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terça-feira, outubro 18, 2011

Cachorros - Temor de Ruidos.



               


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Cachorros - Temor de Ruidos:  Existem cachorros que têm um medo excessivo de determinados ruídos, porem se imaginarmos que eles têm uma capacidade auditiva quase quatro vezes maior que a nossa, um ruído sem importância para nós, pode ser realmente ensurdecedor para eles. E entre os ruidos que costumam normalmente causar bastante incomodo e até pânico entre os cachorros, estão incluidos os fogos de artifício, máquinas de tosa e/ou secadores, trovões, tiros, entre outros similares. E quando há ocorrência destes ruidos, os cachorros que são mais sensiveis a eles, chegam a pular no colo de seu responsável, tremem excessivamente, o seu coração dispara. 




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E eles tentam se esconder em lugares pouco comuns, como embaixo de camas, mesas ou quartos fechados, e dependendo da quantidade e constância destes ruidos, permanecem lá sem comer, beber ou sair para fazer suas necessidades, até que os ruidos cessem totalmente. Alguns responsáveis podem até achar isto até engraçado, porém, se o cachorro tiver alguma alteração cardíaca severa, como a taquicardia, que é a aceleração no ritmo do coração, que o medo excessivo provoca, e que pode causar serios problemas à saúde do cachorro, principalmente se ele for idoso. E se fobia a ruídos for um problema serio para o seu cachorro, e você realmente se preocupa com a reação dele, quando da ocorrência de fogos ou tempestades. 




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É necessario então estar atento, e tomar as providências que forem necessarias para ajudar o cachorro a superar esta questão, que a principio parece não ter grande importância, mas que dependendo da reação do cachorro, e se não for resolvido ou munimizado, pode chegar a ser algo bastante grave. A principio deve-se trabalhar com a dessensibilização do cachorro, para com estes sons que lhe causam algum incomodo ou temor, e se possivel ter gravado em um cassete ou CD os sons que deixam o cachorro neste estado de incomodo ou pavor. E inicialmente deve-se colocar o som em um volume baixo, quase que imperceptível, e motivar o cachorro cammamente a repetir qualquer rotina que ele goste muito. 




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Como jogar bolinha, comer biscoito, etc.. No início é preciso fazer estes exercícios num local e horário bastante calmos e neutros. E só se deve passar adiante, quando o cachorro já estiver suportando os barulho que o incomodavam anteriormente, e em um nível normal. E inclusive não se de recompensar involuntariamente o cachorro, é preciso ter muito cuidado para não dar carinho e atenção ao cachorro, quando ele estiver com medo para não recompensá-lo, involuntariamente, por ter medo. Nada de tentar acalmar o cachorro ou segurá-lo no colo, em último caso é preciso deixar um local preparado para que o cachorro possa se esconder e se sentir seguro, como se estive-se numa toca. 




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E quanto a se Usar medicação, alguns veterinários preconizam doses diárias de antidepressivos, ministrados nos dias em que se suspeita que haverá ruídos que causem pânico ao cachorro. A medicação tem que ser dada antes do cachorro começar a ficar apavorado, e pode realmente ajudar a evitar crises médias ou leves de pânico. Para casos graves de fobias causadas por sons, como fogos de artifício, tempestades, trovões ou armas de fogo, outras drogas podem ser utilizadas, entretanto sempre a critério e sob prescrição do veterinário. E segundo veterinários especialistas, o medo excessivo de ruídos é um dos problemas mais difíceis para serem tratados em comportamento canino. 




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Especialmente em casos graves, entretanto de qualquer forma vale a pena tentar. E no caso de cachorros que se estressam com o barulho de máquinas de tosa e secadores, utilize chumaços de algodão nos ouvidos do animal, para diminuir o ruído. Isso também pode ser tentado em dias de tempestade ou fogos de artifício. Porem geralmente, esse "truque" não tem efeito algum em cachorros extremamente medrosos. Deve-se se previnir e procurar assegurar-se que o cachorro não possa fugir em momentos de grande manifestação de medo. Pois é bastante comum os cachorros se desesperarem, e saírem em disparado em direção à rua. É então recomendavel, se necessário e não houver outra alternativa, que se prenda o cachorro em dias de comemorações com fogos e rojões. 




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E inclusive consulte o veterinário que trata do seu cachorro, e caso ele julgue necessario e conveniente, medicará o seu cachorro para que o mesmo possa enfrentar e superar o medo. Ou encaminhará você a um especialista em comportamento canino, para que se possa tratar o seu cachorro de uma maneira especifica. pois associando as medicações alopática, homeopática ou as alternativas (Florais de Bach), e tambem com uma mudança de postura do responsável com relação a esta questão em especial que consequentemente envolve o seu cachorro, há grandes chances e possibilidades reais dele superar conseguir superar está fobia.



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segunda-feira, outubro 17, 2011

Fistula Perineal - Cachorros.




          

Fistula Perineal - Cachorros: A grande maioria das pessoas normalmente não têm o hábito de inspecionar a área sob a cauda de seu cachorro. E geralmente só o faz, quando o cachorro parece estar fazendo algo que possa vir há indicar a existência de algum problema. Pois quando um cachorro começa a querer lamber sob a sua cauda, ou fica esfregando a sua extremidade traseira no chão, ou tambem sente algum incomodo ou dor ao sentar ou tentar levantar a sua cauda. E ai quando chega a este ponto, e a cauda do cachorro finalmente é levantada para que seja inspecionado o seu ânus. Pode ser que já haja a presença avançada de uma fístula perianal, mostrando profunda fendas abertas, e tambem com a presença de pus escorrendo, em todo o seu esfíncter anal. 


Que inclusive exala um forte e fétido odor, que é ainda mais acentuado no momento em que o cachorro vai defecar, e que pode ser notado tambem um grande esforço por parte do cachorro para poder defecar. Entretanto está condição é variável, e ela tanto diminui, como evolui ao longo do tempo, porem a cada nova manifestação, ela tende a ser cada vez a ser mais abrangente, e em última análise ela é gradualmente progressiva, provocando a cada nova manifestação, maiores e mais profundas feridas ulceradas na superfície do ânus e em seus arredores. E inclusive não existe uma prevenção, pois não se sabe o que possa vir a causar ou desencadear está condição. 


Porem pesquisas e informações recentes sugerem uma base imunomediada, e que tambem parece haver alguma base genética especificadamente com a raça do cachorro Pastor Alemão. Que parecem predispostos ao desenvolvimento desta condição, embora este fenômeno pode ser mais sobre a conformação do que a cerca de um fator genético específico para a doença. E o cachorro Pastor Alemão também tem um aumento do número de glândulas sudoríparas apócrinas, o tipo de glândulas sudoríparas que produzem suor fedido oleosa (em oposição ao suor aguado), na região anal em relação a outras raças, inclusive mais de 80% dos cachorros afetados são da raça Pastor Alemão.  


E a idade média do início da manifestação é de 5 anos aproximadamente, e a proporção genérica é de que o dobro dos cachorros machos são afetados, em relação as fêmeas. Entretanto nem sempre as grandulas anais, podem estar associadas a presença da Fistula perineal, pois as glândulas anais podem ou não estar envolvidos no desenvolvimento da fistulização. Inclusive a biópsia é necessária para poder se confirmar um diagnóstico preciso, pois varias doenças como as caracteristicas e condições a seguir podem parecer semelhantes a fístula perianal:




Carcinoma de células escamosas do ânus (câncer)

Anus hiperplásica (comum em cães machos não castrados mais velhos)

Perianal Adenoma (tumor benigno também comum em cães machos não castrados mais velhos)


Entretanto após a confirmação do diagnóstico, há vários aspectos sobre o tratamento e a sua terapia. Pois do inicio do tratamento até o começo da cicatrização, pode vir a demorar aproximadamente de 2-5 meses, que é o estágio quando se consegue ter a minimização das lesões, e tambem te-las sob controle. Porem é necessário que o tratamento e consequentemente a terapia de manutenção, provavelmente venha a ser necessário para o resto da vida do cachorro. E como as lesões ainda continuam sendo comumente infectados pelo menos no início do tratamento, os antibióticos são tipicamente prescritos. E a administração de um antibiótico tópico pode ser útil para controlar a infecção a longo prazo. 


E devido as ulcerações, a defecação geralmente pode ser doloroso, e para minimizar o esforço e consequentemente as dores provocadas, laxantes podem ser prescritos. E tambem a dieta deve ser rica em proteínas, entretanto deve-se ter cuidados com a alergia alimentar, que parece ser uma possível etiologia desta condição. E a utilização de alimentos em que o cachorro não venha a ser alérgico, tem sido uma terapia adjuvante bastante utilizada e recomendado. No entanto, estas dietas geralmente são feitas a partir de fontes de proteínas incomuns, como coelho, pato, canguru, peixe ou carne de veado, porem a maioria dos hospitais veterinários tem estoque com um alimento apropriado. 


Faz-se tambem o uso de drogas imunossupressoras, como a droga ciclosporina , que é um imunomodulador usado originalmente para pacientes de transplante de órgãos. E como está droga é relativamente caro, a sua dose pode ser efetivamente diminuída com uso concomitante do medicamento antifúngico cetoconazol, pois o seu uso aumenta os níveis sanguíneos de ciclosporina. Pois a absorção da ciclosporina varia muito entre os indivíduos, sendo então necessário que os níveis sanguíneos terapêuticos sejam monitorados, com exames de sangue constantes para garantir níveis mínimos e adequados de absorvição de ciclosporina sejão atingidos. 


Outro protocolo de imunossupressores envolve as drogas prednisolona , azatioprina , e metronidazol, e são particularmente úteis para pacientes com concomitante doença inflamatória intestinal . Este protocolo é substancialmente menos oneroso do que a ciclosporina, porem percentualmente em media 30% dos cachorros, os seus respectivos organismos acabam não reagindo a este tipo de tratamento. E tambem um creme tópico chamado tacrolimus, pode ser usada junto com medicação oral, porem somente para casos muito leves. Este também é um imunomodulador, e é muito mais forte do que a ciclosporina. 


Seja qual for o protocolo de imunossupressores, é melhor reavaliar o paciente a cada 3 a 5 semanas para juntamente com o medico veterinário ver se as correções e modificações são necessárias. Inclusive antes do advento da ciclosporina, fístulas perianais eram tratados somente cirurgicamente, e com resultados nem sempre satisfatorios. Porem atualmente, a cirurgia é recomendada apenas para pacientes, no qual a imunossupressão falhou, ou onde tambem as glândulas anais estão envolvidos. Pois o objetivo principal da cirurgia é remover o tecido morto e proliferativo, e prevenir ou tratar qualquer estenose anal ou retal (áreas de estreitamento causado pela cicatrização), e alterar o "ambiente" da região perineal. 


E tambem a amputação da cauda pode vir a ser necessária, inclusive atraves da avaliação pratica, feita por médicos veterinários a amputação da cauda corresponde sozinha por mais de 80% de sucesso na prevenção da recorrência das fístulas. E tambem se as glândulas anais estiverem envolvidos com a manifestação e o desenvolvimento dasfístulas, elas igualmente terão que ser removidos. Em casos mais leves, a cauterização química de fístulas, que destrói o tecido afetado e permite que o tecido sadio possa se curar, dependendo do grau de avanço da doença, pode ser a melhor opção. E tambem a Crioterapia, onde um agente de congelamento é usado em vez de um químico, tem sido menos eficaz, inclusive deixando mais cicatrizes, e tambem tendo menos controle sobre a área tratada. 


E a terapia a laser, por outro lado, tem sido de 95% de sucesso na prevenção da recorrência e controle da dor, onde 20% dos cachorros tratados tendem a desenvolver incontinência fecal, porem a grande maioria destes casos, podem ser controlados através de uma dieta. E tambem quanto mais extensa a cirurgia, maior é o potencial de ocorrência de complicações, e laxantes são normalmente necessários até um mês após a cirurgia, principalmente para se evitar e se aliviar a dor, e o responsáveis devem fazer com todo o cuidado e sempre que for necessário a higienização da área anal. Pois a incontinência fecal, devido ao estreitamento do ânus, e incapacidade de controlar a fistulização são as principais complicações pós cirúrgicas.











domingo, outubro 16, 2011

Cancêr/Tratamento - Cachorros.


                                 

Cancêr/Tratamento - Cachorros: Câncer é um termo que é utilizado para designar e definir os tumores malignos, inclusive os cachorros, gatos e outros animais tambem estão propensos a manifestar e desenvolver este tipo de patologia. Inclusive os médicos veterinários tem constatado que com o passar dos anos a manifestação de tumores em cachorros e outros animais domésticos tem aumentado significadamente, isto em decorrência e devido tambem ao aumento da expectativa de vida dos cachorros, já que a maior incidência da ocorrência da doença acontece geralmente em cachorros idosos. E entre os tipos de cânceres mais comuns pode-se destacar os carcinomas cutâneos, que são os tumores malignos de pele. 


Que são muito comuns tanto nos cachorros como nos gatos, principalmente nos cachorros brancos ou despigmentados, isto é, cachorros que não possuem pigmentação protetora à incidência solar, sendo as áreas sem pêlos da face as mais vulneráveis. Os sarcomas, que são os tumores malignos originados do tecido muscular, adiposo e ósseo, também apresentam uma incidência relativamente alta nos cachorros. E os tumores do tecido hematopoiético, assim como os linfomas e leucemias, também acometem tanto cachorros quanto gatos, principalmente gatos infectados pelo vírus da leucemia felina (FeLV). E finalmente, temos os tumores do sistema nervoso, que são os menor incidência, 


Entretanto, apesar da gravidade desta doença, há possibilidade de tratamento, podendo-se cura-la ou prolongar e proporcionar uma boa qualidade de vida ao cachorro eventualmente acometido, e o sacrifício é a ultima alternativa, quando já não há mais perspectivas ou possibilidade de uma sobrevivência para o cachorro, onde o mesmo não possa dispor da mínima dignidade ou qualidade de vida. Sendo que o tratamento dos cânceres pode ser inicialmente dividido na terapêutica curativa e na paliativa, e os métodos da terapêutica curativa são a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. Já o tratamento paliativo diz respeito a tratar os sintomas e ou disfunções da patologia base, como o alívio de dor, correção de alterações metabólicas, remoção de obstruções, entre outros. 


O fato de um cachorro ser portador de um tumor não passível de cura não, necessariamente, indica que este cachorro deva ser submetido à eutanásia, principalmente se no momento o mesmo apresente um boa condição de saúde, e tambem usufrua de uma boa qualidade de vida. E a cirurgia é o método de tratamento que oferece os melhores resultados de cura, exceto nos casos de tumores hematopoiéticos. Entretanto e inclusive as técnicas cirúrgicas devem compreender tambem a remoção dos tecidos afetados com as suas respectivas margens de segurança, o que significa a remoção de tecido sadio periférico ao tumor. E se necessário tambem, exerese dos linfonodos regionais que drenam a área. 


Infelizmente devido a isto muitas cirurgias são mutilantes, porem o resultado estético, nestas situações não é o mais importante. E a quimioterapia é o tratamento de indicado especialmente para os casos dos linfomas e leucemias, sendo que a quimioterapia também é muito eficaz e amplamente utilizada como tratamento auxiliar a outra modalidade terapêutica, que é à cirurgia, principalmente para os tumores com grande potencial de metástase, como por exemplo os osteossarcoma, hemangiossarcoma, melanoma entre outros. E as drogas quimioterápicas são, na sua maioria, medicamentos injetáveis, sendo que somente algumas poucas drogas podem ser administradas por via oral. 


Sendo que os cachorros  e outros animais domésticos que são submetidos a sessões quimioterápicas recebem, antes e após a utilização da droga injetável, um período de tratamento de fluidoterapia, que é essencialmente a administração de sôro. isto porque as drogas são muito tóxicas, sendo então, não é desejável que haja um excesso de acumulo das mesmas no organismo. E tambem o tempo de duração de cada sessão depende do protocolo que venha a ser utilizado, ou seja a quantidade de associação de drogas, e dependendo, os protocolos podem então exigir um período de fluidoterapia de maior ou menor duração. Inclusive tambem, os efeitos colaterais vistos nos cachorros são menos severos do que os vistos em pacientes humanos. 


Isto porque, em medicina, a cura é o principal objetivo do tratamento, enquanto que em veterinária, muitas vezes a qualidade de vida do paciente naquele momento e naquelas circunstancias é mais importante do que a cura definitiva da doença. Devido a isto então, utilizam-se doses menores e protocolos menos agressivos. E a alopecia, que é a queda de pêlos, em pacientes veterinários ocorre somente de forma localizada, e não generalizada como nos pacientes humanos, sendo que as raças que apresentam crescimento contínuo de pêlos como a Poodle, a Cocker entre outras são as mais afetadas. E os efeitos colaterais inespecíficos da quimioterapia. 


Mais importantes do que a alopecia, são os vômitos, a anorexia, a diarréia, a perda de peso, alterações estas que podem inclusive ser controladas com medicação apropriada como vitaminas e suplementos alimentares. E os efeitos colaterais considerados específicos, geralmente dizem respeito à toxicidade de um determinado órgão pelo uso de certas drogas, como por exemplo: cardiotoxicidade consequente da utilização de doxorrubicina, e nefrotoxicidade pelo uso da cisplatina. Inclusive pode-se utilizar tambem o processo de crioterapia, que é o método pelo qual pode-se causar a morte das células neoplásicas por meio de congelamento. 


E os principais tumores sensíveis a este tratamento são os que apresentam pequenas lesões cutâneas ou localizadas nas mucosas oral ou perianal, como papilomas, que são tumores cutâneos benignos, carcinomas basocelular e espinocelular, mastocitomas cutâneos, que são tumores originados de células mastocitárias, ou mesmo lesões remanescentes do tumor venéreo transmissível canino (TVT) após quimioterapia. É importante entretanto se salientar que o diagnóstico precoce não somente é o mais desejado, como tambem é importantíssimo e imprecindivel. 


Pois por razões óbvias, é muito mais simples e fácil se alcançar a cura em casos iniciais, e para isto, é importante que o clínico tenha consciência que os procedimentos de biópsia são importantes, mesmo que trate de pequenos nódulos, aparentemente benignos. Pois as informações provenientes de um laudo histopatológico (biópsia), associadas às informações clínicas, são pontos importantes na determinação da conduta terapêutica, seja ela clínica, cirúrgica ou combinada.









sábado, outubro 15, 2011

Linfoma - Cachorros.




            

Linfoma - Cachorros: O linfoma ou linfosarcoma é uma doença de caráter maligno que acomete os linfonodos (gânglios), e se dissemina para outros órgãos como baço, fígado, pulmões e rins. E cachorros a partir de 7 anos de idade são os mais afetados, e a forma mais comum da manifestação do linfoma se inicia por um aumento dos gânglios, principalmente aqueles localizados abaixo da mandíbula. E sintomas como perda de peso e diminuição do apetite também podem ser notados, e com a progressão da doença, em consequencia todos os outros gânglios, internos ou periféricos, são afetados e ficam bastante aumentados, o que geralmente causa dor e bastante incômodo para o cachorro.







Outras formas da doença, porem menos comuns, aparecem manifestando tambem sintomas em outras partes do organismo cachorro, como problemas respirátorios, digestivos, vômitos e diarréia, isto quando há metástase alcançou o sistema pulmonar, cutâneo ou digestivo. E apesar de o linfoma ser um tumor maligno, ainda assim ele pode ser tratado, possibilitando então o prolongamento da vida do cachorro, porem não há a possibilidade de cura definitiva. E o diagnóstico é feito através do exame clínico, análises dos gânglios, com biópsia ou citologia por aspiração, ultra-sonografia, raio-X e exames laboratoriais. E o tratamento utilizado atualmente para se minimizar e se controlar a evolução desta doênça, é a quimioterapia e a radioterapia.





Entretanto a radioterapia ainda não está disponível no Brasil para uso em cachorros e outros animais. E atraves da quimioterapia, que é a associação de várias drogas, com o intuito de provocar e promover, na grande maioria dos casos, a diminuição dos gânglios e a melhora no estado geral da saude do cachorro. Porém, a junção de todos estas drogas medicamentosas, além de matar tambem as células do tumor, atingem igualmente outras células sadias do organismo, como as células sanguíneas e as celulas de defesa, que são os glóbulos brancos. Com isto, o cachorro consequentemente terá uma forte tendência e possibilidade  há desenvolver uma anemia profunda, como tambem uma baixíssima resistência imunologica durante o tratamento com a quimioterapia.




Por esse motivo, o cachorro que está em processo de quimioterapia deve ser monitorado com exames de sangue frequentes, o que consequentemente acaba tornando o tratamento bastante dispendioso. E as drogas quimioterápicas também podem causar efeitos colaterais como diarréias e vômitos cronicos, e alem de tudo isto, a sobrevivência e a expectativa de vida de um cachorro com linfoma é incerto e muito variável. Entretanto se não tiver tratamento, o cachorro não resistirá mais do que 6 ou 8 semanas, já fazendo uzo da quimioterapia, o cachorro poderá ter uma sobrevida bem mais longa, variando de 2 meses a até 2 anos. E apesar da aplicação de todo o processo de tratamento , com o passar do tempo o tumor irá se tornar resistente às drogas.




E consequentemente o cachorro voltará a manifestar novamente os mesmos sintomas e em consequencia irá a óbito em decorrência da doença, até porque inclusive, não há uma forma de se prevenir sequer o processo de manifestação inicial do linfoma. Deve-se portanto, tratar o cachorro até o momento em que a doença ou o próprio tratamento, não cause danos ao organismo incompatíveis com uma qualidade minima de vida e que em consequência levem o cachorro a um grande sofrimento, e então somente neste momento o sacrifício é indicado, inclusive como a alternativa "menos pior", para se evitar um sofrimento maior para todos.




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