quarta-feira, junho 03, 2015

Cachorros - Leishamaniose Zoonose.



Cachorros - Leishamaniose Zoonose:  A Zoonose Leishamaniose, é uma doença seria e de desenvolvimento demorado, é que tem uma grande facilidade de transmissão, e tambem tem um difícil diagnóstico. Sendo que estas caracteristicas, ocorrem tanto nos seres humanos quanto nos cachorros, e nos seres humanos os sintomas se apresentam com febre constante, anêmia, perda de peso, edemas pronunciados no fígado (hepatomegalia) e no baço (esplenomegalia), pois o Protozoário Leishmania, avança e infecta orgões como o Baço. o Fígado e até a medula óssea. E os sintomas da Leishamaniose Visceral dependendo da região, são muitas vezes confundidos com os sintomas da Malária. E esta confusão no diagnóstico, e no consequente tratamento errado pode ser fatal, pois a Leishamaniose Visceral quando diagnosticada rápida e corretamente é perfeitamente tratável e curável. Entretanto sem o tratamento ou com o tratamento errado a taxa de mortalidade atinge níveis percentuais altíssimos.                                

A Zoonose Leishamaniose Visceral que acomete os cachorros, tem a sua variável que é denominada LVC ou Leishamaniose Visceral Canina. E os sintomas apresentados são diversos como anêmia, perda de peso, atrofia muscular, lesões na pele acompanhada de escamações, lesões oculares, e edemas com lesões no fígado, baço e rins e que geralmente ocasionam rapidamente o óbito do cachorro. Entretanto, há um grande percentual de cachorros infectados pela doença, que não apresentam ou manifestam os seus sintomas, ou seja são assintomaticos. Mas mesmo sendo assintomaticos são potenciais disseminadores da doença, e caso seja feita a observação em um cachorro com suspeitas de sintomas iniciais e caracteristicos da Leishamaniose Visceral Canina, deve-se procurar imediatamente o auxilio de um veterinário. Por ser uma doença grave, altamente contagiosa e de difícil diagnóstico, somente um veterinário esta habilitado a fazer um diagnóstico preciso para a  confirmação da Leishamaniose Visceral Canina.                                                                    

A Zoonose Leishamaniose Visceral ser uma doença grave e com sintomas complexos, quando diagnosticada rapidamente, e fazendo-se o tratamento correto e com o imprencindivel acompanhamento medico e medico veterinário, a doença e perfeita é totalmente curável. Atraves da administração de antibióticos específicos como o Glucantime, a Pentamidina e a Anfotericina C, que sao os fármacos padrões utilizados no tratamento da Leishamaniose Visceral. Porem por apresentarem um alto grau de toxidade, devem ser obrigatoriamente prescritos e terem o seu uso controlados por um medico especialista. Inclusive já existem remédios em fase de pesquisa, que são mais eficientes e apresentam um menor grau de toxidade que os fármacos utilizados atualmente. 



Entretanto faz-se necessário todo um processo com varias etapas de testes clínicos de toxidade e contra - indicações, e posterior liberaçao pelas autoridades competentes para poderem entrar no mercado. Apesar de ser possível o tratamento e a cura da Leishaamaniose Visceral nos seres humanos, o mesmo já não ocorre no caso do cachorros, pois o Ministério da Saúde através da Anvisa, administra um programa de controle da Leishamaniose Visceral Canina que visa detectar e sacrificar todos os cachorros que estejam infectados. E também mesmo existindo algumas pesquisas com remédios para tratamento e cura da Leishmaniose Visceral Canina, as mesmas ainda são incipientes. E para inviabilizar o tratamento ainda há uma portaria interministerial editada em Julho de 2008 proibindo o uso de medicamentos humanos para o tratamento de Leishamaniose Visceral Canina nos cachorros. 










Cachorros - Doença Infecto-Contagiosa.





Cachorros - Doença Infecto-Contagiosa: A brucelose é uma doença infecto-contagiosa, que se manifesta de forma crônica e que frequentemente provoca abortos nas cadelas. E dependendo das condições do meio ambiente, podem ser bastante resistentes, pois quando presentes em animais ou tecidos mortos, quando enterrados podem resistir vivas por 2 meses em clima frio, porem são bastantes sensíveis a regiões de clima quente e a luminosidade não conseguindo resistir a mais de 24 horas, não conseguindo resistir tambem a desinfetantes comuns, a pasteurização e inclusive a uma simples fervura. 

E para que aconteça a manifestação da brucelose, independe do sexo do cachorro, ou da estação do ano pois o clima não têm influência na apresentação da doença, mas principalmente a idade, pois as brucelas são mais suscetiveis a infectar  cachorros ou outros animais jovens, entretanto tambem pode ocorrer em outras faixas etárias. E tambem não há transmissores, nem vetores especiais e os principais reservatórios da doença são os próprios animais infectados. Porem as fontes de infecção mais comuns são a água, os alimentos e os resíduos contaminados do aborto como a placenta, secundinas e lóquios, entretanto especialmente nos cachorros é comum a transmissão da brucelose po via venérea, através do coito. 

Pois o cachorro adulto infectado não apresenta qualquer sintoma específicos e tambem não corre qualquer risco de morrer pela enfermidade. Sendo que a Brucella canis geralmente fica localizada na genitália e nos infonodos regionais tanto nos machos quanto nas fêmeas. Nos machos a brucelose causa principalmente orquite e epididimite, e nas fêmeas provoca o aborto entre 44 e 55 dias de gestação, e metrite. Sendo que consequentemente a infertilidade é inevitável. podendo inclusive tipos de brucelose diferenciados ocorrerem e acometerem espécies diferentes, encontrando-se comumente por exemplo infecções em cachorros por Brucella abortus e Brucella suinus. 

Sendo inclusive importante ressaltar que todos os tipos de brucelose são tambem zoonoses, sendo portanto transmissiveis e consequentemente patogênicas para os seres humanos. Sintomas clínicos como higromas, artrites e neonatos enfermos devem sempre merecer atenção como sinais suspeitos para um possível diagnóstico de brucelose. Porem não há sintomas gerais como febre e outros, pois a doença tem uma tendência ao curso crônico e à endemicidade. 

Em alguns casos pode-se observar uma letargia nos cachorros acometidos, como tambem uma pelagem pobre, e uma certa rigidez dos membros posteriores. E o diagnóstico da suspeita de brucelose está baseada fundamentalmente nos sinais clínicos, entretanto o diagnóstico deve-rá sempre ser sorológico ou bacteriológico, porque há numerosas causas de aborto e tambem porque os sinais de brucelose têm similares em outras enfermidades animais. E inclusive são numerosos os métodos sorológicos para o diagnóstico da brucelose. 

E o antígeno utilizado geralmente é o de Brucella abortus que dá reação cruzada com todas os tipos de brucelas patogênicas, exceto a Brucella canis, pois para esta é imprescindível usar o antígeno homólogo. Quando uma prova é positiva há grande probabilidade de que o cachorro seja doente uma vez que a brucelose é uma doença crônica. Quando a prova é suspeita de negatividade, deve ser repetida de um a 2 meses depois. e caso haja na constatação de um mesmo resultado negativo o cachorro poderá ser então diagnosticado como não portador da brucelose. 

E mesmo que a brucelose mesmo sendo uma doença que não apresente ou cause maiores problemas de saúde aos cachorros, por ser uma doença cronica e de carater endêmico é bastante prejudicial para os criadores, pois a fêmea devido aos abortos cronicos se torna praticamente estéril. Porem a gravidade maior é principalmente pelo fato de a brucelose ser uma zoonose, podendo consequentemente ser transmitida as pessoas, devendo-se por isto tomar-se todas as precauções e providências para se evitar e se erradicar a presença da brucelose. 

E a melhor maneira e através da prevenção, como se evitar alimentar os cachorros com leite e derivados sem pasteurizar ou ferver, ou tambem com carne ou vísceras cruas ou mal passadas, e tambem exigir dos responsáveis interessados no uso de cachorros machos ou fêmeas como reprodutoras, teste sorológico de brucelose, inclusive caso seja constatada a presença da brucelose a castração dos cachorros enfermos deve ser levada em consideração, sendo este procedimento altamente recomendável. 

E principalmente para os criadores, devem ser consideradas e tomadas todas as precauções necessárias e fundamentais para um perfeito esquema profilático, como examinar todos os cachorros do canil anualmente, examinar as fêmeas selecionadas para a reprodução algumas semanas antes do acasalamento. Não trazer nenhum novo cachorro para canil antes de se fazer os 2 testes negativos para brucelose, e se uma fêmea abortar, deve-se imediatamente desinfetar o local, isolar a fêmea  e se fazer o teste para a confirmação ou não da presença da doença. 

E se um macho perder repentinamente o interesse no acasalamento ou falhar na produção algumas, tambem deve ser preventivamente examinado. Em caso de duvidas deve-se consultar imediatamente o veterinário, inclusive deve-se tambem se alertar os outros criadores sobre uma eventual presença da doença, para que possa se tomar todas as precauções e providências necessárias para se evitar a sua alastração. 


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Cachorros - Bicheira.



Cachorros - Bicheira: A mosca que provoca a Miase, conhecida vulgarmente como bicheira e da espécie Cochliomyia hominivorax e inicia todo o processo de parasitismo através de suas larvas colocando seus ovos  nas lesões sem tratamento na pele e nos tecidos de suas vitimas, que no caso especifico são os cachorros. Mas esta espécie de mosca (Cochliomyia hominivorax) pode infectar com seus ovos e larvas qualquer animal que esteja a seu alcançe desde pássaros ate repteis  incluindo obviamente os mamíferos. Bastando para isto que estes animais apresentem as condições propicias como terem lesões no corpo e estarem vulneráveis a sua ação oportunista. A Mosca Cochliomyia hominivorax tem como cor caracteristica o verde metálico, e atinge uma dimensão media que varia entre  1,4 a 1,8cm de comprimento. A mosca Cochliomyia hominivorax tem como habitat tanto as regiões rurais quanto os grandes centros urbanos. Não possuindo predileção especial por nenhuma região tanto rural como urbana, e sendo portanto abundante em ambas.

E após a colocação dos ovos, nas lesões cutâneas de suas vitimas, que ira servir de hospedeira e ser parasitada por suas larvas após a eclosão dos ovos. As larvas da mosca Cochliomyia hominivorax se alimentarão continua e vorazmente dos tecidos expostos pelas lesões sob a pele (Miiase Cutanea). Aumentando e aprofundando em grandes proporções estas  lesões, atingindo os  vasos sanguineos e linfáticos provocando diversas e gravíssimas infecções bacterianas, com as lesões exalando um intenso odor fétido. E que se não forem rápida e devidamente diagnosticadas, tratadas e medicadas por um  veterinário, provocaram rapidamente a morte do cachorro. E as larvas da mosca Cochliomyia hominivorax devido a sua voracidade podem alcançar inclusive os orgões vitais do hospedeiro parasitado (Miiase Cavitaria), causando também quase que imediatamente o óbito do cachorro acometido.                                                                      

E o tratamento e a medicação, do cachorro acometido por este tipo de miiase, conhecida vulgarmente como bicheira, e que é causada pela larva da mosca varejeira. Deve ser feito com o diagnóstico e acompanhamento de um veterinário, e consiste a principio em manter sempre as lesões limpas e higienizadas com soluções antissepitcas. Eliminando-se também a presença da mosca Cochiliomyia hominivorax, e higienizando o ambiente do cachorro para se evitar uma nova infecção. A dois tipos de repelentes sistémicos, um tipo e para ser utilizado também no ambiente juntamente com o material desinfetante para higienização. e o outro tipo e para ser aplicado diretamente no cachorro, em ambos os casos deve-se ter a prescrição e o acompanhamento de um veterinário. Faz-se também necessário a utilização de antibióticos e antiflamatorios também devidamente prescritos e supervisionados por um veterinário, caso as lesões tenham se estendido e se aprofundado no tecido causando infecção bacteriana e inflamação pustulenta no local da lesão. Sendo necessário em certas ocasiões em que a infestação de larvas for muito grande, e a região atingida muito extensa e profunda, fazer-se a extraçao das larvas cicurgicamente, principalmente se as larvas da mosca Cochilioyia hominivorax tiverem alcançado algum órgão.                                                                                                                          
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Cachorro com Berne.



Cachorro com Berne:  Berne e como se denomina a larva da mosca da espécie Dermotobia Homanis que parasita o cachorro fixando-se e fazendo inicialmente um pequeno orifício em sua pele na qual depois penetra ate 2 cm, causando edemas localizados com postula e também muita dor e irritação ao cachorro, principalmente quando se movimentam no orifício pois possuem micro espinhos em volta do corpo. E este orifício no qual se abrigam-se  e  se nutrem no tecido subcutâneo,  permanece aberto durante todo o ciclo de vida da larva, permitindo assim a sua respiração através do mesmo, enquanto a esta larva se desenvolve alimentando-se do tecido subcutâneo do cachorro.  A mosca da espécie Dermatobia Homanis que e responsável por esta enfermidade o Berne geralmente habita regiões rurais, sendo raramente encontrada nos grandes centros urbanos. 

A mosca  Dermotobia Homanis causadora do berne tem entre 120 a 160 mm de comprimento, e seu  abdome tem  cor caracteristica de azul metálico. Outra caracteristica própria da mosca Dermotobia Homanis que a difere de outras espécies, e que ela não deposita seus ovos diretamente sobre a pele dos potenciais hospedeiros de suas larvas, que no caso especifico são os cachorros, e sem predileção por qualquer tipo de raça, com suas larvas vitimando igualmente a todas. A mosca Dermotobia Homanis caça primeiramente outras espécies de moscas, mosquitos e ate alguns tipos de bezouros hematofagos,  e ao captura-los deposita seus próprios ovos nos seus abdomens. E serão estas moscas ou besouros hamatofagos, que após esta captura e operação efetuadas pela mosca Dermotobia Homanis que irão disseminar esses mesmos ovos em seus hospedeiros definitivos, ao parasita-los sugando-lhes o sangue.  E no caso especifico as vitimas e os hospedeiros definitivos são os cachorros.  

Após fixarem-se sobre a pele do cachorro, as larvas fazem um pequeno orifício e penetram no tecido subcutâneo, onde se abrigam, se alimentam e se desenvolvem, período este  que leva em media de 37 a 52 dias. E a medida que se desenvolvem e crescem, vão alargando e aprofundando este orifício que toma a forma de uma cápsula, mas sempre mantendo uma abertura para que possam respirar, podendo atingir este orifício capsular uma profundidade de ate 2 cm. e com 0.7 a 1,1 cm. de largura. E durante este processo de desenvolvimento continuo da larva da mosca Dermotobia Hominis e seu consequente crescimento, o cachorro e acometido por  fortes dores e uma grande inflamação pustulenta no local do orifício. E após a conclusão deste estagio larval ( 37 a 52 dias), a larva sai da cápsula e vai para o ambiente, transformando-se em pupa e abriga-se criando um casulo protetor. O estagio de pupa leva em torno de 31 a 44 dias para finalizar-se, quando então a pupa deixa o casulo protetor e transforma-se na mosca  berneira Dermatobia Hominis.  E neste estagio o ciclo de vida da mosca da espécie Dermotobia Hominis e de somente 24 horas. 

A melhor forma de prevenção do parasitismo da larva da mosca Dermotobia Hominis, com seus respectivos sintomas e enfermidades, e evitar o contato do cachorro com as moscas e mosquitos  hematofagos e os respectivos ambientes propícios aos mesmos. Assim que identificados os sintomas caracteristicos do berne deve-se imediatamente procurar auxilio e orientação de um veterinário, para um diagnóstico, tratamento e medicação adequadas,  inclusive evitando  riscos a saúde e também maiores sofrimentos ao cachorro. A extração da larva deve ser feito por um veterinário, pois caso seja feita de maneira inadequada pode-se deixar resíduos da larva no orifício, que depois calcificam  formando nódulos, podendo causar infecções e ate tumores. E quanto aos medicamentos o veterinário deve também prescrever e acompanhar a sua administração, pois certos medicamentos como ivermectina que se usa na forma injetavel, podem causar  lesões neurológicas, convulsões, inflamação nas meninges e inclusive com o risco de levar o cachorro ao óbito. E também os medicamentos como os repelentes sistémicos a base de fention, piretroides sinteticos ou diclorvos devem ser administrados somente com orientação e supervisão de um veterinário.


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Cachorros Presos.



Cachorros Presos: Atualmente apesar de toda evolução que houve no tratamento dado aos cachorros, fazendo com que deixa-se de ser um animal que geralmente era utilizada apenas na função de guarda ou alarme das casas, para torna-sem praticamente mais um membro da família. Entretanto muitos cachorros na atualidade, ainda são criados sem a mínima liberdade, sejam presos em correntes ou presos dentro de canis de forma praticamente continua 24 horas por dia. Inclusive estes são procedimentos que já deveriam ter até sido abolidos e até proibidos em nossa sociedade, pois em muitos casos tais procedimentos tem como objetivo principal se criar um cachorro de guarda extremamente feroz, e que acabam se transformando em verdadeiras feras incontroláveis. 

E em outras situações, é simplesmente por pura negligência, comodismo, ignorância e indiferença para com a natureza e as necessidades psico-interativas e emocionais dos cachorros, pois são seres essencialmente sociais e dotados de grande capacidade de nutrir sentimentos e emoções. E como o cachorro e um animal essencialmente social, o contato com outras pessoas, outros cachorros e até outros animais. É tão importante e fundamental para o desenvolvimento físico e emocional de um filhote quanto são a sua comida ou água. Pois os cachorros domésticos não são capazes de sobreviver sozinhos, e é a partir deste contato e do afeto que eles começam a entender o mundo e aprender limites, regras e costumes próprios da espécie. 

E ao contrário dos gatos que são animais independentes, os cachorros dependem fundamentalmente das conseqüências de seus atos para saberem como se comportar, e quais são as regras da matilha. E sem esta referencia o filhote fica desorientado, e sem nenhuma noção se os seus atos estão, ou não, de acordo com os costumes da matilha. Inclusive estes cachorros ficam sem saber como se comportar em público, e não sabem nem mesmo se existe um lugar certo para fazer as suas necessidades, já que sempre viveram confinados no local onde tais necessidades são feitas. Não que necessariamente os canis tenham que ser fedidos e sujos, mas tal cachorro elege dentro do canil, ou no dentro do raio de ação que sua corrente permite, um local para servir de banheiro, inclusive até por falta de opção. 

E por estarem sempre presos, quer seja em gaiolas ou em corrente, estes cachorros geralmente costumam ser extremamente estressados e destrutivos, já que nunca foram educados a ficar entre as pessoas, ou dentro de uma casa. Ao se verem soltos, correm desesperados e desorientados por todos os cantos derrubando tudo o que vêm pela frente. E é lógico e evidente que este é o “método” ou o procedimento que dá menos trabalho. Pois o seu responsável acha que simplesmente alimentando tal cachorro, e brincando com ele por alguns minutos diários, o seu trabalho está feito. Ledo engano, pois estes cachorros tem um tipo de vida com uma rotina constante e quase imutável que é absolutamente inadequada e contraria a sua própria natureza.  

Pois cachorros presos normalmente não tem a mesma liberdade de correr, brincar, cavar buracos, fuçar no jardim, ou explorar o ambiente onde vivem. E o problema é que tais atividades que aos olhos humanos parecem não passar de brincadeiras. São exatamente as atividades preparatórias para que este filhote possa se desenvolver física e emocionalmente, e aprimorar as suas habilidades naturais e inerentes como caçador, ou como guarda, como cachorro de trabalho, etc. Além disso, ainda se tem o grave e até cruel problema que a aflige a grande maioria dos cachorros criados presos, que é a solidão, pois são cachorros extremamente solitários. e tal solidão costuma gerar cachorros com problemas graves de temperamento como ansiedade, agressividade, carência extrema, hiperatividade, medo, e impulsividade. 

E inclusive muitas vezes, tal método estratégico é usado para se acentuar a ferocidade em cachorros que serão utilizados para a função de guarda. Porém, o que se vê é que esta situação cria muitas vezes cachorros extremamente agressivos, desequilibrados e quase que incontroláveis. E que são obviamente incapazes de avaliar e distinguir a diferença entre uma criança entrando em seu território e um ladrão. Pois cachorros que são criados presos raramente têm contato com muitos humanos, e, portanto, para eles qualquer pessoa estranha a ele, inclusive crianças, são potencial e  virtualmente perigosas. E em muitas circunstâncias, até mesmo as pessoas da casa podem parecer tremendamente perigosas a este cachorro, que nunca pode sair da corrente ou de seu canil, e, consequentemente, não conhece nada além de seu pobre e limitado mundo. 

E muito ao contrário do que estes responsáveis pelos cachorros pensam, eles não estão somente criando um cachorro feroz e destemido. Estão sim, na realidade criando um monstro incontrolável e medroso que responde a tudo o que lhe é desconhecido da única forma que ele conhece, atacando. Pois como pode ser destemido, um cachorro que nunca pode explorar nada além do raio de sua corrente ou a gaiola de seu canil. Ou será que alguém pode mesmo achar que um cachorro que ataca uma criança é realmente destemido? Absolutamente que não, pois este cachorro ataca a criança por achar que aquele pequeno humano poderia lhe ser potencialmente perigoso, e isto não é coragem. 

E sim na realidade a mais explicita demonstração de medo. E para que um cachorro se desenvolva de uma forma saudável fisicamente e emocionalmente é fundamental que ele tenha liberdade para brincar e explorar, pois é isto que fará dele um adulto saudável e corajoso. Da mesma forma, é fundamental que ele possa ser socializado e inclusive ter contato com pessoas de idades diferentes, com crianças e adultos e tambem outros cachorros e animais. para que ele possa ter bases para saber distinguir e avaliar uma situação de perigo de forma equilibrada e segura. Pois somente um cachorro estável é capaz disso, e filhotes criados presos jamais serão cachorros adultos estáveis.

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Doença Endócrina - Cachorros.



Doença Endócrina - Cachorros: A Síndrome de Cushing é uma doença endócrina que se caracteriza por uma produção excessiva de cortisol pelas glândulas supra-renais, e pela manifestação de diversos sintomas simultâneamente. E que inclusive acomete e se manifesta mais frequentemente em cachorros das raças Poodles, Dachshunds, Boxers e alguns Terries na faixa etária acima de seis anos, mas que entretanto pode acometer outras raças tambem.  E são vários os sintomas apresentados pela Síndrome de Cushing, pois cinicamente esta doença associa simultâneamente numerosos sintomas. E mesmo que aparentemente o estado geral dos cachorros que são acometidos pela síndrome de Cushing pareça satisfatório, eles apresentam-se frequentemente obesos. 

Isso é perceptível pela distribuição peculiar da gordura, que se localiza principalmente na região inferior do abdômen, criando o que se denomina como ventre pendular e tambem na altura do pescoço que se denomina de pescoço de bisonte. Além disso, observam-se, na maior parte dos casos, transtornos cutâneos como alopecia que é a falta de pelo em determinadas áreas, que se distribui de forma simétrica nos flancos e no abdômen, hiperpigmentação da pele criando manchas negras, geralmente finas mas com algumas áreas espessas, observando-se nelas numerosas pequenas bolhas. A estes sintomas associa-se uma poliúria e polidipsia, situação em que o cachorro urina e bebe agua bem mais do que o normal. No entanto, geralmente é por outros sintomas que geralmente se acaba levando o cachorro ao veterinário. 

Como perturbações musculares ou dos ligamentos, anomalias da função da reprodução, dificuldades cardiovasculares, respiratórios e tambem sintomas neurológicos, principalmente quando a doença é originada por lesões tumorais da hipófise. E as causa da Síndrome de Cushing muitas vezes é conseqüência de um tumor hipofisário funcional, localizado na região que controla a atividade supra-renal e, em particular, a secreção de glicorticóides, entre eles o cortisol. E em condições fisiológicas normais, um hormônio hipofisário, o ACTH, regula a síntese de cortisol nas supra-renais, porem quando há ocorrência de tumor da hipófise, a secreção de ACTH torna-se excessiva e, consequentemente, a produção de cortisol é elevada de forma anormal. 

Entretanto a secreção excessiva de ACTH também pode ser devida a um mau funcionamento da hipófise, que se encontra na dependência de um fato hipotalâmico. Pode-se ter tambem ainda uma hiperplasia idiopática do córtex adrenal, que é um aumento do córtex da supra-renal, que ocorre  comumente no tratamento prolongado de doenças crônicas onde se utilizam corticóides. Podendo tambem ser ocasionado por uma causa muita rara na espécie canina, que é devido aumento excessivo do nível de cortisol, que é decorrente de um tumor nas grandulas supra-renais. E o diagnóstico da Síndrome de Cushing deve ser feito duas etapas, em que a primeira consiste em identificar a doença baseando-se nos sintomas clínicos e a segunda, em determinar a sua causa, a fim de se escolher o tratamento mais adequado. 

Sendo que o exame clínico não deve se descuidar de nenhum dos sintomas citados anteriormente e prestar uma particular atenção às perturbações cutâneas e urinárias. E os exames de laboratório, que devem enfatizar as análises hormonais, têm por objetivo revelar o excesso de cortisol no sangue.  A estas dosagens segue-se uma exploração endócrina, mais cuidadosa que permite localizar, com precisão, o nível de lesão, que quase sempre é hipofisária, podendo ocorrer excepcionalmente na grandula supra-renal, que é a causadora do excesso de cortisol. Nos raros casos em que se suspeite de um tumor supra-renal, pode-se acrescentar aos exames anteriores um exame radiológico do abdômen, ou mesmo uma ultrassonografia, para procurar a eventual presença de uma massa na frente dos rins. 

E o tratamento basicamente depende da lesão que tiver produzido a doença, e na maior parte dos casos, a terapêutica é médica e visa procurar reduzir a produção de cortisol, entretanto nos cachorros somente alguns medicamentos são eficazes. Com o tratamento, os sintomas regridem, progressivamente; a poliuria e polidipsia desaparecem no fim de duas ou três semanas e os sintomas cutâneos, num prazo de 3 a 6 meses. Entretanto apesar de todas as precauções que se possam tomar, o tratamento pode ter efeitos colaterais e secundários. E em caso de tumor hipofisário ou supra renal, pode haver a necessidade de se fazer uma intervenção cirúrgica.


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Rivalidade - Cachorros.



Rivalidade - Cachorros: Esse é um problema que ocorre frequentemente entre muitos cachorros, e que preocupa muitos aos responsáveis por cachorros, principalmente os que passam diretamente por este problema. Pois há alguns cachorros que simplesmente não podem nem cruzar com outros na rua, que já demonstram imediatamente uma atitude extremamente furiosa e agressiva, enquanto outros vivem em constante conflito com os demais cachorros da mesma casa. E tanto numa situação quanto na outra, é necessário entender onde se originou esta atitude comportamental para se poder corrigi-la, vamos então analisar melhor as situações mais comuns. 




-Em que uma delas é o caso de cachorros que brigam com quaisquer outros que encontram pela rua, este é o típico caso de cachorros que foram mal socializados, e com isso acreditam que a simples aproximação de outro cachorro significa um perigo real. Isto faz com que eles sempre reajam agressivamente quando confrontado com outro cachorro. E para resolver este problema, o responsável pelo cachorro tem que fazer um trabalho de modo a acostuma-lo à presença de outros cachorros por perto, ou seja, este cachorro precisa passar pelo processo de socialização. E quanto mais jovem for o cachorro, mais fácil será este processo, e melhores serão os resultados. Um cachorro adulto que passar por este aprendizado possivelmente nunca chegará a ser um cachorro super  sociável, mas é muito possível que se consiga fazer com que ele seja capaz de cruzar com outro na rua sem atacá-lo.


-E outra situação muito comum, mas que entretanto não requer qualquer preocupação por parte dos responsáveis. São os cachorros que reagem agressivamente sempre que outro passa pelo seu portão na rua. Pois esta é uma manifestações agressiva, que não é nada mais do que a forma do cachorro da casa mostrar ao cachorro passante que aquele território é dele, e por ele será bravamente defendido. Porem em alguns casos, esta situação pode gerar a chamada agressividade redirecionada, pois o cachorro por não conseguir ou ser impedido de atacar o outro que passa na rua, acaba por atacar outro cachorro da própria casa. Se esta situação, porém, provocar grandes problemas, o melhor é afastar estes cachorros do portão, ou adaptar o portão de forma que os cachorros de dentro da casa não possam ver a rua. , eliminando-se desta forma a origem da agressividade.


-E tem a situação de cachorros machos que brigam com outros machos em locais públicos, esta é uma briga que envolve dominância, e originada muitas vezes uma má socialização. Quando o macho se desenvolve sexualmente costuma disputar as posições hierárquicas mais altas com os demais machos da matilha. Pois os cachorros dominantes conquistam a prerrogativa de poder copular com as fêmeas no cio antes dos demais, assim como tambem ter acesso à comida também antes dos subordinados, portanto ocupar uma posição hierárquica alta é muito importante para os machos. E o problema ocorre principalmente porque certos machos muito dominantes não suportam conviver com outros machos, atacando-os sempre. Estes casos podem ser resolvidos com bastante facilidade, mas requer que o responsável saia da postura de mero espectador da briga, para tomar uma postura de líder, e fazer com que seu cachorro passe a obedecê-lo,  comportando-se melhor em público.  E este cachorro tem que ser vigiado bem de perto, e na menor demonstração de contrariedade, seu responsável deve reprimi-lo, e a liderança do responsável deve ser reforçada o tempo todo. Inclusive quando este tipo de cachorro não é brecado a tempo, ele se torna bastante inconveniente, passando a ser um cachorro de difícil obediência e quase incontrolável.


-E tambem de cachorros que brigam com os outros da mesma casa, e esta é uma situação cronica e bastante seria e delicada envolvendo cachorros briguentos,  e vários são os relatos de cachorros que se digladiam no quintal da casa, muitas vezes sendo inclusive necessário que tais cachorros fiquem em quintais separados definitivamente. Algumas vezes estes comportamentos podem acontecer até com as fêmeas, e ser desencadeados devido a alterações hormonais, pois algumas fêmeas quando no cio assumem uma atitude muito agressiva com outras fêmeas da mesma casa. Porem esta é uma situação provisória que dura enquanto durar o cio, ou ainda, dura enquanto durar a alteração hormonal. Nestes casos o melhor a fazer é optar pela castração da fêmea. Se ela não entra no cio, não terá esta mudança de comportamento, pois não terá alterações hormonais. Situações parecidas podem ser observadas também quando certas fêmeas logo após o parto, e no ímpeto de proteger sua ninhadas, tais fêmeas viram verdadeiras feras com os demais cachorros da casa, e até mesmo com humanos. O melhor aqui é evitar que outros cachorros tenham acesso aos filhotes, e que o menor número possível de humanos se aproxime da cria até que os filhotes tenham pelo menos 25 dias.


-Há tambem o caso de cachorros que brigam sempre, mas somente quando seus responsáveis estão por perto, trata-se claramente de um problema de hierarquia. O problema ocorre pelo fato dos responsáveis por tais cachorros se esforçarem sempre em trata-los igualmente, e então a confusão se instala definitivamente. Pois a sociedade canina é composta por posições hierárquicas muito rígidas e muito bem definidas, e por isso mesmo funciona perfeitamente. E quando os humanos resolvem tratá-los de forma igual, os cachorros recebem a mensagem de que seus responsáveis não entenderam quem é o líder canino, com isso eles brigam constantemente na frente do responsável para que este perceba quem é o líder, e o trate como tal. Outras vezes não há tratamento igual, mas os responsáveis privilegiam o cachorro subordinado, invertendo a hierarquia canina. E enquanto tais responsáveis não obedecerem a hierarquia que os cachorros naturalmente estabeleceram, jamais irão acabar com as brigas dos cachorros em casa. E para se resolver e se melhorar significadamente a convivência entre 2 cachorros em uma mesma casa, e evitar que estas brigas ocorram, deve-se procurar entender como funciona a estrutura hierárquica canina, como ela se desenvolve e como se pode agir para reforçá-la.


-A principio deve-se procurar e identificar quem é o cachorro líder, e a melhor maneira é se ficar muito atento ao comportamento dos cachorros. Entretanto não se deve esperar, e nem se usar critérios em que a definição da liderança seja feita segundo a lógica humana. Pois nem sempre o cachorro mais velho irá ser o líder, nem sempre o cachorro maior será o líder, e nem sempre o cachorro de guarda dominará o cachorro de companhia. A lógica canina é outra, e deve-se ficar bastante atento no acesso dos cachorros aos brinquedos, à comida, à água, etc...  Pois quando dois cachorros correm atrás de uma bolinha, e um deles recua na hora de abocanhar essa bolinha, para que o outro pegue, é por que o que pegou a bolinha é o líder.E tambem quando dois ou mais cachorros passam por uma porta, ou outra passagem qualquer, o líder sempre passará primeiro que os demais. Ou quando dois deles vão tomar água, o líder tomará água primeiro, e o subordinado irá esperar até que o líder termine, para se aproximar da água. E quanto mais clara for a hierarquia entre os cachorros da sua matilha, mais harmoniosa e tranquila será a convivência entre eles.


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Finalmente! Você poderá adestrar e educar o seu cachorro, com apenas alguns treinamentos básicos, fáceis e de simples execução. 
E o seu cachorro irá lhe obedecer fielmente de uma forma facil e natural.

Você mesmo poderá ensiná-lo a deixar de destruir suas coisas, a latir só quando necessário, ou o melhor a fazer suas necessidades no lugar correto e ainda irão passear sem arrastar você junto...


Cachorro Sardento.



Cachorro Sardento:  A Sarna sarcoptica ( Sarcoptes scabiel) que acomete os cachorros e causada pelo ácaro (artrópode) da espécie Sarcoptes scabiei canis.  E a sua variante Sarcoptes scabiei hominis e causadora nos seres humanos da Zoonose escabiose.  

E um acaro cujo a fêmea tem um tamanho maior que o macho, quando adultos possuem 08 patas e no estagio larval possuem 06 patas, e sua respiração e feita pela pele. E e um parasita que sobrevive muito pouco tempo na ausência de um hospedeiro, conseguindo sobreviver no máximo de 5 a 7 dias sem parasita-lo. 

A postura de ovos da fêmea que e ovípara e feita parcialmente, a medida que a fêmea vai avançando e escavando túneis na epiderme do seu hospedeiro, ela vai depositando seus ovos. E a postura de ovos desta forma localizada, parcial e em tempos diferentes, acarreta diferentes períodos de incubação dos ovos e ocasiona uma infestação de larvas geradas por uma mesma fêmea por um prazo de ate 02 meses.

Após esta fase ocorre a eclosão dos ovos e o aparecimento das larvas, e depois de se desenvolverem as larvas passam ao estagio de ninfa, a transformação das larvas em ninfas tanto pode ocorrer nas galerias escavadas na epiderme em que os ovos foram depositados ou sob a pele do hospedeiro. 

A passagem do estagio de larva para adulto imaturo ocorre sob a pele do hospedeiro, e somente após a fertilização são considerados completamente adultos, este ciclo se completa entre 15 e 17 dias. Todos os estágios de vida do acaro Sarcoptes scabiei canis do ovo ao estagio adulto (ovo-larva-ninfa-adulto) ocorrem no próprio hospedeiro parasitado. E após se transformar em acaro adulto e fixar-se na pele do hospedeiro, o parasita Sarcoptes scabiei recomeça todo ciclo.


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Cachorro Novo na Casa.



Cachorro Novo na Casa: Não há como prever como um cachorro ira reagir à chegada de um novo cachorro na casa, principalmente se for um cachorro territorialista e dominante.  E esta imprevisibilidade costuma deixar muitos responsáveis bastante ansiosos, e se auto-indagando. Sobre qual será a reação de seu atual cachorro, com a vinda de mais um integrante canino para a casa. Pois será que ele vai aceitar, será que vai ficar enfurecido, enciumado, será que vai sofrer ou até ficar doente? E se for um filhote, que venha a ser muito menor que o adulto da casa, tem-se o receio de o adulto vir a ferir o filhote, e até gravemente. E se o cachorro ou até mesmo o filhote for de uma raça de grande porte, e o cachorro da casa for de pequeno porte, neste já a o receio de poder acontecer de o novo cachorro não perceber a sua força, e vir a machucar o adulto. 


Enfim o que pode vir a acontecer?   O que é normal? O que pode ser considerado fora dos limites? E a primeira coisa a salientar aqui, é que os cachorros nasceram para viver em grupos, sejam eles compostos de humanos, caninos, ou dos dois.  Por isso mesmo na grande maioria das vezes todos se adaptam e se ajeitam.  Porém esta fase de adaptação pode ocorrer de forma bem diferente do que imaginamos.  E isso acontece por que geralmente se espera que os cachorros tenham atitudes típicas dos humanos, e não dos caninos.  Daí, muitas atitudes normais na linguagem canina  nos podem parecem tremendamente agressivas. Vamos portanto analisar as coisas do ponto de vista deste cachorro, que se vê tendo que dividir um território que até então era só dele. 


De repente há um filhote cheio de energia, e que inclusive rouba a atenção de todos.  O cachorro adulto deixa de ser mais um membro da matilha humana, e começa a fazer parte de uma matilha canina.  E como tal, precisa impor limites ao filhote, para mostrar que eles são muito diferentes, que o filhote lhe deve respeito, e não pode esperar que este brinque com ele como os demais irmãos de ninhada. Ora, na linguagem canina estas mensagens são transmitidas através de rosnados, latidos, e pressionando os dentes sobre o focinho do filhote, porem muitas vezes também o adulto ignora o filhote. E tudo isso deve ser permitido e tolerado, por mais que nos pareça cruel, e é importantíssimo que possamos permitir que o adulto estabeleça ordem entre eles, pois só assim eles poderão formar de fato uma matilha, e viver harmonicamente. 


E em situações normais, geralmente não acontecem agressões físicas, ficando tudo somente no nível da ameaça. Porém, obviamente ter cachorros de tamanhos muito distintos não é muito recomendável,  pois muitas vezes o cachorro grande pode machucar gravemente o cachorro pequeno, mesmo que a intenção original não seja essa.  Entretanto, se o cachorro pequeno for o mais velho, não se surpreenda se ele dominar o filhote, mesmo que este seja 10 vezes maior que ele, pois não é o tamanho que define a liderança, e sim o temperamento. Inclusive na maioria das vezes em que há maiores confusões, elas são causadas geralmente pela interferência humana. Pois no ímpeto de proteger o filhote, os humanos acabam privilegiando-o, mimando-o, e repreendendo e até brigando com o cachorro adulto por seu comportamento por eles considerado cruel. 


E com esta atitude só conseguimos passar a mensagem de que o líder não é o cachorro adulto, o que faz com que este se veja na obrigação de mostra-nos mais claramente de que o líder é ele. E para fazer isto, ele simples e naturalmente acaba novamente atacando o filhote, mostrando que ele é por ser o mais velho e forte, é o verdadeiro líder. Pois o correto, nestes casos, é deixar que eles se entendam livremente e sozinhos, e gradualmente o filhote vai aprendendo como deve se comportar com o outro, e as coisa vão entrando no eixos, pois é assim que acontece quando estão livres na natureza, e é assim que deve ser tambem no ambiente humano.  E tambem é muito importante que se faça a apresentação e o entrosamento entre os cachorros de forma gradual. 


E se for possível, deve-se levar os dois cachorros a um “território neutro”,  pois desta forma, a principio o adulto não irá encarar o filhote como um intruso, o que irá auxiliar e facilitar bastante o contato entre eles. Se a opção acima não for possível, uma boa alternativa é colocá-lo em áreas ou cômodos separados, onde eles não poderão se ver, pois o contato visual muitas vezes pode incitar uma disputa furiosa e ser muito ameaçador. Porém devido a proximidade, eles poderão sentir o cheiro um do outro pelo, e ir se habituando e aceitando de forma gradual e natural a presença um do outro. E não há necessidade de pressa, deixe que eles sintam o cheiro um do outro tranquilamente, sem apressá-los. 


E quando se perceber que eles já estão bastante acostumados com os seus cheiros e relaxados, pode-se permitir que haja um contato visual. E para ajudar no seu entrosamento, pode-se pegar dois pedaços de pano ou flanela e esfregar no corpo de ambos os cachorros, o novo e o cachorro da casa, e depois coloque estes mesmos panos debaixo do prato de comida dos cachorros.  Assim eles irão associar o cheiro do outro a uma experiência muito prazerosa, e diretamente ligada a sua sobrevivência, o que também irá facilitar muito no entrosamento e na aceitação entre eles. E tambem ajuda muito brincar com o cachorro da casa, principalmente se o outro ainda for filhote e estiver por perto. 


Deve-se mostrar ao cachorro da casa, que o lugar dele na "matilha" continua intacto. E tambem saia frequentemente para passear só com ele, para que ele possa ter algum tempo sozinho com você. Lembre-se sempre de respeitar a hierarquia da matilha, e cumprimente sempre o adulto primeiro, da mesma forma ele deve ser alimentado em primeiro lugar. E não trate o filhotinho de maneira privilegiada, fazendo concessões a ele, pois não há nada de penoso nesta relação, e quanto mais claros forem os limites que você impuser a eles, mais rapidamente as coisas se ajeitarão entre todos. Pois deve-se se basear e se orientar em uma relação comportamental que se assemelhe a organização de uma matilha, e inclusive saber se situar e ver o seu papel nisso tudo.  Pois as brincadeiras entre os cachorros costumam aparentemente serem bastante agressivas, e quase sempre elas envolvem lutas ou perseguições. 


E é desta forma que o filhote desenvolve suas habilidades para tais atividades, e os cachorros apreciam e costumam se distrair muito desta forma. Portanto, a menos que haja uma situação clara de agressão, nenhuma interferência ou atitude deve ser tomada. Inclusive, se o cachorro adulto nunca demonstrou qualquer distúrbio de comportamento, não há motivo para acreditar que começaria a demonstrar a partir desta mudança em sua vida. Pois a chegada de um novo cachorro não seria motivo para vir à tona um possível comportamento perverso enrustido. E se você conhece seu cachorro, e sempre observou ele não tem atitudes característicamente  agressivas, tudo terminará muito bem. E o mais importante,não se apavore ou faça um drama, cada vez que o adulto rosnar para o filhote, pois essencialmente na verdade, ele está inclusive te ajudando a educa-lo. 





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Cachorros - Insetos Sugadores.



Cachorros - Insetos Sugadores: As pulgas são insetos da ordem dos Siphonaptera, e existem a milhares de anos, estudos científicos indicam a existência de ancestrais da pulga na Era Paleozóica ( 225 a 280 milhões de anos ).  No Brasil elas foram introduzidas no século XVI, pelos europeus e seus animais respectivamente na época da colonização. E existem milhares de espécies de pulgas, cerca de 2500 em todo o mundo, porem as que parasitam preferencialmente os animais domésticos e os seres humanos são especificamente quatro espécies. Sendo a Pulex irritans a espécie de pulga doméstica que parasita preferencialmente os seres humanos. E a Xenopsylla cheopis é a espécie de pulga que parasita o rato do esgoto (ratazana), e é a espécie que pode transmitir aos seres humanos a Peste Bubônica. A Ctenocephalides canis, é a espécie que parasita preferencialmente os cachorros, e a Ctenocephalides felix que e a espécie que parasita preferencialmente os gatos.

Sendo que no Brasil, as espécies predominantes são as Ctenocephalides canis e a Ctenocephalides felix, e existem alguns aspectos fundamentais a se considerar em relação a estas quatro espécies, pois são insetos parasitas hematófagos, que se nutrem consequentemente do sangue do hospedeiro que parasitam. E embora cada uma delas tenha predileção por parasitar o seu hospedeiro especifico, porem na ausência destes, podem vir a parasitar qualquer um dos outros ( Seres humanos, Cachorros, Gatos e Ratazanas ). Podendo com isto transmitir diversas doenças graves e até fatais. E quando se detectada a presença significativa de pulgas no cachorro, é grande a probabilidade de que o ambiente esteja completamente infestado por elas. Pois a quantidade de pulgas presente no cachorro, é o equivalente a 5% do total de pulgas existente no ambiente nos seus diversos ciclos de vida.

E o ser humano não tem uma percepção direta desta infestação, porque as pulgas da espécie Ctenocephalides canis que parasitam os cachorros tem predileção pelos mesmos, e dificilmente parasitam o ser humano, só o fazendo quando da ausência prolongada da possibilidade de parasitar o seu hospedeiro preferencial que e o cachorro. E a pulga de espécie Pulex irritans, que parasita preferencialmente os seres humanos, habitam somente ambientes infectos e sem as mínimas condições de higiene, inclusive incluindo neste contexto as pessoas que os habitam. E a pulga Ctnocephalides canis que parasita os cachorros, aborda os seus hospedeiros com muita facilidade, não havendo sequer necessidade de contato direto, pois elas tem capacidade de darem proporcionalmente grandes saltos.  Os cachorros podem adiquiri-las facilmente passeando na rua, no gramado de um jardim, ou em um contato próximo com um cachorro hospedeiro.

Assim independente do cachorro ter um otimo tratamento e uma excelente condição de higiene, as pulgas invadem e podem fácil e rapidamente infestarem um ambiente sendo trazidas pelo próprio cachorro. E durante o seu ciclo de vida, a pulga passa por quatro estágios diferenciados e distintos, que podem variar de 12 a 170 dias, dependendo de fatores como temperatura e umidade do ambiente. Sendo que a pulga fêmea deposita em media 50 ovos/dia continuamente, e geralmente no próprio cachorro, entretanto uma grande parte acaba caindo no próprio ambiente. E que encontrando condições apropriadas de temperatura e umidade, eclodirão e irão se transformar em larvas em um período de 2 a 10 dias, e as larvas abrigam-se nos tapetes, nos tecidos, nas frestas, e se alimentam de detritos orgânicos e das fezes dos cachorros e das próprias pulgas.

E em um prazo médio entre 5 a 11 dias, as larvas criam um casulo onde desenvolvem o estagio de pupa, fase em que são extremamente resistente ao meio ambiente ou a produtos de detetização.  E após 5 dias as pupas já podem se transformar em pulgas adultas, entretanto necessitam encontrar um hospedeiro para concretizarem a mudança de fase, entretanto caso não consigam, conseguem resistir permanecendo no casulo e em jejum por um período de vários meses.  Geralmente os ciclos se completam entre 3 a 4 semanas, e depois disto as pulgas podem viver no hospedeiro por mais de 100 dias, se alimentando vorazmente de seu sangue e produzindo ovos continuamente, que é em torno de ate 50 ovos/dia em media a produção de uma pulga fêmea adulta. E a pulga Ctenocephalides canis que parasita o cachorro, alem de lhe transmitir diretamente varias doenças como anemias, viroses e verminoses, podem tambem parasitar e transmitir aos seres humanos doenças classificadas como zoonoses.

E atravez de sua picada, mesmo que inclusive não transmitam nenhuma doença, podem provocar nos cachorros a Dermatite Alérgica ou (DAPP-Demartite Alérgica Picada Pulga). Pois ao sugar o sangue do cachorro, a pulga injeta sua saliva, que possui propriedades anticoagulantes, e é este anticoagulante, que causa nos cachorros alérgicos a ele, uma coceira (prurido) intensa. E que tem como consequências, a queda de pelos, descamação da pele, feridas e um odor caracteristico e desagradável, podendo inclusive vir a desenvolver eczemas, dermatite pruriginoso e infecções cutânea (Pioderme). E está é uma doença em que não existe cura, somente   o controle e o tratamento, e pode também ser transmitida geneticamente dos genitores para os seus descendentes. E uma mínima quantidade de pulgas parasitando o cachorro, já e o suficiente para provocar o aparecimento dos sintomas da Dermatite Alérgica.

Devido a isto toda atenção se faz necessária, para eliminação imediata de qualquer eventual foco de pulgas que possam vir a parasitar o cachorro. E outra importante e grave doença, transmitida pelas pulgas aos cachorros, é uma verminose causada pelo parasita intestinal Dipylidium caninum, e que tambem é uma zoonose, e consequentemente tambem acomete os seres humanos (Dipilidioseespecie Ctenophalides canis que parasita os cachorros, é o vetor de transmissão do parasita intestinal Dipylidium caninum. Sendo a pulga o hospedeiro intermediário do Dipylidium caninum, que causa nos cachorros uma grave verminose, e no seres humanos a Zoonose Dipilidiose. Pois as pulgas quando estão na sua fase larval, ao se alimentarem das fezes de cachorros parasitados por pulgas contaminadas, acabam ingerindo os ovos da ténia do Cachorro (Dipylidium Caninum) existentes nestas mesmas fezes.

Pois os cachorros muitas vezes ao reagirem a irritação causada pelas pulgas, tentam livrar-se delas pegando-as com os dentes e as engolindo, e assim se inicia todo o processo em que o cachorro adquire o parasita, desenvolve a doença com suas consequencias e sintomas, e a transmite e a dissemina através de suas fezes. E os ovos existentes nas pulgas ingeridas pelo cachorro, vão se desenvolver e transformar-se em vermes dentro do seu intestino, completando assim o seu ciclo de vida, e alcançando  seu completo e pleno desenvolvimento. O Dipylidium caninum, ou ténia do cachorro, é um parasita do grupo das solitárias, que mede em media de 15 a 20 cm de comprimento, e tem  de 2 a 4 mm de largura quando na fase adulta. Pertence ao grupo dos chamados vermes chatos, que tem o dorso e o ventre achatados, ou Platelmintos como são denominados pela zoologia.

E na sua fase adulta são perfeitamente visíveis, já seus ovos são visíveis somente com auxílio de microscópio óptico, e encontram-se sempre agrupados formando o que se denomina sincício. E os ciclos de vida do parasita Dipylidium caninum, começam através dos seus  ovos, que são o estagio inicial da ténia do cachorro, e que são disseminados diretamente no ambiente ou através das fezes do cachorro parasitado. Sendo envolvidos e protegidos por invólucros chamados proglótides, que são semelhantes a grãos de arroz e que possuem mobilidade. E de dentro dos proglótides, saem os ovos dos quais se alimentam indiretamente as pulgas em seu estagio larval, atravez das fezes de cachorro e tambem das fezes de pulgas adultas contaminados, e no estagio larval, as Larvas do parasita Dipylidium caninum vivem e se desenvolvem no sistema digestivo  das pulgas adultas da espécie Ctenophalides.

E os cachorros reagindo a irritação causada pelas picadas das pulgas, e na tentativa de elimina-las, involuntariamente as engolem e consequentemente se transformam em seus hospedeiros. No qual a verminose do  parasita Dipylidium caninum desenvolvera seu ciclo final. A verminose transmitida aos cachorros pelo parasita Dipylidium caninum, e que tem como vetor a pulga Ctenocephalides canis, provoca nos cachorros acometidos pela mesma vários sintomas e debilidades. Como anemia e consequente prostração, diarreia com presença de muco e sangue, perda de pelos, emagrecimento e suscebilidade a contrair diversas outras doenças devido a baixa assimilação nutricional dos alimentos ingeridos. E tambem uma forte irritação na região anal, fazendo com que o cachorro esfregue constantemente o ânus no chão.

E dependendo da quantidade de infestação da verminose, ela pode inclusive até ocasionar ataques convulsivos no cachorro, pois o parasita Dipylidium caninum tambem secreta uma toxina que afeta o sistema nervoso dos cachorros acometidos. Inclusive se não for diagnosticada e tratada devidamente, esta verminose causada pelo parasita Dipylidium caninum pode provocar inclusive a morte do cachorro. Nos seres humanos esta doença se manifesta como uma Zoonose, que é a Dipilidiose, e zoonozes são doenças e infecções que são adquiridas principalmente por contato com animais domésticos, no caso especifico são os cachorros ou tambem pelo consumo de carne de animais contaminados da espécies dos bovinos e suínos. E a contaminação da Dipilidiose nos seres humanos, ocorre pelo consumo involuntário de ovos do parasita Dipylidium caninum através de alimentos contaminados, ou pelo contato das mãos com a boca.

O que acontece frequentemente e principalmente com crianças, que ao porem as mãos inconscientemente no chão ou em objetos contaminados e depois na boca, são mais sucetiveis ao contagio. Inclusive este tipo de zoonose acomete com maior frequência as crianças. E o parasita Dipylidium caninum, ao se instalar no intestino dos seres humanos, se desenvolve e cresce podendo medir ate 50cm de comprimento, sendo que os sintomas apresentados pelas pessoas acometidas são, anemia com consequente apatia e perda de peso, diarreia, dores abdominais e prurido anal, porem nos adultos os sintomas não são tão intensos quanto nas crianças. E deve-se procurar imediatamente o auxilio medico e tambem veterinário quando do aparecimento de qualquer sintoma caracteristico, para um exame e diagnóstico, pois tanto no caso da Verminose Dipylidium caninum, quanto da Zoonose Dilipidiose, há tratamento e cura, inclusive a Zoonose Dilipidiose, quando detectada cedo, pode ser tratado e curada sem muitas dificuldades.    




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