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terça-feira, março 11, 2014

Incivilidade, Desrespeito e Desconsideração - Cachorros.


Incivilidade, Desrespeito e Desconsideração - Cachorros: Todo mundo praticamente já passou pelo inconveniente de pisar em dejetos ou fezes de cachorros em plena calçada, que é uma experiência bastante malcheirosa e desagradável. E a primeira reação normalmente e praguejar e culpar o cachorro.E o pior é que se xinga e se condena o cachorro, quando ele se quer tem consciência do ato, pois o verdadeiro culpado por essa atitude que é de total desrespeito, irresponsabilidade e desconsideração para com os outros é o próprio dono do cachorro, que deveria ter a conciência e a dignidade de retirar as fezes do cachorro da calçada ou da via pública.

Desde 2001 em todo o Brasil, varias prefeituras, criaram diversas leis municipais que prevê-em a aplicação de multas para quem não recolher os dejetos do seu cachorro nas vias publicas. Estas multas ou penalidades, de valor irrisório, teriam a principio a função orientar e de educar os responsáveis pelos cachorros quanto aos procedimentos necessários e devidos em relação a esta questão, e não de causar prejuízos financeiro aos infratores. Entretanto, de 2001 ate a data atual, foram raras as autuações feitas sobre este tipo de infração. e Também nas próprias prefeituras há uma confusão sobre qual o orgão deveria ser o responsável e atuar de maneira efetiva na fiscalização desde tipo de infração. 

Se seria o Centro de Controle de Zoonoses (CZZ), a Guarda Municipal ou até a Defesa Civil, e a todo este jogo de empurra e descaso do poder publico municipal, soma-se a incivilidade, o desrespeito, a desconsideração e a falta educação dos responsáveis pelos cachorros que cometem este tipo de atitude.  Só Para efeitos de comparação, na cidade de Nova York nos Estados unidos, a multa para os responsáveis pelos cachorros que não retiram os dejetos de seus cachorros das vias publicas é de 100 dólares, e a fiscalização é feita de forma rigorosa, implacável e efetiva, por profissionais designados especialmente para atuarem e autuarem este tipo de ocorrência. 

Entre todas as cidades do Brasil, que criaram leis relativas a esta questão, vamos tomar como exemplo a cidade de São paulo, Onde foi promulgado um artigo que integra uma lei mais ampla estabelecendo alem da obrigatoriedade da retirada das fezes dos cachorros, também a criação de um Registro Geral Animal (RGA), ou seja, o cadastramento dos cachorros junto ao CCZ. Esse procedimento, fundamental, visando principalmente no caso de perdas, o resgate e a entrega rápida e facilitada dos cachorros aos seus donos legítimos, também torna possível punir os maus cidadãos que se recusarem a retirar as fezes de seus cachorros das ruas. 

E o mesmo princípio pode ser aplicado aos casos de maus-tratos, acidentes e toda uma série de ocorrências, uma vez que permite de forma imediata a identificação dos responsáveis pelo cachorro. Contudo, foi mais uma lei, como tantas outras no Brasil que não “colou”, pois em todo esse tempo de vigência da mesma, somente uma quantidade irrisória registros foram efetuados, em comparação com a população média estimada de cachorros na cidade de São Paulo que é de aproximadamente 2 milhões. Talves por questões burocráticas e também A cobrança pelo registro pode ter dificultado a adesão das clínicas veterinárias, que, para serem autorizadas a expedir os RGAs, são obrigadas a pagar previamente por um lote de registros.

A este quadro, somam-se outras leis, que tentam suprir os anseios dos amantes dos animais, mas não são acompanhadas de instrumentos para sua implementação. É o caso do código que obriga cachorros de certas raças, principalmente as de grande porte, a usarem obrigatoriamente focinheiras e coleiras, e também da proibição da venda de cachorros e gatos não-castrados ou da lei estadual que não permite a eutanásia de cachorros e outros animais saudáveis pelos CCZs de todo Estado de São Paulo, isto somente para citar algumas. Enquanto as duas primeiras viraram letra-morta em virtude da falta de fiscalização, a última pressupõe um programa eficiente de controle de natalidade de cachorros e gatos, algo que inexiste nos municípios do Brasil, incluindo as cidades do Estado de São Paulo. 

Enquanto isso, o que se resta é apelar para recursos como placas de alerta, e câmeras de segurança para chamar a atenção e tentar impedir estes verdadeiros seres primitivos, ignorantes e irracionais de cometerem estas atitudes defectivas, tão defectivas quanto seus próprio caráter, procedimentos e recursos estes que já vem sendo utilizado em muitas cidades do Brasil, principalmente as litorâneas, que dependem do turismo. 

Entretanto na maioria das cidades do Brasil ainda é preciso bastante atenção ao caminhar pelas ruas, lembrando-se sempre de que o cachorro, alem de "pagar o pato", sendo xingado e responsabilizado por muitos pelos dejetos nas calçadas.  Acaba sendo também mais uma vitima inocente, pois não tem noção nem consciência das consequências de praticar suas necessidades fisiológicas em local inadequado, inclusive também não tem como andar com um saquinho na patinha para limpar a própria sujeira de seus dejetos, Entretanto o seu responsável sim, é o verdadeiro culpado, pois assim como a sujeira do cachorro deve ser retirada da calçada, este individuo agindo desta forma no minimo incivilizada, deveria ser retirado da sociedade, pois não passa de um dejeto social.



Pagar o Pato - Cachorros.


 Pagar o Pato - Cachorros: Todo mundo praticamente já passou pelo inconveniente de pisar em dejetos ou fezes de cachorros em plena calçada, que é uma experiência bastante malcheirosa e desagradável. E a primeira reação normalmente e praguejar e culpar o cachorro.E o pior é que se xinga e se condena o cachorro, quando ele se quer tem consciência do ato, pois o verdadeiro culpado por essa atitude que é de total desrespeito, irresponsabilidade e desconsideração para com os outros é o próprio dono do cachorro, que deveria ter a conciência e a dignidade de retirar as fezes do cachorro da calçada ou da via pública.

Desde 2001 em todo o Brasil, varias prefeituras, criaram diversas leis municipais que prevê-em a aplicação de multas para quem não recolher os dejetos do seu cachorro nas vias publicas. Estas multas ou penalidades, de valor irrisório, teriam a principio a função orientar e de educar os responsáveis pelos cachorros quanto aos procedimentos necessários e devidos em relação a esta questão, e não de causar prejuízos financeiro aos infratores. Entretanto, de 2001 ate a data atual, foram raras as autuações feitas sobre este tipo de infração. e Também nas próprias prefeituras há uma confusão sobre qual o orgão deveria ser o responsável e atuar de maneira efetiva na fiscalização desde tipo de infração.

Se seria o Centro de Controle de Zoonoses (CZZ), a Guarda Municipal ou até a Defesa Civil, e a todo este jogo de empurra e descaso do poder publico municipal, soma-se a incivilidade, o desrespeito, a desconsideração e a falta educação dos responsáveis pelos cachorros que cometem este tipo de atitude.  Só Para efeitos de comparação, na cidade de Nova York nos Estados unidos, a multa para os responsáveis pelos cachorros que não retiram os dejetos de seus cachorros das vias publicas é de 100 dólares, e a fiscalização é feita de forma rigorosa, implacável e efetiva, por profissionais designados especialmente para atuarem e autuarem este tipo de ocorrência.

Entre todas as cidades do Brasil, que criaram leis relativas a esta questão, vamos tomar como exemplo a cidade de São paulo, Onde foi promulgado um artigo que integra uma lei mais ampla estabelecendo alem da obrigatoriedade da retirada das fezes dos cachorros, também a criação de um Registro Geral Animal (RGA), ou seja, o cadastramento dos cachorros junto ao CCZ. Esse procedimento, fundamental, visando principalmente no caso de perdas, o resgate e a entrega rápida e facilitada dos cachorros aos seus donos legítimos, também torna possível punir os maus cidadãos que se recusarem a retirar as fezes de seus cachorros das ruas.

E o mesmo princípio pode ser aplicado aos casos de maus-tratos, acidentes e toda uma série de ocorrências, uma vez que permite de forma imediata a identificação dos responsáveis pelo cachorro. Contudo, foi mais uma lei, como tantas outras no Brasil que não “colou”, pois em todo esse tempo de vigência da mesma, somente uma quantidade irrisória registros foram efetuados, em comparação com a população média estimada de cachorros na cidade de São Paulo que é de aproximadamente 2 milhões. Talves por questões burocráticas e também A cobrança pelo registro pode ter dificultado a adesão das clínicas veterinárias, que, para serem autorizadas a expedir os RGAs, são obrigadas a pagar previamente por um lote de registros.

A este quadro, somam-se outras leis, que tentam suprir os anseios dos amantes dos animais, mas não são acompanhadas de instrumentos para sua implementação. É o caso do código que obriga cachorros de certas raças, principalmente as de grande porte, a usarem obrigatoriamente focinheiras e coleiras, e também da proibição da venda de cachorros e gatos não-castrados ou da lei estadual que não permite a eutanásia de cachorros e outros animais saudáveis pelos CCZs de todo Estado de São Paulo, isto somente para citar algumas. Enquanto as duas primeiras viraram letra-morta em virtude da falta de fiscalização, a última pressupõe um programa eficiente de controle de natalidade de cachorros e gatos, algo que inexiste nos municípios do Brasil, incluindo as cidades do Estado de São Paulo.

Enquanto isso, o que se resta é apelar para recursos como placas de alerta, e câmeras de segurança para chamar a atenção e tentar impedir estes verdadeiros seres primitivos, ignorantes e irracionais de cometerem estas atitudes defectivas, tão defectivas quanto seus próprio caráter, procedimentos e recursos estes que já vem sendo utilizado em muitas cidades do Brasil, principalmente as litorâneas, que dependem do turismo.

Entretanto na maioria das cidades do Brasil ainda é preciso bastante atenção ao caminhar pelas ruas, lembrando-se sempre de que o cachorro, alem de "pagar o pato", sendo xingado e responsabilizado por muitos pelos dejetos nas calçadas.  Acaba sendo também mais uma vitima inocente, pois não tem noção nem consciência das consequências de praticar suas necessidades fisiológicas em local inadequado, inclusive também não tem como andar com um saquinho na patinha para limpar a própria sujeira de seus dejetos, Entretanto o seu responsável sim, é o verdadeiro culpado, pois assim como a sujeira do cachorro deve ser retirada da calçada, este individuo agindo desta forma no minimo incivilizada, deveria ser retirado da sociedade, pois não passa de um dejeto social.



Cachorros - Atitudes Defectivas.


Cachorros - Atitudes Defectivas:  Todo mundo praticamente já passou pelo inconveniente de pisar em dejetos ou fezes de cachorros em plena calçada, que é uma experiência bastante malcheirosa e desagradável. E a primeira reação normalmente e praguejar e culpar o cachorro.E o pior é que se xinga e se condena o cachorro, quando ele se quer tem consciência do ato, pois o verdadeiro culpado por essa atitude que é de total desrespeito, irresponsabilidade e desconsideração para com os outros é o próprio dono do cachorro, que deveria ter a conciência e a dignidade de retirar as fezes do cachorro da calçada ou da via pública.

Desde 2001 em todo o Brasil, varias prefeituras, criaram diversas leis municipais que prevê-em a aplicação de multas para quem não recolher os dejetos do seu cachorro nas vias publicas. Estas multas ou penalidades, de valor irrisório, teriam a principio a função orientar e de educar os responsáveis pelos cachorros quanto aos procedimentos necessários e devidos em relação a esta questão, e não de causar prejuízos financeiro aos infratores. Entretanto, de 2001 ate a data atual, foram raras as autuações feitas sobre este tipo de infração. e Também nas próprias prefeituras há uma confusão sobre qual o orgão deveria ser o responsável e atuar de maneira efetiva na fiscalização desde tipo de infração.

Se seria o Centro de Controle de Zoonoses (CZZ), a Guarda Municipal ou até a Defesa Civil, e a todo este jogo de empurra e descaso do poder publico municipal, soma-se a incivilidade, o desrespeito, a desconsideração e a falta educação dos responsáveis pelos cachorros que cometem este tipo de atitude.  Só Para efeitos de comparação, na cidade de Nova York nos Estados unidos, a multa para os responsáveis pelos cachorros que não retiram os dejetos de seus cachorros das vias publicas é de 100 dólares, e a fiscalização é feita de forma rigorosa, implacável e efetiva, por profissionais designados especialmente para atuarem e autuarem este tipo de ocorrência.

Entre todas as cidades do Brasil, que criaram leis relativas a esta questão, vamos tomar como exemplo a cidade de São paulo, Onde foi promulgado um artigo que integra uma lei mais ampla estabelecendo alem da obrigatoriedade da retirada das fezes dos cachorros, também a criação de um Registro Geral Animal (RGA), ou seja, o cadastramento dos cachorros junto ao CCZ. Esse procedimento, fundamental, visando principalmente no caso de perdas, o resgate e a entrega rápida e facilitada dos cachorros aos seus donos legítimos, também torna possível punir os maus cidadãos que se recusarem a retirar as fezes de seus cachorros das ruas.

E o mesmo princípio pode ser aplicado aos casos de maus-tratos, acidentes e toda uma série de ocorrências, uma vez que permite de forma imediata a identificação dos responsáveis pelo cachorro. Contudo, foi mais uma lei, como tantas outras no Brasil que não “colou”, pois em todo esse tempo de vigência da mesma, somente uma quantidade irrisória registros foram efetuados, em comparação com a população média estimada de cachorros na cidade de São Paulo que é de aproximadamente 2 milhões. Talves por questões burocráticas e também A cobrança pelo registro pode ter dificultado a adesão das clínicas veterinárias, que, para serem autorizadas a expedir os RGAs, são obrigadas a pagar previamente por um lote de registros.

A este quadro, somam-se outras leis, que tentam suprir os anseios dos amantes dos animais, mas não são acompanhadas de instrumentos para sua implementação. É o caso do código que obriga cachorros de certas raças, principalmente as de grande porte, a usarem obrigatoriamente focinheiras e coleiras, e também da proibição da venda de cachorros e gatos não-castrados ou da lei estadual que não permite a eutanásia de cachorros e outros animais saudáveis pelos CCZs de todo Estado de São Paulo, isto somente para citar algumas. Enquanto as duas primeiras viraram letra-morta em virtude da falta de fiscalização, a última pressupõe um programa eficiente de controle de natalidade de cachorros e gatos, algo que inexiste nos municípios do Brasil, incluindo as cidades do Estado de São Paulo.

Enquanto isso, o que se resta é apelar para recursos como placas de alerta, e câmeras de segurança para chamar a atenção e tentar impedir estes verdadeiros seres primitivos, ignorantes e irracionais de cometerem estas atitudes defectivas, tão defectivas quanto seus próprio caráter, procedimentos e recursos estes que já vem sendo utilizado em muitas cidades do Brasil, principalmente as litorâneas, que dependem do turismo.

Entretanto na maioria das cidades do Brasil ainda é preciso bastante atenção ao caminhar pelas ruas, lembrando-se sempre de que o cachorro, alem de "pagar o pato", sendo xingado e responsabilizado por muitos pelos dejetos nas calçadas.  Acaba sendo também mais uma vitima inocente, pois não tem noção nem consciência das consequências de praticar suas necessidades fisiológicas em local inadequado, inclusive também não tem como andar com um saquinho na patinha para limpar a própria sujeira de seus dejetos, Entretanto o seu responsável sim, é o verdadeiro culpado, pois assim como a sujeira do cachorro deve ser retirada da calçada, este individuo agindo desta forma no minimo incivilizada, deveria ser retirado da sociedade, pois não passa de um dejeto social.



Condenam o Cachorro.


Condenam o Cachorro: Todo mundo praticamente já passou pelo inconveniente de pisar em dejetos ou fezes de cachorros em plena calçada, que é uma experiência bastante malcheirosa e desagradável. E a primeira reação normalmente e praguejar e culpar o cachorro.E o pior é que se xinga e se condena o cachorro, quando ele se quer tem consciência do ato, pois o verdadeiro culpado por essa atitude que é de total desrespeito, irresponsabilidade e desconsideração para com os outros é o próprio dono do cachorro, que deveria ter a conciência e a dignidade de retirar as fezes do cachorro da calçada ou da via pública.

Desde 2001 em todo o Brasil, varias prefeituras, criaram diversas leis municipais que prevê-em a aplicação de multas para quem não recolher os dejetos do seu cachorro nas vias publicas. Estas multas ou penalidades, de valor irrisório, teriam a principio a função orientar e de educar os responsáveis pelos cachorros quanto aos procedimentos necessários e devidos em relação a esta questão, e não de causar prejuízos financeiro aos infratores. Entretanto, de 2001 ate a data atual, foram raras as autuações feitas sobre este tipo de infração. e Também nas próprias prefeituras há uma confusão sobre qual o orgão deveria ser o responsável e atuar de maneira efetiva na fiscalização desde tipo de infração. 

Se seria o Centro de Controle de Zoonoses (CZZ), a Guarda Municipal ou até a Defesa Civil, e a todo este jogo de empurra e descaso do poder publico municipal, soma-se a incivilidade, o desrespeito, a desconsideração e a falta educação dos responsáveis pelos cachorros que cometem este tipo de atitude. Só Para efeitos de comparação, na cidade de Nova York nos Estados unidos, a multa para os responsáveis pelos cachorros que não retiram os dejetos de seus cachorros das vias publicas é de 100 dólares, e a fiscalização é feita de forma rigorosa, implacável e efetiva, por profissionais designados especialmente para atuarem e autuarem este tipo de ocorrência. 

Entre todas as cidades do Brasil, que criaram leis relativas a esta questão, vamos tomar como exemplo a cidade de São paulo, Onde foi promulgado um artigo que integra uma lei mais ampla estabelecendo alem da obrigatoriedade da retirada das fezes dos cachorros, também a criação de um Registro Geral Animal (RGA), ou seja, o cadastramento dos cachorros junto ao CCZ. Esse procedimento, fundamental, visando principalmente no caso de perdas, o resgate e a entrega rápida e facilitada dos cachorros aos seus donos legítimos, também torna possível punir os maus cidadãos que se recusarem a retirar as fezes de seus cachorros das ruas. 

E o mesmo princípio pode ser aplicado aos casos de maus-tratos, acidentes e toda uma série de ocorrências, uma vez que permite de forma imediata a identificação dos responsáveis pelo cachorro. Contudo, foi mais uma lei, como tantas outras no Brasil que não “colou”, pois em todo esse tempo de vigência da mesma, somente uma quantidade irrisória registros foram efetuados, em comparação com a população média estimada de cachorros na cidade de São Paulo que é de aproximadamente 2 milhões. Talves por questões burocráticas e também A cobrança pelo registro pode ter dificultado a adesão das clínicas veterinárias, que, para serem autorizadas a expedir os RGAs, são obrigadas a pagar previamente por um lote de registros. 

A este quadro, somam-se outras leis, que tentam suprir os anseios dos amantes dos animais, mas não são acompanhadas de instrumentos para sua implementação. É o caso do código que obriga cachorros de certas raças, principalmente as de grande porte, a usarem obrigatoriamente focinheiras e coleiras, e também da proibição da venda de cachorros e gatos não-castrados ou da lei estadual que não permite a eutanásia de cachorros e outros animais saudáveis pelos CCZs de todo Estado de São Paulo, isto somente para citar algumas. Enquanto as duas primeiras viraram letra-morta em virtude da falta de fiscalização, a última pressupõe um programa eficiente de controle de natalidade de cachorros e gatos, algo que inexiste nos municípios do Brasil, incluindo as cidades do Estado de São Paulo. 

Enquanto isso, o que se resta é apelar para recursos como placas de alerta, e câmeras de segurança para chamar a atenção e tentar impedir estes verdadeiros seres primitivos, ignorantes e irracionais de cometerem estas atitudes defectivas, tão defectivas quanto seus próprio caráter, procedimentos e recursos estes que já vem sendo utilizado em muitas cidades do Brasil, principalmente as litorâneas, que dependem do turismo. 

Entretanto na maioria das cidades do Brasil ainda é preciso bastante atenção ao caminhar pelas ruas, lembrando-se sempre de que o cachorro, alem de "pagar o pato", sendo xingado e responsabilizado por muitos pelos dejetos nas calçadas. Acaba sendo também mais uma vitima inocente, pois não tem noção nem consciência das consequências de praticar suas necessidades fisiológicas em local inadequado, inclusive também não tem como andar com um saquinho na patinha para limpar a própria sujeira de seus dejetos, Entretanto o seu responsável sim, é o verdadeiro culpado, pois assim como a sujeira do cachorro deve ser retirada da calçada, este individuo agindo desta forma no minimo incivilizada, deveria ser retirado da sociedade, pois não passa de um dejeto social. 












Regiões Quentes/Banhos - Cachorros.


Regiões Quentes/Banhos - Cachorros: Qual o intervalo ideal entre os banhos, em regiões quentes os banhos podem ser dados uma vez por semana. Em regiões mais frias podemos espaçar os intervalos entre os banhos, se estiver muito frio temos como alternativas os produtos chamados “Banhos Secos” que ajudam muito na higiene dos animais. Estes produtos podem também ser usados quando os banhos não são possíveis, durante as viagens, por exemplo. Podemos também usarmos nossos xampus para dar banho nos cachorros.  Na ausência de outros os xampus humanos podem ser usados. A composição não é a ideal, mas certamente ajudarão na higiene dos animais.  Porém se usados com freqüência podem causar ressecamento dos pelos e descamação da pele.  Os xampus de cachorros têm uma composição diferente porque a pele e os pelos dos cachorros também são diferentes dos cabelos e pele das pessoas. 

Banhos em Cachorros/Intervalos.


Banhos em Cachorros/Intervalos:  Qual o intervalo ideal entre os banhos, em regiões quentes os banhos podem ser dados uma vez por semana. Em regiões mais frias podemos espaçar os intervalos entre os banhos, se estiver muito frio temos como alternativas os produtos chamados “Banhos Secos” que ajudam muito na higiene dos animais. Estes produtos podem também ser usados quando os banhos não são possíveis, durante as viagens, por exemplo. Podemos também usarmos nossos xampus para dar banho nos cachorros.  Na ausência de outros os xampus humanos podem ser usados. A composição não é a ideal, mas certamente ajudarão na higiene dos animais.  Porém se usados com freqüência podem causar ressecamento dos pelos e descamação da pele.  Os xampus de cachorros têm uma composição diferente porque a pele e os pelos dos cachorros também são diferentes dos cabelos e pele das pessoas. 

Banhos em Regiões Frias - Cachorros.


Banhos em Regiões Frias - Cachorros: Qual o intervalo ideal entre os banhos, em regiões quentes os banhos podem ser dados uma vez por semana. Os banhos em regiões frias podem ser espaçados os intervalos entre estes, se estiver muito frio temos como alternativas os produtos chamados “Banhos Secos” que ajudam muito na higiene dos animais. Estes produtos podem também ser usados quando os banhos não são possíveis, durante as viagens, por exemplo. Podemos também usarmos nossos xampus para dar banho nos cachorros.  Na ausência de outros os xampus humanos podem ser usados. A composição não é a ideal, mas certamente ajudarão na higiene dos animais.  Porém se usados com freqüência podem causar ressecamento dos pelos e descamação da pele.  Os xampus de cachorros têm uma composição diferente porque a pele e os pelos dos cachorros também são diferentes dos cabelos e pele das pessoas. 

Higiene dos Cachorros.


Higiene dos Cachorros:  Qual o intervalo ideal entre os banhos, em regiões quentes os banhos podem ser dados uma vez por semana. Em regiões mais frias podemos espaçar os intervalos entre os banhos, se estiver muito frio temos como alternativas os produtos chamados “Banhos Secos” que ajudam muito na higiene dos cachorros. Estes produtos podem também ser usados quando os banhos não são possíveis, durante as viagens, por exemplo. Podemos também usarmos nossos xampus para dar banho nos cachorros.  Na ausência de outros os xampus humanos podem ser usados. A composição não é a ideal, mas certamente ajudarão na higiene dos animais.  Porém se usados com freqüência podem causar ressecamento dos pelos e descamação da pele.  Os xampus de cachorros têm uma composição diferente porque a pele e os pelos dos cachorros também são diferentes dos cabelos e pele das pessoas. 

Cachorros - Banhos Durante Viagens.


Cachorros - Banhos Durante Viagens:  Qual o intervalo ideal entre os banhos, em regiões quentes os banhos podem ser dados uma vez por semana. Em regiões mais frias podemos espaçar os intervalos entre os banhos, se estiver muito frio temos como alternativas os produtos chamados “Banhos Secos” que ajudam muito na higiene dos animais. Estes produtos podem também ser usados quando os banhos não são possíveis, durante as viagens, por exemplo. Podemos também usarmos nossos xampus para dar banho nos cachorros.  Na ausência de outros os xampus humanos podem ser usados. A composição não é a ideal, mas certamente ajudarão na higiene dos animais.  Porém se usados com freqüência podem causar ressecamento dos pelos e descamação da pele.  Os xampus de cachorros têm uma composição diferente porque a pele e os pelos dos cachorros também são diferentes dos cabelos e pele das pessoas. 

segunda-feira, março 10, 2014

Cachorros - Lei Anti-Fumo.


Cachorros - Lei Anti-Fumo: Um dos assuntos mais polêmicos ultimamente tem sido a implantação das leis anti fumo no Brasil. Neste momento em que todos se preocupam com o tabaco, também é hora de pensarmos nos cachorros e outros animais domésticos, companheiros próximos no dia-a-dia. Pois a fumaça expelida pelos cigarros também os afeta gravemente, assim como aos humanos, porem no caso dos cachorros alem de involuntariamente, também inconscientemente, pois assim como as crianças, eles também são vitimas inocentes do fumo passivo, que é a 3ª maior causa de mortes no mundo. 

E tambem a origem da maior parte dos problemas respiratórios, principalmente em idosos e crianças, e que atualmente também compromete seriamente a saúde dos cachorros. Porque A fumaça proveniente dos cigarros pode causar graves problemas cardiorespiratórios nos cachorros, e os que estão expostos ao fumo passivo tem uma maior incidência de neoplasias [cânceres], que estão diretamente relacionadas à uma exposição freqüente e continuada de fumaça procedente de cigarros. Inclusive as Alergias respiratórias tendem a se agravar, e a bronquite tem uma piora consideravel. 

E a tosse manifestada devido a presença do cigarro, é um sintoma e um sinal que pode indicar a presença de um problema crônico e grave no sistema cardiorespiratorio do cachorro, devendo se procurar imediatamente auxilio medico veterinário. Entretanto é mais do que recomendável, e até mesmo uma obrigação moral, não esperar que o cachorro manifeste algum sintoma proveniente do fumo passivo, para só então decidir afastar o cigarro do mesmo.O ideal seria aproveitar a oportunidade e parar com o cigarro em definitivo, que é o melhor para todo mundo, principalmente para a saúde do fumante. entretanto se isto não for possível, deve-se não somente por obrigação moral, mas por uma questão de conciencia fumar somente em ambientes abertos e ventilados, e sem a presença do cachorro. 

Porque até o cheiro residual do cigarro que fica impregnado nas roupas e móveis já é um fator irritante para as vias respiratórias que são muito mais sensíveis nos cachorros do que nas pessoas, e isto vale para os gatos também. Pois O esforço de não fumar em locais onde os cachorros e outros animais circulam traz como recompensa, não só uma conciência tranquila, mas também a preservação da saúde deles. Entretanto vale lembrar também, que não é só em casa que podemos ao fumar prejudicar a saúde dos cachorros, pois também ao jogar bitucas no chão, além de poluirmos o ambiente, colocamos outros cachorros em perigo. 

Pois eles podem se queimar e até comer os restos destas bitucas ou  filtros.  E se o seu cachorro era um fumante passivo cronico, e agora devido a sua conciêntização já não é mas. Mesmo assim, em virtude ao tempo de exposição do mesmo ao fumo passivo, deve-se ficar atento em caso de aparecimento de qualquer sintoma de crise alérgica respiratória e procurar imediatamente um medico veterinário. Conclusão da história: a lei anti fumo deve servir de inspiração para quem tem bichos em casa. O esforço de não fumar em locais onde os animais circulam traz como recompensa a saúde deles. Por fim, vale lembrar que não é só em nosso lar que podemos prejudicar os peludinhos ao dar algumas baforadas de tabaco: jogando bitucas no chão, além de poluir o ambiente, colocamos cães e gatos de rua em perigo. Eles podem se queimar e até comer os restos de filtros.


Cachorros - Percepção e Empatia.


Cachorros - Percepção e Empatia: De acordo com estudos, cachorros assumem as emoções humanas, pois estudos do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazr, em Portugal, constaram que os cachorros parecem sentir empatia pelas emoções humanas, tanto que os animais podem até adquirir as emoções de seus tutores. De acordo com o estudo, os animais não copiam simplesmente as emoções que estão ao seu redor. Cães podem ficar chateados como uma criança quando criados em um ambiente familiar com brigas. E podem pedir por ajuda no caso de emergências, o que sugere certo grau de percepção e empatia. Mas não é fácil enganar um cachorro. Em uma vivência em que os tutores dos animais fingiram um acidente ou um ataque cardíaco, os cães ficaram confusos e não prestaram socorro. 

Para as pesquisadoras, isso acontece porque o cão tem que sentir outros sinais, como cheiro e sons. Outro estudo mostrou que cachorros usados em terapias são afetados emocional e fisicamente por seu “trabalho”, se beneficiando de massagens e outras práticas calmantes.  De acordo com as cientistas, os cães são afetados pelas emoções humanas por que são descendentes dos lobos, caninos sociais, cooperativos e que sentem empatia por outros lobos. A evolução e a domesticação teriam feito com que os cachorros conseguissem sincronizar suas emoções às humanas. Outro motivo seria a seleção artificial, que buscou animais cada vez mais capazes de “entender” melhor as pessoas.



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Cachorros - Banhos Secos.


Cachorros - Banhos Secos: Qual o intervalo ideal entre os banhos, em regiões quentes os banhos podem ser dados uma vez por semana. Em regiões mais frias podemos espaçar os intervalos entre os banhos, se estiver muito frio temos como alternativas os produtos chamados “Banhos Secos” que ajudam muito na higiene dos animais. Estes produtos podem também ser usados quando os banhos não são possíveis, durante as viagens, por exemplo. Podemos também usarmos nossos xampus para dar banho nos cachorros.  Na ausência de outros os xampus humanos podem ser usados. A composição não é a ideal, mas certamente ajudarão na higiene dos animais.  Porém se usados com freqüência podem causar ressecamento dos pelos e descamação da pele.  Os xampus de cachorros têm uma composição diferente porque a pele e os pelos dos cachorros também são diferentes dos cabelos e pele das pessoas. 

Cachorros - Tumores não eram Tratados.


Cachorros - Tumores não eram Tratados: Em meio à agitação da clínica veterinária, Penélope, 7 anos, sem raça definida, chamava a atenção. Deitada no colo da tutora, a aposentada Zuleika Santos Andrade, a cadelinha tinha um ar abatido. Ela havia acabado de receber uma transfusão sanguínea — rotina desde que foi diagnosticada com um linfoma de intestino, em novembro passado. A doença foi descoberta por acaso. Zuleika achava que a Penélope estava prenha por conta do abdome dilatado. Estamos na luta desabafa em voz baixa, como se não quisesse incomodar a tristonha vira-lata.

Pois se for operada, Penélope pode não resistir, ela está em tratamento, começou fazendo quimioterapia uma vez por semana, porem agora é quinzenal.  O câncer teve um regresso, mas infelizmente os médicos falaram que operar seria um risco, relata a dona. Segundo a aposentada, o quadro é instável: há dias de melhora e outros em que a cachorra passa muito mal.. Mas estamos tentando todos os recursos, resigna-se. A cadela Golden, também sem raça definida, é a prova de que não se deve perder a esperança, em 2007, constatou-se que ela tinha um tumor venéreo transmissível (TVT) e, hoje, está curada.  

Lacy Mesquita Oliveira, 57 anos, dona de casa, conta que o animal apareceu na vizinhança e não foi mais embora.  Ela estava suja, com fome e ferida na região da genitália, descreve. A descoberta do câncer não foi imediata, a princípio, uma veterinária falou que era uma bicheira, uma infecção na pele causada por moscas.  Foi tratada com antisséptico e antibióticos, mas o sangramento não parava e a veterinária indicou a castração para que ela não ficasse prenhe. Só que ela já esperava filhotes, de modo que não não pôde ser tratada do câncer até o nascimento da ninhada. pois a quimioterapia, muito provavelmente, provocaria um aborto. 

Assim, durante a gestação, Golden foi tratada com antibióticos e vitaminas para que a fortalecessem. e agora já está plenamente restabelecida.  O cançêr é um mal associado à longevidade, a possibilidade de cães e gatos desenvolverem câncer cresce com o avanço da idade. Houve aumento na expectativa de vida dos animais e, como consequência, as doenças evoluíram, explica o oncologista-veterinário Paulo Tabanez, também especialista em infectologia. A boa notícia é que os tratamentos também se sofisticaram. No passado, não havia medicação para câncer em animais, e os tumores não eram tratados. 

Ou ele morria antes de se diagnosticar o câncer ou era sacrificado, constata o especialista. Atualmente, a eutanásia não é a melhor solução para abreviar o sofrimento do animal há tratamentos curativos e paliativos mais eficientes. De fato, o câncer animal pode ter diferentes prognósticos. Conforme o caso, pode-se optar entre métodos cirúrgicos e medicamentosos, ou lançar mão de ambos.  Quando não é possível operar o animal, há medicamentos que promovem qualidade de vida, trazendo alívio para a dor — complementa.  Todavia, alguns efeitos colaterais podem ser penosos, os quimioterápicos causam desde queda de pelo a náuseas, vômitos e leucopenia (também chamada de aplasia de medula, quadro em que o os sistemas de defesa do organismo ficam debilitados). 

Para minimizar esses efeitos, o veterinário pode prescrever medicações que protejam a mucosa gástrica, complementa Tabanez.
O que pode trazer bem-estar ao animal durante o tratamento

- Medicações para controlar vômitos e proteger a mucosa gástrica

- Sessões de acupuntura

- Alimentação balanceada com fórmulas específicas para cães com alterações gastrointestinais, renais e hepáticas.



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