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domingo, novembro 30, 2014

Cachorros - Grand Bleu de Gascogne.




Cachorros - Grand Bleu de Gascogne: A Grande Azul da Gasconha (em inglês: Grand Bleu de Gascogne) é uma raça pertencente ao grupo de sabujos farejadores de porte grande. É proveniente da província de Gasconha na costa sudoeste da França, local para o qual seus ascendentes foram levados por comerciantes fenícios. 

Neste país, foi primordialmente utilizado para localizar lobos, cervos e javalis. Mais populares nos Estados Unidos que em sua terra natal, estes cães são ainda usados nas caçadas, agora para rastrarem presas médias, como guaxinins, e grandes, como cervos. 

Considerado um animal calmo apesar de apresentar o gosto por ladrar, é visto como um bom cão de companhia.
Fisicamente considerado um cão largo, pode atingir os 35 kg e os 72 cm. Sua pelagem, relativamente grossa e flexível, é de fácil cuidado e apresenta duas colorações.

Aparência:
O peso não é determinado, mas a altura deve estar entre 63 e 70 cm. Cabeça forte e alongada, com pele formando duas rugas nas bochechas. Os lábios são pendentes, crânio abobadado, olhos castanho-escuros com expressão triste e doce. Orelhas muito longas, finas e onduladas. Duas manchas pretas cobrem as orelhas e circulam os olhos. Cauda deve ser grossa, portada alta, comprida e mantida em foice. A pelagem é de manchas negras sobre fundo branco, este por sua vez pode ser mosqueado de negro.

Temperamento:
Doce, afetuoso e audacioso. Adequado para o convívio com crianças.

Utilidade:
Pode ser usado na caça ao lobo e na procura a caças menores, como lebres. É um excelente rastreador, dotado de um faro excepcional. Seu latido pode ser modulado, de forma a indicar a grandes distâncias o deslocamento da caça.

História:


Descende de sabujos levados à Europa pelos fenícios. Foi aperfeiçoado com a introdução de linhas de sangue do Bloodhound.

Cachorro Americo/Germânico.



Cachorro Americo/Germânico: O American Eskimo Dog americano é uma raça de cachorros de companhia originário da Alemanha, sendo inclusive tambem mais um membro do família Spitz. E apesar de seu nome e de sua aparência, a raça American Eskimo não tem nada a ver com o Alaska, pois sua a origem de seus ancestrais é remota e remonta toda a area da Europa do Norte. A sua raça progenitora foi o Spitz Alemão, porem devido ao preconceito anti-alemão durante a Primeira Guerra Mundial, ela foi renomeada "American Eskimo Dog". Embora os modernos American Eskimos ainda podem ser confundidos com o Spitz Alemão, dependendo da altura, os padrões da raça são realmente muito diferentes.



E além de servir como um cachorro de guarda e companhia, o American Eskimo também alcançou um elevado grau de popularidade nos anos 1930 e 1940 nos Estados Unidos como um circo performer. Há três variedades de tamanho da raça American Eskimo, inclusive eles compartilham uma semelhança comum com os Spitz japoneses e a raça Samoieda. O pintor inglês Thomas Gainsborough (1727-1788) pintou "The Morning Walk" representando o Sr. e a Sra. Hallet, acompanhado por seu Spitz Branco, uma raça que está entre os antepassados do American Eskimo. O American Eskimo foi originalmente criado e desenvolvido para proteger pessoas e bens, e portanto é territorial por natureza, sendo portanto um cachorro de guarda valoroso.



Eles inclusive não são considerados uma raça agressiva, mas devido à sua história como cachorro de guarda, são tambem geralmente bastante vocais, latindo para qualquer estranho que chega muito próximo aos seus responsáveis ou a seu território. No Norte da Europa, raças de Spitz menores foram eventualmente desenvolvidas em diferentes Spitz Alemão, e imigrantes europeus trouxeram Spitz como seus animais de estimação com eles para os Estados Unidos, principalmente Nova York, no início de 1900, "todos eles descendem de maior Spitz Alemão, o Keeshond , o branco da Pomerânia , Spitz e os italianos, o Volpino Italiano ". Embora o branco não era sempre uma cor conhecida no Spitz Alemão, entretanto era geralmente a cor preferida nos EUA.



Em uma demonstração de patriotismo na época em torno da Primeira Guerra Mundial, os responsáveis destes cachorros passaram a se referir aos seus animais de estimação como o americano Spitz, em vez de Spitz Alemão. Após a I Guerra Mundial, os pequenos Spitz chamaram a atenção do público americano quando os seus cachorros se tornaram artistas populares nos circos da América. Em 1917, os Irmãos Cooper Railroad Circus obtiveram um grande destaque com os seus American Eskimos como cachorros de circo, e tambem um American Eskimo chamado de Pal Stout Pierre ficou famoso por andar perfeitamente numa corda bamba no circo de Barnum e Bailey em 1930.



Inclusive devido a popularidade alcançada pelos cachorros de circo, muitos dos atuais American Eskimo tem a sua linhagem proveniente dos cachorros de circo. E após a Segunda Guerra Mundial, os American Eskimo continuaram a ser animais de estimação populares, no pós-guerra o contato com o Japão levou à importação pelos Estados Unidos de exemplares da raça Spitz Japonês, que tambem obteve um grande sucesso, e devido a sua grande semelhança com o American Esquimo acaba sendo confundido com o mesmo. A raça foi reconhecida oficialmente como o "American Eskimo" já em 1919 pelo clube norte-americano United Kennel Club (UKC), e o primeiro registro formalizado e a história da raça foram impressa em 1958, pelo UKC.



Naquele tempo não havia nenhum clube oficial e tambem nenhum padrão da raça, e os American Eskimo foram aceitos para registro com um único exemplar da raça, com base na aparência. Em 1970, a National American Eskimo Dog Association (NAEDA) foi fundada, tendo inclusive desaparecido os registros de 1919. Em 1985, o American Eskimo Dog Club of America (AEDCA) foi formado por amadores que tambem desejavam registrar a raça do American Kennel Club (AKC). Após AKC estabelecer requisitos para o reconhecimento da raça, o AEDCA coletou as informações de pedigree de 1.750 cachorros que agora formam a base da AKC, que reconheceu a raça, que é chamado de Cachorro Eskimo Americano.



Sendo a raça tambem reconhecida pelo American Kennel Club em 1995, o livro genealógico foi aberto em 2000 e 2003, em uma tentativa de registrar mais exemplares da raça, baseados na UKC que já havia registada anteriormente as linhas originais, e hoje muitos Eskimos Americanos são duplamente registados em ambos Clubes Caninos americano. A raça também foi reconhecida pelo Kennel canadense Club a partir de 2006, porem mas não é reconhecido em outros lugares do mundo. Pois o Eskimo Americano não é totalmente uma raça reconhecida internacionalmente, e uma vez que nenhum dos clubes caninos americanos são filiados à Fédération Cynologique Internationale.



E os criadores que desejam participar de certas exposições caninas internacionais, registram seus exemplares de Eskimo Americanos como o Spitz Alemão, devido a sua grande semelhança. Isso é feito apenas por pessoas que desejem participar de exposições caninas internacionais, entretanto  não significa que o Eskimo Americano e o Spitz Alemão sejam o mesmo cachorro. Embora o Eskimo Americano seja conhecido como o Spitz Alemão em vários países fora dos Estados Unidos, apesar de as duas raças terem se desenvolvido de maneira bastante diferentes desde que o Eskimó Americano foi transferida para a América do Norte, isto a mais de um século atrás. Não é incomum para criadores de Spitz Alemão incorporarem linhagens importadas do Eskimo americano em seu programa de melhoramento genético da raça para ampliar o conjunto de genes, e vice-versa.



E no aspecto de sua saúde, O Eskimó Americano é uma raça bastante rústica, com uma expectativa de vida média de aproximadamente 16 anos. Entretanto esta raça tende a ficar acima do peso com muita facilidade, então uma dieta adequada e exercício físico são essências e necessários para manter o seu bem-estar geral. E exames de saúde devem ser realizados por todos os criadores responsáveis, e quem adquirir um filhote de American Esquimo deve estar ciente dos problemas genéticos inerentes que possam eventualmente serem encontrados em alguns indivíduos da raça, como o PRA ( Atrofia Progressiva da Retina ), Luxação da Patela e Displasia da Anca. Entretanto nenhum destes problemas são crônicos ou comuns à raça, que geralmente é muito saudável. E além dos problemas mencionados, porem bastante raros, a raça pode tambem ter uma tendência a alergias e mais comumente, a lágrima de coloração, a raça também é conhecida em alguns casos a tambem ter problemas dentários.








sábado, novembro 29, 2014

Areas Rurais - Cachorros.




Areas Rurais - Cachorros:  As campanhas de vacinação têm obtido grande êxito, demonstrando que a vacinação é a melhor forma de se prevenir a raiva, e conseguem imunizar praticamente quase a totalidade da população de cachorros, principalmente os das grandes regiões urbanas do país, exceto obviamente os cachorros abandonados. Porem mesmo assim, os casos de ocorrência da doença continuam a aparecer, e muitos cachorros são infectados e morrem de raiva todos os anos, e ocasionalmente acabam atacando e mordendo pessoas que tem que serem submetidas a tratamento profilático anti-rábico (soro ou vacina), para não serem infectadas. Entretanto, são os animais silvestres, que natural e geralmente são encontrados em chacaras, sítios e nas regiões rurais os principais transmissores da doença aos cachorros.

E na sua grande maioria não são cachorros abandonados, mas sim cachorros saudáveis que possuem responsáveis e moradia, e que por esquecimento e negligência não foram vacinados por seus responsáveis. E os cachorros, que viajam de forma frequente ou mesmo ocasionalmente para estas regiões, ou que habitem em residências próximas a esses locais, estão mais propensos a contatos com estes animais, como morcegos, gambas, canídeos silvestres e primatas, e devido ao grande risco de haver algum tipo de contato do cachorro com estes animais, os seus responsáveis não podem prescindir e devem obrigatoriamente estarem atentos à vacinação anual. Pois há uma grande incidência de raiva em animais silvestres, e consequentemente tem aumentado proporcionalmente os registros da doença transmitida aos cachorros através destes animais.

Havendo mais de 100 especies de animais silvestres já identificados com a doença, e entre estas espécies, em maior numero estão os morcegos hematófagos, que são os que se alimentam de sangue, e tambem os não hematófagos. No Brasil, o cachorro é a principal fonte de infecção e transmissão da raiva para o homem, no entanto é importante lembrar que o cachorro não é a única fonte de transmissão da doença, pois a maior ocorrência é devido essa aos cachorros terem uma maior convívio social com o homem. Porem, não são os cachorros, mas sim os animais silvestres que são os maiores reservatórios primários da raiva.

E isto ocorre em quase todo o mundo. É imprencindivel então, que os responsáveis pelos cachorros que viagem ou habitem estas localidades ou áreas rurais tenham atenção redobrada, pois a transmissão é feita rápida e facilmente por meio de lambidas ou mordidas, ou seja, do contato direto da saliva contendo o vírus rábico. Pode ocorrer tambem, o contágio através de arranhões, pois a salivação intensa dos animais doentes contamina tambem as suas unhas. E a prevenção ainda é a única forma de se evitar e se eliminar a ocorrência da doença.

sexta-feira, novembro 28, 2014

Cachorros Manhosos.



Cachorros Manhosos: Se analisar-mos a história dos cachorros, desde a domesticação dos canídeos selvagens até os dias de hoje, é nítido que a relação homem-cachorro foi se estreitando cada vez mais. E esse relacionamento passou a ser tão intenso, forte e íntimo que acabou dando origem ao surgimento uma 'nova espécie", que pode ser intitulada como o "cachorro humanizado".  Inclusive é muito comum encontrarmos cachorros deste tipo e com esse padrão de comportamento, e que são criados pelos seus responsáveis como se fossem um bebê e não como um animal, onde então este cachorro passa a ter reações humanas, e se torna um ser totalmente dependente de seu 'senhor'. 



E um caso típico, é aquele cãozinho macho extremamente mimado, que na presença de uma fêmea no cio não dá a mínima atenção a ela, pelo contrário, foge e prefere se aninhar no colo de seu responsável. Entretanto, por incrível que possa parecer, a reação deste cachorro é totalmente natural, pois ele simplesmente não reconhece a cadela como um ser de sua espécie, até porque ele não se considera um cachorro, afinal não foi criado como tal. E mesmo que a herança genética dos animais seja o fator mais importante para determinar o seu comportamento, observamos que, no caso de animais que recebem um exagerado tratamento 'de gente' desde a fase de filhote, com pouco contado com outros de sua espécie. 



Então o ambiente e as outras espécies acabam passando a determinar o seu modo de viver e de interagir com os mesmos. E esses cachorros acabam sendo descaracterizados, prejudicados e sofrem bastante com essa perda de identidade, pois não se julgam cachorros para poderem conviver natural e espontâneamente com os de sua espécie, e não podem participar tambem de todas as atividades da vida de seus responsáveis, afinal, eles não são seres humanos. E mesmo quando o cachorro é criado sem todos estes mimos excessivos, por sua consequente proximidade com o homem, muitas das características genéticas comportamentais do cachorro acabaram se perdendo no tempo. 



Por exemplo, os cachorros sabiam caçar, entretanto atualmente, muitos deles não conseguiriam sobreviver se tivessem que depender de si próprios para conseguir o seu alimento. pois um cachorro que viva num sítio ou numa fazenda, próximo ao seu ambiente original, pode ser um ótimo caçador. Porem a medida em que os cachorros vão se aproximando do ambiente dos seres humanos e principalmente do meio urbano, mais humanizado eles vão se tornando e em consequencia vão perdendo os seus instintos naturais. 



Sendo assim, devemos então ter muito cuidado na maneira em que criamos nossos cachorros. 
E se você enxerga o seu cachorro como um bebê indefeso, que necessita de mimos e de um arsenal de acessórios, saiba que sua visão da espécie canina está equivocada. Você pode-rá involuntariamente fazendo com que o seu cachorro se torne um ser dependente, inseguro e infeliz, coisa que os cachorros definitivamente não o são. Pois lembre-se, cuidar bem sim, porem sem exageros.










Cachorros no Judaismo.



Cachorros no Judaismo - Religião:  No Judaismo os hebreus consideravam todos os cachorros absolutamente impuros, isto porque os cachorros, principalmente durante a Idade Media. E apesar de não serem selvagens, eles viviam em grandes bandos ou matilhas proximos aos grandes feudos, e para sobreviverem tambem comiam carniça, pois subsistiam à base dos refugos, lixo e até corpos humanos. E para os israelitas, qualquer contato com um cadáver é ritualmente aviltante (em parte por motivos religiosos e em parte buscando evitar contaminações), por estas razões, os hebreus concluíram que qualquer animal que procurasse alimento em fontes impuras seria, ele também, considerado impuro.



Não obstante tudo isso, o judaísmo sustenta algumas posições positivas sobre os cachorros, o Talmude, autoridade aceita pelos judeus em toda parte, diz que os cachorros, apesar de impuros, devem ser respeitados e tolerados, afirmando ainda que o acesso ao alimento ritualmente impuro foi a recompensa concedida por Deus aos cachorros, retribuindo o silêncio destes na noite em que os israelitas começaram o êxodo do Egito, e tambem segundo o Talmude, o sinal de proteção dado por Deus a Caim foi um cachorro. E o catolicismo, por ter as suas origens diretamente ligada ao Judaismo, em consequencia, herdou algumas das opiniões negativos do judaísmo quanto aos cachorros.



No entanto elas se diluíram bastante em diversas narrativas positivas sobre o papel dos cachorros, em especial nas versões populares da tradição religiosa. Inclusive no episódio do nascimento de Jesus, bastante associado à imagem de pastores, é bem comum a presença de cachorros nas cenas da natividade, um relato da Granada afirma que três cachorros seguiram os pastores até Belém. E tambem vários santos cristãos tiveram em suas vidas fatos relacionados à presença de cachorros, como nos casos de Santa Margarida de Cortona; São Patrício e principalmente São João Bosco, defendido inúmeras vezes pelo cachorro Giggio. E tambem no Islamismo, igualmente a sua tradição começa com uma visão negativa do cachorro, mas como sempre, misturada a diversos aspectos positivos.



E assim como no judaísmo, o cachorro é considerado impuro, a ponto de que uma bacia em que um cachorro tenha comido ou bebido deva ser lavada sete vezes e friccionada com terra antes de poder ser utilizada pelo homem. Inclusive o que tambem contribuiu para aumentar a rejeição, éra que nos grandes centros islâmicos, as matilhas de cachorros párias eram um grave problema urbano, pois havia uma grande incidencia de transmissão de raiva e várias outras doenças. Apesar disso, eram consideradas importantes porque comendo os restos deixados pelos homens, acabavam cumprindo um papel importante na limpeza pública.



E até mesmo o próprio Maomé defrontou-se com o problema dos cachorros vadios na cidade de Medina, e num primeiro momento, Maomé tomou a inflexível decisão de editar um decreto pelo qual todos os cachorros deveriam ser exterminados. Porem refletindo mais sobre o assunto, moderou seu decreto, determinando que apenas os cachorros pretos vadios fossem eliminados, e esta alteração deveu-se a duas razões, a primeira, de ordem religiosa, pois sendo os cachorros criaturas de Alá, somente ele poderia exterminá-la e a segunda, mais pragmática, era que algumas classes de cachorros, especialmente os de guarda, caça e pastoreio eram extremamente úteis para os seres humanos.




















Cachorros - Feridas Anais.




Cachorros - Feridas Anais: A grande maioria das pessoas normalmente não têm o hábito de inspecionar a área sob a cauda de seu cachorro. E geralmente só o faz, quando o cachorro parece estar fazendo algo que possa vir há indicar a existência de algum problema. Pois quando um cachorro começa a querer lamber sob a sua cauda, ou fica esfregando a sua extremidade traseira no chão, ou tambem sente algum incomodo ou dor ao sentar ou tentar levantar a sua cauda. E ai quando chega a este ponto, e a cauda do cachorro finalmente é levantada para que seja inspecionado o seu ânus. Pode ser que já haja a presença avançada de uma fístula perianal, mostrando profunda fendas abertas, e tambem com a presença de pus escorrendo, em todo o seu esfíncter anal. 


Que inclusive exala um forte e fétido odor, que é ainda mais acentuado no momento em que o cachorro vai defecar, e que pode ser notado tambem um grande esforço por parte do cachorro para poder defecar. Entretanto está condição é variável, e ela tanto diminui, como evolui ao longo do tempo, porem a cada nova manifestação, ela tende a ser cada vez a ser mais abrangente, e em última análise ela é gradualmente progressiva, provocando a cada nova manifestação, maiores e mais profundas feridas ulceradas na superfície do ânus e em seus arredores. E inclusive não existe uma prevenção, pois não se sabe o que possa vir a causar ou desencadear está condição. 


Porem pesquisas e informações recentes sugerem uma base imunomediada, e que tambem parece haver alguma base genética especificadamente com a raça do cachorro Pastor Alemão. Que parecem predispostos ao desenvolvimento desta condição, embora este fenômeno pode ser mais sobre a conformação do que a cerca de um fator genético específico para a doença. E o cachorro Pastor Alemão também tem um aumento do número de glândulas sudoríparas apócrinas, o tipo de glândulas sudoríparas que produzem suor fedido oleosa (em oposição ao suor aguado), na região anal em relação a outras raças, inclusive mais de 80% dos cachorros afetados são da raça Pastor Alemão.  


E a idade média do início da manifestação é de 5 anos aproximadamente, e a proporção genérica é de que o dobro dos cachorros machos são afetados, em relação as fêmeas. Entretanto nem sempre as grandulas anais, podem estar associadas a presença da Fistula perineal, pois as glândulas anais podem ou não estar envolvidos no desenvolvimento da fistulização. Inclusive a biópsia é necessária para poder se confirmar um diagnóstico preciso, pois varias doenças como as caracteristicas e condições a seguir podem parecer semelhantes a fístula perianal:




Carcinoma de células escamosas do ânus (câncer)

Anus hiperplásica (comum em cães machos não castrados mais velhos)

Perianal Adenoma (tumor benigno também comum em cães machos não castrados mais velhos)


Entretanto após a confirmação do diagnóstico, há vários aspectos sobre o tratamento e a sua terapia. Pois do inicio do tratamento até o começo da cicatrização, pode vir a demorar aproximadamente de 2-5 meses, que é o estágio quando se consegue ter a minimização das lesões, e tambem te-las sob controle. Porem é necessário que o tratamento e consequentemente a terapia de manutenção, provavelmente venha a ser necessário para o resto da vida do cachorro. E como as lesões ainda continuam sendo comumente infectados pelo menos no início do tratamento, os antibióticos são tipicamente prescritos. E a administração de um antibiótico tópico pode ser útil para controlar a infecção a longo prazo. 


E devido as ulcerações, a defecação geralmente pode ser doloroso, e para minimizar o esforço e consequentemente as dores provocadas, laxantes podem ser prescritos. E tambem a dieta deve ser rica em proteínas, entretanto deve-se ter cuidados com a alergia alimentar, que parece ser uma possível etiologia desta condição. E a utilização de alimentos em que o cachorro não venha a ser alérgico, tem sido uma terapia adjuvante bastante utilizada e recomendado. No entanto, estas dietas geralmente são feitas a partir de fontes de proteínas incomuns, como coelho, pato, canguru, peixe ou carne de veado, porem a maioria dos hospitais veterinários tem estoque com um alimento apropriado. 


Faz-se tambem o uso de drogas imunossupressoras, como a droga ciclosporina , que é um imunomodulador usado originalmente para pacientes de transplante de órgãos. E como está droga é relativamente caro, a sua dose pode ser efetivamente diminuída com uso concomitante do medicamento antifúngico cetoconazol, pois o seu uso aumenta os níveis sanguíneos de ciclosporina. Pois a absorção da ciclosporina varia muito entre os indivíduos, sendo então necessário que os níveis sanguíneos terapêuticos sejam monitorados, com exames de sangue constantes para garantir níveis mínimos e adequados de absorvição de ciclosporina sejão atingidos. 


Outro protocolo de imunossupressores envolve as drogas prednisolona , azatioprina , e metronidazol, e são particularmente úteis para pacientes com concomitante doença inflamatória intestinal . Este protocolo é substancialmente menos oneroso do que a ciclosporina, porem percentualmente em media 30% dos cachorros, os seus respectivos organismos acabam não reagindo a este tipo de tratamento. E tambem um creme tópico chamado tacrolimus, pode ser usada junto com medicação oral, porem somente para casos muito leves. Este também é um imunomodulador, e é muito mais forte do que a ciclosporina. 


Seja qual for o protocolo de imunossupressores, é melhor reavaliar o paciente a cada 3 a 5 semanas para juntamente com o medico veterinário ver se as correções e modificações são necessárias. Inclusive antes do advento da ciclosporina, fístulas perianais eram tratados somente cirurgicamente, e com resultados nem sempre satisfatorios. Porem atualmente, a cirurgia é recomendada apenas para pacientes, no qual a imunossupressão falhou, ou onde tambem as glândulas anais estão envolvidos. Pois o objetivo principal da cirurgia é remover o tecido morto e proliferativo, e prevenir ou tratar qualquer estenose anal ou retal (áreas de estreitamento causado pela cicatrização), e alterar o "ambiente" da região perineal. 


E tambem a amputação da cauda pode vir a ser necessária, inclusive atraves da avaliação pratica, feita por médicos veterinários a amputação da cauda corresponde sozinha por mais de 80% de sucesso na prevenção da recorrência das fístulas. E tambem se as glândulas anais estiverem envolvidos com a manifestação e o desenvolvimento dasfístulas, elas igualmente terão que ser removidos. Em casos mais leves, a cauterização química de fístulas, que destrói o tecido afetado e permite que o tecido sadio possa se curar, dependendo do grau de avanço da doença, pode ser a melhor opção. E tambem a Crioterapia, onde um agente de congelamento é usado em vez de um químico, tem sido menos eficaz, inclusive deixando mais cicatrizes, e tambem tendo menos controle sobre a área tratada. 


E a terapia a laser, por outro lado, tem sido de 95% de sucesso na prevenção da recorrência e controle da dor, onde 20% dos cachorros tratados tendem a desenvolver incontinência fecal, porem a grande maioria destes casos, podem ser controlados através de uma dieta. E tambem quanto mais extensa a cirurgia, maior é o potencial de ocorrência de complicações, e laxantes são normalmente necessários até um mês após a cirurgia, principalmente para se evitar e se aliviar a dor, e o responsáveis devem fazer com todo o cuidado e sempre que for necessário a higienização da área anal. Pois a incontinência fecal, devido ao estreitamento do ânus, e incapacidade de controlar a fistulização são as principais complicações pós cirúrgicas.












quinta-feira, novembro 27, 2014

Cachorros - Adote um você Tambem.



Cachorros - Adote um você Tambem: È muito grande o número de cachorros abandonados nas ruas, infelizmente, e segundo estimativas de entidades e organizações protetoras de animais existem aproximadamente 28 milhões de cachorros abandonados, sendo que ao menos 60% destes cachorros ainda conseguem ser recolhidos em abrigos, entretanto 90% destes cachorros não serão adotados e nunca conseguiram sair dos abrigos, tendo que viver precariamente, devido a grandes dificuldades como carência de recursos financeiros e de pessoal e também falta de apoio geral aos abrigos de animais abandonados, tanto por parte dos governos, quanto por parte das pessoas e empresas.

E por isto que é louvável a atitude e a iniciativa da Pedigree em lançar uma campanha de adoção de cachorros e auxilio financeiro aos abrigos de cachorros, o que certamente e um grande auxilio e estimulo para começar a mudar para melhor esta triste e cruel realidade. A campanha é super interessante e beneficia um grande numero de abrigos pré-selecionados e cadastrados, a qual se inicia com a venda dos produtos Pedigree, isto é, a cada produto vendido desta marca, é realizada uma doação para auxiliar os abrigos de cachorros participantes da campanha, e a nova meta da empresa é alcançar o valor de mais de 1 milhão de reais em doações até o final de 2010. Desde o início da campanha em 2008 já foram adotados mais de 13 mil cães em todo o Brasil.

E a empresa tem a finalidade de duplicar, triplicar, enfim, aumentar ainda mais este número de finais felizes através do sistema denominado de pilares da campanha, o qual é divido em três pilares: sensibilizar, conscientizar e mobilizar; educar sobre a posse responsável; e a parceria nacional com as ONGs. Para tais planos é necessário atingir o maior número de pessoas possíveis, assim existe o plano de comunicação denominado de 360 graus, que se inicia desde os funcionários da empresa, passando pela mídia e chegando até os adotantes. De acordo com dados recentes passados pela representante da Pedigree na palestra, são mais de 38 ONGs cadastradas, no entanto, o cadastramento das ONGs na campanha não é tão simples quanto parece.

Sendo que é preciso que as mesmas se enquadrem em todas as exigências e critérios de seleção, como espaço, saúde animal, veterinário próprio e iniciativa, sendo esta última forma de incentivar a população a adotar cachorros abandonados, sejam através de feiras, exposições, passeatas e de outras formas. As ONGs cadastradas na campanha ‘Adotar é tudo de bom’ recebem uma bonificação a cada adoção realizada para que tal ato seja incentivado ainda mais e que a ONG abra espaço para mais um cachorro que se encontra na rua, sendo esta bonificação, um saco de ração Pedigree de 10kg. Já a pessoa que adota o animal através de uma das ONGs cadastradas passa por uma triagem, isto é, há um super controle quanto a estes cachorros.

E como brinde e incentivo pela adoção, recebe um kit Pedigree. Para o grande sucesso  da campanha é necessário envolvimento de toda a cadeia, como já dito, desde seus funcionários, passando pela população e por fim, à adoção. Assim, a presença de artistas vestindo a camisa da campanha ‘Adotar é tudo de bom’ é de grande importância, o que proporciona maior força e incentivo, principalmente para seus fãs. Além disso, através do site oficial da campanha (www.adotaretudodebom.com.br) é possível visualizar todos os finais felizes, visualizar todas as ONGs cadastradas, procurar um cão conforme suas características (tamanho, sexo, pelo e idade), participar do fórum e conversar com outros apaixonados por animais.

Conhecer a várias formas de ajudar a campanha, visualizar os selos para inserção em blogs e muito mais. Parabéns a Pedigre pela nobre iniciativa, e que campanhas como esta se multipliquem e sirvam não somente para prestarem socorro aos cachorros desprezados e abandonados de forma cruel e covarde na rua e auxiliarem os abrigos e organizações protetora dos animais, mas principalmente para concientizar as pessoas a participarem ativamente adotando cachorros e outros animais abandonados, fazendo doações para entidades protetoras e abrigos de animais abandonados.

Já que existe o habito comum e frequente de contribuir financeiramente com as religiões, o que é louvável e respeitável. Por que não se criar também o habito de ajudar aos cachorros e outros animais abandonados, pois são criaturas emotivas, sensíveis, fies e que amam e se apegam as pessoas, mas são totalmente dependentes e não sabem sequer falar, quando são abandonadas por estas mesmas "pessoas" pura e simplesmente na rua, como se fossem uma coisa, um lixo descartavel e muitas vezes estes cachorros ainda se encontram  doentes e debilitados.



É difícil até de acreditar que uma "pessoa" seja capaz de tamanho covardia e crueldade, mas esta e a triste realidade atual, e para muda-la não basta somente ter pena ou se indignar, tem que participar ativamente, criando o habito de ajudar as entidades ou abrigos para cachorros e outros animais, ou doando dinheiro ou ração, ou até mesmo adotando um cachorro abandonado da rua ou dos abrigos, e assim transformar-mos positivamente esta realidade cruel que aflige milhares de cachorros e outros animais abandonados. Para você pode ser apenas uma ação nobre e um bicho que você vai dedicar um tempo e dar agua e ração, mas para o cachorro com certeza absoluta você será o "tudo" da vida dele.        

Cachorros - Sabores das Rações.




Cachorros - Sabores das Rações: Existem atualmente uma variedade e diversidade de qualidades e tipos de rações tão abrangente que praticamente supre todas as demandas e necessidades nutricionais dos cachorros. Com classificações para rações tipo populares, standart, premium,super premium e especiais. Com rações especificas para faixa etária (filhotes/adultos/Idosos), para o tamanho e porte dos cachorros (pequena/médio/grande), para raças ou cachorros com necessidades nutricionais ou tendências a desenvolverem enfermidades cronicas especificas. E também sabores diversificados e desenvolvidos para dar uma palatabilidade que atenda as preferências pelos sabores que agradem a todos os tipos de paladar dos cachorros, como frango, carne bovina, fígado, vegetais entre outros sabores.       

quarta-feira, novembro 26, 2014

Choro dos Cachorrinhos.



Choro dos Cachorrinhos: Raros são os filhotes que não fazem uma verdadeira serenata na primeira noite em sua futura casa. Não à toa! De repente este filhote se vê num ambiente totalmente diferente ao que ele conhecia até então, com pessoas, barulhos e cheiros quase assustadores para ele. Neste quadro, ele irá fazer de tudo para que alguém da sua antiga matilha venha resgatá-lo. E para que sua mãe possa localizá-lo, ele irá chorar o mais alto que puder.

O problema aqui é que raramente conseguimos lidar com esta situação de forma satisfatória.  Como resultado, é comum vermos  filhotes que acabam passando a noite no quarto de seus donos, como também donos passando a noite no “quarto” dos filhotes. E, se isso não fosse o bastante, muitas vezes esta situação permanece com o mesmo cenário por semanas.  E cada dia que passa torna a resolução do problema mais trabalhosa.

Vamos analisar o que acontece aqui!
O filhote está lá no quintal, abandonado e afastado de sua matilha.  Mesmo  quando há outros cães na casa, tais cães ainda lhe são desconhecidos e hostis. Por conta disso ele “bota a boca no mundo”, e nesse momento você aparece como seu salvador.  É aqui que mora o perigo!  Neste momento seu filhote percebe que quando ele chorou você apareceu por lá.  Portanto ele irá pensar que tal situação se repetirá sempre.

Porém você está certo de que tão logo ele pareça mais calmo, você conseguirá com que ele durma.  Daí você volta ao seu quarto, e ele quase que imediatamente começa a choradeira de novo.  E você? Aparece por lá novamente para acalmá-lo.

Pronto! Você acabou de comprovar ao filhote que se ele não quiser ficar só, é só chorar.  Daí você resolve o problema por uma noite, pois quer dormir, e não quer problemas com os vizinhos. Então, para evitar maiores dramas, acaba trazendo o filhote para o quarto, ou passando a noite ao lado dele no quintal, tendo certeza de que na noite seguinte ele estará mais acostumado à nova casa, e irá dormir no quintal mais facilmente. 

Doce ilusão!   Na noite seguinte tudo irá se repetir!    É um círculo vicioso:  ele continuará a chorar na esperança de que você apareça por lá; e você, ao aparecer no quintal só estará piorando tudo muito mais. 

Como resolver o problema?
Você tem que lidar com duas questões aqui:  minimizar o trauma da separação que o filhote sofre; e fazer com que ele não associe a sua aparição  ao choro dele.

O Trauma da Separação:
A melhor forma de lidar com o trauma  da separação é “enganar” o filhote.  Adquira um bichinho de pelúcia (de preferência do mesmo tamanho ou maior que o filhote) e peça para os donos da mãe do filhote que o esfregue no corpo da cadela, para que o cheiro dela fique impregnado no bichinho de pelúcia.  Deixe que o filhote brinque bastante com o bichinho de pelúcia, e ao colocar seu filhote “para dormir” coloque o bichinho perto dele, pois ele irá se sentir aconchegado, amparado ao sentir o cheiro da mãe.  Ele pensará que o bichinho de pelúcia é um companheiro de ninhada dele.  Isso vai deixar o filhote bem mais calmo aninhado ao “irmãozinho”. 

Outra providência que costuma dar certo é deixar um rádio ligado perto do filhote. Ele pensará que as vozes do rádio são as pessoas da casa, que estão por perto.  Isso também irá deixá-lo menos assustado.

Dissociação da sua chegada do choro dele.
Para que ele não associe a sua chegada ao choro dele, você terá que aprender a se segurar quando ele começar a chorar.  Muitas vezes somos obrigados a ouvir um pouco de choro, para podermos ter noites tranqüilas no futuro. Jamais apareça por lá enquanto ele ainda estiver chorando.  Espere até que ele pare com a choradeira por 15 segundos, e só então apareça para ele.  Desta forma ele saberá que não está abandonado lá, pois você está por perto. E, como você apareceu por lá “do nada” ele não irá usar o choro como campainha. E como os cães não têm noção de tempo, é interessante que de vez em quando você dê uma chegada por lá sem aviso.  Isso fará com que ele tenha a sensação de que a qualquer momento você pode aparecer por lá, sem depender de um chamado dele. Quando chegar lá, procure não agita-lo com brincadeiras.  Fale baixinho, faça um carinho, e vá embora.  Se ele chorar, deixe-o chorando.  Ele logo perceberá que o choro não tem efeito algum.

Dicas:
Você pode fazer este treinamento mesmo com cães mais velhos, pois ele é bastante eficiente.  Só é necessário bastante perseverança e paciência.  Se for possível, converse com seus vizinhos sobre o treinamento, desculpando-se antecipadamente pelo possível barulho durante a noite.   
Se você preferir, pode deixar o filhote dormir dentro de casa na primeira noite.  Isso não elimina a necessidade do bichinho de pelúcia, mas pode fazer dessa primeira noite uma experiência mais tranqüila.  Porém, já na segunda noite este treinamento deve ser posto em prática para que o filhote aprenda o mais rapidamente possível o local em que ele deve dormir.


Não adianta achar que este problema irá se resolver com o tempo, pois não vai!  Se você não for firme, jamais conseguirá ensinar ao seu filhote o lugar dele. 

Mordidas de Cachorro.




Mordidas de Cachorro: Quem convive diretamente com cachorros ou outros animais de estimação corre um risco potêncial e está sujeito a levar mordidas e arranhões. E geralmente pode ser algo superficial, leve e sem importância, ocorrido durante uma brincadeira e de forma involuntária. Porem se o cachorro atacar por agressividade ou reação à dor, a mordida pode ser consequentemente grave e vir a necessitar de cuidados. Pois a boca dos cachorros e gatos possui vários tipos de bactérias, assim como a dos proprios humanos, porem nos cachorros e nos gatos algumas destas bactérias são patogênicas, isto é, podem causar serias doenças. E se compararmos as consequências da mordedura de um cachorro e a de um gato. 


Veremos que as mordidas dos felinos têm uma chance dez vezes maior de causar infecção aos humanos que a dos cachorros. Isso porque os dentes dos gatos são bem mais afiados e, portanto, a mordedura é sempre mais profunda e difícil de ser totalmente desinfetada. E tambem a boca dos gatos também possui mais bactérias nocivas ao homem, como é o caso da Pasteurella, que causa infecções. Pois o fato dos gatos terem o hábito de lamber as patas faz com que os arranhões também sejam potencialmente perigosos, pois as unhas podem estar contaminadas por bactérias da saliva. E sempre que houver um acidente de mordedura causada por um cachorro ou gato em que haja arranhões ou sangramentos, é importante fazer a imediata desinfecção do local com água e sabão e, se possível, aplicar um antisséptico. 


E dependendo da profundidade e da gravidade da mordida, o médico pode prescrever antibióticos preventivamente. Inclsive costuma-se dizer que a saliva do cachorro é cicatrizante e algumas pessoas, acreditando nisso, acham que se um cachorro lamber uma ferida humana, ela cicatrizará mais rápido. Isso é um grande erro, pois o risco de contaminação por bactérias da boca do cachorro é muito maior do que qualquer poder cicatrizante que a saliva canina, supostamente, possa ter. Quanto à transmissão da raiva pela mordida ou arranhão, ela só acontecerá se o cachorro ou gato estiver infectado com o vírus. 


Porem como a maioria dos animais domésticos é vacinada anualmente, esse risco é mínimo. porem se uma pessoa for mordida por um cachorro ou gato desconhecido, o animal deve preferencialmente ficar por 10 dias em observação. E se isso não for possível, é aconselhavel e indicado que seja feito o tratamento preventivo da raiva no indivíduo que foi mordido. E geralmente uma mordida leve de um cachorro ou gato da propria casa, pode não ter qualquer consequência, como ocorre na maioria das vezes. Porém, pessoas com o sistema imunológico deprimido em decorrência de estar contaminado pela Aids, ou fazendo tratamento de câncer, ou pelo uso prolongado de cortisona, assim como idosos ou crianças muito pequenas, podem ter consequências mais graves e desenvolverem infecções generalizadas. 


A mordedura do gato pode causar vermelhidão, inchaço e dor local em poucas horas, e a infecção irá restringir-se ao local da mordida e regredir, o que ocorre na maior parte dos casos, ou progredir para sintomas generalizados com febre e mal estar, principalmente a ocorrência for em pessoas imunodeprimidas. E a mordedura do cachorro poderá causar o mesmo, mas a chance da infecção ocorrer é sempre menor, embora esta possibilidade nunca deva ser desprezada. Inclusive ter um cachorro, um gato ou qualquer outro animal de estimação. 


Normalmente não oferece risco algum à saúde humana, desde que obviamente sejam tomadas as medidas preventivas para se evitar acidentes. Como manter a vacinação anti-rábica rigorosamente em dia, desinfetar imediatamente toda eventual ocorrência de mordedura, e se evitar situações que possam levar a acidentes com mordidas. E isto significa basicamente, não arriscar-se acariciando, brincando ou principalmente provocando cachorros, mesmo de pessoas que sejam conhecidos, em que não se tenha absoluta certeza de que sejam cachorros confiaveis.








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