domingo, outubro 26, 2014

Verdade sobre a Leishmaniose - Cachorros.





Verdades sobre a Leishmaniose - Cachorros: A leishmaniose canina ainda cria um enorme pavor na grande maioria da população, devido principalmente a ignorância e a má informação. E a informação verdadeira, certamente é a maior arma contra a doença e a favor dos milhares de cachorros que são sacrificados constantemente nos Centros de Controle de Zoonoses em todo o Brasil. 

E a intenção aqui é proporcionar as pessoas em geral, a informação correta e verdadeira. Baseada em pesquisas e análise de textos acadêmicos, documentos jurídicos, e textos em veículos de diversas mídias; para o esclarecimento de questionamentos e dúvidas referentes a leishmaniose canina. 

Pois a leishmaniose ainda tem vários mitos, e sem duvida o maior deles é julgar os cachorros infectados como os grandes ou, muitas vezes, os únicos responsáveis pela disseminação da leishmaniose. Entretanto, o maior problema da disseminação da leishamaniose canina são as questões  sócio-econômicas, que estão entre as muitas das principais situações mal resolvidas no Brasil. 

Pois se não houver um saneamento básico e uma alimentação adequada que inclua todos os brasileiros, a leishmaniose continua-rá a se disseminar sem possibilidades eficazes de controle e extinção , e não é justo os cachorros pagarem o preço. Controlar a leishmaniose implica primeiramente em resolver estas questões básicas. 

Dar condições e qualidade de vida para a população, com uma alimentação de qualidade, pois acabando com a desnutrição; consequentemente, ninguém ficará suscetivel e será um alvo fácil para a leishmaniose e outras doenças oportunistas. Porem o absurdo maior, que chega a ser no mínimo arbitrário, insensível, cruel e desumano, é a proibição de tratamento para os cachorros acometidos pela doença. 

Entretanto, atualmente por meio da via jurídica já é possível conseguir superar está abominável arbitrariedade, pois várias ONGs de proteção animal têm conseguido o direito de tratar os cachorros por meio de ações na justiça, pois o tratamento não é um crime, e sim direito a vida e a dignidade dos cachorros. 

Pois o tratamento para leishmaniose canina, apresenta algumas similaridades. com o tratamento da leishmaniose humana, que são os seguintes, na cura clínica tanto o ser humano quanto o cachorro não apresentam sinais da doença. Na cura epidemiológica, tanto o ser humano como o cachorro não são mais transmissores da doença. 

Porém o cachorro é mais suscetível e, portanto, pode ter muitas recaídas. E ambos, tanto o cachorro quanto o homem, não apresentam cura parasitológica, pois o parasita ficará para sempre tanto no organismo do homem quanto no organismo do cachorro.

Cachorros Fujões.





Cachorros Fujões: Poucos são os cachorros que demonstram equilíbrio e tranquilidade e consequentemente sabem se comportar ao verem um portão aberto. Pois na grande maioria das vezes, muitos cachorros assim que percebem o portão sendo aberto, já saem imediatamente em disparado correndo para a rua, e é um verdadeiro sufoco até que se consiga traze-los em segurança de volta para casa. 

E ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, os cachorros não saem correndo pra rua para fugir. Pois não é da natureza dos cachorros fugir e abandonar a matilha, pois tendo um comportamento genuinamente gregário, eles consequentemente dependem diretamente da matilha para sobreviver, e, portanto não haveria qualquer explicação lógica para que eles simplesmente abandonassem a matilha. 

Pois nem mesmo quando um cachorro é maltratado ele abandona a matilha, tamanha é a sua lealdade para com o grupo. O que realmente acontece, é que nós humanos costumamos classificar como fugas situações em que o cachorro se perde e não consegue voltar para casa. Invariavelmente o cachorro simplesmente sai correndo, e, quando se dá conta, percebe que está numa região desconhecida. 

Algumas circunstâncias que podem provocar este tipo de resultado são quando os cachorros saem em disparada perseguindo gatos, ou outros animais, machos farejando fêmeas no cio, ou simplesmente o cachorro querendo brincar com o seu responsável. Nas duas primeiras situações, pouco se pode fazer em termos de adestramento, pois não existe treinamento que faça com que um cachorro ou qualquer animal agir de forma diversa ao seu instinto. 

Porém, com algumas orientações e ensinamentos dadas aos cachorros, pode-se melhorar em muito o seu comportamento em relação as suas fugas pelo portão, fazendo com que os cachorros se acostumem a ver o portão da rua aberto, sem que eles saiam correndo pela rua, e quando mais jovem for o cachorro, mais fácil será o seu aprendizado. 

Pois inclusive o cachorro não sai correndo pelo portão com a intenção de desobedeçer ou criar problemas, ele simplesmente o faz por puro instinto natural. Pois ele nestas situações, não pensa, simplesmente age, e quando o portão é aberto ele simplesmente sai. E, como em várias outras situações com cachorros, é a reação dos responsáveis que acaba complicando tudo. 

Pois ao saírem correndo atrás do cachorro, dão a ele a impressão de que tudo não passa de uma boa brincadeira de pega-pega, que inclusive os cachorros adoram. E se não houvesse o perigo do cachorro ser atropelado, o ideal é que nem mesmo se devesse dar importância ao fato ocorrido, e simplesmente ignorasse-mos. Porém, como nossas ruas são muito perigosas, a coisa toda deve ser feita de forma bem diferente. 

E para iniciar todo o processo de treinamento, você precisará de uma corda que possa ser presa em algum ponto fixo dentro da sua casa. Esta corda deve ter um comprimento grande o suficiente para que possa ultrapassar o portão, mas não tão comprido que permita que seu cachorro chegue até o asfalto. Também é fundamental que você tenha alguns petiscos com você. 

Prenda então o seu cachorro nesta corda e abra o portão, e assim que ele ameaçar sair do lugar diga um “NÃO” bem firme e se ele obedeçer e parar no meio do caminho, dê um petisco a ele como forma de recompensa e depois faça muito carinho. Inclusive você não precisa esperar até que ele passe pelo portão para dar a bronca, pois assim que você perceber que ele está se encaminhando para o portão, você já pode dar a bronca. 

E se seu cachorro ainda insistir em sair, não insiste e tambem não vá atrás dele. Simplesmente vire de costas e vá embora, pois ele provavelmente irá atrás de você, pois o que ele quer realmente é brincar com você, e não fugir de você. Então brinque um pouco com ele, feche o portão, e comece tudo novamente. Faça este treinamento várias vezes, e nunca se esqueça de elogiá-lo muito quando ele ficar dentro do terreno da sua casa. 

Pois o importante aqui é que ele perca o ímpeto de tentar sair só porque o portão está sendo aberto. E outra coisa muito importante e fundamental aqui, é que ele se acostume a ver o portão aberto, e inclusive acostume-se a brincar com ele com o portão aberto. Depois do treinamento, deixe-o ainda preso na corda, e brinque com ele com uma bolinha, ou simplesmente sente-se com ele fazendo bastante carinho e brincadeiras. 

Desta forma, o fato do portão estar aberto deixa de ser tão importante, e, portanto, não chamará a atenção dele. E a segunda parte deste treinamento também vai ajudar a seu cachorro a se acostumar a ver o portão aberto e você do lado de fora da casa, sem que ele tente ir atrás de você. Comece o treinamento estando você fora da casa, e o cachorro dentro. 

Abra o portão, e se ele ameaçar sair diga Não, feche o portão novamente, espere alguns segundos e abra-o de novo. Se seu cachorro ficar no lugar, dê petiscos a ele. Aguarde alguns segundos, dê um passo atrás e diga com firmeza FICA com sua palma da mão virada para ele, para que ele não avance. Dê um passo em direção ao seu cachorro e dê um petisco. 

Se ele ameaçar cruzar a linha do portão, diga não, mas enquanto ele estiver dentro do seu terreno, fale com ele com uma voz bastante suave, elogie-o e dê petiscos. O ideal é que se faça este exercício várias vezes por semana, cada vez ficando mais longe dele. Lógico que na hora de dar o petisco você deve chegar perto do cachorro, e não simplesmente jogar o petisco para ele. 

Pois isso poderia provocar sem querer a passagem dele pelo portão, caso o petisco caia do lado de fora do seu terreno. E a última parte do treinamento é mostrar a ele que o errado não é simplesmente passar pelo portão, mas sim passar pelo portão sem a sua ordem. Mantenha-o preso na corda, abra o portão e dê o comando VEM. E assim que ele cruzar o portão dê um petisco e elogie-o muito! 

Se ele ficar indeciso sobre o que fazer, comece esticando o braço (com o petisco) para perto dele. Depois vá fazendo os exercícios próprios do comando VEM, fazendo com que ele passe pelo portão para tocar a sua mão. Comece, então, a alternar abrir o portão e não falar nada, com abrir o portão e brincar com ele sem que ele saia do seu terreno, e abrir o portão junto com o comando VEM. 

Seja o mais claro possível na diferenciação entre as 3 situações, mostrando de forma bem clara que só será permitido a ele passar pelo portão quando você der o comando. Inclusive você poderá usar esta mesma técnica para ensinar o seu cachorro a não entrar dentro de casa só porque a porta estiver aberta, como também no caso de você morar em um apartamento para que seu cachorro não corra para o elevador, ou mesmo pelo hall e escadas do prédio. É só uma questão de você ter paciência e adaptar o treinamento.

Cachorros Agitados.



Cachorros Agitados: Há cachorros que não conseguem ficar parados por um segundo sequer, e são  incapazes de simplesmente ficarem deitados por um tempo mínimo, pois precisam sempre estarem ativos e se movimentando. E acabam destruindo tudo, desde plantas do jardins até móveis e objetos pessoais quando ficam sozinhos,e parece que nunca cansam pois estão sempre em atividade procurando ou fazendo algo. E cachorros que tem de forma constante este tipo de comportamento caracteristico, principalmente se já são adultos, muito provavelmente sofrem de ansiedade. Pois cachorros ansiosos são sempre hiperativos, e ficam o tempo todo tentando chamar a atenção do seu responsável, e nunca conseguem relaxar, e somente param quando ficam muito exaustos.


Entretanto este é um comportamento muito comum nos cachorros, e infelizmente raros são os responsáveis que conseguem entender e lidar com isso. E não existe uma causa que sozinha determine se um cachorro será ou não ansioso, mas algumas questões, sem dúvida, são determinantes no comportamento dele, e mais especificamente na probabilidade dele vir a ser um cachorro ansioso. E o ambiente em que o cachorro fica é fundamental, pois raros são os cachorros que têm estabilidade emocional para aguentar ficarem sozinhos o dia inteiro, principalmente de uma forma constante e habitual. Porem sabemos que atualmente esta é uma condição muito comum na vida de muitos cachorros, e cachorros essencialmente precisam ter companhia, e isto é mais importante até do que ter espaço.


E há muitos cachorros que ficam, às vezes, vários dias presos num quintal sem quase ter contato com seu responsável, e este é o tipo de situação muito propício para que eles venham a desenvolver um comportamento muito ansioso. E se o responsável não consegue ter uma boa convivência com o seu próprio cachorro, nunca chegando a  estabelecer uma relação de liderança e confiança. O cachorro instintivamente reage, tentando fazer de tudo para chamar e ter a atenção de seu responsável, mesmo que seja uma atenção repressiva, como mandar parar de latir, chorar ou pular nas pessoas. E na maioria das vezes, estas atitudes manifestadas pelos cachorros que dão motivo a reprenssão, são justamente tentativas desesperadas de chamar a atenção de seu responsável, e que geralmente são ignoradas e não entendidas por seus responsáveis.


E isto acaba afastando o responsável e o cachorro, cada vez mais um do outro, e estes comportamentos manifestados por ambos, vai transformando e tornando está relação em um círculo vicioso. Pois devido ao cachorro ser ansioso, e principalmente por conta do comportamento manifestado por ele, o seu responsável não lhe dá a atenção necessária e ainda limita e até evita o contato com o mesmo, e com isso só vai aumentando cada vez mais a carência do cachorro, e que consequentemente vai ficando cada mais ansioso. E outra situação a ser ressaltada é o caso de cachorros que não têm acesso a qualquer tipo de distração, pois não há nada pior para um cachorro do que a falta de atividade, o tédio e a ociosidade, pois cachorros necessitam devido a sua natureza social e dinâmica de atividade e de distração.


Pois muitos se distraem olhando a rua, outros passam horas brincado com bolinhas, roendo ossos, caçando passarinhos e outros animais. Porém está não é a realidade e nem a rotina, que é vem a ser desfrutada por muitos cachorros no seu dia-a-dia, pois muitos vivem ou sobrevivem em um constante tédio e monotonia que destoa completamente de sua natureza, pois ficam completamente ociosos e não tendo absolutamente nada o que fazer o dia inteiro. E toda a energia deste cachorro fica totalmente canalizada para a hora que o seu responsável abre a porta de casa ao chegar do trabalho, daí se repete o mesmo problema cronico descrito anteriormente, com o cachorro tendo um comportamento desequilibrado e excessivo devido a querer chamar e ter atenção de seu responsável, e sendo repreendido e ignorado justamente por isto.


E tudo isto acaba se transformando em um ciclo repetitivo e extremamente negativo para todos,  porem principalmente para o cachorro, pois sofre intensamente devido ao desprezo e a solidão.  Entretanto é possível mudar está situação e inverter este circulo vicioso em algo positivo e virtuoso para todos. E inicialmente deve-se mudar as condições e o ambiente deste cachorro de forma que ele possa realmente ter uma vida, e não uma tediosa existencia, e poder desfrutar está vida de forma dinâmica, feliz e saudável. E neste sentido, é preciso também modificar pra melhor a comunicação entre o responsável e o cachorro e consequentemente irá se melhorar automaticamente a sua relação.


E se fazer está comunicação de uma forma mais segura, tranquila e objetiva, para que o cachorro possa aceitar o seu responsável como líder e protetor e assimilar, entender e acatar o que lhe é transmitido. E além disto tambem, é importante que o responsável aja de forma a estimular que o cachorro tenha um comportamento mais equilibrado, pois é extremamente prejudicial e quando o responsável somente dá atenção ao seu cachorro quando este está latindo muito, ou fazendo muito bagunça. Pois isto condiciona negativamente o cachorro, pois na linguagem canina, o cachorro entende como faça mais bagunça, e você terá a minha atenção, ou lata muito, e eu olharei pra você, ou seja estes são típicos exemplos clássicos de atenção negativa.


E ao se habituar a falar baixo com o cachorro, por exemplo, fará com que o mesmo tenha que ficar menos agitado para poder ouvir o que o seu responsável estiver falando. Inclusive gritar é muito pior, pois fará com que o cachorro passe a acreditar, que para se conseguir a liderança, a mesma tenha que ser conseguida literalmente no grito. Então ele tambem irá gritar, e da única forma que sabe, ou seja latindo, e bem alto. Pois quando se fala baixo, no entanto, não só se faz com que o cachorro se tranquilize e mude o seu comportamento, inclusive para poder prestar uma melhor atenção ao que o seu responsável fala, mas como também se proporciona a ele a possibilidade de poder ouvir suavemente a voz de seu responsável, e com toda certeza ele vai adorar.


E deve-se começar a educa-lo de forma gradual e suavemente, principalmente nos momentos em que ele estiver tranquilo, entretanto se ele ameaçar se agitar, segure-o com firmeza e fale calmamente "não". E ele acatando a orientação, voltando a ficar tranquilo novamente, comece a agrada-lo falando suavemente e lhe fazendo carinho, pois isto o ensinará que quando ele acatar a orientação e ficar quieto receberá atenção e carinho de seu responsável. Inclusive atividades agitadas ou violentas não devem ser aceitas ou incentivadas, pois o responsável por um cachorro muito ativo deve evitar fazer qualquer atividade ou brincadeiras muito agitadas, ou agressivas. É necessário, isto sim, incentivar, e reforçar um comportamento e uma comunicação bastante tranquila e equilibrada.


Mesmo que para isto esse contato tenha que ser, a princípio, feito com o cachorro preso, ou separado por um portão. Pois o importante nesta fase é compensar o cachorro sempre que ele se mostrar tranquilo, receptivo e afetuoso, e toda atitude desequilibrada, excessiva, ou agressiva deve ser imediatamente repreendida e rechaçada, pois deve-se mostra-lo efetivamente que quando ele se comportar de forma equilibrada ele terá a atenção e o carinho de seu responsável e eventualmente até um petisco.  E não se deve se esquecer também, de não deixar que o cachorro fique entediado, e para resolver está situação basta dar ossos naturais grandes de boi, ou os feitos de couro.


Que com certeza irão distraí-lo durante horas, e isto não pode ser negligenciado, pois é uma das partes fundamentais buscadas neste processo, que é fazer com que o cachorro se distraia. Outro reforço e alternativa bastante interessantes tambem são os brinquedos feitos especialmente para cachorros solitários, e que realmente funcionam e ajudam muito neste processo de distrair os cachorros.  Entretanto é muito importante ressaltar que todo este processo não acontece de forma instantâneo ou imediata, e que na pratica leva um certo tempo para vir a surtir o efeito esperado e desejado, e não será de um dia para o outro que o cachorro passará a vir a ter um comportamento passivo, tranquilo e equilibrado.








Cachorros que Comem Fezes.



Cachorros que Comem Fezes: O nome científico que se dá para o ato de os cachorros e outros animais de comerem as próprias fezes e tambem a de outros animais é coprofagia. E embora o ato de comer as suas próprias fezes, ou as de outros animais, aos seres humanos possa parecer algo nojento, indigesto e insalubre, para os cachorros esta é uma atitude totalmente natural e normal. Entretanto o ato comportamentaql de comer fezes nos cachorros, pode ser tratado e eliminado, porem não se deve pensar que o seu cachorro é nojento ou anormal por causa disso. Um exemplo de situação natural onde o cachorro, ou melhor, a cadela come fezes é quando ela está com os filhotes recém nascidos. Pois uma boa cadela nunca vai deixar que seus filhotes fiquem num lugar sujo de fezes e urina.


Como conseqüência ela vai lamber os filhotes após cada mamada, não só para estimulá-los a fazer suas necessidades fisiologicas. Pois cachorros muito novos precisam de estímulos, na forma de massagens, para poder fazerem suas necessidades, como também para limpar a sujeirinha e deixar o "ninho" o mais limpo possível, evitando que o local fique contaminado. E assim que os filhotes já estiverem mais crescidos, a cadela usará de outros meios para ensiná-los a defecar longe da área aonde eles dormem e são alimentados. Ela passará a se levantar do ninho algum minutos antes deles estarem totalmente saciados, e a procura das "mamadeiras" gostosas da mamãe os filhotes irão acompanhá-la para fora do ninho. E acabarão fazendo as suas necessidades do lado de fora do ninho, o que normalmente ocorre logo após o fim da mamada, e não na caminha.


Já nesta época não se espera mais que a mãe, nem que os filhotes procurem fezes para comer.  Se isso estiver ocorrendo é preciso, antes de mais nada, levar o filhote ou o cachorro adulto num veterinário para afastar qualquer possibilidade de problema nutricional. Pois a ocorrência do ato da coprofagia em filhotes mais velhos e em cachorros adultos pode estar relacionada principalmente com problemas que interferem na absorção normal dos alimentos. Deve-se então se soliçitar ao veterinário que cheque todas as possibilidades, como verminose, pancreatite, deficiência de enzimas digestivas, ou outros problemas no aparelho digestivo. Um outro fator pode ser alimentar, devido a uma dieta inadequada, pobre em fibras e/ou proteínas.


O que pode fazer com que o cachorro vá tentar buscar estas substâncias nas suas proprias fezes ou nas de um outro animal. E tambem estudos apontam que cachorros alimentados uma única vez no dia tendem a comer as suas próprias fezes mais dos que os cachorros alimentados duas ou mais vezes por dia. E a explicação  de tal relação está no fato de que alguns cachorros possuem uma dificuldade maior de absorver os nutrientes se eles forem oferecidos em uma única grande porção de alimento. Os nutrientes, nestes casos, acabam passando direto para as fezes do animal que, mais tarde, sentindo-se mal nutrido, acaba instintivamente para compensar e tentar suprir estas carências, comendo as suas próprias fezes.


É o que parece ocorrer também quando mais de um cachorro é alimentado ao mesmo tempo, muitas vezes no mesmo prato, e um cachorro é muito mais dominante do que o outro. Inclusive o cachorro mais dominante pode até mesmo "impedir" que o cachorro mais submisso se alimente com um simples olhar.  O cachorro mais submisso só irá se aproximar do prato quando o cachorro mais dominante permitir e estiver totalmente saciado.  E desta situação duas coisas podem acontecer, o cachorro mais dominante, devido a sua competividade come muito mais do que agüenta, para não deixar que o mais submisso se alimente direito, e acaba tento o mesmo problema que o caso descrito acima, ou seja, não consegue absorver todos os nutrientes da ração.


Ou o cachorro mais submisso passa fome, e tem que recorrer as fezes do cachorro mais dominante para se alimentar. Existe ainda a possibilidade de que o cachorro esteja comendo as fezes, comop se tivesse recolhendo-as para não ser punido por ter feito a sujeira no lugar errado. É bastante comum que cachorros que foram punidos com freqüência, e ainda muito cedo, apresentem este tipo de comportamento. O grau necessário de severidade da punição para causar tal reação vai depender da sensibilidade individual de cada cachorro. Ou seja, nem sempre é preciso que o cachorro seja "espancado" a cada acidente para que ele passe a comer as próprias fezes. Maus hábitos de higiene também têm sua contribuição, filhotes que ficam presos em locais sujos podem desenvolver a habilidade de limpar a área por conta própria.


Falta de atenção dos seus responsáveis, tédio, solidão, medo e estresse emocional também podem deflagrar este comportamento impróprio. E no caso de um cachorro que esteja manifestando este comportamento, que é o de comer fezes, ou para se prevenir que este problema venha a acontecer, descrevemos adiante ulgumas sugestões bastante simples e praticas. Como alimentar o filhote, ou cachorro adulto pelo menos duas vezes por dia, sendo que filhotes de até 6 meses precisam ser alimentados pelo menos 3 vezes por dia e com uma ração de boa qualidade. Se você possui mais de um cachorro na casa, alimente-os em pratos separados e certifique-se que todos estejam podendo se alimentar sem problemas de dominancia e competividade.


Procure manter o jornal do seu filhote sempre bem limpinho e, de preferência, não deixe o filhote ver você limpando as fezes dele, pois a filhotes muito inteligente que podem querer resolver imitar o seu comportamento, e da forma que eles sabem, que é a pior forma possivel. E tambem não brigue com o seu filhote se ele já tiver feito sujeira no lugar errado, simplesmente limpe a sujeira e espere uma oportunidade para pegá-lo no ato. E se você começar a ver movimentos circulares em cima do seu tapete persa pegue o filhote no colo e leve-o imediatamente para o local permitido. E se ele já estiver começado a sujar, não espere ele acabar, interrompa-o com um sonoro "AÍ NÃO", pegue-o no colo e leve-o imediatamente para o jornal.


Chegando no jornal NÃO brigue com o filhote, pelo contrário faça a maior festa do mundo e se apenas um pouco da sujeira ou uma gotinha de xixi cair no jornal faça ele se sentir o mais amado dos bichos. Observe sempre que o seu cachorro for ao banheiro e crie uma rotina para distraí-lo assim que ele fizer as suas necessidades. Acabado a sujeira, chame-o para um cômodo bem longe da área com o jornal e lhe dê um petisco. E enquanto ele fica distraído comendo o petisco, limpe o jornal rapidamente, sem deixar que o peludo veja. Leve o seu cachorro para um check-up, e se   for preciso faça-lhe um exame de fezes, conforme orientação do seu veterinário.


Pois é fundamental e muito importante para a saude do mesmo, que ele fique livre de vermes.  Ligue antes para receber orientações de como coletar as fezes e como armazená-las de forma correta para que o exame seja o mais preciso possível.  Se o seu veterinário prescrever um remédio de vermes, lembre-se que é muito importante seguir a risca as orientações dadas por ele. Administre o remédio na dose correta e nos dias exatos para não perder o ciclo dos parasitas. Você pode também perguntar ao seu veterinário se ele recomenda algum tipo de "aditivo" para colocar na comida do seu cachorro e tornar as fezes desagradáveis.  Existem produtos importados para este fim e também algumas alternativas "caseiras" mas NUNCA faça nada sem consultar o seu veterinário primeiro.










Cachorros Briguentos.



Cachorros Briguentos: Esse é um problema que ocorre frequentemente entre muitos cachorros, e que preocupa muitos aos responsáveis por cachorros, principalmente os que passam diretamente por este problema. Pois há alguns cachorros que simplesmente não podem nem cruzar com outros na rua, que já demonstram imediatamente uma atitude extremamente furiosa e agressiva, enquanto outros vivem em constante conflito com os demais cachorros da mesma casa. E tanto numa situação quanto na outra, é necessário entender onde se originou esta atitude comportamental para se poder corrigi-la, vamos então analisar melhor as situações mais comuns. 




-Em que uma delas é o caso de cachorros que brigam com quaisquer outros que encontram pela rua, este é o típico caso de cachorros que foram mal socializados, e com isso acreditam que a simples aproximação de outro cachorro significa um perigo real. Isto faz com que eles sempre reajam agressivamente quando confrontado com outro cachorro. E para resolver este problema, o responsável pelo cachorro tem que fazer um trabalho de modo a acostuma-lo à presença de outros cachorros por perto, ou seja, este cachorro precisa passar pelo processo de socialização. E quanto mais jovem for o cachorro, mais fácil será este processo, e melhores serão os resultados. Um cachorro adulto que passar por este aprendizado possivelmente nunca chegará a ser um cachorro super  sociável, mas é muito possível que se consiga fazer com que ele seja capaz de cruzar com outro na rua sem atacá-lo.


-E outra situação muito comum, mas que entretanto não requer qualquer preocupação por parte dos responsáveis. São os cachorros que reagem agressivamente sempre que outro passa pelo seu portão na rua. Pois esta é uma manifestações agressiva, que não é nada mais do que a forma do cachorro da casa mostrar ao cachorro passante que aquele território é dele, e por ele será bravamente defendido. Porem em alguns casos, esta situação pode gerar a chamada agressividade redirecionada, pois o cachorro por não conseguir ou ser impedido de atacar o outro que passa na rua, acaba por atacar outro cachorro da própria casa. Se esta situação, porém, provocar grandes problemas, o melhor é afastar estes cachorros do portão, ou adaptar o portão de forma que os cachorros de dentro da casa não possam ver a rua. , eliminando-se desta forma a origem da agressividade.


-E tem a situação de cachorros machos que brigam com outros machos em locais públicos, esta é uma briga que envolve dominância, e originada muitas vezes uma má socialização. Quando o macho se desenvolve sexualmente costuma disputar as posições hierárquicas mais altas com os demais machos da matilha. Pois os cachorros dominantes conquistam a prerrogativa de poder copular com as fêmeas no cio antes dos demais, assim como tambem ter acesso à comida também antes dos subordinados, portanto ocupar uma posição hierárquica alta é muito importante para os machos. E o problema ocorre principalmente porque certos machos muito dominantes não suportam conviver com outros machos, atacando-os sempre. Estes casos podem ser resolvidos com bastante facilidade, mas requer que o responsável saia da postura de mero espectador da briga, para tomar uma postura de líder, e fazer com que seu cachorro passe a obedecê-lo,  comportando-se melhor em público.  E este cachorro tem que ser vigiado bem de perto, e na menor demonstração de contrariedade, seu responsável deve reprimi-lo, e a liderança do responsável deve ser reforçada o tempo todo. Inclusive quando este tipo de cachorro não é brecado a tempo, ele se torna bastante inconveniente, passando a ser um cachorro de difícil obediência e quase incontrolável.


-E tambem de cachorros que brigam com os outros da mesma casa, e esta é uma situação cronica e bastante seria e delicada envolvendo cachorros briguentos,  e vários são os relatos de cachorros que se digladiam no quintal da casa, muitas vezes sendo inclusive necessário que tais cachorros fiquem em quintais separados definitivamente. Algumas vezes estes comportamentos podem acontecer até com as fêmeas, e ser desencadeados devido a alterações hormonais, pois algumas fêmeas quando no cio assumem uma atitude muito agressiva com outras fêmeas da mesma casa. Porem esta é uma situação provisória que dura enquanto durar o cio, ou ainda, dura enquanto durar a alteração hormonal. Nestes casos o melhor a fazer é optar pela castração da fêmea. Se ela não entra no cio, não terá esta mudança de comportamento, pois não terá alterações hormonais. Situações parecidas podem ser observadas também quando certas fêmeas logo após o parto, e no ímpeto de proteger sua ninhadas, tais fêmeas viram verdadeiras feras com os demais cachorros da casa, e até mesmo com humanos. O melhor aqui é evitar que outros cachorros tenham acesso aos filhotes, e que o menor número possível de humanos se aproxime da cria até que os filhotes tenham pelo menos 25 dias.


-Há tambem o caso de cachorros que brigam sempre, mas somente quando seus responsáveis estão por perto, trata-se claramente de um problema de hierarquia. O problema ocorre pelo fato dos responsáveis por tais cachorros se esforçarem sempre em trata-los igualmente, e então a confusão se instala definitivamente. Pois a sociedade canina é composta por posições hierárquicas muito rígidas e muito bem definidas, e por isso mesmo funciona perfeitamente. E quando os humanos resolvem tratá-los de forma igual, os cachorros recebem a mensagem de que seus responsáveis não entenderam quem é o líder canino, com isso eles brigam constantemente na frente do responsável para que este perceba quem é o líder, e o trate como tal. Outras vezes não há tratamento igual, mas os responsáveis privilegiam o cachorro subordinado, invertendo a hierarquia canina. E enquanto tais responsáveis não obedecerem a hierarquia que os cachorros naturalmente estabeleceram, jamais irão acabar com as brigas dos cachorros em casa. E para se resolver e se melhorar significadamente a convivência entre 2 cachorros em uma mesma casa, e evitar que estas brigas ocorram, deve-se procurar entender como funciona a estrutura hierárquica canina, como ela se desenvolve e como se pode agir para reforçá-la.


-A principio deve-se procurar e identificar quem é o cachorro líder, e a melhor maneira é se ficar muito atento ao comportamento dos cachorros. Entretanto não se deve esperar, e nem se usar critérios em que a definição da liderança seja feita segundo a lógica humana. Pois nem sempre o cachorro mais velho irá ser o líder, nem sempre o cachorro maior será o líder, e nem sempre o cachorro de guarda dominará o cachorro de companhia. A lógica canina é outra, e deve-se ficar bastante atento no acesso dos cachorros aos brinquedos, à comida, à água, etc...  Pois quando dois cachorros correm atrás de uma bolinha, e um deles recua na hora de abocanhar essa bolinha, para que o outro pegue, é por que o que pegou a bolinha é o líder.E tambem quando dois ou mais cachorros passam por uma porta, ou outra passagem qualquer, o líder sempre passará primeiro que os demais. Ou quando dois deles vão tomar água, o líder tomará água primeiro, e o subordinado irá esperar até que o líder termine, para se aproximar da água. E quanto mais clara for a hierarquia entre os cachorros da sua matilha, mais harmoniosa e tranquila será a convivência entre eles.




Cachorros que Enfrentam seus Donos,



Cachorros que Enfrentam seus Donos: Não é muito raro vermos cachorros com a personalidade dominante que enfrentam seus responsáveis de varias formas, seja rosnando, latindo ou até mesmo mordendo-os.  Entretanto esta reação não começa instantanêamente de um dia para o outro, e tambem não se por toda a responsabilidade no temperamento do cachorro. Pois este tipo de situação tem a colaboração dos dois lados do problema, e de um lado temos um cachorro audacioso, e do outro um responsável que não responde à altura da ameaça seja por medo, ou por achar que tal reação do cachorro não tem grandes conseqüências, ou por simples negligência. 


Porem, por um motivo ou por outro, esta situação é a que gera os maiores problemas no que diz respeito à dominância e agressividade canina. Pois cada vez que recuamos à ameaça de um filhote, estamos não só confirmando que ele é o líder, como também reforçando que a liderança deve ser alcançada na base da ameaça e agressão. Pois para este filhote fica claro que o enfrentamento e a agressão são recompensados. Entretanto, um rosnado nem sempre é uma ameaça,pois latidos, choros e rosnados sejam sons normais que os cachorros naturalmente emitem, e que inclusive os filhotes brincam com estes sons, da mesma forma que o bebê brinca com a própria voz antes de aprender a falar.  


Ao brincar com seus irmãozinhos de ninhada, todo filhotinho rosna e late bastante em suas brincadeiras, e tais sons são muito bem-vindos, pois fazem parte do desenvolvimento do cachorro, da mesma forma que ele brinca de luta e de caça. Tudo isso faz parte do aprendizado do filhote. Portanto, o filhote que rosna ao brincar de cabo de guerra com seu responsável não necessariamente é dominante e agressivo, pode tratar-se simplesmente de um filhote brincando de lutar. Outro ponto importante é que o rosnado muitas vezes é o som que o cachorro emite ao se ver contrariado, sem que isto signifique necessariamente um enfrentamento ou ameaça.  


Já ouve casos de um filhote rosnando para o bebedouro só porque a água havia acabado, o rosnado veio então por conta do cachorro se sentir frustrado.  E tal frustração se deu única e exclusivamente porque as coisas não estavam acontecendo do jeito que ele previa, pois ele lambeu o bebedouro, e nele não saiu água, então o filhote não gostou. E nem por isto ele avançou no bebedouro, nem fez nada do gênero, simplesmente só rosnou mostrando contrariedade. E tambem, outra coisa completamente diferente, é o filhote que não suporta ser mandado e enfrenta seu responsável sempre que este lhe impõe limites, ou lhe dá ordens. 


Aqui a variedade é enorme, vai desde o cachorro que rosna quando alguém pega um brinquedo dele, o cachorro que rosna quando o seu responsável lhe diz “NÃO”, o cachorro que morde o próprio responsável quando este o tira do sofá, ou tenta colocá-lo para fora de casa. E ainda há os “reis da casa” que não deixam ninguém sentar no sofá quando "ELE" quer deitar lá, ou ainda os que não deixam ninguém se aproximar de determinada pessoa da casa que ele elege como “DELE”. Como já foi dito anteriormente, o cachorro não começa a ter uma atitude de enfrentamento com o seu responsável uma hora para outra. Pois ele começa gradualmente, e vai testando pouco a pouco o quão firme é a liderança do seu responsável. 


E cada vez que o seu responsável cede aos seus desejos e caprichos, este vai se sentindo mais importante na matilha ao mesmo tempo em que o seu responsável vai perdendo a sua liderança e o seu prestigio na hierarquia. Pois cada vez que o responsável recua frente ao rosnado do filhote, ele reforça a este filhote que ameaçando, ou mesmo atacando, ele conseguirá o que quer. E a atitude mais correta nestes casos é enfrentar e repreender o filhote, da mesma forma que faríamos com uma criança que nos enfrenta. Pois uma bela bronca neste filhote é fundamental para mostrar que ele não tem direito algum de questionar a decisão do líder. 


E caso o filhote seja insistente, deve-se conte-lo pressionando seu focinho, tal qual sua mãe ou um cachorro adulto da matilha faria com seu filhote. E nestes casos, deve-se envolver o focinho do seu cachorro com a mão fazendo com que o polegar e o dedo indicador fiquem um na parte de cima do focinho e outro na parte de baixo.  Faça uma leve pressão com os dedos e diga “NÃO”! Porem se ele ficar muito agitado, o mesmo deve ser contido junto ao chão até que se acalme, e só então deve ser gradativamente liberado. E o ideal é que se contenha o focinho por um lado, e o resto do corpo do outro, e aqui vai mais um motivo para começar cedo esta contenção, pois quanto menor for o filhote, mais facilmente ele será contido. 


Em casos extremos você pode usar o seu corpo para conter o filhote, sempre cuidando para não machucá-lo, pois o objetivo aqui é contê-lo, e não puni-lo. Depois vá soltando o filhote vagarosamente, comece soltando o corpo, e se ele se agitar novamente volte a contê-lo e a dizer “NÃO”. E se você começar a soltá-lo, e ele permanecer calmo fale com ele num tom calmo e baixo elogiando-o, faça carinho e, aos poucos, vá soltando-o.  Com esta atitude você mostra claramente a ele que uma atitude submissa ele será recompensado, e que uma atitude dominante não será tolerada. Entretanto, caso este filhote seja muito dominante é provável que ele volte a enfrentar o seu responsável para se certificar da liderança do mesmo, e sempre a atitude a ser tomada deve ser a repreensão e a contenção. 


E inclusive nunca é demais lembrar,  a atitude de repreensão deve cessar imediatamente à mudança de atitude do cachorro, e jamais continue a repreende-lo quando ele se acalmar, pois isso confundirá a cabeça dele. Pois para que ele entenda o que você quer dele, você precisa ser absolutamente claro, atitude dominante gera repreensão e contenção, e atitude submissa gera carinho e liberdade. E a grande maioria dos responsáveis que cedem aos caprichos e a afronta de um filhote, acham que com a maturidade o filhote irá mudar de atitude, e que tal enfrentamento nada mais é do que uma adolescência canina. Pois isto é apenas uma arriscada meia verdade, da mesma forma que ocorreria na matilha, os jovens adultos dominantes tentam galgar degraus na hierarquia, mostrando que não são mais simples filhotes. 


O problema é que tal atitude não se dissolve com a idade, Aqui, mais uma vez, temos que agir como os canídeos, e mostrar ao aspirante a líder que, jovem-adulto ou não, a posição de líder da matilha já tem dono, e está posição absolutamente não é dele. E está questão piora bastante, quando falamos de machos muito dominantes, porque na sociedade canina é normal que os machos periodicamente lutem pela liderança. Em outras palavras, isto significa que este cachorro tentará roubar a liderança de seu responsável de tempos em tempos.  E nestes casos, a solução mais satisfatória é a castração do macho, pois com o fim da produção dos hormônios masculinos, a agressividade diminui muito, e esta tendência de enfrentar o líder acaba. 


De modo geral, porém, a grande saída para resolver o problema é reforçar a liderança, e isto deve ser feito mudando-se radicalmente de atitude com relação ao cachorro. Inclusive tal cachorro deve ser ignorado o máximo possível pelos membros da casa sempre que se comportar mal. E a atenção dos responsáveis deve ser a grande recompensa para ele, para quando voltar a se comportar de forma calma e submissa. Pois aqui tambem deve-se usar a lógica canina, que se aplica e funciona muito bem nesta relação entre recompensa e punição. E se possível é recomendável, também, que se contrate um adestrador para que ele possa ajudar a trabalhar esta agressividade do cachorro, ao mesmo tempo em que corrige os erros de atitude do responsável que levaram o cachorro a tal comportamento.







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