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domingo, dezembro 28, 2025

Cachorros no Egito Antigo.

 No Egito Antigo, os cães eram muito valorizados como caçadores, guardiões e companheiros, com raças como o Saluki, Basenji, Galgo e Pharaoh Hound (Cão do Faraó) presentes, frequentemente retratados em tumbas e hieróglifos, com destaque para o deus Anúbis, uma figura canina (chacal/lobo) ligada à mumificação e à vida após a morte, sendo símbolos de proteção e passagem para o além.  

Raças Antigas Relevantes:

Pharaoh Hound (Cão do Faraó): Considerado uma das raças mais antigas, com linhagens que datam de 3000 a.C., inspirando hieróglifos e conhecido pela habilidade de corar de rosa quando animado, sendo caçador de coelhos em Malta, para onde foi levado. 

Basenji: Cães semelhantes aos antigos, conhecidos por não latir, mas emitir sons parecidos com um "barulhinho", leais e com testa franzida. 

Saluki: Cães esguios e rápidos, usados para caça e representados como companheiros. 

Whippet: Possivelmente originado do cruzamento de galgos, eram cães de caça velozes. 

Molossiano: Cães de guarda e combate, introduzidos por volta de 1782-1570 a.C. e usados para caça e proteção. 

Cachorros e a Religião: 

Anúbis: O deus com cabeça de chacal (ou lobo), guiava as almas dos mortos, presidia a mumificação e pesava os corações no julgamento final, simbolizando o pós-vida e a proteção dos túmulos.

Importância Cultural:

Os cães eram tão importantes que sacerdotes realizavam rituais usando máscaras de chacal, como a de Anúbis, para se identificarem com o deus durante os processos de embalsamamento, reforçando o papel canino na vida, morte e espiritualidade egípcia. 

Deus egípcio da morte: conheça a origem de Anúbis



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