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sexta-feira, agosto 26, 2011

Cachorros - Socialização/Agressividade.



Cachorros - Socialização/Agressividade: Uma questão que aborrece e intriga muitos responsáveis por cachorros é a agressividade que os mesmos demonstram na presença de pessoas desconhecidas e outros cachorros na rua. E este é um sintoma típico e caracteristico de cachorros que não foram devidamente socializados quando filhotes. Pois o cachorro acredita que a aproximação de outro cachorro ou de pessoas estranhas a ele pode significar um perigo potencial, então ele tente se naturalmente se defender reagindo agressivamente. E em muitas ocasiões o próprio responsável pelo cachorro reforça e incentiva este comportamento agressivo inconciêntemente sem se dar conta disso. Pois é o que ocorre todas as vezes que um responsável ao ver o seu cachorro latir ou rosnar para estranhos, o acaricia para tentar acalmá-lo. Pois para o cachorro está caricia é interpretada como uma recompensa, logo então ele sente orientado e fica ainda mais motivado a tornar este comportamento crônico, por está sendo recompensado pelo comportamento agressivo. E o cachorro acaba acreditando que este comportamento agressivo e equivocado é o que o seu responsável espera dele. E tambem em outras vezes o responsável quando vê alguém se aproximando e tendo conciência que o seu cachorro pode reagir com agressividade, acaba demostrando nervosismo e tensão. E ao presentir que o seu responsável ficou tenso, o cachorro acaba interpretando de que a aproximação de pessoas estranhas é uma situação perigosa. E se a situação é perigosa, então a presença destá pessoa estranha consequentemente representa perigo, logo ele instintivamente tenta proteger o seu responsável latindo e rosnando para este estranho. Entretanto para que estas situações não aconteçam deve-se socializar e acostumar o cachorro a presença de pessoas estranhos em locais publicos e tambem a se acostumar a andar tranquila e calmamente entre pessoas desconhecidas, e outros cachorros também. E está socialização deve ser feita o mais cedo possível, e o ideal é que se comece a sair com o filhote na rua assim que o veterinário o liberara para sair. Deve-se então levar o cachorro a praças ou parques e então faça com que seu filhote possa brincar com outros cachorros de idades, raças e sexo distintos, tomando-se obviamente todas as precauções e cuidados com doenças transmissiveis, parasitas e alimentos toxicos ou envenenados. E da mesma forma permita que ele brinque ou interaja com varias pessoas diferentes. E faça com que este contato seja o mais natural e expontanêo  possíveis. Pois estes procedimentos simples e naturais educaram e socializaram o cachorro o deixando bastante seguro, sociável e tranqüilo. E estes procedimentos devem ser feitos mesmo com cachorros que são utilizados para guarda e defesa pessoal. Pois o fato de o cachorro ser sociável na rua, não fará com que ele não desempenhe eficientemente a sua função de vigia e guarda na casa. E muito pelo contrário, pois um cachorro medroso e inseguro será com toda certeza um péssimo cachorro de guarda e defesa pessoal. Simplesmente porque nunca será capaz de distinguir uma situação de perigo real de outra qualquer, já que todas as situações lhe despertam temor e medo. Entretanto este trabalho de orientação, educação e socialização do cachorro, exigirá um pouco de tempo e paciência dos seu responsável, porem quando feito de forma efetiva e freqüente proporciona eficientemente ótimos resultados. E este tipo de orientação e socializaçãa funciona muito bem tambem para machos jovens, que estão começando a despertar os seus hormonios e os seus instinto sexual e dominante. É o que ocorre naturalmente com machos que quando eram filhotes eram muito sociáveis, porem quando começam a amadurecer sexualmente, começam a demostrar dominancia e agressividade com outros machos. Entretanto nestes casos, o que detona a agressividade não é o medo, mas sim a dominância. E o proposito deste processo de socialização é fazer com que o cachorro associe natural e gradualmente o contato com pessoas ou animais, principalmente em locais publicos, como algo tranquilo e seguro. E para que isto aconteça, deve-se levar o cachorro a um local público, e ficar numa distância mínima de outras pessoas e animais, onde então o cachorro se abitue e sinta seguro. E expontaneamente acaricie, brinque e distraia o cachorro de forma que ele nem perceba as pessoas ou outros animais proximos. 
E gradualmente diminua aos pouco a distância entre você e os outros, até que você perceba que seu cachorro já se sinta seguro e confiante o suficiente para poder começar uma interação com outras pessoas e animais estranhos. Da mesma forma que antes, este exercício deve ser gradativo.  Comece deixando que alguém se aproxime bem devagar do cachorro. Ao mesmo tempo faça muito carinho nele, e dê um petisco. Se ele se mostrar alegre com este contato, deixe que ele brinque à vontade, sempre tendo-o sob sua vigilância para qualquer eventualidade.  Se, no entanto ele ainda mostrar receio do contato com estranhos não force nada. Afaste-se um pouco, e espere mais uns dias para tentar outra aproximação. Se ele ainda se mostrar agressivo, dê um tranco na guia e diga NÃO!  Mostre a ele que você está no controle da situação, que é o líder. Mostre claramente que essa atitude agressiva é inadmissível. Quando ele se acalmar faça carinhos nele, e afaste-se das outras pessoas. Comece, então tudo de novo! Se ele ainda mostra agressividade é porque ainda tem medo deste contato, portanto você foi rápido demais. 
Fique atento aos sinais que seu cachorro dá, quando fica agressivo, antes de atacar. O normal é que ele fique com os pêlos do dorso arrepiados; então ele começará a latir, ou rosnar. Não espere até que ele tente atacar para reprimi-lo.  Assim que você perceber algum sinal de agressividade dê o tranco e diga não!

Para que esse treinamento dê certo são necessários:

Paciência:  Seu cão não ficará sociável da noite para o dia.  Isso leva tempo.

Freqüência: Só assim a lição será absorvida com sucesso.

Liderança: Se você está no comando, seu cão não terá motivos para temer coisa alguma, já que o líder considera tal situação como segura.

Rigidez: Não permita que seu cão se mostre agressivo com os outros.  Isso é uma demonstração clara de que ele não confia na sua liderança.

quinta-feira, agosto 25, 2011

Instinto Territorial - Cachorros.



Instinto Territorial - Cachorros: Apesar de os cachorros já terem sido domesticados há muitos séculos, há ainda alguns comportamentos instintivos herdados de seus ancestrais que ainda viviam de uma forma selvagem e em matilhas, que se mantiveram e o seu instinto territorial com a consequente demarcação de território é um deles. Porem nem todos os cachorros machos manifestam e apresentam este comportamento quando adulto, somente os dominantes, ou os quando em vida selvagem provavelmente pudessem ter uma personalidade de liderança e consequentemente uma tendência natural a serem líderes de matilha. 

Pois os lobos que ainda habitam áreas ou florestas e vivem em um ambiente selvagem, se dividem em vários grupos ou matilhas, porém cada grupo ou matilha habita, ocupa e demarca a sua área de caça e atuação ou o seu próprio território, que é exclusivo dos membros desta matilha, e que deve ser respeitado pelos membros das demais matilhas. E a maneira natural que as matilhas tem para demarcarem o seu território para delimita-lo é através de uma secreção eliminada pelo macho alfa, ou o líder. Inclusive esta secreção também é eliminada pelo pênis, entretanto nem sempre e não necessariamente é acompanhada por urina.  

E ao espalhar esta secreção ao redor de seu território, o macho demarca e delimita o seu território, sendo que está demilitação é definida pelo odor da urina ou da secreção com o odor caracteristico. E todo lobo de outras matilhas que invadir as fronteiras deste território será considerado um intruso, sendo imediatamente rechaçado e atacado pelos lobos da matilha que dominam este território. E umas das atitudes dos cachorros filhotes machos que mais causam aborrecimentos e reclamações aos seus proprietários e familiares é com a mudança repentina no comportamento de seus cachorros. 

Quando de uma hora para a outra eles deixam urinar no lugar certo em que foram orientados e educados e passam a urinar por todos os lugares do quintal e da casa. E está mudança comportamental costuma ser atribuída a uma atitude de rebeldia do filhote. Inclusive em casas onde há mais de um macho, é comum e natural que eles disputem a liderança da matilha, e onde cada cachorro tende instintivamente a disputar e deixar a sua secreção em cima da secreção do dito cachorro adversário. E o momento em que este instinto de demarcação se manifesta e ocorre é quando o cachorro deixa de agir como um filhote e passa a ter atitudes e comportamentos de um cachorro adulto. 

Inclusive o ato de urinar com a pata traseira levantada é um deles. E seguindo o seu instinto de demarcar o seu território, ele começa a urinar por toda a casa, porém a secreção não é eliminada juntamente com toda a urina, pois a urina que tem um grande percentual e uma maior presença desta secreção tem um odor caracteristico muito mais forte e acentuado do que o próprio odor da urina do macho. Inclusive alguns cachorros com um temperamento e uma personalidade  mais dominantes costumam demarcar imóveis e eletrodomesticos como camas, sofás, cadeiras, geladeiras e aparelhos de som e até objetos de uso pessoal de seus responsáveis como chinelos, sapatos, carteiras, o carro, a moto etc...   

Entretanto, este é um comportamento instintivo e ancestral, e portanto não se resolve responsabilizando e advertindo e brigando com cachorro. Pois ele não o faz porque quer, ele natural e simplesmente segue o que manda o seu instinto. Pois absolutamente não é uma ação voluntária dele, com a intenção de contrariar ou de enfrentar o seu responsável. Inclusive também não adianta achar que com o tempo este comportamento vai cessar passar, porque este é um instinto que se manifesta e segue o cachorro em toda a sua vida adulta. Portanto não adianta tentar responsabilizar e penalizar o cachorro ou lidar com o problema de forma racional, pois o cachorro não é racional. 

Pois este problema comportamental é determinado pelos instintos dele. Comparativamente falando, o cachorro não come porque sabe que é o melhor para ele crescer forte e saudável. Ele come porque assim determina o seu instinto de sobrevivência, da mesma maneira acontece com a demarcação de território. E a única solução pratica e definitiva para a solução deste problema comportamental é cessar a produção do hormônio masculino, ou seja, a castração do cachorro. Inclusive deve-se encarar o problema de forma pragmática, livrando-se dos falsos mitos e preconceitos a respeito da castração. 

Inclusive não adianta optar pela vasectomia do cachorro, pois é meramente uma solução paliativa, pois na verdade a vasectomia não tem nenhum efeito real sobre este instinto comportamental, pois a demarcação territorial prossegue devido a produção do hormônio ainda continuar ativa. E em relação a castração é necessário e preciso lembrar que o cachorro não tem a consciência de um ser humano, portanto o cachorro castrado não será menos feliz do que cachorro não castrado, simplesmente porque ele não tem nenhuma noção ou consciência e portanto não faz nenhuma diferenciação do que é estar ou não estar castrada. 

E muito pelo contrário, pois pelo lado positivo não vai ter o seu responsável e até a sua família inteira reprendendo e brigando com ele por algo que ele não tem nenhuma noção ou controle. E inclusive também ele não vai ficar infeliz, frustado ou deprimido perto de uma fêmea no cio, imaginando que se não fosse castrado poderia cruzar com ela. Pois ele não é um humano, é um cachorro, e devido a isto naturalmente não tem este tipo de noção nem consciência. 

quarta-feira, agosto 24, 2011

Cachorros - Banco de Sangue.



Cachorros - Bancos de Sangue: Os cachorros e outros animais também precisam e sofrem por falta de sangue em determinadas situações como doenças ou acidentes. Pois cachorros sofrendo acometidos por anemias profundas, acidentados que perderam muito sangue, intoxicados ou que cachorros que fizeram emergencialmente ou necessitem fazer cirurgias complexas. Necessitam e lhes é imprencindivel e vital a disponibilização e a utilização de sangue, atraves de doadores ou bancos de sangue. Porem, nem sempre há doadores disponiveis e tambem há uma grande carência de disponabilidade de sangue nos estoques dos bancos de sangue de hospitais ou clinicas veterinárias. Entretanto está havendo uma grande evolução, pois varios hospitais e clinicas vaterinárias em todo o Brasil já estão pesquisando e se estruturando para implementação de bancos de sangue e não somente para cachorros, como tambem para outros animais. Sendo que o Hemocentro Veterinário do HOVET-USP (Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo), é uma referencia no assunto,pois faz e desenvolve um belo trabalho que ajuda e serve como referencias para outras clinicas veterinárias. Atraves do seu trabalho com um banco de sangue que atualmente trabalha com sangue de cachorros e tambem outros animais como gatos, cavalos e bovinos. E o Hospital veterinário da Universidade de São Paulo, atraves de seu banco de sangue necessita e está preparado para receber novos doadores todos os dias. Porem para se habilitar a ser doador de sangue, o cachorro precisa ter certos pre-requisitos para se adequar ao perfil dos doadores de sangue caninos.

Perfil dos doadores canino:

Cachorros entre 1 e 8 anos de idade.

Peso acima de 27 quilos.

Sem sinais de doença aparente (Cachorros Saudáveis).

Esquema de vacinação e vermifugação corretos e atualizados.

Não existem raças específicas para doação, porem os cachorros precisam ser dóceis e controláveis, pois não são sedados para doarem sangue. Os cachorros candidatos a doadores nestas condições são examinados por médicos veterinários que avaliarão mais precisamente as suas condições de saúde. O sangue é coletado e uma parte é remetida para exames para o hemograma e para a detecção de doenças transmissíveis pela transfusão, em especial erliquiose, leishmaniose, bordetelose e dirofilariose. E se os exames sorológicos forem negativos e o hemograma estiver dentro dos padrões esperados o sangue coletado é processado e liberado para uso no HOVET-USP.
Inclusive a doação de sangue é feita de modo a estressar o mínimo possível o doador, sem anestesia ou sedação, e tambem recebem muito carinho e atenção. E assim como acontece com os doadores humanos, os cachorro não sofrem nenhuma perda ou alteração em sua saude ou organismo. 
Inclusive os doadores receberão avaliações físicas e laboratoriais periódicas e caso apareça algum problema, os seus responsáveis receberão as orientações.
As doações podem ser feitas com intervalo de 2 a 3 meses, e esta periodicidade permite uma avaliação regular do cachorro, pois toda vez que o cachorro for doar sangue, ele fará consequentemente todos os exames físicos e hemograma, entretanto como é um processo de doação,
não há remuneração financeira para os doadores ou seus responsáveis.
E o processamento e encaminhamento do sangue coletado, é feito com cada bolsa de sangue podendo ser dividida em diferentes componentes sangüíneos (hemocomponetes), e pode auxiliar de 3 a 4 cachorros simultâneamente em cada doação. E todo o trabalho desde a doação até o processo de distribuição é feito conforme as normas da ANVISA para a manipulação e produção de hemocomponentes, fazendo pequenas variações para atender as diferenças de cada espécie.
E são separados o sangue em concentrado de hemácias, para cachorros anêmicos, plasma fresco congelado, para os necessitados de reposição de fatores de coagulação, albumina e expansão de volume, concentrado de plaquetas para os com falta ou disfunção das plaquetas. Existem tambem outros hemocomponetes especiais produzidos de acordo com especificações solicitadas pelos veterinários atendentes, residentes ou professores.
E as principais doenças que necessitam de hemocomponentes são as anemias quer sejam sejam crônicas ou agudas, coagulopatias, reposição de albumina e reposição de plaquetas. Dentro de cada uma destas categorias podemos ainda citar algumas causas.

Anemias: insuficiência renal crônica, hipoplasia/aplasia de medula óssea (causadas por erliquiose crônica, por exemplo), doenças crônicas em geral, traumas que causam hemorragias, cirurgias com grandes perdas de sangue.

Coagulopatias: intoxicação por venenos de rato anticoagulantes, insuficiência hepática crônica, colestase, intoxicação por heparina.

Plaquetas: aplasia/hipoplasia de medula óssea, vasculites, coagulação intravascular disseminada.

E além do Hemocentro Veterinário do HOVET existem outros bancos de sangue no Brasil. Dentro da cidade de São Paulo há outros anexados à Instituições de Ensino Superior e outros particulares, havendo ainda nas cidades de Bauru, Itapetininga. Fora de São Paulo existem bancos de sangue no Paraná (Londrina-UEL, Curitiba), em Porto Alegre-RS (UFRGS), Rio de Janeiro entre tantos outros.

O Hemocentro Veterinário do HOVET funciona de segunda a sexta das 08:00 as 17:00 horas. Esta localizado no Bloco 4 do HOVET, dentro da FMVZ-USP. As coletas são realizadas de segunda a quartas-feiras, das 8:00 as 18:00 horas, Para maiores informações o telefone de contato é (11) 9606-0060, com Ludmila Moroz (ludymoroz@gmail.com) ou Fábio Hosoi (fabiopx@yahoo.com.br).

Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 CEP 05508 270 - Cidade Universitária
São Paulo/SP – Brasil. Telefone 3091-1300

terça-feira, agosto 23, 2011

Piometra - Cachorros.


Piometra - Cachorros: Piometria é uma infecção uterina que acomete cadelas a partir dos 5 anos de idade, mas que porem pode tambem aparecer em cadelas mais jovens. Entretanto a ocorrência da doença é mais frequente em cadelas que nunca tiveram cria. E mesmo que a piometra apareça mais frequentemente e tenha mais incidencia em cadelas que nunca criaram, as cadelas que já tiveram sua cria tambem podem manifestar a presença da piometra. Sendo assim, cadelas que já acasalaram e tiveram crias tambem são passiveis de desenvolverem a piometria ou infecção uterina. E os sintomas e os sinais da doença se manifestam e aparecem, geralmente, 1 mês após o último cio. 

E a cadela manifesta sintomas com perda de apetite, vômitos, prostação, febre, excesso de sede e consequentemente uma maior produção de urina. E apresenta tambem Um caracteristico corrimento vaginal abundante, espesso, de odor desagradável e cor parda, sendo este então um sintoma bastante característico da ocorrencia da piometra. Inclusive Os locais onde a fêmea deita ficam manchados pela secreção. Porem muitas cadelas insistentemente lambem a região genital e o responsável acaba não percebendo o corrimento. 

Há tambem alguns casos que se denomina de piometra fechada, em que o corrimento não aparece, o que a principio dificulta bastante o diagnóstico. E o útero da cadela com piometra fica cheio de secreção, aumentando em muito o seu volume e tamanho, e o organismo passa então a absorver este conteúdo composto por pus ou purulento, levando a cadela a uma intoxicação pelas toxinas bacterianas. Se for diagnosticada a tempo, a piometra tem tratamento cirúrgico que consiste na remoção do útero da cadela ou castração, associada a uma terapia com antibióticos. O diagnóstico é feito pelos sinais clínicos, exames laboratoriais ou hemograma e ultra-sonografia do útero para confirmação do diagnóstico. 

E sendo constatada a presença da piometria, deve-se providenciar e encaminhar a cadela para a cirurgia imediatamente. Sendo que geralmente a recuperação é rápida após a cirurgia, pois já que o foco da infecção foi retirado. E como o sinal clínico mais caracteristico e evidente da manifestação e presença da piometria é o corrimento, os responsáveis por cadelas com mais de cinco anos de idade devem ficar atentos e comunicar o veterinário se observar a presença destá ocorrencia. É bom ressaltar, mais uma vez, que fêmeas que já acasalaram não estão livres da piometra, e o melhor método preventivo é a castração das cadelas logo após o 1° cio.

segunda-feira, agosto 22, 2011

Fisioterapia - Cachorros Idosos.



Fisioterapia - Cachorros Idosos:  Igualmente como ocorre com os seres humanos, com o passar dos anos os cachorros tambem são acometidos e de forma equivalente sofrem os efeitos decorrentes da idade. Pois todo o sistema músculo esquelético, que é constituído pelos músculos, articulações, tendões e ligamentos são extremamente afetados pelo desgaste provocado pela idade. E no caso cachorros que praticam exercícios ou atividades físicas intensas ou participam de jogos ou esportes caninos é muito comum o aparecimento de lesões por esforço repetitivo, e a consequente manifestação e desenvolvimento de processos crônicos como osteoartrose, tendinites, desmites e lombalgias. Nos cachorros ocorre uma diminuição progressiva, porem significativa da movimentação, é quando começam então a se movimentar menos, diminuem a sua frequência de passeios e passam uma maior quantidade de tempo dormindo. Inclusive muitas vezes isto pode estar associado a dores crônicas, principalmente se é notada uma dificuldade do cachorro para se levantar, subir escadas, se posicionar para urinar ou defecar e se tambem apresenta claudicações ou manca intermitente. As causas podem ser as osteoartroses, atrofias por desuso, lesões na coluna e a progressão de afecções como displasia coxo-femoral e a síndrome da cauda equina entre outras. O tratamento e o controle das dores crônicas em cachorros idosos pode se tornar um grande desafio para os médicos veterinários e os responsáveis, pois a grande maioria das afecções o sistema músculo esqueléticas e que acometem os cachorros nesta faixa etária não possuem uma cura definitiva. E o tratamento em geral objetiva o alivio da dor e é feito através de medicações analgésicas como anti-inflamatórios não esteroidais, corticóides e em casos severos opióides. Entretanto, o uso prolongado destes medicamentos, provoca efeitos colaterais que tambem são bastante prejudiciais ao organismo dos cachorros, fazendo com que muitas vezes o controle da dor seja dificultado por outros problemas como, por exemplo, as ulceras gástricas. E a fisioterapia principalmente nestes casos pode ajudar siginificadamente, melhorando as condições do quadro clínico apresentado, não de forma alternativa, mas atuando como complemento ao tratamento clínico. E entre as técnicas mais utilizadas para promover o conforto dos cachorros acometidos, destacam-se a eletro acupuntura e outras modalidades de eletroterapia como a eletro estimulação transcutânea de baixa frequência, massagem, luz infravermelha e crioterapia. Na medicina humana é comum o conceito de que a ausência de movimentos é prejudicial, causando aderências em tecidos, fibroses, diminuição da amplitude de movimento articular e predispondo a obesidade. E o mesmo é válido para os cachorros e outros animais, com a prática de mobilizações passivas, exercícios controlados e hidroterapia é possível melhorar a qualidade de vida e a motivação diária dos cachorros idosos, tornando a sua velhice mais uma parte do processo de existência, sem que está fase de sua faixa etária se transforme em um transtorno, lhe impedindo de poder usufruir de uma plena qualidade de vida. Porém, existem alguns aspectos que são muito importantes e fundamentais para o sucesso deste tratamento, pois é imprencindivel se estabelecer tratamentos diferenciados e individuais que se ajustem as necessidades de cada caso, e se obter um prognóstico o mais rápido possível para não criar falsas expectativas nos responsáveis pelos cachorros, trabalhar em equipe mantendo sempre a troca de informações com os clínicos responsáveis e envolver o responsável como parte do processo de terapia, através de recomendações simples que efetivamente ajudam significativamente na rotina de lidar com estes cachorros especificadamente. E sempre é importante lembrar que na maioria dos casos estamos buscando um meio de conviver com uma condição promovendo melhora da qualidade de vida e não a cura definitiva. Inclusive em muitos casos não é possível se substituir o tratamento através de medicações para o controle da dor, porém pode-se diminuir a sua dose e/ou a frequência de utilização dos mesmos minimizando consequentemente os seus efeitos colaterais. E estes critérios devem ser avaliados e ajustados pelo medico veterinário juntamente com o veterinário fisioterapeuta que analisaram a evolução do quadro, pois trabalhando conjuntamente podem utilizar a fisioterapia como mais uma ferramenta para o tratamento, controle e uma consequente minimizaçaõ da dor crônica. E muitas vezes estes cachorros idosos necessitam de um acompanhamento permanente e um estímulo constante das técnicas de fisioterapia, em geral estes são os casos que não podem ficar sem a prescrição da medicação, e que já se beneficiam, devido ao tratamento fisioterapico com a diminuição e a freqüência do seu uso. Pois inclusive, a aplicação da fisioterapia para estas finalidades não apresenta contra indicações, e o seu emprego ainda tem como aspecto positivo uma maior interação entre o responsável e o seu cachorro, que vai apreciar intensamente a presença do seu responsável durante o ato de fazer exercícios fisioterapicos, e principalmente por parte do responsável é gratificante observar a melhora significativa do cachorro e tambem fazer parte de todo o processo de reabilitação. Com certeza não podemos vencer os efeitos do tempo sobre o organismo dos cachorros, mas é possível conviver com estes e aproveitar cada dia junto aos nossos companheiros propiciando conforto e bem estar em todas as etapas de sua vida.






domingo, agosto 21, 2011

Mastite - Cachorros.




Mastite - Cachorros: A Mastite é uma inflamação das mamas, que acomete as cadelas lactantes frequentemente em um grande percentual,  e que traz graves conseqüências, tanto para a cadelas lactantes quanto para os filhotes por ela alimentados. E a cadela que manifesta a presença da mastite perde o apetite, torna-se apática e desenvolvendo tambem febre, e apresenta consequentemente uma aceleração do seu ritmo cardio-respiratório. Além disso, podem aparecer também sintomas relacionados com o aparelho digestivo, como diarréia e vômitos. E as mamas da cadela ficam avermelhadas, tornando-se inflamadas e rigidas e durante a apalpação a cadela demonstra dor e desconforto. E a inflamação inicia-se da base da mama até envolve-la por inteiro e pode tambem estender-se pelos tecidos cutâneos vizinhos, e quando se pressiona a mama atingida, sai um líquido seroso ou hemorrágico. 

Algumas vezes pode-se notar também a presença de abcessos na massa de tecido da mama. Forma-se pus e, quando o abcesso está maduro, elimina-se progressivamente o conteúdo deixando uma cavidade cheia de restos de tecido conjuntivo. Neste caso, os sintomas diminuem de intensidade e começa o processo de cicatrização. No entanto, às vezes, este processo progride chegando à causar a gangrena, o que pode rapidamente em 2 ou 3 dias provocar a morte da cadela se não foi tratada adequadamente. E os filhotes amamentados pelas fêmeas que são acometidas pela mastite, tambem sofrem as consequencias da presença da doença na fêmea lactante. Pois principalmente nesta fase de suas vidas a saúde dos filhotes dependem diretamente da qualidade do leite da mãe, sendo eles afetados imediatamente por qualquer processo infamatório ou infeccioso manifestado e desenvolvido pela cadela. 

Assim, se o leite da cadela lactante está infeccionado com agentes patogénicos, que é denomina como a síndrome do leite tóxico, os filhotes consequentemente serão afetados rapidamente e se não forem tratados imediatamente correm um grande risco de morrerem intoxicados. Devido a isto, quando forem observados indícios que possam levar a suspeita da presença da mastite como filhotes da ninhada que estejam debilitados e que repentinamente passem a perder peso rapidamente, que chorem intensa e constantemente ou sofram com transtornos digestivos ou apresentem irritações e descamações cutâneos, deve-se apalpar e verificar qualquer anormalidade nas mamas da cadela lactante, e as suas condições de saúde, como a presença de febre, apatia e a falta de apetite. 

E para se avaliar a qualidade do leite, pode-se medir o seu PH ou o grau de acidez que em condições normais é neutro e com a presença da mastite torna-se ácido.  Outro exame tambem muito importante para se detectar a presença mastite é o exame bacteriológico que confirmará a existência de agentes infecciosos no leite. Em todos os casos, é imprencindivel e necessária a presença de um veterinário. Como em outras espécies animais de mamíferos, a mastite nas cadelas se manifesta apenas quando elas estejam lactantes ou produzindo leite, e inicia-se geralmente após o parto, podendo ocorrer tambem excepcionalmente durante uma gravidez falsa ou psicológica. 

E a mastite pode ter entre as suas causas diversas possibilidades, como as lesões ocasionadas na pele da mama ou do mamilo, pelas pequenas unhas dos filhotes, que podem permitir a invasão de agentes patogênicos, com o consequente desenvolvimento de inflamação e dor localizada. O que pode fazer com que a cadela evite amamentar os filhotes e, como conseqüência, haverá uma retenção do leite, o que pode vir a favorecer o desenvolvimento da infecção, que pode-rá atingir as glândulas mamarias atraves da via linfática. Porem, geralmente a infecção atinge a mama por via sanguínea, sendo originada por outro foco infeccioso, sendo o mais frequente uma inflamação do útero em conseqüência de problemas no parto e que, por descuido ou desconhecimento, não foi tratado. 

Existem tambem muitos outros focos causadores da mastite e, entre eles, pode-se citar transtornos digestivos como diarréia e prisão de ventre, e em consequencia destes transtornos os agentes patogênicos conseguem alcançar e invadir o tecido mamário. E o tratamento para a mastite, apos o diagnóstico da confirmação de sua presença, é feito com a prescrição e orientação do veterinário, com anti-inflamatórios para se combater a inflamação e analgésicos para combater a dor, caso hajá a presença de abcessos, dependendo da gravidade pode háver a necessidade da utilização de antibióticos, tambem devidamente prescritos por um veterinário, porem normalmente os abcessos podem ser tratados somente com uma higienização diária e com a colocação de compressas umidas e quentes para eliminação do material pustulento até a posterior cicatrização.   

sábado, agosto 20, 2011

Brucelose - Cachorros.



Brucelose - Cachorros: A brucelose é uma doença infecto-contagiosa, que se manifesta de forma crônica e que frequentemente provoca abortos nas cadelas. E dependendo das condições do meio ambiente, podem ser bastante resistentes, pois quando presentes em animais ou tecidos mortos, quando enterrados podem resistir vivas por 2 meses em clima frio, porem são bastantes sensíveis a regiões de clima quente e a luminosidade não conseguindo resistir a mais de 24 horas, não conseguindo resistir tambem a desinfetantes comuns, a pasteurização e inclusive a uma simples fervura. 

E para que aconteça a manifestação da brucelose, independe do sexo do cachorro, ou da estação do ano pois o clima não têm influência na apresentação da doença, mas principalmente a idade, pois as brucelas são mais suscetiveis a infectar  cachorros ou outros animais jovens, entretanto tambem pode ocorrer em outras faixas etárias. E tambem não há transmissores, nem vetores especiais e os principais reservatórios da doença são os próprios animais infectados. Porem as fontes de infecção mais comuns são a água, os alimentos e os resíduos contaminados do aborto como a placenta, secundinas e lóquios, entretanto especialmente nos cachorros é comum a transmissão da brucelose po via venérea, através do coito. 

Pois o cachorro adulto infectado não apresenta qualquer sintoma específicos e tambem não corre qualquer risco de morrer pela enfermidade. Sendo que a Brucella canis geralmente fica localizada na genitália e nos infonodos regionais tanto nos machos quanto nas fêmeas. Nos machos a brucelose causa principalmente orquite e epididimite, e nas fêmeas provoca o aborto entre 44 e 55 dias de gestação, e metrite. Sendo que consequentemente a infertilidade é inevitável. podendo inclusive tipos de brucelose diferenciados ocorrerem e acometerem espécies diferentes, encontrando-se comumente por exemplo infecções em cachorros por Brucella abortus e Brucella suinus. 

Sendo inclusive importante ressaltar que todos os tipos de brucelose são tambem zoonoses, sendo portanto transmissiveis e consequentemente patogênicas para os seres humanos. Sintomas clínicos como higromas, artrites e neonatos enfermos devem sempre merecer atenção como sinais suspeitos para um possível diagnóstico de brucelose. Porem não há sintomas gerais como febre e outros, pois a doença tem uma tendência ao curso crônico e à endemicidade. 

Em alguns casos pode-se observar uma letargia nos cachorros acometidos, como tambem uma pelagem pobre, e uma certa rigidez dos membros posteriores. E o diagnóstico da suspeita de brucelose está baseada fundamentalmente nos sinais clínicos, entretanto o diagnóstico deve-rá sempre ser sorológico ou bacteriológico, porque há numerosas causas de aborto e tambem porque os sinais de brucelose têm similares em outras enfermidades animais. E inclusive são numerosos os métodos sorológicos para o diagnóstico da brucelose. 

E o antígeno utilizado geralmente é o de Brucella abortus que dá reação cruzada com todas os tipos de brucelas patogênicas, exceto a Brucella canis, pois para esta é imprescindível usar o antígeno homólogo. Quando uma prova é positiva há grande probabilidade de que o cachorro seja doente uma vez que a brucelose é uma doença crônica. Quando a prova é suspeita de negatividade, deve ser repetida de um a 2 meses depois. e caso haja na constatação de um mesmo resultado negativo o cachorro poderá ser então diagnosticado como não portador da brucelose. 

E mesmo que a brucelose mesmo sendo uma doença que não apresente ou cause maiores problemas de saúde aos cachorros, por ser uma doença cronica e de carater endêmico é bastante prejudicial para os criadores, pois a fêmea devido aos abortos cronicos se torna praticamente estéril. Porem a gravidade maior é principalmente pelo fato de a brucelose ser uma zoonose, podendo consequentemente ser transmitida as pessoas, devendo-se por isto tomar-se todas as precauções e providências para se evitar e se erradicar a presença da brucelose. 

E a melhor maneira e através da prevenção, como se evitar alimentar os cachorros com leite e derivados sem pasteurizar ou ferver, ou tambem com carne ou vísceras cruas ou mal passadas, e tambem exigir dos responsáveis interessados no uso de cachorros machos ou fêmeas como reprodutoras, teste sorológico de brucelose, inclusive caso seja constatada a presença da brucelose a castração dos cachorros enfermos deve ser levada em consideração, sendo este procedimento altamente recomendável. 

E principalmente para os criadores, devem ser consideradas e tomadas todas as precauções necessárias e fundamentais para um perfeito esquema profilático, como examinar todos os cachorros do canil anualmente, examinar as fêmeas selecionadas para a reprodução algumas semanas antes do acasalamento. Não trazer nenhum novo cachorro para canil antes de se fazer os 2 testes negativos para brucelose, e se uma fêmea abortar, deve-se imediatamente desinfetar o local, isolar a fêmea  e se fazer o teste para a confirmação ou não da presença da doença. 

E se um macho perder repentinamente o interesse no acasalamento ou falhar na produção algumas, tambem deve ser preventivamente examinado. Em caso de duvidas deve-se consultar imediatamente o veterinário, inclusive deve-se tambem se alertar os outros criadores sobre uma eventual presença da doença, para que possa se tomar todas as precauções e providências necessárias para se evitar a sua alastração. 


Aprenda os Segredos dos Melhores Adestradores ...!

Finalmente! Você poderá adestrar e educar o seu cachorro, com apenas alguns treinamentos básicos, fáceis e de simples execução. 
E o seu cachorro irá lhe obedecer fielmente de uma forma facil e natural.

Você mesmo poderá ensiná-lo a deixar de destruir suas coisas, a latir só quando necessário, ou o melhor a fazer suas necessidades no lugar correto e ainda irão passear sem arrastar você junto...










sexta-feira, agosto 19, 2011

Falsa Gravides em Cadelas - Cachorros.



Falsa Gravides em Cadelas - Cachorros: A falsa gravidez ou a gravides psicológica em cadelas é de ocorrência bastante comum, e naturalmente tanto pode acontecer em cadelas que nunca cruzaram e que já passaram por mais de um cio, como também pode ocorrer logo no primeiro cio. E as causas normalmente são biológicas, e estão relacionadas com um hormônio que precede o cio, chamado progesterona. E sua produção se estende por dois meses na cadelas que não foram fecundadas e, para as que tiveram filhotes, por mais dois meses após o parto. E as causas sociais e psicológicas seriam devido a um comportamento instintivo primitivo, e são remasnecentes e originarios de uma época em que os cachorros ainda viviam de uma forma selvagem, assim como os lobos, e este comportamento visava a auxiliar e colaborar na alimentação e proteção de todos os filhotes da alcateia. Pois como acontece normalmente entre os lobos, somente a fêmea líder irá ser fecundada pelo macho líder.  E este comportamento irá naturalmente garantir que irão nascer filhotes com maiores chances genéticas de se adaptarem e sobreviver as condições do meio ambiente, Como também possibilita-rá que o grupo sejá capaz de garantir a sobrevivência de um número de filhotes robustos e saudaveis o suficiente para darem continuidade a alcáteia e a espécie. Pois devido a fêmea líder geralmente ser melhor caçadora que as fêmeas submissas, ela provavelmente precisará sair da companhia dos filhotes para caçar e prover o alimento dos filhotes. E neste momento que o instinto da falsa gravides se faz presente e necessario, pois para garantir que os filhotes serão alimentados e protegidos na ausencia das lobas lideres, a propria natureza incute nas fêmeas submissas e não fecundadas uma sensação de falsa gravidez, porem com todos os sintomas inerentes, inclusive com capacidade de amamentar, e consequentemente passam a proteger e a alimentar os filhotes quando a loba lider não está presente. E nas cadelas domesticadas da atualidade, este instinto comportamental primitivo se encontra presente, e inclusive os sintomas são semelhantes aos de uma gravidez verdadeira e incluem desde a falta de apetite e vontade de brincar ou ficar perto de humanos, até a posse e a proteção exagerada de objetos como sapatos, camisetas, pedaços de pano, almofadas ou bichinhos de pelúcia. Podendo inclusive apresentar um comportamento bastante agressivo e, por incrível que pareça, a agressão por proteção maternal é mais comum em fêmeas que não possuem filhotes do que nas que acabaram de parir. Porem felizmente estes sintomas são passageiros, durando em média 2 meses, e o melhor é ter paciência e deixar a sossegada até passar está fase. Entretanto é necessário e recomendavel se consultar um vetérinario, para a certificação e confirmação exata e segura de um diagnostico de que realmente é uma gravide falsa, E sendo feita a confirmação, inclusive não é necessário nenhum medicamento para cessar o leite ou qualquer outro sintoma paralelo, basta deixar a cadela em um local reservado e tranquilo até a fase da gravides falsa ou piscicologica passar. 



quinta-feira, agosto 18, 2011

Eczema - Cachorros.


Eczema - Cachorros:  O eczema é um tipo de reação cutânea inflamatória que acomete os cachorros e que geralmente é pruriginosa, ou seja provoca uma intensa coceira e que dependendo do tipo e origem tambem pode ser purulenta ou conter pus. E vários fatores podem contribuir para desencadear o aparecimento destas reações cutâneas nos cachorros, que tanto pode ser de forma isolada como agrupadamente. E estes fatores podem ser provocados tanto por ectoparasitas como pulgas, piolhos e acaros, ou por determinados tipos de alimentação, principalmente com excessos constantes de açúcar ou hidratos de carbono processados como pão, massas, biscoitos e doces e tambem por alergias a determinadas plantas, condições ambientais ou a desinfetantes e inseticidas. E estas reações podem ser desde uma dermatite seborreica que provoca uma descamação com prurido na pele até a sarna provocado por acaros, que podem produzir a perda e saída de material das camadas da pele como líquidos e células mortas para o exterior, e que podem causar grandes feridas e desencadear gravíssimas infecções secundárias provocadas por vírus e bactérias.

quarta-feira, agosto 17, 2011

Babesiose - Cachorros.



Babesiose - Cachorros: A babesiose é uma doença grave e muito temida pelos responsáveis pelos cachorros, inclusive com muita razão, pois a babesiose ou piroplasmose, como também 
era denominada pelos veterinários, se não tratada a tempo e corretamente, pois apesar de grave é uma doença previnivel e curavel, pode ser tornar uma doença mortal.
E o agente transmissor da bebiose e o carrapato, e antigamente era denominada piroplasmose ou também  "nambiuvu" é uma doença do sangue causada pela Babesia canis, um protozoário que parasita os glóbulos vermelhos e os destrói, multiplicando-se. Portanto, a doença é acompanhada de anemia (anemia hemolítica), que se não tratada pode ser facilmente mortal.
Os carrapatos preferem os climas quentes e úmidos, como o da bacia mediterrânea ou dos Trópicos, onde se encontra a maioria das setenta espécies conhecidas. No Brasil, a babesiose é bastante comum nos estados do Nordeste brasileiro, e menos comum nos do Sul e Sudeste
Cuidados com os carrapatos
O Rhipicephalus sanguineus é o popular carrapato do cão. Entretanto, eventualmente nas chácaras, sítios, fazendas, etc., aonde existam outras espécies animais (galináceos, eqüinos, porcos, etc.) o cão pode vir a ser parasitado por outras espécies de carrapatos (Argas miniatus, Dermacentor nitens). O Rhipicephalus sanineus, de coloração marrom avermelhada, é muito cosmopolita, além de infestar os cães, ele é encontrado no meio ambiente (residências, canis, muros, madeirame dos telhados, batente das portas, cascas de árvores, etc.) Os carrapatos e principalmente seus ovos são muito sensíveis à incidência dos raios solares e por isso se abrigam nas frestas, buracos, depressões, etc. O carrapato do cão pode andar sobre o corpo do homem, porém é incapaz de parasitá-lo.
Pelas suas características, os carrapatos são parasitas obrigatórios e temporários. 
Obrigatórios, porque não podem viver sem o hospedeiro, que lhes proporciona o sangue necessário para continuarem o seu ciclo de desenvolvimento, uma vez que se instalaram na sua pele (regiões onde esta é fina: orelhas, pregas do abdômen, espaços interdigitais). Temporários, pois, quando terminam de chupar o sangue, os ácaros abandonam o hospedeiro.
Cada carrapato fêmea adulta é capaz de pôr entre 3.000 e 5.000 ovos, após a postura e incubação, que ocorrem no meio ambiente, estes ovos irão dar origem às larvas hexápodes (que possuem 3 pares de patas) que são muito ativas e resistentes. Elas irão imediatamente procurar um cão para se alimentarem. Depois de uma ingestão de sangue que pode durar de 3 a 6 dias, a larva repleta solta-se e cai, e se transforma em uma ninfa aclópode (com 4 pares de patas), esta ninfa por sua vez também procurará um cão para se alimentar e uma vez saciada cairá e sofrerá uma nova mudança para se transformar em um adulto jovem sexuado, igualmente oclópode. Esse jovem por sua vez também irá procurar um cão para se alimentar e tornar-se adulto. O acasalamento produz-se sobre o hospedeiro, durante a ingestão de sangue, que pode durar até dez dias. Depois, a fêmea repleta de sangue parte à procura de um meio favorável para pôr os ovos (solos, celeiros, buracos nos tetos, etc.).
O carrapato é infectado quando bebe sangue de um cão doente ou portador crônico e, uma vez 
ingeridas as babésias, estas instalam-se, seletivamente, no tecido ovariano dos carrapatos 
fêmeas, e contaminam os ovos, onde se multiplicam por divisão binária. Depois de terem 
contaminado os vários tecidos das larvas e das ninfas, os protozoários fixam-se no adulto, 
principalmente nas glàndulas salivares, onde se multiplicam ativamente. Esta localização favorece 
a inoculação das babésias quando o carrapato se fixa na pele do hospedeiro.
O cão doente
Aos sintomas, facilmente perceptíveis, e que traduzem uma séria anemia, acrescentam-se, às vezes, perturbações da coagulação, insuficiência renal aguda e perturbações nervosas.
Direta ou indiretamente, a Babesia canis está na origem de todos esses sintomas que, na falta de 
tratamento, podem levar à morte. O diagnóstico da babesiose canina baseia-se na descoberta e na localização do parasita, através de microscópio, em esfregaços sangüíneos. A doença não confere qualquer imunidade duradoura e as recaídas podem ser freqüentes deixando, às vezes, graves seqüelas hepáticas e renais
A Cura
O tratamento da babesiose comporta dois aspectos. Por um lado, combate o parasita causador e, por outro, corrige as desordens e complicações produzidas pela doença.
Atualmente, os veterinários têm à sua disposição piroplasmicidas capazes de destruir o parasita. 
Durante os minutos que se seguem à sua aplicação, podem surgir efeitos secundários mas que não apresentam qualquer perigo. O tratamento das complicações da doença, que é indispensável, 
consiste habitualmente na correção da insuficiência renal (por diferentes meios, entre os quais a 
hemodiálise, ou seja, o rim artificial). As vezes, é necessário tratar as perturbações da 
coagulação, a icterícia...
Prevenção
Tanto os esforços do dono como os do veterinário devem procurar, acima de tudo, prevenir a doença lutando, por um lado, contra os veículos da babesiose canina, ou seja, os carrapatos. Na Europa existe uma vacina porém infelizmente ela não é muito eficaz. A profilaxia sanitãria (luta contra os carrapatos) impõe a desparasitação, tanto dos lugares contaminados como do próprio animal. Para este último, dispõe-se de numerosos meios: pós, sprays, banhos antiparasitários, coleiras, medicamentos orais. Algumas substâncias químicas, geralmente utilizadas, são tóxicas e têm efeitos secundários. E melhor não utilizar tais produtos sem a aprovação do veterinário. E muito importante o combate ambiental, pois assim como as pulgas eles utilizam o cão como fonte de alimentos.
Bastante eficaz é o emprego de "vassoura de fogo" ou "lança chamas" sobre muros, canis, estrados, chão, batentes, pois elimina radicalmente todas as fases do parasita.
Sintomas que não enganam
Algum carrapato mordeu o seu cão? O mais prudente é observar o animal durante três ou quatro 
dias. A doença traduz-se por:
um enorme abatimento febre; grande cansaço; urina escura ("cor de café"); mucosas de cor amarelada antes de se tornarem "branco de porcelana ".

terça-feira, agosto 16, 2011

Calos - Cachorros.



Calos - Cachorros: O cachorro ao se deitar, por mais que fique a vontade e relaxado acaba naturalmente apoiando e consequentemente sustentando o peso do seu corpo em apenas alguns poucos ossos, e são justamente aqueles sobre os quais o seu corpo está apoiado. E consequentemente quanto mais pesado for o cachorro e mais rigido e duro for o piso, uma maior pressão será exercida sobre a pele nestes pontos de apoio, e caso não haja algum tipo de proteção esta pele que está sendo forte e constantemente pressionada entre o osso e uma superfície dura, que geralmente é constituida por um piso de cerâmica ou de cimento, certamente sofre-rá algum tipo de ferimentos ou danos. E eles serão ainda maiores se esta superfície também for áspera, como acontece em pisos de cimento com acabamento rústico, ocasionando alem da forte pressão tambem uma fricção. E quanto mais freqüentes e mais prolongados forem estas pressões e estes atritos, consequentemente maior serão os ferimentos causados, a reação do organismo diante destes desgastes e feridas cronicas constantes concentrados na pele é a formação de rugosidades nestes locais, rugosidades que são denominadas popularmente como calos. Sendo que as areas do corpo dos cachorros em que os calos são mais frequentes são os cotovelos, os calcanhares, a lateral das pernas, joelhos, partes do peito e da bacia, principalmente em cachorros de porte medio ou grande a partir dos 2 anos de idade, pois é o periodo de vida em que o cachorro já tem quase o peso de um adulto, e tambem já está com a sua massa muscular bem desenvolvida. Entretanto se o cachorro se deitar em pisos muito rigidos, os calos podem aparecer antes deste periodo. Entretanto nem os cachorros de porte pequenos e leves estão livres de desenvolverem calos, principalmente se deitarem sobre pisos duros e ásperos, desde de novos e por varios anos. Obviamente os mais acometidos e que sofrem uma maior incidência de desenvolverem calos são os cachorros de porte medio e grandes consequentemente, principalmente os mais pesados. Inclusive se forem cachorros obesos, ociosos e sedentários tendem a desenvolver calosidades mais precocemente e com maior incidência e intensidade que os cachorros mais leves e ativos, por ficarem mais tempo consequentemente descansando e deitados. E tambem a propensão a desenvolver calos aumenta com a idade, pois cachorros acima de 7 anos, já no inicio da faixa etária de idoso, tendem naturalmente a se torna-rem mais sedentários, além tambem de suas peles ficarem mais ressecada e frágeis. E a melhor maneira de se prevenir o desenvolvimento e de aparecimento das calosidades nos cachorros, é se evitar que o cachorro durma ou repouse sobre superfícies duras ou ásperas.  Os gramados, por exemplo, não causam calos, entretanto existem tambem outras alternativas e opções, para quem não dispo-em de um confortavel e aconchegante gramado para o seu cachorro repousar. E os Edredons, as almofadões e os colchonetes, são uma boa alternativa principalmente para cachorros pequenos, existem tambem disponiveis no mercado colchões de borracha grossa, devido as unhas dos cachorros, de ar ou de água, e são adequados para todos os tamanhos de cachorros.  E para o cachorro não arrastar e tirar o colchão do lugar, é necessario tambem prende-lo em uma estrutura, que pode ser de madeira ou de alvenaria. Existem opções tambem como a cama elevada de borracha, e o piso emborrachado que geralmente são fornecidos e devem ser encomendados as empresas de colocação de pisos de borracha.  E é imprencindivel se tratar os calos assim que eles aparece-rem, para se evitar o agravamento da situação. E evitar que o cachorro deite em superfícies duras ou ásperas interrompe o agravamento e a continuidade do desenvolvimento dos calos, e muitas vezes este simples procedimento já é o suficiente para que eles desapareçam sozinhos. Porem dependendo de condições da pele no local do calo, do peso do cachorro e tambem de sua idade. Deve-se para se acelerar o processo de cicatriza-ção, se aplicar ou passar anti-séptico para desinfetar e hidratar os locais afetados. Entretanto, deve-se deixe-lo agir por aproximadamente cinco minutos, e em seguida, deve-se enxuga-se o local para evitar que o cachorro venha lamber ou ingirir o anti-séptico. E está aplicação deve ser feita uma vez ao dia, até a cicatrização do calo. Juntamente deve-se colocar tambem antimicrobiano tipo metiolate, para se evitar infecções oportunistas, que podem causar grandes complicações. Com estes procedimentos, e juntamente com aeliminaçaõ da causa das calosidades, o calo certamente tende a desaparecer, entretanto se presistir, o que é dificil de acontecer, deve-se buscar auxilio veterinário para se possa descobrir a causa das complicações, que pode ser uma infecção bacteriana. 
E estas complicações podem ser desencadeadas por varios problemas, como:
Piodermite — inflamação do calo. Libera pus e sangue. O veterinário receita antibiótico.
Fibrose — se, depois de formado, o calo continuar a sofrer alterações sendo comprimido sobre piso inadequado, a pele degenera ainda mais. O calo aumenta e fica mais duro. A indicação é retirá-lo por cirurgia porque não dá mais para tratá-lo.
Higroma — outra possível complicação, se o cão com calo continuar a deitar em piso impróprio, é o acúmulo excessivo de liquído (edema) nas articulações. O veterinário opta por retirar o líquido por meio de punção. Se o líquido estiver infectado (ocorre quando o mal se encontra em fase avançada), é preciso interromper sua produção por meio de uma cirurgia delicada. Se não tratado, o higroma tende a avançar para a perna e causar gangrena e necrose. Para evitar a morte do cão, nesses casos só resta amputar o membro afetado.
Flegmão — o calo inflama e um grande inchaço se forma em torno dele, disseminando-se por todo o membro, devido à formação de uma secreção interna, logo abaixo da pele. Para retirá-la é feita uma drenagem e o cão é tratado com antibiótico e diuréticos. Se não houver tratamento, o mal evolui para gangrena e necrose, exigindo amputação.
Bicheiras e bernes — moscas atraídas pelo pus e sangue das complicações causadas pelos calos 
depositam ovos sob a pele dos cães. Retiradas as larvas, passa-se cicatrizante e bactericida nas 
feridas e, para afastar as moscas, usa-se spray repelente.






segunda-feira, agosto 15, 2011

Glândulas Anais - Cachorros.



Glândulas Anais - Cachorros: As glândulas anais se localizam na região proxima ao anus, e são envoltos ficando em duas bolsas que abrigam um par de glândulas. E estas glândulas produzem um líquido viscoso de cor castanha, de odor muito fétido, cuja função principal é a lubrificação das fezes, e serve tambem para que os cachorros possam se identificar atraves do odor caracteristico e individual em cada um deles. Sendo que a drenagem deste líquido ocorre de forma natural quando da passagem das fezes. entretanto, essas glândulas podem inflamar, levando o cachorro a um enorme desconforto ao defecar.E as causas desta inflamação podem ser varias, como a obstrução do orifício de passagem da secreção, ou o proprio excesso de secreção, uma drenagem insuficiente, etc.. Com a região anal consequentemente ficando muito inflamada e dolorida à palpação. 

Com o cachorro sentindo-se muito incomodado e, por esse motivo, esfrega o ânus no chão, lambe ou tenta morder a região. E o problema pode evoluir para uma infecção com a consequente formação de fístulas, que são aberturas na pele por onde o líquido, o pus, a secreção e o sangue sairão. E o tratamento consiste em retirar todo o líquido acumulado, fazer uma lavagem e desinfecção dos sacos anais e administrar medicamentos adequados (antibióticos, anti-inflamatórios...). O processo pode voltar e para evitar a recidiva, devemos proceder à drenagem dessas glândulas periodicamente. A drenagem deve ser feita pelo veterinário, quinzenalmente, ou durante os banhos, desde que o profissional ou mesmo o dono do animal esteja treinado para realizar o procedimento.  Existem alguns cachorros que apresentam a doença de forma crônica o que compromete sua qualidade de vida. Nesses casos, o tratamento cirúrgico para a remoção das duas glândulas é o mais indicado.

domingo, agosto 14, 2011

Cachorros - Dores Musculares/ Reumatismo.



Cachorros - Dores Musculares/Reumatismo: A origem e as causas das dores musculares ou afecções reumáticas nos cachorros podem ser em decorrência do desenvolvimento ou a presença de outras doenças, ou até pela propria faixa etária dos cachorros. Entretanto até hoje, os pesquisadores ainda não conseguiram definir e esclarecer cientificamente uma causa unica ou inicial do reumatismo em todas as suas formas agudas e crônicas, sendo considerado então como uma doença decorrente de diversas causas distintas, e que podem ser devido a mudanças bruscas de temperatura, devido a alérgias,e tambem devido a pre-existencia de outras doenças.  

E alem de ter ocasionado por diversas origens, O reumatismo tambem se manifesta de diversas formas, pois existe um grande número de quadros clínicos relacionados entre si, pois todos eles manifestam de maneira semelhantes os sintomas principais do reumatismo, que são as dores e os edmas ou inflamações musculares. Podendo tambem se apresentar em um estado agudo ou crônico, sendo que no estado cronico as dores deslocam-se pelas articulações, manifestando-se de forma rápida e em partes distintas do organismo provocando dores e tumefações, que podem se manifestar com varios graus de intensidade e persitir tenazmente ou desaparecer tão rapidamente como chegaram, para voltarem a aparecer instanteanamente em outro local diferente. 

E estas manifestações ocorrem com maior preferência na musculatura, nas articulações ou nos nervos.  E conforme o tecido em que se apresenta a dor, pode se chamar o reumatismo de muscular, articular, ou nervoso. E as afecções reumaticas e as dores ou distúrbios musculares são problemas bastante comuns que acometem frequentemente os cachorros, estando entre as dores de maior incidência juntamente com as dores osseas e dores de ouvido. E podem inclusive serem muito debilitantes, especialmente em cachorros na faixa etária acima de sete anos ou idosos. Em geral, as dores acarretam um grande dificuldade ou até a incapacidade do cachorro em andar normalmente, O que provoca a necessidade de um perceptivel e considerável esforço por parte do mesmo para tentar amenizar as dores musculares ao se movimentar. 

Devido principalmente aos musculos acometidos estarem constantemente muito inflamados, duros e tensos. E uma medicação especifica e adequada, prescrita por um veterinário pode ajudar a resolver ou melhorar em muito as dores musculares, eliminando-as ou aliviando consideravelmente a sua intensidade. Proporcionando um efeito analgesico, restabelecendo as funções do tecido muscular, diminuindo consequentemente a dor, a tensão e o desconforto muscular, permitindo que os musculos voltem a ficar mais maleaveis e flexiveis, e possibilitando uma mobilidade normal ao cachorro.  Entretanto, em muitos casos os medicamentos especificos prescritos pelos medicos veterinários  que geralmente são antiinflamatórios ou analgésicos, são pouco eficientes ou totalmente ineficazes ou mesmo sendo eficientes produzem grandes efeitos colaterais, principalmente quando se utilizam injeções de corticoteroides. e para os quais a intervenção cirúrgica não seria benéfica ou envolveria riscos associados com outras condições preexistentes.


sábado, agosto 13, 2011

Doenças Cardiacas - Cachorros.



Doenças Cardiacas - Cachorros: Os cachorros naturalmente tem um coraçaõ muito resistente, e é muito dificil ocorrer um obito devido a um enfarte subito, entretanto acabam vindo a morrer devido ao acumu-lo de cronicos e sucessivos micro-infartes que vão se sucedendo, principalmente em cachorros idosos. e diferentemente do que normalmente ocorre com os seres humanos, em que a doença muitas vezes se manifesta de forma abrupita atraves de um enfarte subito, nos cachorros as doenças cardiacas tem uma evolução e um agravamento, com a consequente deteriorização do musculo cardiaco de forma progressiva, e igualmente ao que ocorre com os humanos, os machos tambem são mais propensos ao desenvolvimento de doenças cardiacas que as femeas. 

Pois estima-se que um em cada quatro cachorros com mais de sete anos de idade, estatisticamente possa vir a manifestar e apresenta tendencias ao desenvolvimento de algum tipo de doença cardíaca, segundo uma pesquisa realizado por especialistas em paises como a Austrália, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido e EUA, inclusive uma grande parte dos responsáveis pelos cachorros, ignoram a existência e consequentemente a ocorrência e a presença de doenças cardiacas em seus cachorros. Porem a detecção precoce destas doenças é essencial para que se possa agilizar as providênciais necessarias para se amenizar e minimizar o desenvolvimento da doença e dos consequentes sintomas, principamente em quadros clinicos severos, possibilitando e proporcionando ao cachorro  superar e sobreviver a doença, e com uma melhor qualidadede vida. 

Portanto as doenças cardíacas naturalmente passam a se manifestar e ocorrerem nos cachorros a partir de determinada faixa etária, sobretudo em cachorros mais idosos, e mesmo as congénitas, presentes desde o nascimentos, só se manifestam geralmente quando o cachorro se torna idoso.  E as doenças cardiacas mais comuns, e que se manifestam e apresentam com maior frequência nos cachorros, inclusive com ocorrencia em mais de 90% dos casos são a Cardiomiopatia dilatada e a Fibrose da válvula mitral. Na Cardiomiopatia dilatada, as cavidades do coração vão se dilatando progressivamente, fazendo com que as paredes se tornem mais finas. 

Fazendo consequentemente com que o miocárdio, o músculo do coração se expanda demasiadamente, e perca o potencial e a capacidade de manter o fluxo cardíaco regular, perdendo significadamente a sua força para bombear o sangue. Esta doença acomete com maior frequencia cachorros de grande porte, entretanto, com menos frequencia costuma ocorrer tambem em cachorros de medio porte.  Fibrose ou Endocardiose da válvula mitral, acomete com maior incidencia Os cachorros de pequeno porte, que são mais propensos a desenvolverem está doença. E a válvula mitral é responsável pela passagem do sangue da aurícula esquerda para o ventrículo esquerdo a partir de onde é levado para as artérias. 

Com o desgaste e o enrigecimento dos tecidos fibrosos, a válvula perede a sua eficiencia e começa a falhar e enfraquecer, permitindo que parte do sangue inverta o fluxo normal no coração. Sendo que os cachorros que apresentam estas doenças podem não ter uma insuficiência cardíaca. As duas condições provocam problemas no bombear do sangue que, se não for detectado a tempo, é o próprio corpo que começa a criar respostas para suprir a falta de oxigénio ao nível celular. As células começam a libertam hormonas que vão conservar e reter líquidos, o que permite aumentar o volume do sangue. 

Esta medida é eficaz, mas apenas a curto prazo. A retenção de líquidas prolongada durante meses pode levar à fuga de líquidos que se alojam em regiões indesejadas, como por exemplo nos pulmões, provocando edemas pulmunares, ou sob pele e no abdómen, ascites. Geralmente quando se fala em insuficiência cardíaca, fala-se também na acumulação de líquidos numa destas regiões do corpo do animal. Os sintomasn numa primeira fase, os sintomas de uma doença cardíaca são imperceptíveis e só podem ser detectados através de exames realizados pelo veterinário. O batimento cardíaco irregular é um dos principais sinais. 

Como a detecção precoce destas doenças pode significar a diferença entre seis meses de vida e uma esperança média de vários anos, as consultas de rotina assumem assim extrema importância. Num estado intermédio, a fuga dos líquidos produzidos provoca tosse. Letargia e dificuldade a respirar são outros sintomas comuns. Em estádios mais avançados, o cão tem dificuldade em respirar, mesmo quando está em repouso, podendo chegar a desmaiar. Apresenta também falta de apetite e perda de peso, para além da tosse. A falta de peso é muitas vezes mascarada com o aumento de fluídos, que, apesar de se tratar apenas da acumulação de líquidos, fazem com que o cão fique mais pesado. 

À medida que a doença progride, o cão torna-se cada vez mais avesso ao exercício. Os sintomas só costumam manifestar-se em cães que entram na terceira idade. Nos cães de grande porte, isso pode significar que surjam a partir dos cinco ou seis anos. Como os cães mais pequenos vivem em média durante mais tempo, os sinais de adoença tendem a aparecer mais tarde. Como estes sintomas não são exclusivos das doenças cardíacas e surgem geralmente quando o cão se torna idoso são muitas vezes confundidos com o sinais de “velhice”. É importante ter em mente que algumas mudanças de comportamento surgem quando o cão se torna idoso, mas isso não significa que o cão deixe de ter um aspecto saudável ou vontade de brincar.

Diagnóstico: Apenas o veterinário é capaz de diagnosticar uma doença cardíaca num cão. Nas consultas de rotina, o cão deve ser auscultado. As doenças acima descritas provocam um ritmo anormal que é capaz de ser detectado numa simples auscultação. Para esclarecer dúvidas ou diagnosticar a doença com mais precisão, o médico pode pedir a realização de vários exames, tais como raio-X, electrocardiograma ou ecografia. Após a identificação do problema, o veterinário pode também pretender recolher amostras de sangue e urina para determinar as condições do fígado e rins e escolher a medicação adequada.

Tratamento: Até ao aparecimento dos primeiros sintomas, os cães com doenças cardíacas devem ser vigiados de perto pelo veterinário sem ser, regra geral, necessário algum tipo de medicamento. Quando os sintomas aparecem, geralmente os cães necessitam de medicação, normalmente mantida até ao resto da vida. A medicação visa regularizar o batimento cardíaco, diminuir a retenção de líquidos ou até mesmo dilatar as veias para que comportem um maior fluxo sanguíneo. Para além disso, é geralmente necessário tomar outras precauções, tais como exercício controlado e dieta específica. Os cães com cardiopatias diagnosticadas precocemente conseguem viver com qualidade durante vários anos. Contudo, a esperança de vida de um cão cardíaco varia conforme a gravidade dos casos. Nos casos mais severos, em que se verifica a existência de uma insuficiência cardíaca congénita, por exemplo, após a manifestação dos primeiros sintomas, os cães têm entre seis meses a um ano de vida.  Deve perguntar ao veterinário qual o estado da doença do seu animal e informar-se sobre a esperança de vida. Assim que o seu cão se torna idoso, faça check-ups de seis em seis meses no seu veterinário.

sexta-feira, agosto 12, 2011

Convulsão/Epilepsia - Cachorros.



Convulsão/Epilepsia - Cachorros:  As convulsões podem ter as mais diversas e variadas origens, pois alem da hereditariedade pode tambem ter outras causas relativamente comuns e distintas. E uma avaliação da causa das convulsões nos cachorros, baseia-se principalmente, na sua idade, no histórico e no relato de informações sobre possiveis fatos que possam ter acontecido com o mesmo como situações que tenham lhes tenham provocado um grande medo. angustia,choques ou traumas cranianos recentes ou que tenham ocorrido há alguns meses,devido tambem a presença de substâncias tóxicas ou inseticidas no ambiente do cachorro ou nas proximidades, ou crise provocada por parasitas intestinais, como tambem a idade do cachorro na ocasião da primeira crise convulsiva, os intervalos entre elas e se existe a presença de convulsões em outros membros da família do cachorro. Pois estas são informações importantes e essenciais para que o veterinário possa vir a estabelecer os parametros com um quadro preciso sobre a possivel origem, que inclusive pode ser de causa desconhecida, e a intensidade e a incidência da doença no cachorro. Caso não possam ser determinada a sua causa especificadamente, o veterinário pode classificar a convlsão como epilepsia idiopática, o que se pressupo-em que podem haver a ocorrência manifestações posteriores no futura. Caracteriza-se como um quadro clinico de epilepsia, com a respectiva presença da mesma no cachorro, a repetição freqüente e periodica dos episódios de convulsão. A epilepsia é causada por uma descarga elétrica no cérebro que faz com que o cachorro fique, momentaneamente, sem coordenação ou sem movimentos voluntários,podendo tambem ser de origem genética ou adquirida, sendo que as maniferstasões duram poucos minutos. E os sintomas e a manifestação da epilepsia de origem genética normalmente aparecem antes do  cachorros completar 6 meses de idade. A epilepsia adquirida pode tambem ocorrer como sequela de doenças como cinomose, babésia, ou qualquer outra doença causada por carrapatos, traumatismos cranianos (acidentes, pancadas), presença de tumor cerebral ou em quadros de intoxicação grave. Entretanto os cachorros podem manifestar o aparecimento de convulsões sem que haja presença da epilepsia. Ou seja, pode haver manifestasões esporádicas de convulsão no cachorro, sem significar que o mesmo seja epiléptico. E a manifestação dos sintomas das convulsões normalmente só aparecem quando o cachorro atinge 1 a 3 anos de idade, e após a ocorrência da primeira manifestação, esta pode ser a primeira de uma série de muitas, no qual o aparecimento é impossível de se determinar ou prever. E independentemente da sua origem, a manifestações das convulsões podem ter graus variados, podendo ser de pouca intensidade ou leves, com o cachorro apenas salivando, e apresentando movimentos desordenados com a cabeça, ou de media e grande intensidade com sintomas mais evidentes, como o cachorro caindo no chão, salivando, e movimentando as pernas de forma desconexa como se estivesse tentando pedalar ou se levantar. E a manifestação da convulsão pode levar de segundos a alguns minutos. 

quinta-feira, agosto 11, 2011

Diabetes - Cachorros.



Diabetes - Cachorros: Atualmente os cachorros apesar de terem uma expectativa de vida maior, tem uma vida mais sedentária e consequentemente tambem praticam pouca atividade física.  E o somátorio destes dois aspectos, que são a idade avançada e o sedentarismo, são respectivamente os principais fatores que acarretam o aparecimento do diagnostico de diabetis nos cachorros.  Pois o diabetis faz com que o pâncreas desacelere a produção de insulina. quando então o organismo do cachorro deixa de transformar o alimento ingerido em energia. Fazendo com que grande parte se transforme em glicose que porem sem a presença da insulina, não pode ser metabolizada pelas celulas, ficando então está glicose fora des celulas, circulando e se acumulando nocivamente no sangue. Pois apesar do cachorro manter o apetite, e até comer e beber excessivamente, eliminando inclusive parte da glicose atraves da urina, há uma continua e acentuada perda de peso, fraqueza com uma grande apatia e falta de ar. E são estes inclusive os principais sintomas manifestados, e que indicam a presença do diabete nos cachorros. E quando, muitas vezes por negligencia, é diagnosticada tardiamente a presença da diabetes, é necessaria a internação imediata do cachorro para que se possa diminuir e se estabilizar os níveis de açúcar no sangue e tambem se minimizar o risco de maiores complicações. Pois um diagnostico preventivo e na fase inicial da doença, acarreta em uma maior qualidade de vida para o cachorro, evitando que o mesmo venha a sofrer e morra precocemente.  Pois o diabetis alem de provocar desnutrição e apatia nos cachorros, ocasiona tambem consequentemente cegueira, demora excessiva nas cicatrização de ferimentos, graves complicações nos rins e no coração, que dependendo do grau de incidência podem até ser fatais. Sendo que quando se atinge este grau, estas complicações só podem ser evitadas ou minimizadas se o cachorro vier a receber doses precisas e adequadas a ele, atraves de injeções diárias de insulina, e periodicamente a cada três meses, no máximo, é necessário se fazer um acompanhamento e um monitoramento minucioso de suas condições de saude. E atraves de exames especificos, monitora-se e identifica-se o estágio da doença, quando então se pode indicar precisamente a dose necessária de insulina proporcional e adequada para o seu organismo, pois para cada faixa etária e para cada biotipo de cachorro, há uma dose especifica e apropriada, juntamente tambem com uma posterior disciplina alimentar e atividades fisicas. E é fundamental cuidar bem da alimentação e estimular o cachorro a se exercitar todos os dias. Pois sem mudança nos hábitos, é praticamente impossível se evitar ou se controlar o diabete,  e  levando a serio e seguindo essas recomendações, com um tratamento basico atraves de doses diárias de insulina, associada preferencialmente a rações dietéticas especificas e sessões diárias de exercício. o cachorro pode voltar a ter tranquilamente uma rotina normal e desfrutar de uma otima qualidade de vida, e por muito tempo.





quarta-feira, agosto 10, 2011

Cachorros - Incontinência Urinária.



Cachorros - Incontinencia Urinária: A incontinência urinária é caracterizada pela micção involuntária, ou seja o cachorro urina descontroladamente e de forma cronica. Sendo que a incontinência urinária do cachorro pode ser decorrente de diversas causas. Pois pode ser o resultado de lesões do sistema nervoso, de mal-formações congênitas, de lesões adquiridas na bexiga e nos esfíncteres ou de desequilíbrios hormonais. Não existe, portanto um tratamento padrão e único para a incontinência urinária, mas diversos tratamentos específicos de acordo com cada causa. 

Sendo que, normalmente as lesões do sistema nervoso, da bexiga e dos esfíncteres são de tratamento bastante complexos e dificeis, embora tenham sido criados novos procedimentos terapeuticos, os resultados apresentados ainda não são confiaveis e satisfatórios. Entretanto, alguns casos apresentando mal-formações congênitas podem ser corrigidos recuperando-se totalmente as funções do controle urinário ou continencia urinária mediante cirurgia. Como ocorre com os casos de ectopia ureteral ou com a persistência do canal fraco. Como sequela de certas intervenções cirúrgicas, também podem surgir incontinências urinárias causadas por fístulas ou por aderências. Uma nova intervenção pode recuperar a continência normal, mas nem sempre o resultado é garantido. 

Cachorros - Doenças Renais.



Cachorros - Doenças Renais: As doenças renais são muito mais frequentes do que se imagina nos cachorros, existem extimativas indicando que mais da metade dos cachorros a partir dos 10 anos de idade, tem uma grande possibilidade de virem a apresentar lesões renais, e que inclusive uma grande porcentagem destes cachorros estará suscetivel a desenvolver a insuificência renal crônica.  E a Insuficiência renal crônica, é proveniente de lesões glomerulares (glomerulonefrites de origem imunológica, amiloide, nefro-angio-esclerose) ou a lesões intersticiais, sendo que todas são estas situações são decorrentess de uma destruição progressiva e irreversível dos nefros, que são as unidades funcionais dos rins. Pois a medida que a quantidade de nefros diminui, a função renal fica prejudicada e comprometida, tendendo progressivamente a um aumento da insuficiência renal. Pois o cachorro quando acometido pela insuficiência renal crônica manifesta sintomas como beber e urinar excessivamente, bem mais do que o habitual (poliúria/polidipsia). Em seguida aparecem as perturbações digestivas (vômitos, diarréia), que precedem as neurológicas. O tratamento da insuficiência renal crônica é essencialmente baseado na utilização de dietas hipoproteícas, uma vez que as proteínas formam resíduos à base de uréia, muito tóxicos para o organismo. Em condições normais, eles são excretados pelos rins, mas na insuficiência renal crônica acumulam-se no sangue. A terapiase dirige apenas aos sintimas, sendo que o tratamento causal nem sempre é eficaz. No entanto, os recentes progressos da medicina permitem entrever a possibilidade de um dia se poder fazer um transplante renal, como se faz no homem, nas mesmas circunstâncias. A hemodiálise, prescrita no caso humano até que se possa fazer um transplante, também não é utilizada nos cães.
A Insuficiência renal aguda, O animal entre de súbido em anexoria, tem vômitos e diarréias, por vezes hemorrágicas. Paralelamente, a concentração de uréia e creatinina no sangue aumenta, atingindo valores via de regra muito elevados, ao passo que na insuficiência renal crônica esses mesmos parâmetros (que se usam para avaliar a função renal) aumentam com moderação. Na origem desta forma de insuficiência renal, podem estar fatores isquêmicos (caso do rim que tenha sofrido alterações decorrentes de mudanças de circulação sangüínea), infecciosos (sobretudo leptospirose) e tóxicos. Os tratamentos aplicáveis no caso de insuficiência renal aguda consistem na terapia com fluidos e eletrólitos e em medidas de purificação extra-renal (diálise peritoneal). Algumas formas da doença respondem bem à medidas terapêuticas, mas nas outras o prognóstico é, infelizmente, mais reservado.
Cálculos Urinários - Urolitíase
Nos cães podemos encontrar 4 tipos de urólitos (cálculos): os de fosfato, geralmente associados a uma infecção do trato urinário; os de urato; os de oxalato decorrentes de alterações metabólicas; e os de cistina, cuja ocorrência depende de predisposição hereditária. A freqüência e o tipo dos cálculos podem variar conforme as raças. Assim, os cálculos de cistina são observados com mais freqüência no Dachshund e os de urato no Dálmata. A presença destes cálculos no trato urinário pode levar ao aparecimento de hematúria (sangue na urina), cistites, incontinência, retenção urinária, complicações infecciosas e renais. Por vezes um cálculo introduz-se na uretra e não consegue passar por certas zonas particularmente estreitas. Daí resulta uma obstrução uretral que só poderá ser resolvida, muitas vezes, recorrendo-se à cirurgia.
O tratamento da urolitíase no cão pode ser medicamentoso ou cirúrgico, conforme o quadro que o animal apresente. Em casos obstrutivos, o cão pode apresentar-se visivelmente desidratado, letárgico ou comatoso. Nestes casos a terapia é instituída de modo a estabilizar as condições do animal para que possam ser iniciados os procedimentos para a remoção do cálculo. Se a bexiga estiver distendida, ela deve ser esvaziada através de sonda, catéter ou massagens, sendo que às vezes é preciso anestesiar o animal.
Geralmente o veterinário solicita um exame de urina, através do qual é possível determinar a ocorrência de infecção e a natureza do cálculo. Se for constata a presença de um processo infeccioso, utiliza-se um antimicrobiano e um acidificante urinário. Se o animal apresentar apenas uma propensão para a formação de cálculos, quer seja de origem genética ou devido a uma dieta inadequada, a terapêutica consiste na administração de dietas calculolíticas (rações especiais) disponíveis no mercado.
Os cálculos nos rins são bastante raros no cão, mas, quando existem, pode ser necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir os efíncteres urinários ou a uretra, provocando sérias retenções urinárias.
As infecções do trato urinário (ITU)
Na maior parte dos casos, a infecção urinária canina é uma consequência de infecções em órgãos vizinhos, como na próstata, útero, vagina ou, mais raramente, sistêmicas. Por conseguinte, não basta tratar os seus sintomas, tem é de se tratar a sua causa. Esta procura-se sistematicamente mediante um exame clínico aprofundado com radiografias e exames complementares. As infecções do trato urinário são causadas por germes que em geral provém do tubo digestivo. Algumas, principalmente as crônicas, são particularmente difíceis de curar. 




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