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terça-feira, junho 02, 2015

Tratamento Hiperbarico - Cachorros.




Tratamento Hiperbarico - Cachorros: Apesar de ainda não ser muito conhecida o seu uso em animais, a terapia hiperbárica é bastante utilizada no tratamento de humanos, e inclusive também pode ser aplicada em animais. E a sua atuação e o seu principio de funcionamento, e baseado em que todos os tecidos de um organismo vivo precisam de oxigênio. Pois durante a respiração, o ar entra pelos pulmões e é transportado para as células através do sangue. E cientificamente, conseguiu-se comprovar que quando o organismo é submetido a altas pressões, a taxa de oxigênio no sangue aumenta bastante. 


E o resultado disto é o aumento imediato da oxigenação nas células e nos tecidos do organismo, e tendo como consequencia os vários efeitos benéficos decorrentes de uma melhor oxigênação em todo o organismo. Partindo desse conceito, na terapia hiperbárica o paciente é submetido a uma pressão muito superior à pressão atmosférica, dentro de um compartimento hermetico, devidamente fechado e selado. E este compartimento hermético é pressurizado com oxigênio puro, sendo que o paciente passa a respirar 100% de oxigênio, saturando então consequentemente todo o seu sistema sanguineo com este indispensável, fundamental e benefico gás. E os efeitos da terapia hipérbarica são vários, como:




Ação antibacteriana.

Ação antitóxica.

Diminuição de edemas (inchaços).

Melhora na ação de muitos medicamentos, como antibióticos, etc..

Melhora na cicatrização.

Maior eficiência de mecanismos do sistema de defesa do organismo.


E a terapia hiperbárica, é indicada em muitos casos como auxiliar no tratamento de infecções, intoxicações, ferimentos e queimaduras extensas, complicações em pós-operatórios, enxertos ou transplantes de tecidos, anemias profundas, edema pulmonar entre outros. E durante as sessões, que duram cerca de uma hora e meia, os cachorros mais agitados recebem sedação leve, sendo feitas sessões diárias, e o tratamento pode ser repetido semanalmente, se necessário, até a completa recuperação do paciente. 


O intuito do tratamento em câmaras hiperbáricas é auxiliar e acelerar o processo de cura, no entanto, cada organismo responde de maneira diferente e a velocidade de recuperação pode variar muito de um indivíduo para outro. E tambem os efeitos adversos são bastante difíceis de ocorrer nesse tipo de terapia, e estão diretamente ligados ao tempo de exposição e a pressão utilizadas. Sendo assim, é necessário então ter um profissional habilitado, que possa avaliar cada caso individualmente, e que saiba administrar um tratamento especifico para cada caso.





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Cachorros - Doença no Esfincter Anal.




Cachorros - Doença no Esfincter Anal: A grande maioria das pessoas normalmente não têm o hábito de inspecionar a área sob a cauda de seu cachorro. E geralmente só o faz, quando o cachorro parece estar fazendo algo que possa vir há indicar a existência de algum problema. Pois quando um cachorro começa a querer lamber sob a sua cauda, ou fica esfregando a sua extremidade traseira no chão, ou tambem sente algum incomodo ou dor ao sentar ou tentar levantar a sua cauda. E ai quando chega a este ponto, e a cauda do cachorro finalmente é levantada para que seja inspecionado o seu ânus. Pode ser que já haja a presença avançada de uma fístula perianal, mostrando profunda fendas abertas, e tambem com a presença de pus escorrendo, em todo o seu esfíncter anal. 


Que inclusive exala um forte e fétido odor, que é ainda mais acentuado no momento em que o cachorro vai defecar, e que pode ser notado tambem um grande esforço por parte do cachorro para poder defecar. Entretanto está condição é variável, e ela tanto diminui, como evolui ao longo do tempo, porem a cada nova manifestação, ela tende a ser cada vez a ser mais abrangente, e em última análise ela é gradualmente progressiva, provocando a cada nova manifestação, maiores e mais profundas feridas ulceradas na superfície do ânus e em seus arredores. E inclusive não existe uma prevenção, pois não se sabe o que possa vir a causar ou desencadear está condição. 


Porem pesquisas e informações recentes sugerem uma base imunomediada, e que tambem parece haver alguma base genética especificadamente com a raça do cachorro Pastor Alemão. Que parecem predispostos ao desenvolvimento desta condição, embora este fenômeno pode ser mais sobre a conformação do que a cerca de um fator genético específico para a doença. E o cachorro Pastor Alemão também tem um aumento do número de glândulas sudoríparas apócrinas, o tipo de glândulas sudoríparas que produzem suor fedido oleosa (em oposição ao suor aguado), na região anal em relação a outras raças, inclusive mais de 80% dos cachorros afetados são da raça Pastor Alemão.  


E a idade média do início da manifestação é de 5 anos aproximadamente, e a proporção genérica é de que o dobro dos cachorros machos são afetados, em relação as fêmeas. Entretanto nem sempre as grandulas anais, podem estar associadas a presença da Fistula perineal, pois as glândulas anais podem ou não estar envolvidos no desenvolvimento da fistulização. Inclusive a biópsia é necessária para poder se confirmar um diagnóstico preciso, pois varias doenças como as caracteristicas e condições a seguir podem parecer semelhantes a fístula perianal:




Carcinoma de células escamosas do ânus (câncer)

Anus hiperplásica (comum em cães machos não castrados mais velhos)

Perianal Adenoma (tumor benigno também comum em cães machos não castrados mais velhos)


Entretanto após a confirmação do diagnóstico, há vários aspectos sobre o tratamento e a sua terapia. Pois do inicio do tratamento até o começo da cicatrização, pode vir a demorar aproximadamente de 2-5 meses, que é o estágio quando se consegue ter a minimização das lesões, e tambem te-las sob controle. Porem é necessário que o tratamento e consequentemente a terapia de manutenção, provavelmente venha a ser necessário para o resto da vida do cachorro. E como as lesões ainda continuam sendo comumente infectados pelo menos no início do tratamento, os antibióticos são tipicamente prescritos. E a administração de um antibiótico tópico pode ser útil para controlar a infecção a longo prazo. 


E devido as ulcerações, a defecação geralmente pode ser doloroso, e para minimizar o esforço e consequentemente as dores provocadas, laxantes podem ser prescritos. E tambem a dieta deve ser rica em proteínas, entretanto deve-se ter cuidados com a alergia alimentar, que parece ser uma possível etiologia desta condição. E a utilização de alimentos em que o cachorro não venha a ser alérgico, tem sido uma terapia adjuvante bastante utilizada e recomendado. No entanto, estas dietas geralmente são feitas a partir de fontes de proteínas incomuns, como coelho, pato, canguru, peixe ou carne de veado, porem a maioria dos hospitais veterinários tem estoque com um alimento apropriado. 


Faz-se tambem o uso de drogas imunossupressoras, como a droga ciclosporina , que é um imunomodulador usado originalmente para pacientes de transplante de órgãos. E como está droga é relativamente caro, a sua dose pode ser efetivamente diminuída com uso concomitante do medicamento antifúngico cetoconazol, pois o seu uso aumenta os níveis sanguíneos de ciclosporina. Pois a absorção da ciclosporina varia muito entre os indivíduos, sendo então necessário que os níveis sanguíneos terapêuticos sejam monitorados, com exames de sangue constantes para garantir níveis mínimos e adequados de absorvição de ciclosporina sejão atingidos. 


Outro protocolo de imunossupressores envolve as drogas prednisolona , azatioprina , e metronidazol, e são particularmente úteis para pacientes com concomitante doença inflamatória intestinal . Este protocolo é substancialmente menos oneroso do que a ciclosporina, porem percentualmente em media 30% dos cachorros, os seus respectivos organismos acabam não reagindo a este tipo de tratamento. E tambem um creme tópico chamado tacrolimus, pode ser usada junto com medicação oral, porem somente para casos muito leves. Este também é um imunomodulador, e é muito mais forte do que a ciclosporina. 


Seja qual for o protocolo de imunossupressores, é melhor reavaliar o paciente a cada 3 a 5 semanas para juntamente com o medico veterinário ver se as correções e modificações são necessárias. Inclusive antes do advento da ciclosporina, fístulas perianais eram tratados somente cirurgicamente, e com resultados nem sempre satisfatorios. Porem atualmente, a cirurgia é recomendada apenas para pacientes, no qual a imunossupressão falhou, ou onde tambem as glândulas anais estão envolvidos. Pois o objetivo principal da cirurgia é remover o tecido morto e proliferativo, e prevenir ou tratar qualquer estenose anal ou retal (áreas de estreitamento causado pela cicatrização), e alterar o "ambiente" da região perineal. 


E tambem a amputação da cauda pode vir a ser necessária, inclusive atraves da avaliação pratica, feita por médicos veterinários a amputação da cauda corresponde sozinha por mais de 80% de sucesso na prevenção da recorrência das fístulas. E tambem se as glândulas anais estiverem envolvidos com a manifestação e o desenvolvimento dasfístulas, elas igualmente terão que ser removidos. Em casos mais leves, a cauterização química de fístulas, que destrói o tecido afetado e permite que o tecido sadio possa se curar, dependendo do grau de avanço da doença, pode ser a melhor opção. E tambem a Crioterapia, onde um agente de congelamento é usado em vez de um químico, tem sido menos eficaz, inclusive deixando mais cicatrizes, e tambem tendo menos controle sobre a área tratada. 


E a terapia a laser, por outro lado, tem sido de 95% de sucesso na prevenção da recorrência e controle da dor, onde 20% dos cachorros tratados tendem a desenvolver incontinência fecal, porem a grande maioria destes casos, podem ser controlados através de uma dieta. E tambem quanto mais extensa a cirurgia, maior é o potencial de ocorrência de complicações, e laxantes são normalmente necessários até um mês após a cirurgia, principalmente para se evitar e se aliviar a dor, e o responsáveis devem fazer com todo o cuidado e sempre que for necessário a higienização da área anal. Pois a incontinência fecal, devido ao estreitamento do ânus, e incapacidade de controlar a fistulização são as principais complicações pós cirúrgicas.






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Medo de Barulho - Cachorros.




Medo de Barulho - Cachorros:  Existem cachorros que têm um medo excessivo de determinados ruídos, porem se imaginarmos que eles têm uma capacidade auditiva quase quatro vezes maior que a nossa, um ruído sem importância para nós, pode ser realmente ensurdecedor para eles. E entre os ruidos que costumam normalmente causar bastante incomodo e até pânico entre os cachorros, estão incluidos os fogos de artifício, máquinas de tosa e/ou secadores, trovões, tiros, entre outros similares. E quando há ocorrência destes ruidos, os cachorros que são mais sensiveis a eles, chegam a pular no colo de seu responsável, tremem excessivamente, o seu coração dispara. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.




E eles tentam se esconder em lugares pouco comuns, como embaixo de camas, mesas ou quartos fechados, e dependendo da quantidade e constância destes ruidos, permanecem lá sem comer, beber ou sair para fazer suas necessidades, até que os ruidos cessem totalmente. Alguns responsáveis podem até achar isto até engraçado, porém, se o cachorro tiver alguma alteração cardíaca severa, como a taquicardia, que é a aceleração no ritmo do coração, que o medo excessivo provoca, e que pode causar serios problemas à saúde do cachorro, principalmente se ele for idoso. E se fobia a ruídos for um problema serio para o seu cachorro, e você realmente se preocupa com a reação dele, quando da ocorrência de fogos ou tempestades. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.




É necessario então estar atento, e tomar as providências que forem necessarias para ajudar o cachorro a superar esta questão, que a principio parece não ter grande importância, mas que dependendo da reação do cachorro, e se não for resolvido ou munimizado, pode chegar a ser algo bastante grave. A principio deve-se trabalhar com a dessensibilização do cachorro, para com estes sons que lhe causam algum incomodo ou temor, e se possivel ter gravado em um cassete ou CD os sons que deixam o cachorro neste estado de incomodo ou pavor. E inicialmente deve-se colocar o som em um volume baixo, quase que imperceptível, e motivar o cachorro calmamente a repetir qualquer rotina que ele goste muito. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.




Como jogar bolinha, comer biscoito, etc.. No início é preciso fazer estes exercícios num local e horário bastante calmos e neutros. E só se deve passar adiante, quando o cachorro já estiver suportando os barulho que o incomodavam anteriormente, e em um nível normal. E inclusive não se de recompensar involuntariamente o cachorro, é preciso ter muito cuidado para não dar carinho e atenção ao cachorro, quando ele estiver com medo para não recompensá-lo, involuntariamente, por ter medo. Nada de tentar acalmar o cachorro ou segurá-lo no colo, em último caso é preciso deixar um local preparado para que o cachorro possa se esconder e se sentir seguro, como se estive-se numa toca. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.




E quanto a se Usar medicação, alguns veterinários preconizam doses diárias de antidepressivos, ministrados nos dias em que se suspeita que haverá ruídos que causem pânico ao cachorro. A medicação tem que ser dada antes do cachorro começar a ficar apavorado, e pode realmente ajudar a evitar crises médias ou leves de pânico. Para casos graves de fobias causadas por sons, como fogos de artifício, tempestades, trovões ou armas de fogo, outras drogas podem ser utilizadas, entretanto sempre a critério e sob prescrição do veterinário. E segundo veterinários especialistas, o medo excessivo de ruídos é um dos problemas mais difíceis para serem tratados em comportamento canino. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.




Especialmente em casos graves, entretanto de qualquer forma vale a pena tentar. E no caso de cachorros que se estressam com o barulho de máquinas de tosa e secadores, utilize chumaços de algodão nos ouvidos do animal, para diminuir o ruído. Isso também pode ser tentado em dias de tempestade ou fogos de artifício. Porem geralmente, esse "truque" não tem efeito algum em cachorros extremamente medrosos. Deve-se se previnir e procurar assegurar-se que o cachorro não possa fugir em momentos de grande manifestação de medo. Pois é bastante comum os cachorros se desesperarem, e saírem em disparado em direção à rua. É então recomendavel, se necessário e não houver outra alternativa, que se prenda o cachorro em dias de comemorações com fogos e rojões. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.




E inclusive consulte o veterinário que trata do seu cachorro, e caso ele julgue necessario e conveniente, medicará o seu cachorro para que o mesmo possa enfrentar e superar o medo. Ou encaminhará você a um especialista em comportamento canino, para que se possa tratar o seu cachorro de uma maneira especifica. pois associando as medicações alopática, homeopática ou as alternativas (Florais de Bach), e tambem com uma mudança de postura do responsável com relação a esta questão em especial que consequentemente envolve o seu cachorro, há grandes chances e possibilidades reais dele superar conseguir superar está fobia. Medo de Barulho - Cachorros, Medo de Barulho - Cachorros.





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