara, simples e natural como esta prática pode ser benéfica. Atualmente no ocidente tem se presenciado de uma maneira explicita a eficácia deste modo de tratamento, que é quase que uma filosofia. Pois para promover a cura, o homeopata precisa conhecer todos os  sintomas de seu paciente. Estes sintomas irão  revelar o modo como cada indivíduo interage com o meio que o cerca, e qual a solução para o mal que lhe aflige. E pelos sintomas apresentados e observados no cachorro, o homeopata irá escolher, com base na totalidade sintomática deste mesmo cachorro, aquele medicamento que o espelhe, e que, portanto, será capaz de curá-lo. 

Podemos destacar então basicamente três grupos de sintomas que o profissional homeopata, tanto seja ele médico ou veterinário irá pesquisar.  Que podem ser os sintomas mentais, o que não quer dizer que seja uma doença mental, na concepção que estamos acostumados a definir. E sim se referem a  um modo pessoal de reagir a determinadas situações; como por exemplo ao medo, pois alguns cachorros quando se deparam com situações de perigo recuam, enquanto que outros já partem para o ataque. E o que dificulta a coleta destes sintomas por parte do médico veterinário é devido ao fato da inexistência de comunicação falada entre o cachorro e o homem. Alguns sintomas podem até ser percebidos, mas outros já são de difícil percepção. 

Como por exemplo, podemos perceber quando o cachorro está triste, mas não conseguimos, por falta de comunicação saber o porque, e tambem podemos perceber quando o cachorro sente medo, porem muitas vezes não sabemos de que ele tem medo. E os veterinários podem contar apenas com a sua observação e a observação dos responsáveis pelo, que deve ser a mais detalhada possível, mas este deve ter o cuidado de somente relatar ao veterinário exatamente o que viu, sem tentar interpretar de uma forma personalizado o que observou. Os sintomas gerais se referem ao cachorro como um todo, englobando várias esferas, tais como suas preferências alimentares, sua piora ou melhora diante de alguma situação, fato, hora do dia ou clima, por exemplo. 

E os sintomas físicos se referem àquilo que conhecemos como doenças convencionais, ou seja, são as doenças que o cachorro eventualmente tenha manifestado durante a sua vida. E pode-se Verificar que determinados cachorros têm uma maior tendência a desenvolverem determinadas doenças. Alguns têm otite por várias vezes, enquanto que outros têm pneumonias, enquanto outros têm insuficiência renal. Isto se deve ao fato de que cada organismo apresenta facilidade de exteriorizar seu mal desta ou daquela forma. Também se faz necessário se qualificar o motivo pelo qual os sintomas desta enfermidade se manifestaram, e em todos as suas nuances. 

Pois quanto mais detalhado for um sintoma, maiores serão as chances de conseguirmos individualizá-lo, portanto mais facilmente chegaremos ao medicamento correto. Pois Nestas nuances deve-se procurar descobrir o que existe que piore ou melhore o quadro, horários em que sintoma aparece mais evidente, determinadas atitudes que o agravem ou o melhorem. O paciente que chega ao Médico Veterinário Homeopata, vem ou porque o proprietário já se trata com Homeopatia, ou porque apresenta alguma doença onde a alopatia está falhando, tais como problemas dermatológicos ou problemas de comportamento. Precisamos mudar esta visão da homeopatia, esta onde dizem que ela é ótima para este tipo de doenças, realmente ela é ótima para isto, mas não somente para isto. 

Pois inclusive você pode tratar o seu cachorro com a Homeopatia para qualquer doença que seja tratável com a alopatia sendo os resultados mais duradouros e os medicamentos mais inócuos. E os profissionais que se utilizam da homeopatia na medicina veterinária também examinam o paciente, fazem diagnósticos, se utilizam de exames complementares (radiografias, exames de sangue, ultrassonografias, etc.) e usam outras terapias quando necessário, não dispensando as novas descobertas da medicina veterinária. O homeopata também recomenda uma cirurgia, sendo ela realmente necessária, inclusive no arsenal de medicamentos homeopáticos existem drogas que podem ser utilizadas para minimizar os efeitos traumáticos da cirurgia, bem como os efeitos indesejáveis da anestesia. 

Ou seja, o médico veterinário homeopata é um Veterinário como outro qualquer, apenas vê o seu cachorro por um outro ângulo, mais complexo e mais completo. Pois a homeopatia atua em todas as áreas, não existindo nenhuma contra indicação para a sua utilização. E a única contra indicação ocorre quando pessoas leigas em homeopatia fazem prescrições, normalmente porque já se utilizaram deste ou daquele medicamento e conseguiram resultados. pois isto não é uma garantia para que o tratamento funcione em outro indivíduo, Pois os medicamentos, na homeopatia, não são para este ou aquele quadro clínico, e sim para determinado indivíduo com aquele determinado quadro clínico. Justamente por isto, muitas pessoas que já fizeram uso de medicação homeopática não ficaram satisfeitas com o resultado. 



Porem a culpa não é da homeopatia, e sim destas prescrições realizadas sem a correta individualização do quadro e do paciente, que neste caso, obviamente não recebeu o medicamento correto. O que acontece é que, na alopatia, qualquer um que tenha uma dor de cabeça, por exemplo, pode se utilizar de uma série de medicamentos. Já na homeopatia a dor de cabeça de um indivíduo será combatida com um medicamento escolhido para esta dor dele, enquanto que a dor de cabeça de outro paciente poderá não ceder com aquele mesmo medicamento, visto que não são a mesma dor de cabeça, terão nuances diferentes. E é isto tudo que torna o ato de saber prescrever medicamentos homeopáticos algo muito serio e complexo, pois requer muita observação e estudo.

Cão Guia - Cachorros.



Cão Guia - Cachorros: Entre as muitas atividades que os cachorros desempenham com muita dedicação e eficiência em prol do beneficio das pessoas, uma delas é especialmente reconhecida, que é a de cachorros de servem de guia a pessoas que são deficientes visuais, ou cegas. Porem aqui no Brasil ainda são poucas as pessoas que contam que esse precioso auxílio, mas aos poucos as associações começam a investir em projetos de capacitação e treinamento de cachorros para esta função. Para completar o quadro, a ignorância e a falta de solidariedade ainda chegam a impedir que os portadores de deficiência visual possam transitar livremente com seus cachorros em locais públicos. 


Isso mostra a falta de intimidade do Brasil com a questão da inclusão do deficiente à sociedade, basta observar que há somente 16 cachorros-guia em todo o Brasil, sendo que inclusive todos foram treinados no exterior. Ao contrário, nos Estados Unidos e Europa essas associações e fundações tem um trabalho extremamente sofisticado e reconhecido pela comunidade e pelos criadores que doam filhotes para essa função. E vão além, algumas montaram seus próprios canis com o objetivo de garantir que haja sempre a renovação e incorporação de novos cachorros que cumpram essa função. E a escolha das raças caninas a serem utilizadas para a função de cachorro guia é bastante diferente dependendo do país. 


Mas de maneira geral as mais utilizadas são a raça Pastor Alemão, Golden Retriever e Retriever do Labrador, mas isso não quer dizer que apenas estas ração tenham aptidão para serem treinadas. Na Nova Zelândia, por exemplo, até mesmo os simpáticos vira-latas podem ser treinados para serem um cachorro-guia. E as principais qualidades que devem ser procuradas nos cachorros que desempenham está função são temperamento dócil e equilibrado, facilidade de adaptação a novas situações, tamanho, tipo de pelagem, inteligência e facilidade em aprender, uma vez que o cachorro terá que passar por um longo período de treinamento que o capacitará a desempenhar uma série de funções fundamentais para o bem estar do seu responsável. 


E o processo de treinamento inicia-se já logo após o nascimento, quando então o candidato a cachorro-guia é observado até a 8ª semana de vida para verificação da saúde, temperamento e espírito de liderança. Se for aprovado, passa por um período de socialização e convivência com humanos que dura aproximadamente 1 ano, durante o qual será cuidado por uma família voluntária. E enquanto estiver sob os cuidados da família tempóraria, o cachorro deverá ser exposto ao maior número de informações e experiências possíveis, saindo para passear todos os dias, a pé ou de carro, para diferentes lugares, tranquilos e movimentados, tendo bastante contato com muitas pessoas, entrando em lojas e restaurantes, fazendo viagens com a família, participando de todos os acontecimentos familiares e logicamente entrando em casa. 


É também durante esta fase que é feito o adestramento básico de obediência de forma caseira, mas também orientada pelo instrutor, onde o cachorro aprende o "senta", o "deita", o "fica", parar para descer ou subir escadas, parar para atravessar a rua, andar do lado esquerdo e um pouco à frente, saber se comportar educadamente e tranquilamente em todos os lugares por onde andar, como também nos taxis, ônibus, metrôs, entre outros. Somente depois ele voltará para a escola onde será treinado para o trabalho por aproximadamente 7 meses, e os cachorros que não se qualificarem como "guias" serão utilizados como cachorros de companhia para pessoas com dificuldade de locomoção, farejadores ou outras atividades. Neste período de treinamento, os adestradores, com formação técnica específica para esse fim, proporcionam aos cachorros o contato com diversos ambientes e novas situações de uma forma gradual. 


E quando o cachorro atinge a idade de 1 ano, ele deve começar o treinamento específico para a função de cachorro-guia, por mais ou menos 3 meses, vai ser trabalhado pelo adestrador, verificando o aprendizado que recebeu enquanto vivia com a família voluntária, fazendo-se as devidas correções e aperfeiçoando o adestramento básico de obediência. O adestrador reforçará e aperfeiçoará a condução do cachorro em linha reta e posicionado à sua esquerda, fazer o fica a qualquer momento, parar e sentar para atravessar ruas, estar desviando de obstáculos elementares, ou seja, buracos no chão, poças d'águas, latões, sacos de lixo, e estar atento a toda e qualquer situação que possa surgir, durante os treinos. 


E logo assim que o cachorro se adaptou ao seu adestrador, podemos introduzir o peitoral específico de guia, para irmos completando o equipamento de uso. Ao término destes 3 meses iniciais, e dependendo da performance do cachorro, é iniciado a adaptação do cachorro ao uso do peitoral específico de guia. Nesta fase ele dever ir se acostumando ao novo material e também deve ter mais atenção e concentração do cachorro, fazendo os exercícios num percurso mais complicado, diversificando mais situações e reforçando sempre sua atenção aos obstáculos, fazendo com que desvie sem esbarrar e mostrando ao cachorro que deve haver espaço para os 2 poderem passar.  


Após o período de educação específica, o cachorro estará pronto para o contato com o seu futuro respons´vel, situação esta que será personalizada, isto é, respeitará as características do cego e do seu ambiente procurando se adaptar e se adequar da melhor forma as situações de seu cotidiano.  O mais importante, durante todo esse processo é a boa condução do cachorro, levando-se em conta o temperamento do cachorro, e não exigindo dele mais do que de fato esteja preparado a fazer. Até mesmo as repreensões devem que ser equilibradas, pois não podemos ter um cachorro medroso e sem iniciativa. E quando o trabalho do adestrador com o cachorro estiver pronto, é chegada a hora de promover a integração do cachorro com o cego.  Esse processo pode durar cerca de 3 semanas, durante o qual o usuário vai receber todas as orientações necessárias de como cuidar e manter este cachorro e, principalmente, como usá-lo como seu guia. 



Os cachorros-guia tanto machos quanto fêmeas são entregues aos seus usuários já castrados, e esta medida tem como o objetivo evitar os problemas que naturalmente surgirão e que são decorrentes da propria maturidade sexual dos cachorros, que ocorre normalmente entre os 12 e os 18 meses. A principio os cuidados especiais que se devem ter com os cachorros-guias de cego, são de certa forma basicos e simples, como o de não ser tocados por pessoas estranhas durante o seu expediente ou horário de trabalho, e principalmente não se deve distraia-lo ou tentar brincar com ele enquanto ele estiver desempenhando a sua atividade principal, pois o cotidiano do seu dia-a-dia é bastante diversificado e consequentemente estressante, e devido a isto ele deve ser preservado e respeitado.

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