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terça-feira, maio 10, 2011

Dogue de Bordeux - Cachorros.



Dogue de Bordeaux - Cachorros: Apesar de o Dogue de Bordeaux ser um cachorro pertencente a uma raça antiga, não existe uma definição segura, confiavel e concreta sober qual é a verdadeira origem morfologica da raça. Apesar de se saber que ela surgiu em Bordeaux, no sudeste da França. Porem existem várias hipóteses sobre quem realmente teriam sido os seus ancestrais, alguns afirmam que eles são descendentes dos Alanos, antigos Molossos de origem indo-européia. Outros sustentam que descendam do Dogue de Burgos ou do Mastim do Tibet, e há quem acredite que seus ancestrais sejam antigos molossos vindos da Índia e da China há três mil anos. Já para outros especialistas essa raça nada mais é do que o resultado do cruzamento de Mastifes com Buldogues Ingleses.





Entretanto deve-se considerar que normalmente o cruzamento de Mastifes com Buldogues resulta na raça Bulmastife. Sendo então a hipótese mais provável, é a de que o Dogue de Bordeaux seja descendente de uma das linhagens do Alaunt, provavelmente o Alaunt Veutrerer. Pois no século XII, em 1151, Henrique II da Inglaterra se casou com Eleanor de Aquitânia, da região de Bordeaux no sul da França, e toda a corte britânica se mudou para esta região levando todos seus cachorros de caça. E esta região permaneceu sob domínio britânico até 1411, durante 260 anos estes cachorros habitaram, caçaram e se espalharam no sul da França. As três linhagens de Alaunt (Alaunt Gentil, Alaunt Veutrerer e o Alaunt of the Butcher) eram usadas nas caçadas a javalis, ursos e outros grandes animais.





Como consta no livro Livre de la Chasse ("Livro da Caça"), escrito em meados do século XIV por Gaston Phoebus, Conde de Fois. Que viveu no sul da França, e conheceu profundamente estes cachorros, e descreveu que eles tinham a cabeça grande, cana nasal larga e curta, lábios pendentes, e que tambem eram extremamente agressivos. Características morfológicas típicas do Dogue de Bordeaux, e este livro pode ser encontrado em inglês, traduzido entre 1406 e 1413 por Edward of Norwich, II Duque de York, e intitulado The Master of Game, pois Edward era o encarregado de organizar as caçadas no reinado do rei Henrique IV. Foi apresentado pela primeira vez em uma exposição canina em 1863, em Paris.





E seu padrão foi proposto no livro "Le Dogue de Bordeaux", lançado em 1893 pelo francês Pierre Megnin. Hoje a raça encontra-se principalmente na Europa e América do Norte e é reconhecida exclusivamente pela FCI - Federação Cinológica Internacional. Ao redor de 1860 tornou-se uma atração em brigas com cachorros ou outros animais, como lobos, que ocorriam praticamente em todos os bairros de Paris. Esses combates cruéis só costumavam terminar quando um dos participantes morresse, em geral o adversário do Dogue de Bordeaux. Lutava também contra ursos com focinheiras, e, na maioria das vezes, conseguia imobilizá-los por uma das orelhas.





Com a proibição das lutas, a criação do Dogue de Bordeaux declinou e quase desapareceu, reiniciando nas últimas décadas uma lenta, mas constante expansão. As características e a aparência do Dogue de Bordeaux, são as de um cachorro de grande porte, seu tamanho varia de 59 a 69 centímetros e o seu peso de 45 a 75 quilos, sendo as fêmeas um pouco menores e mais leves. De aparência imponente, sua pelagem é fina, curta e suave, e podem ser das cores isabel beirando o creme assim como o vermelho intenso o mogno. O Dogue de Bordeaux vive em média 10 anos, e é um otimo cachorro de guarda, de grande porte, musculoso e imponente.





Atento, corajoso, rápido no agir, não necessita ser adestrado para essa finalidade. Além de ser um excelente guardião de casas, é amoroso e apegado à família e necessita ficar em contato permanente com os seus responsáveis e familiares. O seu aspecto realmente impressiona, pois tem uma das mais volumosas cabeças da espécie canina, e além do corpo forte, pesado, possui a pele solta proporcionando rugas abundantes. E nas situações de perigo, ele não late, simplesmente age, não demonstra qualquer reação diante de estranhos, não rosna e nem faz festa, e em caso de ameaça avança direto sem avisar.






A fama de agressivo, vinda do seu passado de lutador, pode surpreender quem o vê um cachorro calmo e equilibrado.  Seu pêlo fino, curto e suave pode ter cores como mogno, dourado, castanho, amarelado e preto manchado em tons fortes como vermelho, e a mancha preta ou vermelha é desejável. A sua altura varia de 58 a 66 cm e o seu pesa de 45 a 50 kg. É um cachorro tranqüilo e dócil, e que gosta de estar com as crianças, porém, quando necessaario sabe se impor. De personalidade forte, não se submete facilmente e não fica pedindo atenção e carinho, apesar de adorar seus proprietários, e tambem caso se sinta desafiado por outros cachorros, os ataca imediata e ferozmente.




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Finalmente! Você poderá adestrar e educar o seu cachorro, com apenas alguns treinamentos básicos, fáceis e de simples execução. 
E o seu cachorro irá lhe obedecer fielmente de uma forma facil e natural.

Você mesmo poderá ensiná-lo a deixar de destruir suas coisas, a latir só quando necessário, ou o melhor a fazer suas necessidades no lugar correto e ainda irão passear sem arrastar você junto...





segunda-feira, maio 09, 2011

Perdigueiro Português - Cachorros.



Perdigueiro Português - Cachorros: A raça do cachorro Perdigueiro Português surgiu a partir do Perdigueiro Peninsular, que era uma antiga raça de cachorros da península ibérica, e o Perdigueiro Português tem a sua presença registrada e documentada desde o início do século XII. E sua evolução resultou de vários fatores que foram fundamentais como, adaptação ao clima, tipo de caça, terreno e selecção introduzida através da especificidade cultural portuguesa. E já no século XIV, era criado nos canis reais, sendo então muito utilizado na caça de altaria, sendo conhecido como podengo de mostra, evidenciando já a possibilidade de parar perante a caça.



E no século XVI, já com o nome de Perdigueiro, tornou-se um cachorro de caça muito popular entre as classes mais baixas da sociedade. Sendo que no século XVIII, muitas famílias inglesas estabeleceram presença na região do Porto, devido ao prospero e lucrativo negócio proporcionado  pela produção de vinho. E estas famílias inglesas tomaram contato e apreciaram muito a raça, e levado-a posteriormente para Inglaterra, onde desempenharam um papel importante na origem do Pointer Inglês. No entanto, durante o século XIX, quando Portugal atravessava dificuldades económicas e sociais consideráveis, a raça começou um declínio progressivo.



E foi somente em 1920 que alguns criadores fizeram um esforço para salvar a raça, localizando alguns dos remanescentes da legítimos raça no inacessível norte de Portugal. E o livro português de pedigree foi então estabelecido em 1932, e o padrão da raça em 1938, sendo que durante pelo menos mil anos, este cachorro teve sempre a mesma cabeça quadrada, orelhas triangulares e aspecto compacto. O Perdigueiro Português é um cachorro extremamente meigo e afectivo, dotado de grande capacidade de entrega e muito resistente, é calmo, bastante sociável e um pouco petulante em relação aos outros cachorros. Trabalha com vivacidade e persistência.  E é curioso por natureza, mantém sempre o contacto com o seu caçador, movimenta-se com passadas leves e é muito garboso.



É polivalente nas suas funções e muito adaptável aos variados terrenos, climas e tipos de caça. Apresenta-se em proporções médias, rectilíneo, tipo bracóide, robusto mas de conformação harmónica aliada a sua elasticidade nos movimentos. E sua cabeça é bem simétrica e proporcional em relação ao corpo, bem conformada e harmónica, aparenta ser grande no conjunto e um pouco grossa, no entanto não é ossuda nem empastada e possui pele flácida e fina. A pelagem é curta e grossa na maioria dos cachorros, sendo de textura aveludada nas orelhas e na face, e de cor amarela nas variedades clara, comum e escura, unicolor ou malhada de branco na cabeça, pescoço, peito e calçado. Nos machos, a altura na cernelha é de 52 a 60 centímetros, o peso é de 20 a 27 quilos, e nas fêmeas, a altura é de 48 a 56 centímetros e o peso é de 16 a 22 quilos.




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domingo, maio 08, 2011

Fox Terrier - Cachorros.



Fox Terrier - Cachorros: A Fox Terrier é uma raça de cachorro de porte médio-pequeno, originária da Inglaterra, o tamanho do macho varia entre 37 e 40 centímetros e o seu pesa é de aproximadamente oito quilos, sendo a fêmea ligeiramente mais baixa e pesa tambem um pouco menos. O Fox Terrier é um cachorro muito ativo e forte, mas tambem é inteligente, teimoso, persistente, e destemido. Mas tambem acima de tudo, muito amigo, afetuoso e protetor do seu responsável, e apesar de ser muito amigo do seu responsável, isso não significa que seja um cachorro de um responsável só, pois se dedica e integra-se muito bem com toda a família, mas acata melhor as ordens de quem lhe impõe disciplina e regras, do que quem lhe dá somente carinho.





E apesar de ser um cachorro muito meigo, afetuoso e dedicado, tambem é um otimo cachorro para desempenhar a guarda e a defesa. Como possui uma enorme energia, é quase impossível que consiga ficar parado cinco minutos seguidos, é necessário então que se tenha tempo para o exercitar, passear e brincar, pois é um forte desportista. E se for deixado muito tempo sozinho, pode tornar-se destrutivo, estressado e muito barulhento. E são cachorros inteligentes, sensíveis e muito equilibrados, tendo uma personalidade muito hierárquica, mas a sua convivência com outros cachorros é muito complicada, havendo grande possibilidade de ocorrência de brigas. 




É um cachorro que aprende muito depressa, mas prefere, na maior parte das vezes, fazer à sua maneira. Devido a isto, na sua educação, o responsável tem de ter pulso firme, pois em caso contrário o cachorro só vai obedecer para ser recompensado. Quanto à saúde, como a maior parte dos terriers, o Fox Terrier é um cachorro muito resistente, não tendo muita tendência a adoecer. E por ser um cachorro resistente, muitos de sua raça chegam a passar dos 15 anos de idade, alguns chegando até mesmo aos 20. O Fox Terrier talvez seja o mais famoso dos representantes do grande grupo dos Terriers, pois a história do Fox Terier é bastante antiga e segundo alguns historiadores, a raça já estava solidamente constituída nas Ilhas Britânicas ainda no século XV. 




O Fox terrier foi desenvolvido pelos ingleses para participar como coadjuvante na caça à raposa, inicialmente eram utilizados em conjunto com o Fox Hound, que encontrava e cercava a presa mas tinha dificuldades de ‘desentocá-la’ devido ao seu tamanho. Era nesse ponto que entravam em cena os valentes Terriers que tinham a função de entrar na toca e afugentar a caça ou alertar o caçador de sua exata localização. Pois esta atividade requeria um cachorro muito destemido, ágil, forte e compacto, enfim, era preciso que fosse um autentico Fox Terrier. O primeiro padrão da raça foi criado em 1876, incluindo as duas variedades: os de pelo liso e os de pelo de arame ou duro. 




Mas apesar de sua antiguidade, o Fox Terrer foi uma das raças que mais se modificou fisicamente desde que seu padrão foi aprovado, especialmente nos anos 20 e 30. Por suas características marcantes, a raça atendia de tal forma a todos os desejos dos criadores e caçadores que em pouco tempo se transformou numa das mais populares da Inglaterra. E não sendo utilizada apenas em sua função original, mas ganhando rapidamente novos adeptos entre os que queriam um ágil cachorro de companhia. Sua personalidade efusiva fez com que fosse adotado como personagem por vários autores, entre eles Hergé, o famoso autor de Tintin, que criou Milu, o fiel companheiro do personagem principal inspirado no Fox terrier. 




O Fox Terrier é um cachorro especial e requer um responsável idem, pois tem uma personalidade bastante forte e precisa de um responsável com experiência e autoridade. E é uma raça que está sempre alerta, pois são cachorros que topam qualquer atividade que seja proposta, e adoram correr, caçar e brincar. Podem obter excelentes resultados em provas de agility, esporte no qual podem aproveitar completamente a sua agilidade e rapidez. Por sua história e utilização inicial, desenvolveram um enorme senso de independência, uma vez que, na prática da caça em tocas, era necessário que fossem autoconfiantes e determinados para cumprirem sua meta, e esta característica eles absolutamente não há perderam. 




E os países europeus mantém provas de caça para a raça até hoje, as provas são simulações da caça tradicional, utilizando-se tocas artificiais com comprimentos de até 15 metros. Nestas provas há a presença real das raposas no final, mas tanto o cachorro quanto a raposa são protegidos pela colocação de uma rede que impede o contato físico entre os dois. É um cachorro que apesar de seu tamanho compacto, precisa de exercícios constantes para se manter em forma e mentalmente saudável. Pode ser facilmente utilizado como cachorro de alarme, que chamará a atenção do seu responsável para qualquer evento diferente, esta característica, no entanto, pode vir a se transformar num problema para aqueles que vivem em apartamentos, uma vez que os latidos poderão incomodar os vizinhos. 




Outro problema pode ser sua tendência a cavar jardins e vasos, dando vazão ao seus mais arraigados instintos de Terrier. E tambem é uma excelente companhia para crianças, aguentando firme o nível de atividade delas, e dificilmente se cansará antes. Já seu convívio com outros cachorros é bastante complicado e difícil, e normalmente o máximo que esses cachorros suportam é a presença de cachorros do sexo oposto. As duas variedade do Fox terrier podem ser bi-colores ou tricolores, mas a cor predominante deve ser o branco. Nos bicolores aceitam-se manchas pretas ou castanhas e nos tricolores as manchas podem ser combinadas de preto e castanho, mas cada uma das cores bem definida. 




Manchas tigradas, vermelha ou fígado (castanho muito escuro ou chocolate) não são admitidas no padrão da raça. Nos exemplares de pelo liso, os cuidados com a pelagem são praticamente nulos, sendo recomendável a escovação apenas para ajudar a eliminar os pelos mortos, pois são cachorros quase que auto-limpantes. Já os de pelo duro precisam de cortes periódicos em sua pelagem, e os cães de exposição nunca podem ser cortados com tesoura uma vez que essa prática muda a consistência da pelagem e pode até mesmo a tonalidade original dos marcas. As tosas de exemplares de pista devem ser feitas à base do stripping, que consiste na retirada manual dos pelos com a ajuda de uma faquinha apropriada. 




Esse procedimento só deve ser realizado por profissionais competentes. Assim como o cachorro adulto, o filhote tem uma energia impressionante que pode, e deve, ser canalizada pelo responsável especialmente com jogos que incentivem a obediência do filhote. Na classificação do pesquisador Stanley Coren, em seu livro ‘A Inteligência dos Cães’, Fox Terrier pêlo liso ocupa a 40ª e o Fox Terrier pêlo de arame ocupa a 51ª posição entre as 133 raças pesquisadas, o que apenas comprova a tese de que é um cachorro que precisa realmente ser estimulado a obedecer seu responsável. Por isso mesmo, é altamente recomendável que desde cedo o seu responsável inicie um programa de adestramento de obediência com seu Fox, com o objetivo de tornar a convivência mais fácil para ambas as partes. 




A educação do filhote requer, acima de tudo, paciência. Especialmente quando o filhote já tiver aproximadamente 6 meses e estiver trocando seus dentes, deve-se evitar que os móveis sejam seu alvo preferencial, para isso, convém fornecer brinquedos próprios para esta fase. Não é recomendado que ele seja deixado muito tempo sozinho em casa, sem a supervisão dos responsáveis, porque caso ele se sinta entediado, certamente vai procurar diversão por conta própria e nem sempre o responsável vai concordar com as condições deixados nos brinquedos que ele encontrou. O Fox Terrier é uma raça extremamente rústica em termos de saúde e uma vez que estejam vacinados, vermifugados e sendo alimentados adequadamente dificilmente apresentam problemas, e também não são propensos a nenhuma doença genética particular como outras raças.









 




   

sábado, maio 07, 2011

Mastim Tibetano - Cachorros.




Mastim Tibetano - Cachorros: A raça Mastim Tibetano, inicialmente conhecida como Mastiff Tibetano, foi a raça que deu origem a todos os Mastiff da atualidade. E que chegou inclusive a ser declarada extinta, mas que porem foi recriada por volta do fim da década de 1800, pelos britânicos. E remotamente era utilizada como raça protetora de lares e rebanhos, e foi um dos principais fatores que levou esta raça gigante a se difundir por quase toda a Ásia e tambem Europa. E após mais de um século de cruzamentos seletivos, tornou-se tambem um cachorro de companhia, passando inclusive tambem a figurar em exposições de beleza pela Europa e América do Norte, embora não se adapte muito bem em países de temperaturas mais altas, devido a sua grossa pelagem.





E é descendente direto dos grandes molossos asiáticos, que foram os ancestrais de muitas raças de molossos europeus. Este molosso asiático, foi aquele que acompanhou as tropas de Alexandre o Grande quando estas retornavam da Ásia e seus descendentes se espalharam pela Europa. Contudo, os que permaneceram no Tibete  deram origem ao dogue do Tibete de hoje, de tamanho menor que seus ancestrais, mas ainda assim um cachorro imponente e poderoso. Inclusive em seu livro sobre a Ásia, Marco Polo relata a existência de cachorros “grandes como burros” que protegiam aldeias inteiras nos Himalaias. De fato, o dogue do Tibete é um guardião nato, eles eram deixados para proteger as aldeias, as mulheres e as crianças quando os homens precisavam sair para cuidar dos rebanhos ou caçar.





Além de seu porte, seu latido, considerado um dos mais poderosos entre os cachorros, é comparável a um rugido e contribui para tornar este cachorros um dos melhores guardiões entre todas as raças caninas. Devido ao grande isolamento geográfico de sua região de origem o dogue do Tibete apresenta algumas características próprias da raça, como por exemplo seu amadurecimento psíquico mais lento, pois cachorros desta raça só atingem a maturidade entre 3 e 4 anos de idade, e as fêmeas só entram no cio uma única vez ao ano como os lobos, enquanto os outros cachorros domésticos passam por esta fase semestralmente. E existiam poucos exemplos de cachorros desta raça no ocidente antes da década de 70.





E sabe-se que em 1880 o príncipe de Gales possuía um exemplar e que o presidente americano Eisenhower recebeu dois exemplares de presente do Dalai Lama. E apenas a partir da década de 70, alguns exemplares começaram a chegar levados por contrabandistas de drogas. Estes contrabandistas despachavam cachorros adultos em aeroportos com drogas ilegais escondidas na parte inferior de suas caixas de transporte, eles contavam que os inspetores não se atreveriam a examinar as caixas com cachorros tão grandes e intimidadores dentro. E esta estratégia funcionou por um bom tempo, e foi assim que muitos destes cachorros chegaram ao ocidente, onde então a criação organizada da raça pode ser instituída.





E o Mastim Tibetano é um guardião por natureza, apesar de que também desempenhava a função de pastor e de puxador de trenó em sua terra de origem, e é provavelmente o elo de ligação entre muitas raças de pastores e de guardiões atuais. É rústico, resistente, calmo, muito territorial, corajoso e um pouco teimoso. Não gosta de estranhos e é bastante apegado e gentil com sua família. Sua socialização e educação devem começar cedo e se estender por bastante tempo, já que esta raça só atinge a idade adulta mais tarde. E o dogue do Tibete tambem precisa de espaço e de exercício, e seu pêlo deve ser escovado semanalmente. E no quesito saúde a raça pode estar sujeita a incidência de displasia, este problema pode ser evitado com a boa escolha do filhote e dos pais da ninhada.








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