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sexta-feira, outubro 31, 2014

Protetoras de Animais - Cachorros.





Protetoras de Animais - Cachorros: Existem milhares de cachorros e outros animais abandonados nas ruas das cidades do Brasil, passando as piores privações e sofrimentos como, fome, frio, doenças, desabrigo e solidão. Entretanto apesar de todo o terrível sofrimento que lhes são infringidos devido as indignas e precárias condições de sua miserável existência. Os cachorros abandonados, apesar deste dramático quadro, em que são desprovidos e deserdados de tudo e por todos, tem tambem os seus anjos de guarda. E estes anjos, se materializam em forma de um verdadeiro exercito da salvação, composto em sua grande maioria por milhares de mulheres, que estão presentes de forma emocionante, abnegada e heróica em cada rua, bairro e cidade nos quatro cantos do Brasil. 

Agido, fazendo e promovendo todo e qualquer tipo de auxilio e socorro, ajudando a minimizar o sofrimento e a triste e cruel existência destas inocentes criaturas que são os cachorros abandonados, e podemos imaginar o quanto pior seria as suas deploráveis existências, sem o socorro e a assistência destas abnegadas protetoras, que são mulheres que muitas vezes se sacrificam em prol dos cachorros abandonados, dedicando seu tempo, seus recursos financeiros e dando atenção e carinho, e na maioria das vezes agindo sozinhas, sem nenhuma ajuda, atuando como verdadeiros anjos protetores. 

Pois elas alimentam, resgatam, pagam os custos da assistência veterinária e das castrações, promovem a adoção, divulgando e procurando adotantes para os cachorros resgatados e recuperados, e apesar do dramático quadro e da cruel realidade, e sem nenhum incentivo e apoio, atuam como um verdadeiro exercito de incansáveis batalhadoras. E em função da triste realidade, que são a dos cachorros abandonados, e as demandas que se fazem necessárias mediante muitas vezes os custos veteriunarios, de uma eventual necessidade de internações e operações em alguns cachorros resgatados, em virtude de acidentes como brigas, atropelamentos ou doenças. 

Estas fies e aguerridas mulheres são capazes de abdicarem de suas próprias prioridades pessoais, chegando mesmo a tira-rem dinheiro do próprio bolso e até se ausentarem do convívio familiar em um eventual feriado ou final de semana, para prestarem auxilio e socorro aos cachorros abandonados. E são mulheres que fazem um esforço tamanho, e dedicam praticamente todo o seu tempo, energia e atenção, a estas pobres e inocentes criaturas que foram excluídos de uma existência digna, e que são vitimas indefesas e sofrem constantes maus tratos, estão desnutridos, famintos, tomados por parasitas e muitos vezes encontram-se muito machucados e doentes . 

Exterminio de Cachorros.





Exterminio de Cachorros: Os Centros de Controle de Zoonoses apesar de ainda serem avaliados de uma maneira negativa pela população, principalmente devido as consequencias da dificil e complexa realidade enfrentada por estes, sem verbas, mão de obra e infra estrutura suficientes e adequadas. e que tambem são decorrentes do constante e excessivo abandono de cachorros e consequentemente uma superpopulação destes nas ruas. 

O que acaba lamentavelmente transformando-os na pratica em verdadeiros campos de concentração e exterminio de cachorros, que tanto podem sacrifica-los aos poucos em virtude das carências e sofrimentos que lhes são oferecidos durante o seu confinamento, ou como acontece na grande maioria dos CCZs do Brasil, quando vence o prazo de sua "estadia" que é um verdadeiro martilio, estas inocentes, deserdadas e infelizes criaturas são sumariamente sacrificados, ou entregues para Faculdades de Veterinaria para serem utilizados em aulas de anatomia, em que muitas vezes são dissecados ainda vivos. 

Entretanto, apesar desta fria e cruel realidade que é imposta aos cachorros pela grande maioria dos CCZs do Brasil, houve significativos avanços e mudanças positivas no decorrer do tempo em relação ao procedimento das CCZs, por parte do poder publico no tratamento tanto dado aos cachorros, com mais solidariedade e respeito a sua dignidade como ser vivo, quanto aos grandes problemas apresentados por está dificil questão. Pois até o final da decada de 80 no Brasil, os cachorros perdidos ou abandonados nas ruas, eram considerados rigorosa e estritamente uma questão de saúde pública. 

Entretanto já na década seguinte, devido ao sucesso alcançado no combate à raiva por meio da vacinação em massa dos cachorros, com a superação do temor de uma infecção decorrente da raiva, a propria população passou a se interar mais com os cachorros e se relacionar de uma forma mais intensa e carinhosa com eles, deixando de considera-los apenas como um animal que tinha uma função restrita simplesmente a guarda e vigia, transformando-os praticamente em membros da familia. 

E juntamente com esta nova mentalidade e cultura tanto por parte da população como tambem das autoridades publicas, houve um maior interesse não apenas em combater as zoonoses relacionadas e decorrentes dos cachorros , mas como também no seu proprio bem estar, e proporcionar aos um tratamento mais digno e humanitário. E mais recentemente conceitos como uma posse humanitária e responsável, e um efetivo controle populacional atraves da castração, foram assimilados e implementados de uma forma efetiva, e tornaram-se procedimentos comuns e habituas tanto pelas Autoridades Publicas, Ongs, Defensores dos Animais e a população em geral.

Diagnostico da Dor - Cachorros.



Diagnóstico da Dor - Cachorros: A algum tempo atrás, as pessoas em geral e tambem até os veterinários acreditavam que a dor sentida pelos cachorros, era de certa forma benéfica e tinha a sua utilidade, pois ajudava a manter os cachorros calmos e estáticos fazendo assim com que eles pudessem curar mais rapidamente. Além disso, o pensamento predominante era que não havia nenhuma maneira precisa de saber se um cachorro estava sentindo dor, ou se o tratamento aplicado surtia algum tipo de alívio na mesma. Entretanto, atualmente os veterinários têm uma maior sensibilidade e consequentemente uma nova maneira de olhar para está questão. 

Que anteriormente era considerada como uma preocupação desnecessária, que eram os tratamentos e medicações aplicadas com o intuito de eliminar ou diminuir a intensidade da dor sentida pelos cachorros em decorrência de eventuais doenças, acidentes ou cirurgias. Sendo que atualmente já existem diversos tipos de medicamentos específicos, prescritos pelos veterinários no qual a única e exclusiva função é o alivio da dor sentida pelo cachorro, juntamente com o medicamento para uma eventual doença ou qualquer lesão ou problema que esteja causando está dor. 

Inclusive atualmente a medicina veterinária tem dado uma grande prioridade, e estão dedicando muito tempo e recursos para pesquisas e estudos a respeito da dor em animais. E estes estudos têm mostrado que o alívio da dor pode ser capaz de acelerar o processo de recuperação, seja em decorrencia de dores originadas por motivo de doença, cirurgia ou lesão. E o mais importante, o controle e o alívio da dor pode ajudar o cachorro a ter uma maior expectativa de vida, ou seja viver por mais tempo, pois reduz o imensamente o stress e aumenta a sensação de bem-estar e consequentemente a qualidade de vida. 

E há dois tipos de dores, sendo que um tipo é a dor aguda, que geralmente ocorre de forma súbita e repentina, e é proveniente de um ferimento provocado por um eventual acidente, por uma cirurgia ou até mesmo ser motivada por uma infecção recente, que pode ser até dentária. e este tipo de dor é bastante intensa e pode fazer com que o cachorro sinta muita dor e fique em estado de agonia e extremamente desconfortável, limitando tambem a sua mobilidade. Porem, este tipo de dor não se manifesta de forma cronica e raramente permanece, e geralmente desaparecem quando a condição que originou e causou a dor ela é tratada. 

O outro tipo de dor é a dor crônica, que geralmente se desenvolve lentamente e quase sempre é de longa duração. E a dor cronica normalmente está relacionada, e é em decorrencia da idade e de doenças como artrite, podendo também ser causada por câncer ou doença óssea. E este tipo de dor geralmente é de tratamento difícil e demorado, pois ela pode perdurar por anos, e às vezes até mesmo ser incurável, tendo que permanecer o tratamento com a respectiva medicação para o resto da vida do cachorro. Entretanto devido a se desenvolverem lentamente. 

Alguns cachorros conseguem tambem progressivamente se adaptarem a este tipo de dor, tendo uma menor sensibilidade e aprendendo a tolerar e conviver com este tipo de dor progressiva e cronica, quase que sem manifesta-las, o que muitas vezes atrasa e dificulta a detecção da doença, acarretando a descoberta tardia da doença, o que causa bastante complicações, dificultando em muito a cura, e podendo causar inclusive o súbito e eminente óbito do cachorro, devido o atraso no tratamento. Devido a isto, é importante se observar, e ficar muito atento a qualquer mudança em seu comportamento. 

Pois muitos cachorros tem uma certa tendência a não querer demonstrarem fraqueza, escondendo a dor. principalmente as dores progressivas nas quais eles consigam vir a se adaptar. E mesmo que o cachorro não apresente sintomas ou sinais de dor, isso não significa que ele não há esteja sentindo, dor está que pode ter sido motivada por uma lesão ou doença oculta, ou por um acidente desconhecido. O mais importante, é que assim que houver suspeitas ou for detectado qualquer mudança ou problema comportamental, ou indicio de dor ou doença no cachorro, deve-se leva-lo imediatamente ao veterinário. 




quinta-feira, outubro 30, 2014

Esquecimento de Cachorros.





Esquecimento de Cachorros: O esquecimento e até mesmo o abandono de cachorros e outros animais domesticos por decorrência de viagens ou mudanças de domicilio, apesar de ser um absurdo, é algo muito comum de acontecer. Pois não é difícil encontrar cachorros esquecidos sozinhos em casas, enquanto os seus responsaveis partem para demoradas viagens, ou até mesmo mudam de casa e simplesmente se descartam e deixam os seus cachorros abandonados dentro dos quintais ou casas, sem comida e, muitas vezes, acorrentados e em uma area abrigo e cobertura contra o sol ou a chuva.

E agoniados e desesperados pela fome,sede, solidão e medo, só resta a estes infelizes e angustiados cachorros expressam e manifestam o seu sofrimento com amargurados latidos, ou incessantes uivos de choro. E todo este desespero e sofrimento, manifestados por latidos e uivos, não somente incomodo, mas como tambem comove muitas pessoas que gostam e se incomodam com o bem estar dos animais e se comovem com toda esta situação dramática de sofrimento e solidão, entretanto a questão é, como proceder para ajudar e resgatar um cachorro nestão situação.

Sem correr o risco de ser confundido e até poder ter a sua ação solidaria ser enquadrado criminalmente como invasão de propriedade. Pois está é uma questão pertinente e importante tanto para as pessoas que fazem o resgate, quanto para os proprietarios do imovel, e eventualmente policiais e advogados, ou seja, em que situação a entrada em propriedades particulares é permitida para o resgate de cachorros e outros animais que estejam sofrendo, e com a sua saude e sobrevivência em risco e comprometidas em virtude da solidão e do abandono.

Cachorros - Doenças Infecçiosas.



Cachorros - Doenças Infecçiosas: viroses são doenças infecciosas que se sub-dividem em diversas outras doenças como Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Hepatite Viral Canina e a Parainfluenza. Que são viroses  infecto-contagiosas que acometem os cachorros em todas as suas faixas etárias, e são a principal causa de óbito entre os filhotes. Sendo a vacinação o único meio de se evitar a infecção, pois em um simples passeio nas ruas o cachorro que não esteja vacinado pode se infectar. Estas viroses não contaminam os seres humanos, portanto não são Zoonoses. E a contaminação entre os cachorros acontece através do contato direto entre o cachorro sadio e o cachorro infectado, ou pelo contato indireto do cachorro sadio com a urina ou as fezes de um cachorro contaminado, disseminadas em ambientes suscetiveis de infecção como praças, parques e jardins. E entre estas viroses, as mais potencialmente contagiosas e fatais aos cachorros são a Cinomose e a Parvovirose.    

Cachorros - Doçês.



Cachorros - Doçês: O açúcar na alimentação dos cachorros ocasiona para estes vários problemas e inconvenientes, pois devido ao seu consumo, eles  terão o seu apetite inibido e diminuído, e não se alimentarão da forma correta, diminuindo e deixando de ingerir nutriêntes essênciais para a sua saúde, como proteinas, vitaminas e sais minerais . Pois o consumo do açúcar acaba causando muitas perturbações metabólicas e também acarretando o desenvolvimento de diversas doênças, como a diabetes entre outras, por isto é imprescindivel se evitar fornecer açúcar, mesmo que indiretamente na alimentação dos cachorros. Pois o açúcar presente nos alimentos, além de desencadear doênças e provocar obesidade, tambem estimula excessivamente o sistema nervoso e o coração dos cachorros.

Provocando um intenso aumento no trabalho muscular cardíaco, associado à uma grande estimulação do cérebro, ocasionando arritmias cardíacas graves, hiperatividade, aumento do volume urinário, ataxia, tremores e agitação, aumento da frequência dos batimentos cardíacos (taquicardia), aumento dos movimentos respiratórios (taquipnéia), hipertensão, aumento da temperatura corpórea. E este quadro complexo e problematico, pode  evoluir para o desenvolvimento de diabetes, o que vai acarretar em serias e graves consequências para a saúde e o bem estar dos cachorros.



quarta-feira, outubro 29, 2014

Necessidade de Castração - Cachorros.



Necessidade de Castração - Cachorros: Todas as pessoas envolvidas e que analisam e convivem com esta questão, como veterinários, especialistas de Ongs e protetores de animais. Tem plena consciência e experiência do dia a dia, para poder afirmar com toda certeza, que a castração é o método mais pratico e efetivo. Para controlar o crescimento descontrolado da população de cachorros e gatos, e se evitar os consequentes abandonos. Pois os dados são claros e explícitos, em um prazo de seis anos, uma cadela principalmente as abandonada nas ruas ou mesmo as que tenham um responsável, porem sem o devido controle.

Pode normalmente gerar aproximadamente 64.000 descendentes, e este número é ainda maior em relação às gatas, devido a esta triste e real estatística, é de fundamental importância o controle populacional de cachorros e gatos. Para que haja uma redução no numero, de cachorros e gatos sofrendo abandonados nas ruas. E a defesa da esterilização cirúrgica (castração) é feita por este grupo de pessoas de forma atuante e constante. O que é um passo muito importante para a concientização da população, e tambem uma forma de pressionar e cobrar uma maior participação positiva por parte do poder publico.

Pois já existe uma participação efetiva que gera resultados positivos, na questão da raiva canina que esta praticamente erradicada e sob controle nas principais cidades do Brasil. Entretanto somente depois de métodos crueis,erróneos e precipitados como a pratica do extermínio nas décadas anteriores. Em nome de um suposto controle da doença, de que nada adiantou, pois o numero de cachorros e gatos continuou a crescer e se multiplicar, e a população de cachorros e gatos abandonados nas ruas acabou aumentando ainda mais. E somente após a cobrança e a intervenção das Ongs, das Sociedades Protetoras dos Animais e das pessoas que se dedicam e defendem a causa animal.

É que o poder publico mudou a extrategia de extermínio em massa, para a vacinação em massa, e que resultou em uma politica com um programa altamente abrangente, satisfatoria e eficiente. No entanto, a política adotada pelo poder público para controlar o número de cachorros e gatos abandonados nas ruas, ainda guarda resquícios dos métodos empregados anteriormente para a erradicação da raiva. E é uma herança do modelo anterior, ou seja, continuou a mesma de antes, que é a pura e simples eliminação dos cachorros e gatos recolhidos das ruas e entregues aos CCZs.

E a castração, ou a esterilização cirúrgica é uma solução viável e efetiva, para a médio prazo minimizar e diminuir de forma considerável e significativa o cruel e gravíssimo problema, que são os cachorros e gatos abandonados nas ruas. E acabar definitivamente com a pratica da eliminação ou eutanásia, que é o sombrio e triste destino dos cachorros e gatos que são recolhidos nas ruas e entregues as CCZs, em decorrencia tambem de os abrigos de cachorros e gatos abandonados estarem superlotados. E há um consenso entre as ongs, os veterinários, a midia em geral e a própria sociedade.

De que a castração cirúrgica é o meio mais eficaz de se evitar a procriação sem controle, e o consequente abandono e dramático sofrimento de cachorros e gatos nas ruas. Falta somente a vontade politica, e a participação e a atuação concreta e efetiva do poder publico, lançando campanhas nacionais de esterilização de cachorros e gatos com atuação conjunta do governo federal, estados e municípios, assim como é feito com a campanha anti-rabica. Pois o problema dos cachorros e gatos abandonados nas ruas, não afeta e faz sofrer somente os mesmos, por ser tambem um serissimo problema de saúde publica.

E já está mais do que provado, que o método puro e simples do recolhimento e eliminação, através da eutanazia dos cachorros e gatos não ameniza, muito menos resolve o problema. Pois alem de ser um método cruel e ineficaz, tambem perpetua um ciclo de sofrimento de gerações e gerações de cachorros e gatos abandonados nas ruas. Faz-se então necessário uma maior pressão e cobrança por parte da midia e da sociedade em geral, já que que está atitude já existe através das Ongs, das Sociedades Protetoras dos Animais, veterinários e ativistas da causa animal.

De ações publicas preventivas desta magnitude, como campanhas nacionais de castração de cachorros e gatos através do poder publico em suas três esferas, federal, estadual e municipal. Para resolver definitivamente este grave problema de saúde publica, e tambem acabar com o drama do abandono e sofrimento por que passam cachorros e gatos cruel e covardemente largados nas ruas.




Cachorros Saudáveis.



Cachorros Saudáveis.: Há quem acredita que os cachorros nunca ficam doentes, e quando ficam tem a capacidade de se curar sozinhos. No entanto, quem pensa desta forma está redondamente enganado, pois assim como os humanos os cachorros também adoecem, e para resolver o problema na saúde do cachorro jamais pense em deixar que o tempo ou ele mesmo cuide deste problema. Não importa  qual seja a raça do cachorro, mesmo que seja um vira-latas é necessário que você leve-o ao médico veterinário para saber qual é o problema na saúde de seu cachorro. Mas como saber o momento de levar o cachorro no médico veterinário? Como saber se o cachorro está doente?

Pelo simples fato de que os cachorros não sabem falar, então o responsável pelo cachorro deverá estar atento a tudo, sendo que é possível realizar um exame de rotina, o qual é indicado realizá-lo diariamente ou quando notar que existe algo diferente com o cachorro, para assim certificar-se de que ele necessita de uma ajuda veterinária. No entanto, é de grande importância ressaltar que independente deste exame, o cachorro precisa visitar o médico veterinário periodicamente, ou seja, a cada seis meses para a realização da vacinação, entre outros procedimentos. Desta forma, veja as orientações para a principio visualmente você conseguir saber se o seu cachorro apresenta algum problema de saúde.

Olhos: Você deve começar a analisar o seu cachorro pelos olhos, os quais não devem conter secreção ou inchaço, devendo estar claros e brilhantes. Abaixando a pálpebra inferior é preciso que você veja se a parte interna está rosada, caso não esteja, saiba que pode ser sinal de anêmia. Verifique também se o seu cachorro conta com manchas brancas ou embaçamento na parte escura dos olhos.
Orelhas: É preciso que você examine tanto a parte interna quanto a parte externa, verificando se há ou não falhas ou crostas nos pelos, o que pode indicar a presença de sarna e de ácaros. É interessante lembrar que um ouvido sadio não sofre com odores e nem secreção, e ao notar um cheiro nada agradável ou algum tipo de secreção, é preciso limpar os ouvidos com medicamentos específicos, e com o auxílio de algodão.
Focinho: Normalmente, o focinho deve estar frio e úmido, sem secreção exceto em dias quentes, dias em que o cachorro pode normalmente transpirar pelo focinho. Algo que deve ser ressaltado é que muitos responsáveis acreditam que pelo fato do cachorro estar com o focinho quente e seco, significa que o mesmo está com febre, e isso não passa de engano, pois quando o cachorro está com febre, ele além de ter o focinho quente e seco sofre tambem com perda de apetite, por exemplo.
Boca: Levante os lábios e analise a boca por completa, verificando a gengiva, a qual deve estar com aparência rosada e sem palidez, caso contrário, este tambem poderá ser um sinal de anemia.
-Pelagem: Veja se há falhas no pelo e se o seu cachorro se coça demasiadamente, e em caso da não presença de pulgas e carrapatos, estas falhas podem também ser causadas por sarnas.
Patas: Procure por parasitas nas patas, além de certificar de que não há machucados ou feridas, tanto na parte dorsal quanto na ventral, nas laterais e entre os dedos. 

Adotando estas praticas, e fazendo estes procedimentos simples e rápidos e de forma constante, você conseguirá prevenir e evitar diversos problemas de saúde em seu cachorro. 



Conviver com Cachorros.



Conviver com Cachorros: Conviver com um animal é aprender a conviver com sentimentos que fazem parte da nossa vida e para as crianças pode ser estimulados a conviver com alguns sentimentos desde cedo como: o amor, o carinho, o medo... Um animalzinho como cão, gato, hamster ou passarinho são muito sinceros quanto aos seus sentimentos, o animal não disfarça o que esta sentindo. Se você é hostil ou agressivo ele se sente ameaçado e foge, se você é delicado e carinhoso ele se aproxima para receber carinho, isso faz com que a criança tenha noção dos seus atos, das conseqüências dos seus atos, sem dizer também que com um animalzinho a criança pode compreender o ciclo da vida, a gestação, o nascimento, os primeiros passos e também a morte. 

Ter um animal ou conviver com um animal de estimação é no mínimo gratificante, pois só o fato da criança observar seu comportamento de acariciar já traz experiências mágicas além de estimular o tato, a visão, e principalmente a atenção, ainda melhora a sua coordenação motora e o senso de responsabilidade. Para uma criança é uma alegria quando chega à hora de dar comida e água aos seus amiguinhos ou na hora de trocar os jornais ou serragens sujas. Percebo que ao lidar com os animais as crianças projetam os cuidados que os pais tem com ela para os animaizinhos, é o que as crianças fazem com as bonecas e brinquedos, só que os animaizinhos reagem, quando pede-se para uma criança trazer um pote de água para um animalzinho, ela faz isso com tanta seriedade, ela se torna importante e isso é muito bom para o fortalecimento da auto-estima dela. 

O amor que os animais têm pelos seres humanos seja ele criança, adulto ou idoso é muito sincero e deve ser passado para as crianças. Uma criança que cresce respeitando e amando os animais dificilmente se tornará uma pessoa má, o que não podemos esquecer de dizer é que devemos dosar as responsabilidades, uma criança não esta pronta para assumir uma responsabilidade tão grande que é cuidar de um animal, e sempre haverá um amiguinho que se encaixe perfeitamente em sua família, seja ele um cão, um gato, um hamster, um pássaro ou ate mesmo um aquário. 



Mas lembre-se um animal não é presente, antes de adquirir um animal deve-se pensar muito bem, pesquisar algumas coisas sobre ele, e não adquirir por impulso, pensar sobre o seu espaço e sobre os seus gastos se não, o que é pra ser uma experiência de alegria pode-se tornar um problema. Tendo um animal com todos os cuidados básicos como a vacinação, a vermifugação certa e um acompanhamento veterinário dificilmente terão problemas com doença. E nunca se esqueça que ele não é um brinquedo nas mãos da criança, devemos respeitar seus momentos de descanso, sono, alimentação e os dias de estresse. Espero que tenham gostado da matéria e em breve falaremos sobre outra curiosidade animal.

Cão Leão.



Cão Leão: O Pequeno Cão Leão, originalmente chamado Petit Chien Lion, é uma raça resiliente e ativa, disposta a desafiar cães maiores e que responde bem ao adestramento de obediência, apesar deste ser considerado difícil. Conhecido desde o século XVI, este animal tornou-se raro antes do século XX e ainda não é muito comum. Provável descendente dos primeiros bichons do Sul da Europa, é o único que ainda mantém a tosa do tipo leão: meio corpo tosado em pêlo curto, pluma de pêlo na cauda e nas patas, e pelagem penteada lembrando a juba de um leão. 

De pelagem fina, que requer cuidados constantes, exibe ainda a sem tosa, que apesar de densa, fornece pouco isolamento. O Löwchen é um pequeno cão de aparência exótica mais conhecido como pequeno cão leão devido a sua tosa tradicional. É inteligente e afetuoso, muito apegado à família. Sem dúvida, pode-se afirmar que ele é boa companhia como animal de estimação. Calmo e alegre, o Löwchen necessita de alguns cuidados especiais com sua pelagem longa, ondulada e densa. São aceitas todas as cores e combinações. A sua altura varia de 25 a 33 cm, pesando de 3,5 a 8 Kg. Por ser animado e esperto, tornou-se a companhia preferida das damas da corte na Europa na pré-renascença.

Origem e História - Também chamado Petit Chien Lion ou pequeno cão leão, o Löwchen é membro da família dos Bichons. A origem da raça ainda é obscura, mas exemplares semelhantes são encontrados em obras de arte alemãs do século XVI. Em uma pintura da Duquesa de Alba, Francisco de Goya retratou um cão muito semelhante à raça. Existem documentos datados de meados do século XV onde o Löwchen já era mencionado. Apesar da raça ser possivelmente alemã, por muitos anos acreditou-se que sua origem estava no Mediterrâneo. Independentemente de sua origem, sabe-se que o Löwchen há mais de 400 anos é uma raça definida. A raça quase desapareceu no século XIX e somente graças aos esforços de Madame Bennert, uma criadorabelga, a raça continua a existir. O Dr. Hans Rickert sucedeu Madame Bennert e seu cão Von Den Drei Löwchen foi a base da linhagem tanto na Inglaterra como nos Estados Unidos.



Nefrites - Cachorros.



Nefrites - Cachorros: O rim é o órgão responsável pela filtragem do sangue do organismo, pois ele retém substâncias importantes, como as proteínas e alguns minerais, e elimina junto com a água resíduos e produtos tóxicos resultantes do metabolismo, como a uréia entre outros. Portanto quando o sistema renal, que é responsável pela filtragem e consequente limpeza do sangue não funciona bem, esse mecanismo de seleção do que é bom ou do que é mal para o organismo fica comprometido. E tambem uma outra função muito importante dos rins é secretar uma substância responsável por estimular a medula óssea a formar sangue. 



E a nefrite é justamente uma alteração inflamatória dos rins, que pode ser aguda ou crônica, e que faz com que eles percam total ou parcialmente a sua capacidade de filtragem e consequente eliminação de impurezas do sangue. E a nefrite aguda é um quadro de aparecimento súbito, normalmente causada por uma infecção renal, e esta infecção pode ter se iniciado com uma simples cistite (infecção na bexiga), que, quando não tratada, pode atingir os rins. E os sinais clínicos da doença são apatia, vômitos, falta de apetite e anúria (o animal não urina ou urina pouco). Porem nem sempre todos esses sinais podem estar presentes, mas a falta de urina é um alerta. 



Uma vez que o "filtro" não está funcionando corretamente, produtos tóxicos como a uréia (resultado do metabolismo das proteínas) não são eliminados, intoxicando assim o organismo, daí os vômitos. Exames de urina e sangue irão confirmar o diagnóstico da nefrite e, após o início do tratamento (antibióticos, diuréticos, etc..), os rins voltam a funcionar normalmente na grande maioria dos casos. Já a nefrite crônica é um quadro bem mais preocupante, pois nesse caso a maior parte do rim está lesado e sem capacidade de regeneração. Ao contrário da nefrite aguda, o quadro crônico caracteriza-se por uma produção excessiva de urina, pois o rim não consegue reter a água e substâncias importantes ao organismo, mas retém os produtos tóxicos. 



Assim, teremos um cachorro desidratado, com emagrecimento progressivo, que urina grandes quantidades a todo o momento e ingere muita água. Ocorrem os vômitos, falta de apetite e apatia. Os rins passam a não produzir mais a substância que estimula a medula a produzir glóbulos vermelhos (eritropoetina). E o cachorro consequentemente tambem acaba apresentando um quadro de anemia, sendo que o desequilíbrio orgânico causado pela falência renal será permanente, uma vez que o rim não tem capacidade de se regenerar. Inclusive, o maior problema da nefrite crônica é a retenção de uréia, que é altamente tóxica. 



Sinal comum desse quadro de elevação da uréia é o odor e úlceras (feridas) na boca do cachorro. A uréia tambem pode atingir o sistema nervoso, causando sinais neurológicos como convulsões, porem já é realizada no Brasil a hemodiálise nos animais (filtragem do sangue através de aparelhos), o que permite na maioria dos casos uma sobrevida do cachorro, e com qualidade de vida. O transplante de rins também é uma opção de tratamento para insuficiência renal crônica, e esta cirurgia tambem já é realizada no Brasil, e com grande sucesso.









Perfumes para Cachorros.



Perfumes para Cachorros: Os perfumes para cachorros deixam os mesmos com um cheiro agradável e atraente, e assim como outros acessórios, estão sendo cada vez mais utilizados nos cachorros pelos seus responsáveis. Entretanto deve-se ter alguns cuidados quanto ao seu uso, para se evitar que o cachorro sofra algum tipo de alergia. 

E neste caso especifico possa vir a ter crises de espirros crônicas, rinites, coriza, irritações na pele, e também tenha o seu faro que e super sensível, prejudicado pelo presença constante do odor emanado pelo perfume. Cuidados estes que passam por se evitar aplicar perfumes na cabeça ou no pescoço dos cachorros, devido a proximidade destas areás com o nariz.  

E também não se deve aplicar excesso de perfumes, sendo o ideal somente aplicar-se a quantidade mínima,  e de preferência sob o pelo, para deixar sutilmente uma fragrância leve e discreta. E também não utilize perfume para uso em pessoas nos cachorros, pois as reações alérgicas podem ser graves, pois deve-se usar somente perfumes específicos para cachorros, e mesmo assim com os devidos cuidados para não prejudicar a saúde dos mesmos.  

Raça Bichon Frisé - Cachorros.



Raça Bichon Frisé - Cachorros: O Bichon Frisé, é um cachorro de origem Franco-Belga, que possui um porte pequeno e uma pelagem fina e sedosa, e são cachorros muito populares, sendo muito semelhantes com os Poodles em aparência. Com uma altura variando entre 17 e 30 cm, e com um peso entre 4.5 e 8 kg., a sua ascendência genética vem do cruzamento do Maltes com o Poodle,.sendo também o mais típico dos cachorros de companhia que existe. E o traço marcante de sua personalidade é a doçura, a sensibilidade, a sutileza no dar e receber, Conseguindo até a velhice, manter as características de um filhote, pois.está sempre investigando, correndo pela casa, fazendo brincadeiras. Pode brincar bem sozinho, mas prefere a companhia de pessoas, principalmente crianças. É muito social, alegre, simpático, meigo, bastante afeiçoado ao dono, e com um porte majestoso. 

Sendo um cachorro extremamente activo, simpático, divertido, inteligente, amistoso, expansivo, e muito sociável Mesmo com pessoas estranhas ou outros cachorros, está sempre alegre e tentando agradar o dono e estar perto dele, meigo, robusto, vivo, de temperamento estável. Com movimentação elegante, estilo e ar de dignidade e inteligência, com porte majestoso. O seu temperamento excepcional faz dele um cachorro ideal para famílias com crianças. E é também muito usado em trabalhos de terapias com pessoas, que envolvam a presença de animais, já que o seu tamanho e aspecto contribuem favoravelmente no relacionamento com os doentes, que se sentem estimulados pela sua docilidade. Mas apesar do seu aspecto frágil e simpático, assume perfeitamente o papel de desportista, participando sempre com otimo desempenho em competições como o agility e o flyball. 

O Bichon tem também um especial talento para travessuras, o que poderá surpreender quem adquiriu o cachorro, baseados apenas pela sua aparência, por isso, deve ser educado desde muito cedo por forma a que perceba facilmente os limites para as suas brincadeiras. Se for preciso deixá-los longos períodos sozinhos, seus donos devem acostumá-los desde pequenos a não latir enquanto estiverem sós. Procure não o mima-los em demasiado, e assuma a posição de líder da matilha,. o principal elemento para o sucesso de uma boa educação será a postura dos donos que não devem deixar-se levar pelo aspecto frágil de filhote, mimando excessivamente o cachorro. Apesar de se adaptarem muito bem a apartamentos, os Bichons precisam de gastar a sua energia em passeios diários, pois mesmo sendo um cachorro de aparência frágil, aguentam facilmente longas caminhadas ao lado do dono, e gostam de ter espaço para correr e brincar. 

A sua aparência quando filhote é um pêlo tosquiado e com manchas rosadas em algumas partes do corpo, tais manchas podem ou não sumir, dependendo de sua genética. O Bichon Frisé quando adulto tem o pêlo normalmente branco puro, com vestígios ou não das manchas. E a sua aparência, que é a de um cachorro branco de pequeno porte, com pêlos cheios e sedosos, leva muitas pessoas a confundi-lo com um Poodle. Na verdade o Bichon é resultado do cruzamento do Poodle e o Maltês. O porte é assemelhado ao do Maltês, como a textura de seu pelo que também é macio. E foi o seu pêlo cheio e encaracolado, que o levou a ser chamado por seu nome atual, Bichon Frisé, que em francês significa "Bicho Encaracolado".Ideal para pequenos espaços, o pouco pêlo que solta acaba ficando retido na escova e não suja o ambiente,. entretanto ele é muito dependente de seu dono.

O Bichon Frisé tem origem muito antiga, pois é descendente de uma linhagem de cachorros muito semelhantes ao Maltes, ao Barbet e ao Poodle, e que já existiam no antigo Egito e na Fenícia, 1400 anos antes de Cristo. Acredita-se também que o Bichon Frisé, ou Bichon à Poil Frisé (Bichon de pêlos encaracolados), possa ter sido introduzido por marinheiros no Tenerife, Ilhas Canárias, no século XIV, sendo considerado um descendente do Barbet, um dos ancestrais do Poodle. O nome francês Barbet, inclusive, deu origem ao diminutivo “barbichon” ou “bichon”. Porem está é uma teoria sem fundamentos, que carece de credibilidade, pois na realidade, foi na Europa que a raça foi se moldando, e sendo aprimorada, após sucessivos cruzamentos entre o Maltes e o Poodle, especialmente na França e na Bélgica. e adquirindo uma aparência similar à do Poodle Miniatura. 

O Bichon Frisé e reconhecido como uma raça franco-belga, porém sua popularização realmente se deu nos Estados Unidos,. com o registro da raça no AKC (American Kennel Club) ocorrendo no ano de 1972. A pelagem do Bichon Frisé é comprida e encaracolada, demandando cuidados como escovação e tosa frequentes, a cor dos pêlos aceita pelo padrão da CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia) é o branco puro, preferencialmente com pele escura podendo ser pigmentada em preto, azulado ou bege. E a palavra "bichon" costuma ser utilizada coletivamente para descrever cachorros pequenos e brancos, como o Coton de Tulear, o Maltês, o Frisé, o Bolonhês e o Havanês. Os principais problemas específicos de saúde que costumam acometer o Bichon Frise, são, as Dermatites alérgicas, pois a raça apresenta uma pele muito sensível, por isso, pode manifestar uma série de reações alérgicas, também os Cálculos Renais podem ocorrer com frequência, caso haja uma alta concentração de proteína e magnésio na sua alimentação, e as Otites, devido à conformação de suas orelhas, os exemplares desta raça estão propensos a desenvolver inflamação nos ouvidos.

Miniature Pinscher - Cachorros.



Miniature Pinscher - Cachorros: O Pinscher Miniatura, também chamado de Zwergpinscher e Miniature Pinscher, é uma raça de cachorros de pequeno porte, originaria da Alemanha, Sabe-se que o Pinscher era encontrado nas florestas da Alemanha, há séculos, onde passou a ser criado. O verdadeiro movimento deu-se em 1895, com a fundação do Pinscher Clube Alemão, que redigiu o primeiro padrão da raça. Porem, há especulações de que o Pinscher tenha se originado do cruzamento do Italian Greyhound, com o pequeno Techel (o nosso conhecido "Salsichinha"). O Pinscher Miniatura possui uma pelagem curta e densa, e suas cores são sólidas e em várias tonalidades que vão do vermelho-acastanhado até vermelho cor de cervo, do preto com marcas vermelho-acastanhadas, marrom e preto com marcas marrons bem nítidas nas maçãs do rosto, focinho, acima dos olhos, no queixo e garganta, nos dois lados do antepeito, metatarso, pernas dianteiras, patas, face interna das pernas traseiras. 

Morfologicamente, são cachorros semelhantes ao Doberman, tendo ancestrais em comum, mas não sendo uma miniatura desta raça, como muitos pensam. O Pinscher tem somente um padrão de tamanho médio definido oficialmente que é de 25 a 30 cm de altura, da cernelha (região onde as espáduas se encontram) ao chão. Quando ele ultrapassa 30 cm de altura, ou quando não atinge 25 cm, está fora dos padrões, o que pode desclassificá-lo para competições. A cabeça do Pinscher também é menos alongada, e as orelhas são proporcionalmente maiores. É a menor raça de guarda classificada pela Federação Cinológica Internacional. Na Alemanha é encontrado com dois tipos de tamanho, o médio e o miniatura, porem no Brasil só existem os Pinscher Miniaturas. Há ainda outros tipos de Pinscher na Alemanha e nos Estados Unidos, o Afghan Pinscher, que surgiu do cruzamento do Griffon e Schauzer, que são conhecidos como grandes caçadores de ratos, e o Pinscher Manchester, de tamanho maior, que foi usado na criação da raça Dobermann. 

E apesar do tamanho reduzido o Pinscher Miniatura é classificado pela Federação Cinológica Internacional como um cão de guarda. Em exposição neste tipo de segmento ele desfila ao lado de Dobermans, Rottweillers, Boxers, etc. e uma curiosidade a respeito do Pinscher, é a de ser conhecida como a raça que inspirou o lobisomem do filme Harry Potter e o Prisioneiro de Azkabam. Alguns criadores optam por cortar parte das orelhas e o rabo dos Pinscher Miniatura ainda filhotes, prática cada vez mais condenada em todo o mundo, exceto Estados Unidos. inclusive a cirurgia estética em cachorros, que realmente é uma pratica condenável , que causa muita dor e sofrimento aos cachorros submetidos a mesma, é proibida em muitos países. Em boas condições de criação, com trato correto na sua saúde, higiene e alimentação, são bastante longe-vos, não raro ultrapassando os 15 anos de vida, e as crias normalmente variam de 3 a 6 filhotes.Os Pinschers Miniaturas, por serem pequenos, são uma boa opção para pessoas que moram em apartamentos. São inteligentes e leais, embora tenham o instinto de cão de guarda e apresentem a tendência a latir para estranhos. É necessário o cuidado na convivência com crianças, pelo tamanho reduzido do dos Pinschers, acidentes podem acontecer pelo contato brusco ou brincadeiras não super-visionadas. Os Pinschers, caso tenham que conviver com outros cachorros, precisam ser acostumados gradualmente para se evitar brigas, pois não obstante o seu tamanho reduzido e sua pouca força física, podem atacar cachorros muito maiores. Eles têm também, uma certa tendência a obesidade, e precisam de alimentação balanceada e controlada. Outra fragilidade é a sua propensão a acidentes, devido a sua ousadia combinada ao tamanho reduzido,. de maneira geral a raça é dotada de uma boa saúde e inteligência notável. 

E é um cachorro de grande mobilidade, ágil, de aspectos muito elegante. temerário e alerta, embora de caráter dócil, revela- se um ótimo guardião da casa, sendo muito desconfiado com estranhos. É um cachorro muito fiel ao dono, porem pouco sociável e agressivo com estranhos, e é destemido, não tendo medo de nada, nem de ninguém, apesar de seu diminuto tamanho. E por seu pequeno porte, e também por suas qualidade de guardião , é um cachorro que se adapta muito bem a apartamentos. Possuem uma audição bastante aguçada, podendo perceber com facilidade a aproximação de estranhos. Por esta razão é considerada excelente cão de guarda, pois apesar do seu tamanho, seu latido alerta o dono e consequentemente afugenta os estranhos. E além dessa qualidade é um cachorro fácil de se cuidar, e a pelagem lustrosa e curta dispensa maiores cuidados. 

Pois um banho mensal e duas vezes escovações semanais, já são o suficiente para mante-lo limpo e higienizado. No inverno, devido a seus pelos curtos, o Pinscher Miniatura sente muito frio. É aconselhável então deixa-lo dormir em lugares abrigados e com cobertores. Como ele é um cachorro, que tem como caracteristica ser destemido e agitado, comportamentos estes que podem aumentar muito seus batimentos cardíacos, deve-se evitar que ele fique muito agitado, pois tais atitudes, podem levá-lo a ter problemas cardíacos. E é de fundamental importantancia também, a aplicação de vacinas e vermifugos, que os protegera de varias doenças infecto-contagiosas, e são imprenscindiveis para manutenção de uma boa saúde. No mais, é uma raça muito fácil de ser criada, e devido a sua rusticidade e resistência, dificilmente fica doente.



Yorkeshire - Cachorros.



Yorkeshire - Cachorros: Yorkshire é uma raça de cachorros de pequeno porte, da família dos terriers, e que possui um peso médio aproximado de 3,1 kg, sendo  o seu pêlo comprido, sedoso e totalmente liso, sem nenhuma ondulação. E a sua coloração, ao longo do tronco, é azul-aço, que é uma variação de cor entre o preto e o prata, e o fulvo, que é um castanho intenso e brilhante, distribuídas no rosto, patas e peito.  A coloração castanha clareia no trajeto da raiz às pontas, já a azul-aço mantém este tom em todo seu comprimento, sendo mais escura apenas na extremidade da cauda, jamais mesclados de pelos fulvos. 

E os olhos do Yorkshire são simetricamente redondos, bem acomodados, escuros e brilhantes, e as orelhas eretas, pequenas, bem inseridas e em forma de v,  eles ainda têm também como caracteristica, a trufa preta e o focinho curto. E apesar de seu pequeno porte, o Yorkshire é um cachorro bastante ativo, sendo um otimo cachorro de companhia. O surgimento da raça YorKshire esta relacionada a fatos históricos e culturais ocorridos na Grã-Bretanha, mais precisamente na Escócia.  Pois aproximadamente no fim do século XI, servos e trabalhadores adquiriram a permissão para poderem criar cachorros, porém, seu tamanho não deveria ultrapassar o de um aro metálico de sete polegadas de diâmetro. 

E acredita-se ter sido este o fator responsável para o início dos cruzamentos artificias que deram origem às raças posteriormente chamadas de terriers, pois nesta época, o cachorro que passasse sem problemas por este aro, era considerado pequeno o suficiente para não caçar, já que a classe servil à qual pertenciam seus donos não tinham o direito nem à caça de subsistência. E até o século XVIII, a maioria dos britânicos continuavam a trabalhava na agricultura, mas com o advento da revolução industrial houve grandes migrações e deslocamentos de pessoas e famílias, que lavaram juntos seus cachorros, se transferindo do campo para os Condados como o de Yorkshire. Onde cresceram pequenas comunidades ao redor das minas de carvão, dos moinhos têxteis, e das indústrias de lã, e da aglomeração destas pessoas e famílias com seus respectivos cachorros próximos a estes centros de trabalho.  Acarretou a ocorrência de cruzamentos naturais, entre vários raças de cachorros de pequeno porte, já conhecidos desde então como black and tan, skye terrier, dandie dinmont e até mesmo maltês, todas tradicionalmente conhecidas como caçadoras em tocas. E presentes nas regiões de Manchester e Leeds, ocupadas pelo novo cenário surgido então, que era o crescimento urbano, cenário este, que propiciou a junção e o cruzamento de varias raças com caracteristicas especificas e peculiares.

Ocasião esta, que deu inicio ao surgimento dos Yorkshires  Nessas comunidades, principalmente as compostas pelos operários de West Riding, os cachorros passaram a serem vistos não apenas como companhia em casa e nas minas de carvão.  Mas também como úteis na caça aos roedores, que se escondiam por baixo dos terrenos das casas, e nas competições em bares, onde alguns cachorros disputavam o posto de maior caçador e matador de ratos em apostas, e os campeões eram bastante valorizados, conseguindo alcançar um grande preço.  E o sucesso, como otimos companheiros e caçadores dos cachorros de Yorkshire, que já começava a se consolidar como uma raça genuína.

Chamou a atenção de criadores que, entusiasmados, iniciaram um novo processo seletivo, na busca de um melhoramento do padrão, e de suas características como obediência, caça e beleza. Estes processos iniciais, acredita-se, foram os que geraram os primeiros cachorros aprimorados com sucesso, cujo comportamento deveria ser o de um cachorro corajoso, com o tamanho diminuto e com uma bela aparência. Fisicamente estes cachorros acabaram inicialmente por pesar entre 5 e 7 kg, e já tinham como caracteristica, o pêlo macio e rajado como visto na raça moderna, e também  já apresentavam-se menores e de pêlo mais liso que seus antecessores. 

E a especificação, regulamentação e oficialização da raça,  viria a ser feita posteriormente, pelo cavalheiro inglês Peter Eden, um notável criador da época e respeitado juiz de competições oficiais. De sua posse faziam parte exemplares de pelagem longa e acetinada azul e fulva, bem como o ancestral de um dos mais conhecidos Yorkshires de exposição da época, além de ter-lhe sido atribuído o primeiro registro de um Yorkshire no Livro de  Criação, sob o nome "terrier escocês de pêlo curto e yorkshire".  No século seguinte ao início do êxodo para as cidades, por volta do ano de 1861, o yorkshire foi apresentado pela primeira vez à nação inglesa, em Birmingham, quando desfilou como variedade especial de uma outra raça.

Alguns anos mais tarde, apareceu em sua primeira exposição canina, foi reconhecido como raça pelo American Kennel Club, e inserido no Britsh Kennel Club sob o nome de yorkshire terrier, cujo primeiro padrão previa dois grupos distintos, sendo um para os exemplares de até 2,3 kg, preferidos para companhia, e outro para os de até 6 kg, prediletos para a caça aos roedores. Em 1898, foi criado o primeiro clube restrito a raça Yorkshire, e ao fim da Era vitoriana, atingiu sua ascensão social, por ter sido escolhido pela rainha como cachorro de estimação.  Passando então, após isto, a figurar como companhia das senhoras aristocratas e da alta burguesia, que ornamentavam seus animais de acordo com o modelo da roupa que usavam no dia.

Nesse momento, o ora caçador eficiente, tornou-se em definitivo um cachorro de companhia de luxo, como é visto modernamente ao lado de celebridades.  E foi também, devido ao seu diminuto tamanho,  pois ele é o menor de todos os terriers, e a sua aparente fragilidade, que o yorkshireyork, manteve sua popularidade no mundo, sendo frequentemente escolhido por pessoas, que moram em locais pequenos e apartamentos, para serem suas companhias. Em adição ao seu tamanho, sua personalidade também o colocou ao lado de donos que ocupam grandes mansões, não o limitando então, a reduzidos espaços. 

O Yorkshire Terrier como conhecido nos dias atuais, difundiu-se por todo o mundo. Em 1932, apenas trezentos foram registrados no Kennel Clube Britânico, ao passo que em 1957, este número subiu para 2 313 e em 1970 chegou a ser a raça mais popular da Inglaterra. Na década de 1990, atingiu o ápice de exemplares em lares, ao atingir os 25 665. Contudo, este número reduziu-se próximo da metade em apenas quatro anos. No ano de 2009, foi eleita como uma das dez raças mais populares do mundo, devido principalmente, as suas caracteristicas, onde se deve ressaltar o seu temperamento corajoso, o seu companheirismo sem restrição de idade de crianças a idosos, e o seu porte, de tamanho adequado e próprio para companhia. 

A primeira aparição nas exposições foi em 1861, em Birmingham, e a primeira inscrição no livro de registros do Kennel Clube foi feita em 1886, assim sua história atual tem mais de cem anos. Em  1898, o Kennel Club da Inglaterra, que acabava de ser criado, reconheceu-o com o nome de Yorkshire Terrier, em 1874, os primeiros yorkies foram registrados no livro do Kennel Clube Britânico, eles foram chamados de "Terriers Escoceses de Cabelo Quebrado" ou "Yorkshire Terrier".  Até que em 1886, o Kennel Clube Britânico reconheceu o Yorkshire Terrier como uma raça individual, e o primeiro clube da raça Yorkshire Terrier foi formado em 1898.  E durante estes primeiros anos, quem grandemente influenciou a raça foi a Senhora Edite Wyndham-Dawson.

Que por um tempo foi secretária do Clube Yorkshire Terrier, e trabalhou desde então pela melhoria da raça.  Depois, a Senhorita Palmer que era a empregada do canil da Senhora Edith, começou seu próprio canil de yorkies, sob o "prefixo de Winpal".  E quando a Senhora Edith retornou à Irlanda, pelo começo da Primeira Guerra Mundial, a Senhorita Palmer foi trabalhar para a Sra. Crookshank do prefixo Johnstounburn, um nome com uma longa lista de campeões, que atualmente estão aos cuidados de Daphne Hillman, uma entusiasta deste prefixo, o utilizando ainda junto com o seu próprio prefixo de Yorkfold.  Outros nomes também trabalharam arduamente nestes primeiros tempos para a melhoraria da raça, a evolução deve-se a estes primeiros criadores, que se tornaram os fundadores de vários canis na América do Norte e em outros lugares. 

O Yorkshire Terrier atual difunde-se por todo o mundo, em 1932, somente 300 yorkies foram registrados no Kennel Clube Britânico,  já em 1957, o número chegava a 2.313, e na década de 1970, os yorkies já eram a raça mais popular na Inglaterra. Esta tendência continuou até a década de 1990, com um número de registros de 25.665 yorkishires. Porém, esta tendência começou a declinar, e em 1994 havia 12.343 inscrições, com o yorkie sendo a 7ª raça mais popular.  O yorkshire terrier mais famoso dos tempos modernos no Reino Unido, foi o CH Blairsville Royal,  ele veio do CH Beechrise Surprise e sua dam CH Blairsville Most Royale, este exemplar era popularmente conhecido como Tosha, apelido dado por seus admiradores.

E ele foi criado pelo seu proprietário o Sr. Brian Lister e sua esposa, Rita, e durante sua carreira de exposições, Tosha ganhou 50 CCs, todos sob juízes diferentes. Ele foi Best in Show doze vezes e dezesseis vezes reserva de Best in Show. Tosha levou 33 prêmios de Melhor de Grupo e foi reserva de Best in Show em Cruft´s em 1978, assim como sua dam tinha sido antes dele. Tosha foi o Top Dog, de todas as raças, durante dois anos consecutivos.  Ele se tornou o antepassado de muitos campeões, e ainda se caracteriza como um diferencial nos pedigrees de muitos yorkies atuais. 

Quando Royal Seal morreu, aos quinze anos, em 1988, o registro de maior número de CCs da raça foi quebrado por Osman Sameja's CH Ozmilion Dedication Jamie, que terminou sua carreira de exposições com 52 CCs, embora não todos de juízes diferentes.  Jamie também possui dois títulos de campeão de todas as raças, e seus prêmios no grupo de Toy dogs o ajudaram a ganhar o título de Top Dog em 1987.  O canil de Ozmilion é o Canil de yorkshire terrier que ocupa o topo de todos os tempos, e mantém o recorde de registros de maior número de campeões produzidos.  A raça tambem fez sucesso imediato na América do Norte, alguns dos primeiros canis americanos mais notáveis são Janet Bennet e Joan Gordon (Wildweir),

Que importaram muitos yorkies ingleses, inclusive das linhas de Johnstounburn, Haringay e Buranthea. Os canis de Mayfield-Barban, possuídos por Anne Seranne e Barbara Wolferman, também fizeram muito para melhorar a raça.  Outro cachorro que teve influência significativa para os yorkies norte-americanos foi o CH Finstal Royal Icing, criado por Sybil Pritchard no Reino Unido e exportado para os canis de Jentre, depois que Sybil morreu. Ele é proveniente do CH Finstal Johnathan, que ainda tem sua linhagem premiada na Grã-Bretanha, e atualmente, o yorkshire terrier também é muito popular na América do Norte.  Em 1992, os yorkies classificavam-se como os de número catorze na lista do AKC das raças mais populares, com 39,904 registros.

Em 1994 eles subiram para a 11º colocação, embora as inscrições tivessem caído para 38,626, deve-se isso ao fato de, globalmente, os registros AKC terem diminuído entre todas as raças populares. E mesmo sendo considerado um cachorro de pequeno porte, o Yorkshire é bastante dinâmico e muito exigente em termos de atenção.  Pois para o Yorqueshire o melhor lugar para ele estar é próximo ao seu dono, mas não subjugado ou em seu colo, ainda que alguns tenham particular predileção ao colo, principalmente quando em tempo de frio. Passear ou viajar com a "família" também deixa um Yorkie feliz, pois o Yorqueshire não se contenta em ser somente companhia, ele quer compartilhar de todos os momentos



Pois o yorkshire possui um caráter doce e sociável, que permite levá-lo a todos os locais sem inconvenientes. Seu temperamento carinhoso e afável o torna um grande companheiro, divertido e devoto, para com aqueles que o cercam, particularmente seu dono, de quem adora receber todas as atenções. Devido a este apego, o yorkie tem por hábito andar atrás do dono, onde quer que ele vá.  A pelagem dos Yorkieshire por ser bela, longa, lisa e abundante, necessita de cuidados especiais para manter-se limpa e desembaraçada.  E deve-se também ficar atento aos problemas de saúde caracteristicos e comuns a raça, que são o fechamento tardio da moleira, problemas de Hérnia, de Dentição dupla, Luxação de patela, Necrose asséptica, Cerato-conjuntivite seca ( problemas na produção de lágrimas), Tártaro, Hidrocefalia, Prognatismo e Retrognatismo.

Cachorro sem Foçinho.



Cachorro sem Foçinho: O Pug é uma raça de cachorros de companhia originária da China, era uma das raças prediletas dos nobres e da realeza. O Pug tem características marcantes, como focinho achatado, o rabo em formato de espiral, com olhos redondos e proeminentes. Seu porte é pequeno e o seu peso médio ideal, varia entre os 6 a 11kg, porém devido a sua voracidade, a raça tende a ser obesa e alguns podem chegar a mais de 30 kg. A pelagem do seu musculoso e pesado corpo é fina, lisa, macia e curta. A cor é prateado, abricó-castanho, preto ou cor de sujeira. O Pug tem um grande charme e boa disposição, seus olhos são grandes e sedutores, de formato globular, sua expressão doce, porem sempre alerta., medindo em media entre 25 a 28 cm de altura. É também não suporta viagens longas e cansativas, pois seu focinho achatado dificulta a sua respiração, deixando-o propenso a ficar com renite alérgica, além disso é normalmente muito ofegante.

Devido a esta caracteristica de seu focinho, não resiste a ficar em locais quentes e abafados. Este cachorro charmoso, mascarado, de cara achatada, olhos saltados e cauda enroscada, pode mesmo encher a casa de alegria. Pois sua energia e simpatia são contagiantes.,e adora correr e pular sobre as pessoas, transformando qualquer momento numa verdadeira festa. Recebe as visitas como um verdadeiro anfitrião, animado e solícito, reunindo sobre si o foco das atenções, pois é impossível resistir a tanta empolgação. E por ser um cachorro de companhia, adora ficar junto das pessoas da casa, Entretanto pode ser também um ótimo cachorro de guarda, sendo ideal para lugares pequenos, pois é muito limpo e quieto e extremamente alerta com estranhos. Torna-se facilmente um companheiro inseparável, na verdade, acompanha seu dono para todos os lugares, chegando mesmo a ser chato e intrometido.

O Pug demonstra-se extremamente sociável e rapidamente se enquadra e se adapta a ambientes e pessoas estranhas, é considerado uma das raças mais dóceis. Outra característica diferenciada é o seu latido, e de acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Pug encontra-se na 53ª posição entre as raças pesquisadas no quesito Inteligência adestramento e obediência. A expectativa de vida do Pug varia entre cerca de 13 a 15 anos, sendo também, um cachorro que perde muito pêlo o ano inteiro, intensificando ainda mais nas épocas de troca de pelagem. O Pug foi levado da China para a Holanda por volta do século XVI pela Companhia Mercante de Navegação Holandesa, dita Companhia das Índias, e foi bastante apreciado pelas damas da sociedade como cachorro de companhia. Depois chegou à Inglaterra que o adoptou e mais tarde redigiria o seu padrão, antes, porém, no início do século XVII, já era difundido em vários países europeus como Itália, França, Espanha e Alemanha. 

Sempre tido como cachorro de companhia da nobreza e alta sociedade, e sua trajectória remonta os episódios com Napoleão Bonaparte, o rei da Holanda: Guilherme o Silencioso, e mais recentemente com o Duque de Windsor. Sem o aviso de um pequeno Pug, Guilherme teria morrido nas mãos dos espanhóis. O latido de alerta do cachorro avisou sobre a invasão e salvou uma vida real. Após este episódio, o Pug tornou-se o cachorro oficial da corte, e o túmulo de Ghilherme exibe, além dele, o seu querido cachorro também. Contudo, há especulações de que sua origem seja de ascendência europeia, e o seu nome provavelmente pode se referir a um tipo de sagüi de aparência similar, que também é chamado de Pug. Possui também outros nomes como por exemplo: Mops do verbo "Moppen" que significa "de aspecto franzido", na Alemanha.Os ingleses o baptizaram-no Pug ou "Pug-Dog", o que significa "coisa diminuta" ou "cão diminuto".

O nome Carlino ou Carlini foi usado pela primeira vez em França, pelo aspecto cómico, curioso e mal-humorado ao mesmo tempo, que lhe conferem as rugas e a pigmentação particular do rosto, No Brasil a difusão da raça ainda é muito pequena, mas basta que seja um pouco divulgada para demonstrar seu potencial de carisma que há muito já foi descoberto pelo mundo. E também o Pug por sua pelagem curta não requer muitos cuidados com higiene, enquanto filhote um banho mensal é suficiente para a conservação da limpeza, inclusive o Pug não é um cachorro de cheiro forte, mas as rugas do seu rosto devem ser limpas com algodão embebido em água, uma vez a cada cinco ou seis dias. os ouvidos devem ser limpos semanalmente com cotonete umidecido em álcool. O Pug é um cachorro sem muita pelagem por baixo, por isso sente muito frio se for deixado a dormir ao relento, principalmente nas épocas de maior frio ou quando houver queda de temperatura.

Por ter o focinho extremamente curto, sua pré-disposição a má respiração faz com que sejam necessários certos cuidados com gripes e resfriados, para que depois, não possam vir a trazer maiores complicações, por isso mantenha-o longe de geladeiras e jamais dê a ele nada gelado. Porém, mesmo no inverno, não se deve agasalha-lo muito, pois ele pode ter sua resistência diminuída, e ficar propenso a pegar tosses e resfriados. Os Pugs são cachorros que geralmente apresentam uma excelente saúde, e que se for devidamente cuidada, lhe garantiram muita longevidade. pois é comum que os Pugs normalmente vivam mais do que 14 anos. No entanto, como todas os cachorros de raça pura, apresentam algumas vulnerabilidades e problemas de saúde que lhes são comum. E entre as principais vulnerabilidades estão os os seus olhos, que ficam muito expostos a acidentes, pois são proeminentes e não existe um focinho longo para atuar como "pára-choques".

E as suas vias aéreas superiores, que são curtas, ocasionando prejuízo no preparo e condicionamento do ar inalado. Um terceiro pode ser considerado: a pele. Os Pugs apresentam pré-disposição à dermatites, por isso é importante investir numa boa alimentação (ração super-premium), escovação diária e pouquíssimos banhos, acredite quanto menos melhor. Com relação aos olhos, deve-se ter muito cuidado com plantas espinhosas, gatos e suas unhas, e qualquer coisa pontiaguda que possa ferir os olhos do Pug se ele eventualmente vir esbarrar nela. Além disso, as unhas do Pug devem ser mantidas curtas, principalmente as do quinto-dedo (dedão da mão), pois ele pode se machucar ao esfregar a cara com as patas dianteiras. Deve-se também ter muita atenção com qualquer alteração nos olhos de um Pug, como secreções purulentas, áreas esbranquiçadas, manchas, etc, e. se for detectada qualquer alteração, o médico veterinário deve ser consultado imediatamente. Com relação ao problema respiratório, comum em todas as raças braquicéfalas, ou seja, que apresentam focinho muito curto, devem ser tomadas algumas precauções.

O principal problema ocorre porque o ar inspirado não é condicionado apropriadamente, como por exemplo, o ar frio não é suficientemente aquecido, e o ar quente não é suficientemente esfriado, antes de ir para os pulmões ("Síndrome do Cachorro Braquicefalo). E devido a esta "limitação" respiratória, os Pugs não são aptos a exercícios rigorosos, como corridas, porem,. podem e devem ser submetidos a exercícios moderados, como caminhadas, que devem ser gradativamente aumentados, para se acostumarem a elas. Além disso, sua dificuldade respiratória é agravada em dias muito quentes, quando podem apresentar o chamado "estresse do calor", que pode levar à morte por parada respiratória. Em dias quentes, os Pugs não devem ser exercitados e devem ser protegidos do calor. Um exemplo de estresse do calor que pode levar à morte, é o que acontece quando um Pug fica preso em um carro fechado, no sol, em um dia muito quente. Ele pode entrar em choque e morrer em apenas 30 minutos,. por isso, muito cuidado nesse sentido. Outro cuidado muito importante que deve-se ter com um Pug é durante a anestesia, pois os Pugs podem vir a morrer durante uma anestesia geral, dependendo do tipo de anestésico e da técnica utilizada. Detalhes estes que devem ser informados ao médico veterinário, caso seja necessário fazer-se um eventual procedimento cirúrgico.

Cachorro Fu lin.



Cachorro Fu lin: O Pequinês é uma raça muito antiga de cachorro miniatura, é originária da China. E apesar de ser um cachorro de pequenas dimensões, tem bastante personalidade e é bem valente. O seu aspecto é leonino, é independente e capaz de defender-se. O peso médio do Pequinês varia entre 2 e 8 kg. E foram os cachorros favoritos da corte imperial. O Pequinês também eram chamados de cachorro Fu (ou Fu Lin) pelos chineses, que os reverenciaram representando-os em várias obras de arte. Eram considerados espíritos guardiões, visto que se assemelham ao mítico leão chinês. A raça pequinêsa tem mais de 2000 anos de existência e mudou pouco no decorrer deste tempo, sendo sua origem muito provavelmente a resultante do cruzamento de cachorros do tipo Maltês e Terriers tibetanos (que originaram o Lhasa Apso) com os pequinesês já existentes nesta época. 

Atualmente, os criadores modernos e juízes de competições caninas parecem preferir o tipo de pêlos longos ao tipo mais tradicional, de pêlo estilo spaniel. Um poema escrito pela imperatriz Tzu Hsi descreve aqueles que seriam os aspectos essenciais da raça e nos ajudam a entender como os chineses de então viam este cão. Os padrões da raça admitem praticamente todo tipo de combinação de cores. A mais comum é o sable vermelho; esta é a cor da maioria dos pequinesês do Westminster Kennel Club Dog Show. Preto e bronze são populares também, mas os dourados parecem ser os preferidos para cachorros de exposição. O pequinês totalmente branco (exceto a face) ou totalmente preto é deveras impressionante. É fundamental que a face (nariz, lábios e contorno dos olhos) seja negra e os olhos, marrons. Supostamente, há uma variante de pêlo azul (acinzentado) na linhagem pequinesa britânica. Os olhos do Pequinês são grandes, cristalinos, de cor escura e brilhante, levemente proeminentes e redondos. 

As orelhas, em forma de coração, são providas com longas franjas. O pescoço é um pouco curto e grosso. O tronco é curto, mas com tórax amplo. A cauda é de inserção alta, posição rígida, levemente curva sobre o dorso, com franjas abundantes. Sua pelagem é longa e reta, com crina abundante que se estende atrás dos ombros, formando uma espécie de coleira ao redor do pescoço. O pêlo de cobertura é basto, com franjas abundantes nas orelhas, nos membros, nas coxas, na cauda e nos pés. Todas as cores e manchas são admitidas, e apreciadas igualmente, com exceção do albino e da cor de fígado. Os exemplares multicoloridos apresentam manchas bem definidas. O modo de andar bamboleante do Pequinês não tem similar no mundo canino. Visto que os chineses os criavam originalmente para fazer companhia ao imperador, suas damas da corte e eunucos, as pernas são arqueadas para desencorajar perambulações. 

Todavia, eles o podem fazer e o farão, mesmo com cachorros maiores, quando permitido. É impressionante como as pernas arqueadas lhes permitem caminhar, correr ou trotar. Pelo padrão inglês, os pequinesês devem pesar até 5 Kg (machos) e 5,5 kg (fêmeas), e medir de 15 a 23 cm de altura nas espáduas, podendo viver entre 10 e 12 anos. Em competições, o padrão americano recomenda que animais acima de 7 kg sejam desclassificados. Cachorros pequinesês são temperamentais, geniosos e teimosos, porem sempre atendem quando o dono chama. Não são agressivos com outros cachorros se acostumando muito rápido com estes. O Pequinês é um cachorro amigo e muito fiel e é um otimo cachorro de companhia, e geralmente dedicam todo este carinho e fidelidade a uma só pessoa da família, podendo inclusive ter muito ciúmes e se tornar um cachorro bastante agressivo. 

Devido a sua personalidade forte e atitude independente, mesmo sendo muito gentil e leal com seu dono, tem, no entanto um comportamento ciumento e teimoso, e é um cachorro que exige cuidado durante o convívio e interação com pessoas estranhas, pois pode não aceitar afagos ou gestos de carinho reagindo aos mesmos com violência. Na verdade o cachorro Pequinês é considerado mal humorado por pessoas que não tenham intimidade com os cachorros desta raça, graças ao gênio forte e a sua aparência um tanto altiva. Principalmente no caso de cachorros adultos,.entretanto depois que se acostumam, aceitam facilmente a presença destas pessoas na sua vida, e também adoram crianças. É um cachorro amigo, contente, e quando recebe carinho e é bem tratado pode até dar a vida pelo seu dono. O Pequenes foi introduzido no Brasil na década de 1960, e em fins da década de 1970 houve uma grande procura pela raça. 

Fato este que estimulou a ganância dos criadores, e levou a ocorrência de vários cruzamentos equivocados, e já no início dos anos 1990 o Pequinês legítimo era raro no Brasil. E em relação a saúde, o principal problema do Pequinês envolve os seus olhos, que alem de se projetarem pra fora, também são grandes e sensíveis. E tambem o sistema respiratório, por conta de seu crânio pequeno e cara chata, e as alergias de pele. Um problema bastante comum são ulcerações nos olhos que podem se desenvolver espontâneamente. Além da Vacinação e Vermifugação permanentes deve-se atentar para a saúde e higiene do animal dando especial atenção a sua grande fragilidade, que são os olhos que devem ser mantidos sempre limpos com água boricada para que o cachorro não corra o risco de ficar cego como acontece, devido à falta de cuidados higiênicos necessários, com muitos exemplares desta raça. 

Pequinesês dorsos longos demais se comparados às pernas, os fazem vulneráveis a lesões nas costas. Deve-se tomar cuidado ao erguê-los, para proporcionar suporte adequado para as costas: coloca-se uma mão sob o peito e outra sob o abdômen. Por causa das pernas curtas, alguns pequinesês têm problemas com escadas; e cachorros idosos podem não ser mais capazes de subir ou descer escadas sozinhos. Manter a pelagem do Pequinês saudável e apresentável exige que ela seja escovada pelo menos uma vez ao dia, embora alguns criadores admitam que isso possa ser feito apenas três vezes por semana, a escovação diária lhe permitirá levar seu cachorro ao tosador apenas de 3 em 3 meses. Todavia, se o cachorro se sujar e a sujeira secar no pêlo, será necessário levá-lo ao tosador, posto que seja difícil para um leigo fazer a limpeza sem machucar o cachorro. 

Análises de DNA recentes indicam que o Pequinês são cachorros, em que a raça está entre as mais antigas do mundo. Pelo menos desde a Dinastia Ming (1368-1644), sua posse estava restrita aos membros da corte imperial chinesa, sendo que o cruzamento e a criação ficavam a cargo dos eunucos. Estes, por sinal, disputavam arduamente entre si as boas graças dos governantes, tentando produzir os exemplares mais ferozes e de aparência mais leonina. Companhias constantes do imperador, quando este seguia para o salão de audiências, muitos dos seus pequenos companheiros lideravam a procissão anunciando sua chegada com latidos agudos (uma dica para que os simples mortais virassem o rosto para o outro lado). À noite, eles carregavam lanterninhas penduradas nos pescoços. Ao longo dos primeiros dois séculos da Dinastia Manchu (1644-1912), o pequinês e o Lhasa Apso eram mais parecidos entre si do que são hoje. 

Mas foi somente nos últimos 100 ou 150 anos que programas especializados de cruzamento na Cidade Proibida e no Ocidente estabeleceram uma conformidade que permitisse distinguir claramente entre ambas as raças. Durante a Segunda Guerra do Ópio, em 1860, a Cidade Proibida foi invadida pelas tropas inglesas. E O imperador Xianfeng fugiu com toda a sua corte. Todavia, uma tia idosa do imperador ficou para trás e, quando os ‘diabos estrangeiros’ entraram, ela suicidou-se. Junto do corpo, os soldados encontraram cinco pequinesês que pranteavam sua morte. Os animais foram recolhidos pelos ingleses antes que o Velho Palácio de Verão fosse queimado. Lord John Hay levou um casal, posteriormente chamados de ‘Schloff’ e ‘Hytien’ e os deu à sua mãe, a duquesa de Wellington, esposa de Henry Wellesley, 3° duque de Wellington. Sir George Fitzroy levou outro casal, e os deu para seus primos, o duque e a duquesa de Richmond e Gordon; este dois que receberam o prefixo de Goodwood, são os fundadores da linhagem inglesa. O tenente Dunne presenteou o quinto pequinês para a rainha Vitória do Reino Unido, que o denominou Looty. 



A Imperatriz Viúva Tzu Hsi presenteou com pequineses vários americanos, incluindo John Pierpont Morgan e Alice Lee Roosevelt Longworth, filha de Theodore Roosevelt. Os primeiros pequinesês na Irlanda foram introduzidos pelo Dr. Heuston. Ele fundou clínicas de vacinação contra varíola na China e o efeito foi dramático. Em reconhecimento, o ministro chinês Li Hung Chang presenteou-o com um casal de pequinesês. Eles foram chamados de Chang e Lady Li. O Dr. Heuston fundou o canil Greystones. O ápice do pequinês como queridinho dos palácios imperiais chineses ocorreu durante o reinado da Última Imperatriz (Tzu Hsi), que ascendeu ao poder em 1861. Para obter prestígio, ela se fez cercar dos diminutos "cães-leões", insistindo para que sua semelhança com o leão fosse tão próxima quanto possível. Após a morte dela em 1908, os serviçais da corte mataram a maior parte dos animais para que eles não caíssem em mãos indignas. Os poucos que escaparam desapareceram em residências particulares sem deixar vestígios; não fosse a raça estar firmemente estabelecida no Ocidente, teria muito provavelmente sido extinta nesta ocasião.

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