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terça-feira, outubro 14, 2014

Cachorros - Sentidos Apurados.



Cachorros - Sentidos Apurados: Os cachorros pertencem à família dos canídeos, na qual integram também tanto as raposas e quanto os lobos. E esta família de eficientes predadores possui sentidos apurados, o que consequentemente os auxilio na captura de presas para obtenção de alimentos, como tambem na sua própria defesa e na proteção da matilha. E mesmo após a sua domesticação e depois de sucessivos cruzamentos, os cachorros preservaram em grande parte a habilidade dos seus sentidos. E apesar de não viverem mas em seu ambiente selvagem de origem, ainda possuem uma incrível e aguçada capacidade sensorial. 


E entre estes sentidos, a audição está entre os principais, sendo um dos mais apurados e desenvolvidos. Pois os cachorros possuem uma percepção auditiva com capacidade para ouvir sons de alta frequência e de baixo volume, sons estes que são inaudiveis e imperceptíveis para o ouvido humano. E atraves de suas orelhas direcionáveis, são capazes de se orientar e localizar com precisão, a direção e a origem do som em seis centésimos de segundo. E este potencial auditivo, juntamente com outros sentidos, lhes permite seguir a pista e localizarem a presa com extrema facilidade e rapidez. São capazes ainda, de ouvir um som a uma distância quatro vezes superior, em comparação aos seres humanos. 


E esta incrivel capacidade auditiva, alem de aguçada, proporciona tambem aos cachorros a habilidade de discernir com facilidade tons e palavras pronunciados pelas pessoas. E existem vários motivos pelos quais o sentido da audição é tão evoluido e aguçado nos cachorros. A principio vem da sua própria necessidade natural de ter que caçar, e tambem se defender e defender a matilha da ameaça de outros predadores, como dito anteriormente. E devido à importância da audição, o seu cérebro privilegiou este sentido, pois os cachorros que tinham um maior potencial auditivo, possuiam consequentemente uma maior capacidade tanto para caçar, como para se defender. Além disso, as suas orelhas são proporcionalmente grandes, moveis e de forma côncava, 



O que lhes permite, captar com maior eficiência as ondas sonoras e direciona-las diretamente para o tímpano. Entretanto, mesmo com todas as possibilidades proporcionadas por sua capacidade auditiva, existem casos em que este potencial e sensibilidade trazem sérios problemas aos cachorros. Como no caso em que há ocorrência de alarmes, trovões, fogos de artificio ou outros ruídos demasiadamente altos. Situações estas, que são extremamente desagradáveis para os mesmos. E diferentemente do que muitas pessoas imaginam, não existe diferenciação na capacidade auditiva entre as diversas raças de cachorros. Inclusive os cachorros com orelhas caídas ouvem tão bem quanto os cachorros com orelhas eretas, quer estejam com as orelhas relaxadas ou quando deitam, deixando encoberto o canal auditivo. 


A diferença entre as raças, entretanto, influi na possibilidade de ocorrerem percentualmente o nascimentos de muitos filhotes surdos em determinadas raças. Pois mesmo que está deficiência possa ocorrer ou acontecer com qualquer raça de cachorro, e até mesmo com os cachorros SRD. A maior ocorrência e incidência de surdez, a principio está relacionada a um problema genético ligado às cores branca e cinza da pelagem dos cachorros. E cachorros da raça Dálmatas, tem uma grande incidência de nascimento de filhotes com surdez. 


Porem estes cachorros desde filhotes, já são capazes de superar este problema, e compensam a falta de audição, com o desenvolvimento de outros sentidos. Assim, desenvolvem outros sentidos, e tem mais facilidade em interpretar a linguagem corporal do que os cachorros que tem audição normal. E devido à sua grande capacidade auditiva, uma das melhores maneiras de se comunicar com os cachorros, é se utilizando a voz. E está é a maneira, mais eficiente e adequada de se chamar a atenção de um cachorro ou ainda de elogiá-lo. Sendo que os tons mais altos lembram grunhidos, e soam como reprimenda. 


Pois este, era o tom que sua mãe usava para chamar sua atenção por um erro, ou que o líder da matilha usava para informar uma atitude desagradavel. Usar este tom, entretanto, pode ter um efeito negativo, pois pode deixar o cachorro nervoso, e ele será incapaz de prestar atenção e aprender o comportamento correto, provocando apenas medo e dúvida. Da mesma forma, gritos são totalmente contra-indicados, pois chamam a atenção, mas provocam medo e angústia, e tambem impossibilitando o aprendizado. Assim, falar calma e pausadamente, e com a voz baixa é a melhor forma de fazer com que o cachorro preste atenção e consiga entender e interpretar o que se pretende comunicar, orientar ou ensinar ao mesmo. 




Donos de Cachorros.




Donos de Cachorros: Em pesquisa inédita encomendada pela Comac (Comissão de Animais de Companhia) , estima-se que existam hoje, nas residências de pessoas das classes A, B e C no Brasil, uma população de 25 milhões de cachorros. O levantamento, avaliou mais de 2.100 domicílios, abrangendo seis regiões do país que, somadas, representam 20% dos domicílios brasileiros. Com base científica, a pesquisa tem por objetivo acompanhar os hábitos e as tendências das pessoas que são responsáveis por cachorros. Deve-se ressaltar a importância das informações obtidas nesta pesquisa, devido a necessidade de se ter um número oficial, pois até então havia apenas uma estimativa sem base concreta na realidade do Brasil.


Esta pesquisa foi elaborada em cima de bases científicas, sendo também bastante detalhada para poder apresentar de forma atualizada e real o perfil e as características importantes sobre os proprietários dos cachorros.Os dados apresentados pela pesquisa confirmam a preferência dos cachorros como animais de estimação. eles representam 79% das escolhas das pessoas que possuem animais de estimação. Os números da pesquisa também ajudam a desmitificar algumas ideias pré-concebidas entre poder aquisitivo e posse de animais de estimação, principalmente os cachorros. Na classe A, por exemplo, 52% dos domicílios têm cachorros, e este percentual cai para 47% na classe B e 36% na classe C.



Ao contrário do que se acreditava, a classe A não prefere os gatos. Essa espécie equivale a 9% da preferência desse grupo. Os cães são os prediletos em 85% e as duas espécies convivem em 6% nos lares dessa classe. Segundo os números da pesquisa, a presença de cachorros decresce à medida que a renda familiar cai, isto é explicado pelo custo dos produtos para esse segmento, especialmente em um país com carga tributária equivalente a 50% do preço final destes produtos. No segmento de animais de companhia os impostos brasileiros estão entre os mais elevados do mundo. A pesquisa também mostra a relação entre o estado civil dos responsáveis e a sua preferência na hora de adquirir um animal de estimação.


Os cachorros, apesar de requererem mais cuidados e serem mais dependentes dos donos, são os preferidos dos solteiros. Já os gatos são escolhidos somente por 20% dos solteiros, em contraste com os 73% que preferem os cachorros. Quando o assunto é casais sem filhos, a preferência por cachorros é ainda maior: 83% contra somente 6% dos que optam pelos gatos. Os cachorros, preenchem o vazio e dão a alegria para os casais que não têm filhos. Segundo a pesquisa 43%, desse gênero familiar possuem cachorros. No entanto, esse número cai consideravelmente nos casos dos casais com filhos de até nove anos. A preocupação com a higiene e a segurança com os filhos pequenos levam apenas 33% dos casais a terem cachorros em casa.


A Comac destaca a importância dos resultados da pesquisa para corrigir ideias erradas, como o caso dos pais que distanciam as crianças dos cachorros e outros animais de estimação como forma de protegê-los. Essas informações são fundamentais para que possamos desmistificar estes conceitos, uma vez que é possível e especialmente, saudável, a convivência entre crianças e cachorros. Não só esta, mas inúmeras outras pesquisas indicam claramente o impacto positivo do cachorro no dia-a-dia e também na saúde e no comportamento das crianças. E também de acordo com os dados da pesquisa, o tipo de moradia também pode exercer grande influência no momento de adquirir um cachorro, os dados mostram que 65% dos responsáveis por cachorros moram em casas,  e 35% vivem em apartamentos.


E quando o assunto é adoção, a raça dos cachorros parece não ser determinante na decisão, sendo os “vira-latas” a preferência nacional, e os cachorros sem raça definida (SRD) estão em 36% das escolhas, seguidos por poodle (24%), daschund (7%), pinscher (7%), entre outros.  A escolha do nome do cachorro também é outro ponto destacado na pesquisa, e os responsáveis, segundo dados estatísticos deram preferência por ordem decrescente a nomes como Mel, Nina, Billy, Bob, Suzi, Princesa e Rex. E segundo a pesquisas no Brasil, o mercado tem mostrado nos últimos anos um grande potencial de crescimento.


E as indústrias de produtos para a alimentação, equipamentos diversos e saúde dos cachorros investem cada vez mais em pesquisas e inovações para oferecer aos seus responsáveis o melhor para os seus cachorro. Diante do amadurecimento e do caminho promissor do segmento, a pesquisa apresenta um valor significativo, e o grande valor da pesquisa reside na avaliação do perfil e comportamento dos lares brasileiros em relação aos seus cachorros. São dados importantes e inéditos que auxiliam na análise do perfil e das tendências desse mercado, de acordo com as necessidades dos responsáveis pelos cachorros, servindo de base para uma orientação sólida aos veterinários e demais envolvidos no setor. 

Eventos de Adoção - Cachorros.



Eventos de Adoção - Cachorros: A realização de eventos, como as Feiras de Adoção de cachorros, são uma contribuição significativa, para auxiliar na minimização dos efeitos causados pelo crescente problema que é o abandono de cachorros no Brasil. E inclusive impedem tambem, que essa situação se agrave, pois geralmente já oferecem os cachorros castrados para adoção. A ideia de levar um cachorro para casa, no entanto, não deve ser oriunda de um mero impulso, o adotante deve considerar entre outros fatores, o tempo de vida do cachorro, os gastos com a sua alimentação, saúde e suas necessidades de espaço e lazer.


O comprometimento é um aspecto fundamental para a guarda responsável, e quem adota deve preencher alguns requisitos básicos, normalmente exigidos pelos entidades promotoras das feiras de adoção. E os problemas que podem impedir a adoção, já são detectados logo durante a realização da entrevista inicial. E o adotante, preenchendo os pré-requisitos e passando na entrevista, assina um termo de comprometimento da adoção. E também é feito, muitas vezes, pelos agentes promotores das Feiras de Adoção, um acompanhamento presencial e por telefone, do cachorro envolvido no processo de adoção.


Já os cachorros oferecidos também cumprem algumas especificações, e todos são vermifugados, vacinados, castrados e precisam ser sociáveis. É uma experiência altamente positiva, e que tem dado muito certo, tanto que uma das principais procedimentos é a repetição da adoção de novos cachorros por pessoas que já adotaram antes, e a indicação destes para novos adotantes. E as feiras de adoção, sempre que ocorrem alem de serem um evento de sucesso, é um trabalho altamente emotivo e gratificante. Pois a grande maioria dos cachorros presentes nas feiras, aproximadamente mais de 90%, são de cachorros recolhidos das ruas,  que foram abandonados como objetos despreziveis e descartáveis, e que sofreram, todas as agruras desta triste e desamparada existência, como frio, sede, fome e abandono.


E a intenção agora, é que estas feiras, que são eventos altamente positivos, benéficos e gratificantes, tanto para os cachorros que são adotados, como para as pessoas que os adotam. E que as Feiras de Adoçâo, se transformem em um evento constante, e se multipliquem por todas as cidades do Brasil. Com o incentivo e apoio de pessoas que são sensíveis a causa , e se possível com a participação de personalidades, artistas, políticos e outras pessoas que são formadores de consciência e opinião. Participem, se unam e se mobilizem, pois promover um evento como este em sua comunidade, não e tão dispendioso financeiramente, e nem tão complexo,  e o resultado é altamente gratificante.


Reúnam e mobilizem moradores de sua cidade, bairro ou comunidade que gostem de cachorros, e também veterinários, comerciantes, empresários, políticos, e entidades como igrejas, clubes entre outros. E organizem e promovam uma feira de adoção, que a principio não precisa necessariamente, seguir um padrão de perfeição de feiras já estabelecidas. Pois o principal, é conseguir conscientizar as pessoas em geral sobre o sofrimento por que passam os cachorros abandonados, e principalmente resgata-los das ruas e encaminha-los a um lar, o que é algo altamente gratificante. E se não for possível a realização de feiras de adoção, então promovam almoços beneficentes, com a renda em prol dos cachorros abandonados. Pois os cachorros que estão largados nas ruas, vitimas inocentes de todo tipo de sofrimento, e que não tem como se defender e não sabem sequer falar, necessitam urgentemente de nossa ajuda.       

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