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terça-feira, março 04, 2014

Cachorros na Grécia Antiga.


Cachorros na Grécia Antiga:  As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. 

Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. 

As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. 

Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. 

Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. 
Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. 

Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. 

Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. 

E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. 

E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. 

Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. 

Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. 

Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. 

A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores.  No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. 

Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cachorros no Coliseu de Roma.


Cachorros no Coliseu de Roma:  As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. 

Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. 

As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. 

Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. 

Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. 

Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. 

Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. 

Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. 

E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. 

Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. 

Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. 

Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. 

Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. 

Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cachorros na Idade Media


Cachorros na Idade Media:   As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. 

Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. 

Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. 

Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. 

Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. 

Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. 

E sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. 

E foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. 

Mas apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. 

Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. 

Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. 

Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. 

Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cachorros na Pré Historia.


Cachorros na Pré Historia:  As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. 

Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. 

Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. 

Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. 

Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. 

No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. 

Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. 

E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. 

Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. 

Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. 

Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. 

Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. 

As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. 

Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cachorros na Inquisição.


Cachorros na Inquisição:  As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. 

Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. 

Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. 

Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. 

Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. 

Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. 

Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. 

A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. 

E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. 

Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. 

Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. 

Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. 

Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cronologia dos Cachorros.


Cronologia dos Cachorros:  As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. 

Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. 

Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. 

Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. 

Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. 

No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. 

Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. 

E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. 

Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. 

Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. 

Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. 

No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. 

No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cachorros Descendem dos Lobos.


Cachorros Descendem dos Lobos: As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. 

Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. 

As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. 

Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. 

Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. 

Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. 

Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. 

Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. 

E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. 

Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. 

Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. 

Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. 

A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. 

Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Cachorros no Egito Antigo.


Cachorros no Egito Antigo:  As origens do cachorro doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos, cujos crescentes estudos mudam em ambiente e datação dos fósseis. Uma das teorias aponta para um início anterior ao processo de domesticação, apresentando a separação entre os lobos e cachorros há cerca de 135 000 anos, baseados nos restos encontrados de canídeos com uma morfologia próxima à do cinzento, misturados com ossadas humanas. Outras teorias, cujas cronologias são mais recentes, sugerem que a domesticação em si começou há cerca de 30 000 anos, os primeiros trabalhos caninos e o início de uma acentuada evolução entre 15 000 e 12 000, e por volta de 20% das raças encontradas atualmente, entre 10 000 e 8000 anos no Oriente Médio. 

Além das imprecisões do período, há também discordâncias sobre a verdadeira origem. Enquanto especula-se que os cachorros sejam descendentes de uma outra variação canídea, as mais aceitáveis são a descendência direta do lobo cinzento ou dos cruzamentos entre lobos e chacais. As evidências baseiam-se também em achados arqueológicos, já que foram encontrados cachorros enterrados com humanos em posições que sugerem afetividade. Segundo estes trabalhos de pesquisa, o surgimento das variações teria ocorrido por seleção artificial de filhotes de lobos-cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos pré-históricos, alimentando-se de restos de comida ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. 

Os seres humanos perceberam a existência de certos lobos que se aproximavam mais do que outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles alertavam para a presença de animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Mais sedentários devido ao desenvolvimento da agricultura, os seres humanos então deram um novo passo na relação com os caninos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para os acampamentos na tentativa de serem utilizados. Com o passar dos anos, os animais que, ao atingirem a fase adulta, mostravam-se ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de exemplares dóceis, tolerantes e obedientes aos seres humanos, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda. 

Esse gradual processo, baseado em tentativas e erros, levou eventualmente à criação dos cães domésticos. Na antiga Roma, haviam mosaicos com o aviso Cave canem ("Cuidado com o cão"), e este era um aviso bastante comum nas vilas romanas, já que eram muito utilizados como cachorros de guarda nas casas. Foi ainda durante a Pré-História que surgiram os primeiros trabalhos caninos e, com isso, começaram a fortalecer os laços com o ser humano. Pois Cachorros de caça e de guarda ajudavam as tribos em troca de alimento e abrigo. Com o tempo, aperfeiçoaram o rastreio e dividiram o abate das presas com os humanos. Por possuírem alta capacidade de adaptação, espalharam-se ao redor do mundo, levados durante as migrações humanas e aparecendo em antigas culturas romanas, egípcias, assírias, gaulesas e pré-colombianas, tendo então sua história contada ao lado da do homem. 

No Egito Antigo, os cachorros eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, bem como utilizados na caça e adorados na forma do deus Anúbis. No continente europeu, mais precisamente na Grécia Antiga, os cachorros eram relacionados aos deuses da cura, e tinham templos destinados especialmente a eles. Neste período, também combateram junto aos exércitos de Alexandre, o Grande, espalhando-se pela Ásia e Europa. Na Gália, além de guardiões e caçadores, detinham a honra de serem sacrificados aos deuses e enterrados nos túmulos de seus donos. Durante o período do Império Romano, os cachorros, os exemplares fortes e de grande porte, foram utilizados para a diversão do público em grandes combates no Coliseu de Roma. 

Trazidos da Bretanha e da parte ocidental da Europa, eram bastante sanguinarios e agressivos durante os espetáculos, pois eram treinados para matar, principalmente prisioneiros, escravos e cristãos. E Sua fama de cachorros ferozes e mortais ficou tão grande que as raças da época quase foram extintas, devido a sua exagerada e incontrolavel agressividade, motivo pelo qual foi tambem muito utilizado durante as guerras. Atualmente os Cachorros têm sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com os Cavalier King Charles Spaniel.No princípio, após a sua domesticação os cachorros eram criados por suas habilidades de trabalho. 

E durante o fim do Império Romano, e com o mundo entrando na Idade Média, nesta epoca já haviam cachorros espalhados por todo continente europeu, levados pelos mercadores fenícios do Oriente Médio à região mediterrânea e adentrado as regiões conquistadas pelos exercitos romanos. E Foi durante esta época que os cschorros perderam o relativo prestígio conquistado anteriormente, já que doenças como a peste negra assolavam a Europa e eram os cachorros que comiam os cadáveres nas periferias das cidades. A Igreja Católica, enquanto instituição mais influente, passou a relacioná-los à morte e considerá-los criaturas das trevas. Sua mentalidade supersticiosa popularizou-os como animais de bruxas, vampiros e lobisomens. 

Tal influência, por incentivo da Inquisição, resultou em matanças de lobos, cachorros e híbridos. Indo ainda mais além, estipulou decretos que diziam que se qualquer preso acusado de bruxaria fosse visitado por um cachorro, gato ou pássaro, seria imediatamente considerado culpado de bruxaria e queimado na fogueira. Mas Apesar de toda esta perseguição, os cachorros conseguiram sobreviver, e com o fim da persiguição os remanescentes já começavam a ser vistos inclusive como otimos animais de companhia. E Durante o periodo do Renascimento, a visão negativa sobre os cachorros foi desaparecendo, já que caíram no gosto dos nobres. Durante este período, os cachorros eram utilizados para a caça esportiva e criados com todo cuidado dentro dos canis de cada castelo. 

Com as famílias livres para desenvolverem suas próprias raças, as variedades de cada região começaram a surgir. Estas novas raças eram consideradas tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo, e por isso, dadas de presente entre a nobreza, por representarem grande sinal de riqueza. Esta atitude ajudou a difundir ainda mais a variedade e a preservar determinadas raças, quando em seu lugar de origem acabavam exterminadas. Adiante, também na Europa, nasceram os cachorros de companhia, já que o apreço por eles crescia, principalmente devido a sua fidelidade. Guilherme de Orange dos Países Baixos chegou a declarar que seu cachorro o salvou de um atentado. 

Ao mesmo tempo que a diversidade crescia no continente, tribos siberianas usavam seus cachorros para praticamente tudo, já que eram bastante fortes e úteis para locomoção e outras atividades. Estes cachorros, importados da Sibéria, ajudaram o ser humano na conquista dos polos pelos primeiros homens a pisar no Polo Sul e Polo Norte, puxando seus trenós. No período das grandes navegações, os homens migraram ao Novo Mundo com seus cachorros. Apesar de não serem desconhecidos dos povos pré-colombianos, porem não havia nas americas uma variedade tão grande de raças. Também durante a conquista, a presença dos cachorros teve grande utilidade, pois nas guerras contra os nativos, farejadores eram utilizados para encontrar e matar os índios. 

A respeito disso, há a lenda de que, na atual República Dominicana, milhares de indígenas foram exterminados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, trinta cavaleiros e vinte cães rastreadores. Durante o século XIX, apesar de polêmicos, os treinamentos dos cachorros para lutas e guerras, ganhou popularidade como na época de Alexandre. Nessa fase, algumas raças foram compostas por cachorros menores, mais brutos e de musculatura mais forte, como o bull terrier. No século seguinte, eventos tornaram a marcar a evolução dos cachorros. As guerras mundiais extinguiram as raças das regiões mais afetadas e ajudaram a popularizar as variedades militares, como o pastor alemão e o dobermann, enquanto rastreadores. No Japão, em plena guerra, o imperador decretou que todos os cachorros que não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. 

Devido a isso, muitos criadores de akitas cruzaram seus animais com pastores alemães, para tentar fugir ao decreto. Os resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos pelos soldados, foram os primeiros na criação de mais uma nova raça. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego. Modernamente, apesar de fazer parte da história humana desde a imagem divina aos soldados das guerras, o cachorro tornou-se um animal de estimação apenas no século XX, já adaptado aos modos de vida dos seres humanos, devido a sua habilidade de fazer de diversos ambientes os melhores possíveis, e ao voltar suas capacidades de aprendizado à domesticação. Diz-se que esta mútua relação entre os dois mais numerosos carnívoros do mundo deve-se à compreensão e à evolução cerebral canina em entender e se adaptar a personalidade dos seres humanos.

Exterminio de Cachorros.


Exterminio de Cachorros:  Tem sido muito frequentes os casos de maus-tratos para com os cachorros e outros animais, assim como os casos de abandono, negligência, indiferença e toda a espécie de atos que conduzem a consequências de flagrante desrespeito para com a vida principalmente dos cachorros, que devido a sua maior integração, proximidade e dependencia para com as pessoas, e tambem pela sua capacidade de sentir e se emocionar com maior intensidade que outros animais de estimação, são os que mais sentem o trauma e a dor dos maus tratos e principalmente do abandono. 

E este tipo de atitude atroz e cruel é cometida frequentemente e em ritmo muito maior e mais rápido do que se imagina. Pois infelizmente, a uma legião de milhares de cachorros abandonados e carentes de tudo, largados e perdidos pelas ruas a espera de um simples gesto de carinho, de um pouco de alimento, ou de um lugar que os proteja de chuva e do frio. E esta realidade cruel e dantesca, so tem aumentado, principalmnete se considerarmos a tendencia crescente do número de recolhimentos de cachorros abandonados nas ruas que os canis municipais fazem, e que são mantidos nestes verdadeiros depositos de cachorros, em condições miseraveis e indignas até chegar a hora do terrível destino que é a eutanasia, ou morte pelo abate.

Em canis municipais do país encontram-se, não raras vezes, situações deploráveis de más condições de tratamento para com os cachorros, seja em questões minimas e essenciais como a alimentação, higiene e espaço fisico, pois é um numero muito acima da quantidade maxima aceitavel de cachorros nesta situação deploravel e dividindo o mesmo espaço. e sentem o que qualquer um sentiria num lugar atroz, ameaçador e terrífico. E os cachorros, são seres dotados de grande sensibilidade e também sentem ansiedade e, em um lugar abominavel ,terrivel e ameaçador onde os cachorros não têm o minimo de atenção e carinho, eles pressentem que o destino que lhes aguarda é cruel. 

Sentem inclusive a ausência dos companheiros mais proximos que são levados para serem sacrificados, sentem o isolamento, a solidão e a agonia de quando chegará a vez de tambem serem sacrificados, mais talves tambem nutram alguma esperança de poderem se salvar deste destino cruel e aterrador. Mas devido a incerteza que sentem, so lhes resta o desespero pois sabem que não tornarão a ver  seus companheiros que partiram, e a pessoa que os leva geralmente é fria e insensível, sem o menor gesto de carinho ou piedade para com eles. E os cachorros pressentem a fatalidade pelo faro, pelo tato, pela propria ausência de afeto. 

Pois raramente recebem visitas e em seus pensamentos qualquer humano que seja diferente do habitual é um sinal de esperança, de salvação e liberdade. Mas tantas vezes essa esperança se torna vã, quando não vão com essa pessoa que está de passagem. E que por muitas vezes vai embora sem ficar com nenhum cachorro, pois de tão tristes e maltratados que estão, as pessoas acabam preferindo adiquirir ou comprar um cachorro de melhor aparencia e mais saudável em outro local.

E tantas estes miseraveis e infelizes cachorros ladram sem parar, sendo-lhes apenas atirados indiferentemente os pratos de ração, e que por muitas vezes,nem os come, por estarem tristes e prostrados diante de sua cruel e inevitavel realidade. Pois Tal como as pessoas, os cachorros também tem sentimentos. e Sentem a frieza e o vazio do ambiente, e sentem quando alguém os trata mal ou bem, ficam agradecidos com um simples gesto de afeto, mas sentem profundamente quando são ignorados e desprezados.

E há muitas pessoas que trabalham nos abrigos de animais municipais , que até são sensíveis e se esforçam em dar condições, o mais dignas possíveis, aos cachorros até a chegada da hora fatal. Cuidam de seu agasalho, fazem-lhes gestos de carinho, demonstram piedade, e acompanham os cachorros até ao seu momento final, mas não tem o poder de mudar o triste e cruel destino que lhes é imposto. São impotentes para lutar contra um sistema legal que vigora em todos os abrigos municipais.  

É que na realidade acabam funcionando como verdadeiros campo de concentração, para esterminio de cachorros que já foram vitimados anteriormente pelo abandono, e agora recebem o golpe fatal do destino cruel que é a eutanasia. a não ser que alguém os adotem e os salvem deste destino aterrador. Infelizmente são poucas as pessoas que fazem está opção, preferindo comprar cachorros em pet-shops ou adquirir em outros locais e situações. Talves até porque desconheçam esta triste realidade e não tem as informações necessárias para saber da deploravel situação em que vivem os cachorros em um abrigo municipal. 

Que para piorar, inclusive, a grande maioria destes abrigos não revela sequer quantos cachorros tem em sua posse, e qual o estado deles, ou possuem registros de quantos foram adotados, demostrando claramente que a cultura vigente e o proposito da existencia destes abrigos é a captura para o posterior exterminio destes infelizes cachorros. E não ha a menor motivação e o minimo interesse em promover a adoção dos cachorros ali reclusos ou "depositados" a espera do momento da execução. 

E os cachorros acabam refletindo este ambiente infernal, pesado e sinistro, demostrando um abatimento e uma tristeza que estão explicitos em sua aparencia, sofrendo muitas vezes de emagrecimento súbito, de irritabilidade constante, de ansiedade extrema e até de fobias. e Nestes casos Os cachorros acabam ficam agressivos, pois é uma reação desesperada, porem impotente contra uma realidade cruel e inevitavel. É está é umas das consequencias horriveis, entre tantas outras de efeito igualmente cruess de se abandonar um cachorro nas ruas, e não afeta somente os cachorros, mas tambem as pessoas e a sociedade em geral.

Pois enquanto não se parar os abandonos em massa e não se punir eficazmente as pessoas que abandonam e maltratam os cachorros e outros animais, a realidade nos abrigos municipais não mudara. E enquanto a lei do abate não for abolida, o destino dos cachorros capturados e confinados nos abrigos municipais não se alterará. É necessario mudar a cultura a mentalidade, denunciar atos de violência e de indiferença para com os cachorros e outros animais, pois isso viola claramente os Direitos Universais dos Animais, proclamados pela UNESCO!

Mas enquanto as próprias instituições não mudarem as suas atitudes, os particulares, ao verem os maus exemplos, irão achar que não fazem mal nenhum em deixar um animal numa praia a deambular, só porque já não se acham com vontade de o manter. Irão achar que não fazem mal nenhum se o deixarem amarrado num poste, só porque vão só ali ao café e já voltam, e tantos outros casos que se poderiam descrever que revelam a negligência das pessoas para com os animais.E porque os animais também possuem sentimentos, nunca abandones o teu animal de estimação! E quando pensares adotar um cão ou gato, escolhe um que esteja num abrigo municipal. Pois Ele lhe sera grato pelo resto da vida!

Cachorros - Campos de Concentração.


Cachorros - Campos de Concentração:  Tem sido muito frequentes os casos de maus-tratos para com os cachorros e outros animais, assim como os casos de abandono, negligência, indiferença e toda a espécie de atos que conduzem a consequências de flagrante desrespeito para com a vida principalmente dos cachorros, que devido a sua maior integração, proximidade e dependencia para com as pessoas, e tambem pela sua capacidade de sentir e se emocionar com maior intensidade que outros animais de estimação, são os que mais sentem o trauma e a dor dos maus tratos e principalmente do abandono. 

E este tipo de atitude atroz e cruel é cometida frequentemente e em ritmo muito maior e mais rápido do que se imagina. Pois infelizmente, a uma legião de milhares de cachorros abandonados e carentes de tudo, largados e perdidos pelas ruas a espera de um simples gesto de carinho, de um pouco de alimento, ou de um lugar que os proteja de chuva e do frio. E esta realidade cruel e dantesca, so tem aumentado, principalmnete se considerarmos a tendencia crescente do número de recolhimentos de cachorros abandonados nas ruas que os canis municipais fazem, e que são mantidos nestes verdadeiros depositos de cachorros, em condições miseraveis e indignas até chegar a hora do terrível destino que é a eutanasia, ou morte pelo abate.

Em canis municipais do país encontram-se, não raras vezes, situações deploráveis de más condições de tratamento para com os cachorros, seja em questões minimas e essenciais como a alimentação, higiene e espaço fisico, pois é um numero muito acima da quantidade maxima aceitavel de cachorros nesta situação deploravel e dividindo o mesmo espaço. e sentem o que qualquer um sentiria num lugar atroz, ameaçador e terrífico. E os cachorros, são seres dotados de grande sensibilidade e também sentem ansiedade e, em um lugar abominavel ,terrivel e ameaçador onde os cachorros não têm o minimo de atenção e carinho, eles pressentem que o destino que lhes aguarda é cruel. 

Sentem inclusive a ausência dos companheiros mais proximos que são levados para serem sacrificados, sentem o isolamento, a solidão e a agonia de quando chegará a vez de tambem serem sacrificados, mais talves tambem nutram alguma esperança de poderem se salvar deste destino cruel e aterrador. Mas devido a incerteza que sentem, so lhes resta o desespero pois sabem que não tornarão a ver  seus companheiros que partiram, e a pessoa que os leva geralmente é fria e insensível, sem o menor gesto de carinho ou piedade para com eles. E os cachorros pressentem a fatalidade pelo faro, pelo tato, pela propria ausência de afeto. 

Pois raramente recebem visitas e em seus pensamentos qualquer humano que seja diferente do habitual é um sinal de esperança, de salvação e liberdade. Mas tantas vezes essa esperança se torna vã, quando não vão com essa pessoa que está de passagem. E que por muitas vezes vai embora sem ficar com nenhum cachorro, pois de tão tristes e maltratados que estão, as pessoas acabam preferindo adiquirir ou comprar um cachorro de melhor aparencia e mais saudável em outro local.

E tantas estes miseraveis e infelizes cachorros ladram sem parar, sendo-lhes apenas atirados indiferentemente os pratos de ração, e que por muitas vezes,nem os come, por estarem tristes e prostrados diante de sua cruel e inevitavel realidade. Pois Tal como as pessoas, os cachorros também tem sentimentos. e Sentem a frieza e o vazio do ambiente, e sentem quando alguém os trata mal ou bem, ficam agradecidos com um simples gesto de afeto, mas sentem profundamente quando são ignorados e desprezados.

E há muitas pessoas que trabalham nos abrigos de animais municipais , que até são sensíveis e se esforçam em dar condições, o mais dignas possíveis, aos cachorros até a chegada da hora fatal. Cuidam de seu agasalho, fazem-lhes gestos de carinho, demonstram piedade, e acompanham os cachorros até ao seu momento final, mas não tem o poder de mudar o triste e cruel destino que lhes é imposto. São impotentes para lutar contra um sistema legal que vigora em todos os abrigos municipais.  

É que na realidade acabam funcionando como verdadeiros campo de concentração, para esterminio de cachorros que já foram vitimados anteriormente pelo abandono, e agora recebem o golpe fatal do destino cruel que é a eutanasia. a não ser que alguém os adotem e os salvem deste destino aterrador. Infelizmente são poucas as pessoas que fazem está opção, preferindo comprar cachorros em pet-shops ou adquirir em outros locais e situações. Talves até porque desconheçam esta triste realidade e não tem as informações necessárias para saber da deploravel situação em que vivem os cachorros em um abrigo municipal. 

Que para piorar, inclusive, a grande maioria destes abrigos não revela sequer quantos cachorros tem em sua posse, e qual o estado deles, ou possuem registros de quantos foram adotados, demostrando claramente que a cultura vigente e o proposito da existencia destes abrigos é a captura para o posterior exterminio destes infelizes cachorros. E não ha a menor motivação e o minimo interesse em promover a adoção dos cachorros ali reclusos ou "depositados" a espera do momento da execução. 

E os cachorros acabam refletindo este ambiente infernal, pesado e sinistro, demostrando um abatimento e uma tristeza que estão explicitos em sua aparencia, sofrendo muitas vezes de emagrecimento súbito, de irritabilidade constante, de ansiedade extrema e até de fobias. e Nestes casos Os cachorros acabam ficam agressivos, pois é uma reação desesperada, porem impotente contra uma realidade cruel e inevitavel. É está é umas das consequencias horriveis, entre tantas outras de efeito igualmente cruess de se abandonar um cachorro nas ruas, e não afeta somente os cachorros, mas tambem as pessoas e a sociedade em geral.

Pois enquanto não se parar os abandonos em massa e não se punir eficazmente as pessoas que abandonam e maltratam os cachorros e outros animais, a realidade nos abrigos municipais não mudara. E enquanto a lei do abate não for abolida, o destino dos cachorros capturados e confinados nos abrigos municipais não se alterará. É necessario mudar a cultura a mentalidade, denunciar atos de violência e de indiferença para com os cachorros e outros animais, pois isso viola claramente os Direitos Universais dos Animais, proclamados pela UNESCO!

Mas enquanto as próprias instituições não mudarem as suas atitudes, os particulares, ao verem os maus exemplos, irão achar que não fazem mal nenhum em deixar um animal numa praia a deambular, só porque já não se acham com vontade de o manter. Irão achar que não fazem mal nenhum se o deixarem amarrado num poste, só porque vão só ali ao café e já voltam, e tantos outros casos que se poderiam descrever que revelam a negligência das pessoas para com os animais.E porque os animais também possuem sentimentos, nunca abandones o teu animal de estimação! E quando pensares adotar um cão ou gato, escolhe um que esteja num abrigo municipal. Pois Ele lhe sera grato pelo resto da vida!

Cachorros sem Afeto e Esperança.


Cachorros sem Afeto e Esperança: Tem sido muito frequentes os casos de maus-tratos para com os cachorros e outros animais, assim como os casos de abandono, negligência, indiferença e toda a espécie de atos que conduzem a consequências de flagrante desrespeito para com a vida principalmente dos cachorros, que devido a sua maior integração, proximidade e dependencia para com as pessoas, e tambem pela sua capacidade de sentir e se emocionar com maior intensidade que outros animais de estimação, são os que mais sentem o trauma e a dor dos maus tratos e principalmente do abandono. 

E este tipo de atitude atroz e cruel é cometida frequentemente e em ritmo muito maior e mais rápido do que se imagina. Pois infelizmente, a uma legião de milhares de cachorros abandonados e carentes de tudo, largados e perdidos pelas ruas a espera de um simples gesto de carinho, de um pouco de alimento, ou de um lugar que os proteja de chuva e do frio. E esta realidade cruel e dantesca, so tem aumentado, principalmnete se considerarmos a tendencia crescente do número de recolhimentos de cachorros abandonados nas ruas que os canis municipais fazem, e que são mantidos nestes verdadeiros depositos de cachorros, em condições miseraveis e indignas até chegar a hora do terrível destino que é a eutanasia, ou morte pelo abate.

Em canis municipais do país encontram-se, não raras vezes, situações deploráveis de más condições de tratamento para com os cachorros, seja em questões minimas e essenciais como a alimentação, higiene e espaço fisico, pois é um numero muito acima da quantidade maxima aceitavel de cachorros nesta situação deploravel e dividindo o mesmo espaço. e sentem o que qualquer um sentiria num lugar atroz, ameaçador e terrífico. E os cachorros, são seres dotados de grande sensibilidade e também sentem ansiedade e, em um lugar abominavel ,terrivel e ameaçador onde os cachorros não têm o minimo de atenção e carinho, eles pressentem que o destino que lhes aguarda é cruel. 

Sentem inclusive a ausência dos companheiros mais proximos que são levados para serem sacrificados, sentem o isolamento, a solidão e a agonia de quando chegará a vez de tambem serem sacrificados, mais talves tambem nutram alguma esperança de poderem se salvar deste destino cruel e aterrador. Mas devido a incerteza que sentem, so lhes resta o desespero pois sabem que não tornarão a ver  seus companheiros que partiram, e a pessoa que os leva geralmente é fria e insensível, sem o menor gesto de carinho ou piedade para com eles. E os cachorros pressentem a fatalidade pelo faro, pelo tato, pela propria ausência de afeto. 

Pois raramente recebem visitas e em seus pensamentos qualquer humano que seja diferente do habitual é um sinal de esperança, de salvação e liberdade. Mas tantas vezes essa esperança se torna vã, quando não vão com essa pessoa que está de passagem. E que por muitas vezes vai embora sem ficar com nenhum cachorro, pois de tão tristes e maltratados que estão, as pessoas acabam preferindo adiquirir ou comprar um cachorro de melhor aparencia e mais saudável em outro local.

E tantas estes miseraveis e infelizes cachorros ladram sem parar, sendo-lhes apenas atirados indiferentemente os pratos de ração, e que por muitas vezes,nem os come, por estarem tristes e prostrados diante de sua cruel e inevitavel realidade. Pois Tal como as pessoas, os cachorros também tem sentimentos. e Sentem a frieza e o vazio do ambiente, e sentem quando alguém os trata mal ou bem, ficam agradecidos com um simples gesto de afeto, mas sentem profundamente quando são ignorados e desprezados.

E há muitas pessoas que trabalham nos abrigos de animais municipais , que até são sensíveis e se esforçam em dar condições, o mais dignas possíveis, aos cachorros até a chegada da hora fatal. Cuidam de seu agasalho, fazem-lhes gestos de carinho, demonstram piedade, e acompanham os cachorros até ao seu momento final, mas não tem o poder de mudar o triste e cruel destino que lhes é imposto. São impotentes para lutar contra um sistema legal que vigora em todos os abrigos municipais.  

É que na realidade acabam funcionando como verdadeiros campo de concentração, para esterminio de cachorros que já foram vitimados anteriormente pelo abandono, e agora recebem o golpe fatal do destino cruel que é a eutanasia. a não ser que alguém os adotem e os salvem deste destino aterrador. Infelizmente são poucas as pessoas que fazem está opção, preferindo comprar cachorros em pet-shops ou adquirir em outros locais e situações. Talves até porque desconheçam esta triste realidade e não tem as informações necessárias para saber da deploravel situação em que vivem os cachorros em um abrigo municipal. 

Que para piorar, inclusive, a grande maioria destes abrigos não revela sequer quantos cachorros tem em sua posse, e qual o estado deles, ou possuem registros de quantos foram adotados, demostrando claramente que a cultura vigente e o proposito da existencia destes abrigos é a captura para o posterior exterminio destes infelizes cachorros. E não ha a menor motivação e o minimo interesse em promover a adoção dos cachorros ali reclusos ou "depositados" a espera do momento da execução. 

E os cachorros acabam refletindo este ambiente infernal, pesado e sinistro, demostrando um abatimento e uma tristeza que estão explicitos em sua aparencia, sofrendo muitas vezes de emagrecimento súbito, de irritabilidade constante, de ansiedade extrema e até de fobias. e Nestes casos Os cachorros acabam ficam agressivos, pois é uma reação desesperada, porem impotente contra uma realidade cruel e inevitavel. É está é umas das consequencias horriveis, entre tantas outras de efeito igualmente cruess de se abandonar um cachorro nas ruas, e não afeta somente os cachorros, mas tambem as pessoas e a sociedade em geral.

Pois enquanto não se parar os abandonos em massa e não se punir eficazmente as pessoas que abandonam e maltratam os cachorros e outros animais, a realidade nos abrigos municipais não mudara. E enquanto a lei do abate não for abolida, o destino dos cachorros capturados e confinados nos abrigos municipais não se alterará. É necessario mudar a cultura a mentalidade, denunciar atos de violência e de indiferença para com os cachorros e outros animais, pois isso viola claramente os Direitos Universais dos Animais, proclamados pela UNESCO!

Mas enquanto as próprias instituições não mudarem as suas atitudes, os particulares, ao verem os maus exemplos, irão achar que não fazem mal nenhum em deixar um animal numa praia a deambular, só porque já não se acham com vontade de o manter. Irão achar que não fazem mal nenhum se o deixarem amarrado num poste, só porque vão só ali ao café e já voltam, e tantos outros casos que se poderiam descrever que revelam a negligência das pessoas para com os animais.E porque os animais também possuem sentimentos, nunca abandones o teu animal de estimação! E quando pensares adotar um cão ou gato, escolhe um que esteja num abrigo municipal. Pois Ele lhe sera grato pelo resto da vida!

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